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MS: Homenageados em escola, índios levam demarcação para comissão de frente

Os 2 mil hectares onde vivem pouco mais de 3 mil indígenas divididos em sete comunidades estiveram presentes no Carnaval de Campo Grande. Os terena da aldeia Buriti levaram para a avenida mais que sua cultura, o clamor pela demarcação das terras indígenas.

Homenageados pela escola Unidos do São Francisco, dentro do samba enredo “Índios e os seus costumes”, o convite chegou da presidência até o cacique da aldeia e resultou nos 16 guerreiros que fizeram a comissão de frente.

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Idiomas Originários: O plano de resgate avança em 40% das línguas indígenas na Bolívia

(O motivo) .- Por Unidade de Política Intercultural e Multilinguismo (UPIP) do Ministério da Educação, a Bolívia fez progressos significativos no processo de recuperação de línguas nativas. O plano de resgate progrediu em 40%.

“Ele fez progressos significativos no processo de recuperação, que era de 40%. O resgate da língua indígena (take) acha que de 10 a 15 anos, mas a língua é dinâmica e sem fim, pode ser de 60 anos “, disse o chefe da UPIP, Walter Gutierrez, de acordo com a Razão publicado em sua edição impressa.

Na Bolívia há 36 línguas indígenas originárias que são reconhecidos pela nova Constituição do Estado, além de 23 alfabetos existentes.

No plano de resgate alfabetos línguas nativas indígenas são traduzidos em dicionários e lingüistas institutos que melhoram culturas indígenas revitalizamas as línguas criadas.

Índios nunca têm voz, nunca têm vez’, diz carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense, que homenageará o Xingu

Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP/JC

Ao trazer o tema, o samba enredo chamado “Xingu, o clamor da floresta”, provocou a ira do setor de agronegócios no Brasil.

No enredo, a escola traz à tona temas como o desmatamento, o uso indevido de agrotóxicos e as consequências da usina de Belo Monte.

“Jardim sagrado o caraíba descobriu

Sangra o coração do meu Brasil

O belo monstro rouba as terras dos seus filhos

Devora as matas e seca os rios

Tanta riqueza que a cobiça destruiu” :: LEIA MAIS »

BA: Hospital da Mulher reforça serviço de acolhimento a vítimas de violência sexual

A secretaria Julieta Palmeira, acompanhada por representantes da ONU Mulher, OPAS, e das secretarias Olívia Santana da (Setre), e Fabya Reis da (Sepromi).

A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), esteve no Hospital da Mulher em Salvador, ontem (24), sexta-feira, onde visitou o Serviço de Atendimento a Mulher em Situação de violência, para onde estão sendo encaminhadas.

Durante a sua visita aquela unidade, a secretária de Política para as Mulheres do Estado, Julieta Palmeira, esteve acompanhada por representantes da ONU Mulher, Nadine Gasmann, da OPAS, Joaquín Molina, e de outras secretarias mulheres do Governo da Bahia, Olívia Santana, do Trabalho e Renda (Setre), e de Fábya Reis, da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). Saiba mais sobre esta ação em matéria completa :: LEIA MAIS »

Argentina que cresceu em comunidade indígena, Mimi Sosa brilha no vôlei do Brasil

“Eu morei lá. Meus pais são professores de comunidades indígenas, morei seis anos lá, fui na escola com minha mãe. Passei minha infância lá e foi muito lindo”, contou a atleta.

A central Mimi Sosa, do Pinheiros, é um dos destaques da equipe na Superliga Feminina de Vôlei. Aos 29 anos, ela é considerada baixinha para a função – tem 1,76m -, mas compensa com forte impulsão e velocidade. “Eu me sinto em casa no Brasil e estou contente de disputar mais uma vez a Superliga”, contou a atleta.

Ela nasceu na Argentina, em Ibarreta, uma pequena cidade na província de Formosa, próxima da fronteira com o Paraguai. O município fica a 1.253 quilômetros de Buenos Aires. Cresceu em Las Lomitas, na mesma região, só que aos 8 anos se mudou com os pais, professores rurais, para estudar em uma escola indígena no Lote 1. Foi ali que cresceu e conviveu com os indígenas da etnia Wichí. :: LEIA MAIS »

Violações: Indígenas denunciam extração ilegal de madeira em Rondônia

Terra demarcada da etnia Uru Eu Wau Wau / Mário Vilela/Funai

Segundo os indígenas, os invasores estão extraindo madeira ilegalmente e loteando a reserva

Índios da etnia Uru Eu Wau Wau, de Rondônia, denunciam a atuação de madeireiros e grileiros na terra indígena, que fica em Campo Novo de Rondônia, a 304 quilômetros de Porto Velho.

Segundo os indígenas, os invasores estão extraindo madeira ilegalmente e loteando a reserva. A liderança José Luís Kassupá diz que o problema se repete em diversas terras indígenas no estado.

Na última semana, cerca de 30 homens foram expulsos do local pelos índios. Dois deles chegaram a ficar em poder dos indígenas, mas já foram liberados.

Em nota a Funai informou que foi acionada, junto com a Polícia Federal, o Ibama e o ICMBio para evitar possíveis confrontos entre indígenas da Terra Indígena Uru Eu Wau Wau e invasores. :: LEIA MAIS »

RS: Justiça Federal determina compra de 110 hectares para indígenas

Segundo juíza, intenção é garantir condições mínimas de sobrevivência.

A Justiça Federal determinou que o governo federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai) adquiram uma área de 110 hectares para a construção de moradias para índios guaranis, acampados há cerca de 40 anos às margens da RS-040 em Capivari do Sul, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Conforme a juíza federal substituta Clarides Rahmeier, da 9ª Vara Federal de Porto Alegre, a intenção é garantir condições mínimas de sobrevivência e dignidade.

A decisão foi publicada na quinta-feira (23) e, segundo o Ministério Público Federal (MPF), que ajuizou uma ação civil pública em 2012, as 15 famílias se encontrariam em situação de “miserabilidade” e estavam alojadas em um trecho estreito na faixa de domínio da rodovia. :: LEIA MAIS »

BA: Fundo agrícola da ONU melhora a vida de indígenas após 8 anos de investimentos

Jose Raildo de Souza and Jailson de Jesus Mendes carry boxes of cassava root from the field that the Kiriri harvest to make flour and other products sold at nearby schools and farmer markets, at Aldeia Marcação Kiriri, near Ribeira do Pombal, in the state of Bahia, Brazil, on Tuesday, April 12, 2016. They wear the native Kiriri garb in honor of Día do Índio, or Indigenous Day, celebrated on April 19.

José Raildo de Souza e Jailson de Jesus Mendes levam caixas de raiz de mandioca do campo que a colheita de Kiriri para fazer farinha e outros produtos vendidos em escolas vizinhas e mercados de agricultores, na Aldeia Marcação.

O sonho de estudar Medicina se tornará em breve uma realidade para Adriana Pantaleón dos Santos. Ela vem da comunidade indígena dos Kirirí, na Bahia, onde trabalha em uma fábrica de processamento de mandioca. Com o emprego, a jovem de 19 anos consegue guardar dinheiro para começar os estudos na Universidade Federal da Bahia (UFBA). :: LEIA MAIS »

BOLÍVIA: Dia Internacional da Língua Materna – “situação de vulnerabilidade”

A A A LINGUA

(El Diario) – O diretor do intercultural Ministério da Educação, Walter Gutierrez, o Dia Internacional da Língua Materna, disse que pelo menos três línguas seria posto em causa, que são: o Machineri, Yaminahua e araona .

Ele explicou que, antes de línguas foram mantidas, porque a informação é passada de avós, que eram o link, para transferir a linguagem às novas gerações; que o tempo para o dia de hoje quebrou essa ligação, e é por isso que através do sistema educacional pode ser restaurado.

A América Latina tem mais de 400 línguas existentes, na Bolívia há 36 línguas indígenas originais reconhecidos pela Constituição do Estado, e trabalhou com pelo menos 33 línguas indígenas, destas 23 línguas indígenas e alfabetos estaria em vigor. :: LEIA MAIS »

Justiça: Ativo na bancada ruralista, Serraglio cuidará de demarcação indígena

A A serra

Após indicação de Serraglio para o ministério Justiça, Fábio Ramalho (PMDB-MG) Vice-presidente da Câmara rompe com Temer.

BRASÍLIA  –  Escolhido para o Ministério da Justiça, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) foi um dos principais articuladores de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que esvaziaria suas funções como ministro, a demarcação de terras indígenas, caso aprovada. A nomeação do pemedebista é criticada por entidades do setor, o que pode retomar o acacirramento dos conflitos nessas localidades.

Serraglio, que é diretor jurídico da bancada ruralista, foi relator da PEC 215/2010 e deu parecer favorável a que a demarcação das terras indígenas e quilombolas tenha que passar pelo Congresso Nacional, a quem caberia a palavra final. O Executivo, nesse novo modelo, faria os estudos antropológicos e encaminharia para o Legislativo como um projeto de lei. :: LEIA MAIS »



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