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Enquanto a gestão municipal não se posicionar o grupo não sairá do prédio, segundo os indígenas (Foto: Edclei Munduruku)

O ato foi motivado pelos indígenas com duas reivindicações: cobrar o pagamento dos salários atrasados dos servidores da educação que atendem as comunidades e para pedir ainda explicações sobre a falta de apoio do órgão na 2º Conferência de Educação Indígena, que ocorreu na aldeia de Bragança. Segundo o indígena da aldeia de Bragança, Edclei Munduruku, os indígenas pautaram mais duas. “Vamos cobrar a aprovação da Minuta, que é uma Lei Orgânica do munícipio em relação aos povos indígenas que está parada há seis meses no Conselho Municipal de Educação, e também estamos reivindicando a criação de um pólo indígena que atenda as essas três aldeias”, explicou.

Ainda segundo o indígena, o secretário de educação do município conversou com os líderes do protesto na tarde de terça-feira e informou que os salários seriam pagos até o fim do dia, mas isso não ocorreu.

Professores do Ensino Modular Indígena , representantes da Fundação Nacional do Índio e Ministério Público acompanham a mobilização feita pelos Munduruku do Baixo Tapajós.

Na manhã desta quarta-feira a prefeitura enviou o secretário de saúde para conversar com os manifestantes, mas o grupo não aceitou a negociação.