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Índios Munduruku ocupam prédio da Prefeitura de Belterra

 

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Enquanto a gestão municipal não se posicionar o grupo não sairá do prédio, segundo os indígenas (Foto: Edclei Munduruku)

O ato foi motivado pelos indígenas com duas reivindicações: cobrar o pagamento dos salários atrasados dos servidores da educação que atendem as comunidades e para pedir ainda explicações sobre a falta de apoio do órgão na 2º Conferência de Educação Indígena, que ocorreu na aldeia de Bragança. Segundo o indígena da aldeia de Bragança, Edclei Munduruku, os indígenas pautaram mais duas. “Vamos cobrar a aprovação da Minuta, que é uma Lei Orgânica do munícipio em relação aos povos indígenas que está parada há seis meses no Conselho Municipal de Educação, e também estamos reivindicando a criação de um pólo indígena que atenda as essas três aldeias”, explicou. :: LEIA MAIS »

MPF e prefeitura assinam TAC para melhoria da educação Indígena

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Da Redação/Povos Indígenas

O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) e a prefeitura de Barra do Garças assinaram, na última sexta-feira, 25 de novembro, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o objetivo de melhorar a situação da educação pública na Terra Indígena (TI) São Marcos, da etnia Xavante.

A Coordenação Regional Xavante da Funai em Barra do Garças, a pedido do MPF, elaborou um detalhado “Diagnóstico da Educação Escolar Xavante”, com trabalhos de campo que incluíram um registro fotográfico de todas as unidades escolares e a aplicação de questionário para identificar quais eram, segundo a visão da comunidade indígena, os principais problemas educacionais enfrentados na área. :: LEIA MAIS »

Entrevista – Divino Tserewahú: “O cinema para o povo xavante é uma memória que não acaba”

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*MAÍRA RIBEIRO
“Nossa luta agora é para ter no Brasil um canal de televisão indígena”. A afirmação é de Divino Tserewahú, um dos mais conhecidos cineastas indígenas do país. O principal objetivo em ter um canal de televisão indígena, entende Divino, é poder comunicar a versão dos fatos do ponto de vista do índio e preservar a memória de sua cultura.
Divino Tserewahú Tsereptsé, 42 anos, é indígena Xavante da aldeia Sangradouro, localizada no município de General Carneiro no leste mato-grossense. Fez formação em cinema xavante através do projeto Vídeo nas Aldeias, referência nacional na formação e produção audiovisual indígena. Ali, realizou muitos dos seus filmes, como Wapté Mnhönö – Iniciação do Jovem Xavante”,de 1999, Daritidzé – Aprendiz de Curador de 2003 e , de 2009 em co-autoria com Tiago Torres e Amandine Goisbault.
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Tupinambá debatem luta pela terra e educação

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*Blog do Thame

Foi realizado no final de semana na  aldeia Serra do Padeiro, Terra Indígena  Tupinambá de Olivença (Sul da Bahia), o encontro “Luta pela terra e educação na Terra Indígena Tupinambá de Olivença: troca de saberes entre pesquisadores, professores e comunidade”. Na ocasião, foram apresentados e debatidos trabalhos de 20 pesquisadores indígenas e não indígenas que vêm atuando junto ao povo Tupinambá das diferentes comunidades que compõem a TI. Amparados em seus trabalhos, todos os pesquisadores enfatizaram a necessidade de se concluir com urgência o processo de demarcação da TI, que já se arrasta há doze anos, de modo a pôr fim às violações dos direitos de indígenas e não indígenas. :: LEIA MAIS »

Seminário sobre os 10 anos da política territorial abre atividades do Salão dos Territórios

Representantes Indígenas do Mupoiba e da Ação Tupinambá participam do evento

Com a representação de 27 Territórios de Identidade da Bahia, foi realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), na noite da segunda-feira (28), a abertura do Seminário: 10 Anos da Política Territorial da Bahia, que iniciou as atividades do 1º Salão dos Territórios de Identidade da Bahia, um espaço de debate sobre as experiências bem sucedidas, desenvolvidas nos territórios baianos.A programação continua nesta terça-feira (29) com realização de painéis sobre os 10 anos da abordagem territorial do desenvolvimento e discussões sobre as perspectiva sobre os desafios e possibilidades para o desenvolvimento.  O Salão dos Territórios, que integra a programação da primeira edição do Bahia Rural Contemporânea, acontece em paralelo à 29ª FENAGRO, até o próximo domingo (4), no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador. :: LEIA MAIS »

CACIQUES PATAXÓ PEDEM SOCORRO E JUSTIÇA NA DEFESA DO SEU TERRITÓRIO

O Cacique Aruã, fez um pedido de socorro, para o Desembargador.

Nesta quinta feira (24/11/2016), por volta das 15:00 horas, na sede do TRF1 em Brasília, o Cacique Aruã, acompanhado por 04 procuradores federais e lideranças, estiveram em audiência com Desembargador Federal, no Tribunal Regional Federal, para protocolar e impetrar ação de suspensão de liminar de reintegração de posse, processo que tramita naquele Tribunal Judiciário, em desfavor da Comunidade Indígena Pataxó, FUNAI e União.
A ação de liminar impetrada pela Imobiliária Góis Cohabita, tem por objetivo reintegrar áreas, ocupadas há mais de 10 anos por cerca de 500 famílias indígenas, distribuídas em 06 comunidades: Nova Coroa, Txihi Kanayurá, Tapororoca, Novos Guerreiros, Mirapé I e Mirapé II. :: LEIA MAIS »

com spray de pimenta, povos e comunidades tradicionais novamente barrados na Câmara

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A truculência policial não foi capaz de desanimar e desmobilizar a forma particular de luta dos povos

Pela segunda vez em duas semanas, os povos indígenas e comunidades tradicionais foram barrados pela Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados e impedidos de acompanhar a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e do Incra 2, que estava marcada para ocorrer às 11 horas desta quarta (23). :: LEIA MAIS »

RR – Índios de tribo isolada na Amazônia são fotografados pela 1ª

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Imagens foram feitas pela Funai e divulgadas pela associação Hutukara.
Fotos da aldeia Moxihatëtëa mostram índios que vivem isolados na floresta.

A Hutukara Associação Yanomami divulgou nesta terça-feira (22) fotografias de uma tribo indígena Yanomami que vive isolada na Amazônia, em Roraima. As imagens são as primeiras feitas da comunidade, conforme a associação.

Segundo Dário Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara, a tribo é denominada Moxihatëtëa e fica na circunscrição do município de Alto Alegre na Terra Indígena Yanomami, no Norte do estado, a 1h30 de voo de Boa Vista. Nela, vivem índios que recusam contato até com outros indígenas.

“É muito difícil a gente chegar lá por que eles atacam com flechas. Eles são muito bravos. Atiram no avião quando estamos fazendo sobrevoo. Ficam muito desconfiados. Não querem a nossa presença e nem da sociedade não-indígena”, afirmou Dário. :: LEIA MAIS »

Cubano do Mais Médicos reduz uso de antibióticos em aldeia indígena ao resgatar plantas medicinais

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Na aldeia Kumenê, no Oiapoque, indígenas consumiam antibióticos de forma inadequada e excessiva. Médico cubano Javier Isbell Lopez descobriu que hábito estava associado à história do local, onde missionários evangelizaram os habitantes e os convenceram de que a utilização de plantas medicinais era um tipo de ‘feitiçaria’ que devia ser banido. Reintrodução de ervas com benefícios comprovados pela ciência reduziu uso de medicamentos.

Ao chegar à aldeia Kumenê, localizada no Oiapoque, extremo norte do Amapá, o cubano Javier Isbell Lopez Salazar se tornou o primeiro médico fixo da comunidade. Ele começou a atender a população local, formada por indígenas Palikur, em maio de 2014 e logo descobriu que os habitantes da região enfrentavam uma das maiores ameaças globais de saúde: o uso excessivo e inadequado de antibióticos. :: LEIA MAIS »

RO – Centro cultural indígena será inaugurado em aldeia de Cacoal

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Centro retomará práticas perdidas com o contato com o branco.
Espaço pertence a Aldeia Paiter, na Terra Indígena Sete de Setembro.

Com a apresentação de cânticos, rituais e comidas típicas dos povos Paiter Suruí, será inaugurado na próxima terça-feira (22), o Centro Cultural da Aldeia Paiter Wagôh Pakob, localizada na Terra Indígena Sete de Setembro em Cacoal (RO), cidade distante de Porto Velho cerca de 480 quilômetros.
O espaço, segundo os idealizadores, servirá para a retomada das práticas, valores e dos conhecimentos tradicionais do Paiter, que ser perderam no tempo, devido o contato com a sociedade não indígena. :: LEIA MAIS »



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