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Vestidos mexicanos ajudam a valorizar cultura indígena

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A empresária Marília Fonseca apostou em vestidos para empreender, a partir da importação de peças do México. Tudo começou quando a carioca Marília resolveu comprar um vestido para ela.

Mas quando soube que as roupas são produzidas por indígenas do México, que sobrevivem com a venda destes produtos, ela acabou pedindo um estoque de 11 vestidos. As roupas chegaram e as amigas cariocas ficaram encantadas.

Marilia começou o negócio em 2008. Naquele ano, a tendência do verão destacava a paleta de cores de Frida Kahlo, que sempre se vestiu à moda mexicana, valorizando as tribos indígenas.

O negócio começou com Óli, que é descendente de uma das 16 tribos indígenas do estado de Oaxaca que fabricam as peças. Na juventude, ela fazia parte de grupos de dança folclórica e todos se encantavam com as vestimentas.

Óli farejou uma oportunidade de negócio para ajudar as comunidades. E assim a empresária Marilia Fonseca passou a fazer parte da chamada economia solidária, uma forma justa de comércio, em que toda a cadeia produtiva sai ganhando.

 

 

 

Índios que viviam na Amazônia há mil anos dependiam da pesca e preferiam o pirarucu

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Pelas suas proporções, pirarucu era importante fonte de alimento para os indígenas, de acordo com estudo

Um estudo arqueológico publicado no Journal of Archaeological Science aponta que os índios que viviam na Amazônia Central há mais de mil anos dependiam principalmente da pesca para se alimentar. De acordo com a publicação, o pirarucu era o peixe mais consumido pelos indígenas, que também tinham nas tartarugas uma importante fonte de proteína animal.

A pesquisa serviu para romper com a imagem de que as tribos pré-históricas amazônicas tinham seu modo de vida era baseado na caça e na coleta de alimentos.

 

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Reunião da CPI da violência contra indígenas deve acontecer na quinta

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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que apura os casos de violência praticados contra os povos indígenas no período de 2000 a 2015, será realizada na quinta-feira (25), às 14 horas, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. A investigação da CPI tem como foco a possível omissão do Estado no caso. A audiência deveria ter acontecido no dia 18 de fevereiro, mas foi adiada.

A decisão foi tomada pelos membros da CPI por motivos de saúde do presidente da comissão, deputado João Grandão (PT). Além do parlamentar petista, são membros titulares da CPI a vice-presidente, Mara Caseiro (PMB) e a relatora, Antonieta Amorim (PMDB), além dos deputados Rinaldo Modesto (PSDB) e Paulo Corrêa (PR).

A CPI foi oficializada pelo Ato n° 9/2015 e se reúne todas as quintas-feiras, às 14 horas, na Assembleia Legislativa.

Decisão inédita – Estado não pode punir índio que já foi condenado por sua tribo, decide TJ-PR

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O Estado não pode aplicar pena prevista no Código Penal a um indígena quando o acusado já foi punido pela própria comunidade. O entendimento é do Tribunal de Justiça de Roraima, que acolheu argumento da Advocacia-Geral da União em decisão inédita.

O caso trata de homicídio praticado por índio contra outro da mesma tribo, dentro da terra Manoá-Pium, na reserva Raposa Serra da Lua, em Roraima. O Ministério Público de Roraima ofereceu denúncia com base no artigo 121 do Código, aceita pela comarca da cidade de Bonfim (RR). :: LEIA MAIS »

Opinião – É urgente a aplicação do controle de convencionalidade na questão indígena

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Por Konstantin Berber

Aldeia, a vida mais parece uma teia/que te prende e te isola, não quero tua esmola/ nem a sua dó, minha terra não é pó/ meu ouro é o barro onde piso, onde planto/ e que suja seu sapato quando vem na reserva fazer turismo/ pesquisar e tentar entender o porquê do suicídio”Brô Mc.                                             O controle de convencionalidade pode ser concebido como um procedimento por meio do qual o juiz nacional discute o sentido de um dispositivo convencional[1]. Quando se estuda o Direito a partir do ordenamento, sabe-se que este é mais do que a mera soma de normas jurídicas, sendo este ordenamento composto de regras, princípios, procedimentos, direitos e garantias fundamentais, a chamada “ordem jurídica objetiva”[2], a ser revelada fenomenologicamente por meio do processo com solução de problemas concretos.

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A caminho de hospital, adolescente indígena dá à luz em ambulância

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Bebê prematuro nasceu com 1,3 kg e foi encaminhado para a UTI em MT.
Ela saiu de aldeia de avião e depois seguia para hospital de ambulância.

Uma adolescente indígena de 16 anos, da etnia Kayabi, deu à luz um bebê dentro da ambulância a caminho do hospital, nesta quinta-feira (18), na BR-163, em Sinop, a 503 km de Cuiabá. O parto foi realizado com a ajuda de uma equipe médica da concessionária Rota do Oeste, responsável pela gestão da rodovia, que fica na base do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), naquele município.

Demarcação – Ministro assina acordo para acelerar demarcação de terra indígena no CE

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Ministro assina acordo para acelerar demarcação de terra indígena no CE

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o governador do Ceará, Camilo Santana, assinaram na tarde desta sexta-feira (19) acordo que visa destravar o processo de demarcação da terra indígena Tapeba, no município de Caucaia, no Ceará. O processo de demarcação está paralisado por força de decisão judicial.

Segundo o Ministério da Justiça, a assinatura do ajuste representa um avanço no objetivo de resolver um conflito de mais de 30 anos. Cardozo disse que o acordo é uma referência nacional e mostrou que a mediação é a solução para os conflitos indígenas.

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O ministro destacou o empenho do governo do Ceará que buscou a pacificação na região entre indígenas e proprietários. “Esse acordo é uma demonstração para proprietários e indígenas que disputam terras que o caminho da mediação é a solução para assegurar direitos de todos”, afirmou.

Mais de 7 mil indígenas passarão a habitar o território tradicional dos Tapeba. Hoje eles ocupam uma pequena parte do território delimitado.

O evento contou  com as presenças do secretário do  Desenvolvimento Agrário Dedé Teixeira; do superintendente do Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará (Idace), Eduardo Barbosa; e da responsável pela área indígena no Ceará, Sandra Forte; além de demais autoridades.

Trecho da BR-163 bloqueado por índios Kayapó segue interditado

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Eles cobram a conclusão da nova casa de saúde indígena da aldeia.
Na manhã desta sexta, 19, teve tumulto entre os indígenas e os motoristas.

O trecho da BR-163 bloqueado pelos índios Kayapó segue interditado nesta sexta-feira (19). A interdição é feita próximo a Novo Progresso, no sudoeste do Pará e chega ao quarto dia fechado. A BR-163 também é conhecida como Santarém-Cuiabá.

Na manhã desta sexta-feira (19) foi constatado um princípio de tumulto no trecho onde os índios fazem o protesto. Homens da Policia Rodoviária Federal (PRF) tiveram que intermediar a situação, que ficou acirrada entre os Kayapó e os motoristas, muitos deles caminhoneiros que precisam seguir viajar com carregamentos de grãos.

Liberação
O trânsito no trecho só está sendo liberado a cada 24 horas, o que causa congestionamentos já somam mais de 15 quilômetros na rodovida.

Entre as muitas reivindicações feitas pelos Kayapó estão a conclusão da nova Casa de Saúde indígena da aldeia e também a presença de um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai), uma vez que não há um profissional da instituição no local.

O que comiam os índios da Amazônia antiga

solimõesRio Solimões, na Amazônia, onde povos indígenas pescavam e cultivavam
Pesquisadores mostram que os habitantes que viviam na região tinham hábitos sofisticados de pesca e alimentação

Aos poucos, novas pesquisas têm derrubado a imagem de que as as antigas sociedades indígenas brasileiras não tinham complexidade cultural. Há mais de 500 anos, havia grandes povoados, com milhares de índios, vivendo próximos à beira de rios na Amazônia. Índios construíam estradas, cultivavam vegetais e contavam com uma variedade de objetos sofisticados para seus para rituais. Agora, sabe-se que eles também tinham hábitos alimentares diferentes do que se pensava.  :: LEIA MAIS »

Cultura – Índio é tudo igual? Livro infantil mostra diferentes povos brasileiros

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Índio é tudo igual?  Eles andam sem roupas, comem mandioca,  vivem em  oca e falam o mesmo idioma, certo ?   Se você pensa assim, está enganado.

Este livro foi publicado pela Editora Socioambiental de autoria e coordenação de Fany Ricardo.



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