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:: 3/out/2017 . 20:01

Novo fundo global apoia demandas territoriais indígenas

Financiada por Suécia, Noruega e pela Fundação Ford, a organização já concedeu recursos e assessoria a projetos no Peru, em Mali e na Indonésia

Os povos originários que lutam por conservar ou recuperar as florestas onde viveram durante gerações passarão a contar com o apoio de uma organização global, por meio da criação de um fundo para que se reconheçam seu direito à terra.  Nesta terça-feira (3), foi lançado em Estocolmo o Fundo Internacional para a Posse de Terras e Bosques (Tenure Facility), a primeira instituição mundial dedicada aos direitos de propriedade das comunidades indígenas.

Financiada por Suécia, Noruega e pela americana Fundação Ford, a organização já concedeu recursos e assessoria a projetos piloto no Peru, em Mali e na Indonésia, ajudando comunidades locais a promoverem leis que protejam suas terras e recursos. :: LEIA MAIS »

BA: “Diálogos Públicos: Polícia Democrática e Direito à Segurança”

O Cacique Babau Tupinambá da Serra do Padeiro, representando do Movimento Indígenas da Bahia (MUPOIBA), palestrando sobre o tema: “Violência no conflito pela terra”.

Está acontecendo em Salvador a série”Diálogos Públicos Ministério Público e Sociedade: Polícia Democrática e Direito à Segurança” – um ciclo nacional de encontros que tem como objetivo promover um debate plural sobre as causas e consequências da violência no Brasil.O diálogo na capital baiana teve início ontem (02) e se encerra hoje dia (3) de outubro e reúne mais de 30 expositores, sendo  representantes de movimentos e organizações sociais, de operadores do sistema de justiça e segurança pública, pesquisadores, parlamentares e gestores governamentais. :: LEIA MAIS »

Empresas se recusam a pedir desculpas a indígenas por danos de usinas no Teles Pires

Os indígenas Munduruku, Apiaká e Kayabi, atingidos pelas usinas no Teles Pires. Fonte: CIMI – Foto: Wilmar Santi

Cerca de 150 indígenas da etnia Munduruku se reuniram semana passada na aldeia Missão Cururu, no rio Cururu, em Jacareacanga, no Pará, a cerca de 1,7 mil quilômetros da capital, Belém. Mulheres, caciques, guerreiros, pajés, cantores e crianças se dividiram em dezenas de embarcações que partiram de vários pontos do território Munduruku, levando peixe e farinha para garantir a alimentação de todos durante uma audiência pública em que eram aguardados representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Ministério Público Federal (MPF) e das empresas donas das usinas Teles Pires e São Manoel, construídas no rio Teles Pires, no Mato Grosso. Ao chegarem na aldeia, entre os dias 28 e 29 de setembro, souberam que a Funai não enviou representantes e as empresas, em vez de comparecerem, enviaram ofícios ao MPF em que recusaram responsabilidade pelos danos aos indígenas. A ausência das empresas e da Funai foi recebida com revolta. :: LEIA MAIS »

Indígenas devem produzir e utilizar dados sobre suas populações, defendem pesquisadores

Alunas pataxó da formação de professores: seminário amplia abordagem da temática indígena na UFMGFoca Lisboa / UFMG

Demógrafos e antropólogos vão tratar do assunto em seminário que começa amanhã, na UFMG

Os indígenas devem poder produzir e utilizar estatísticas sobre suas populações, defendem pesquisadores de áreas como a demografia e a antropologia. Os indígenas passaram a ser contemplados pelas estatísticas oficiais depois da década de 80, o que significa que eles ficaram mais visíveis, mas as informações que estão sendo produzidas ainda são pouco aproveitadas. “É importante que os próprios indígenas se envolvam mais nesse processo e usem os dados para encaminhar as suas demandas”, afirma Marden Campos, professor do Departamento de Sociologia da UFMG.

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GCF: Defensores da floresta, povos indígenas garantem espaço em ações

Governo do Acre realiza ainda diversas ações de fortalecimento da produção indígena (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Na edição de 2017, a Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (tradução de Governor’s Climate and Forests Task Force [GCF]) trouxe uma novidade, além do debate sobre desenvolvimento sustentável e desmatamento ilegal zero. A partir deste ano, haverá um diálogo ainda mais forte dos povos indígenas e comunidades locais com os governadores e outras instituições interessadas nesse desafio ambiental global.

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XVII Caminhada indígena em Olivença encerrou ATL sul da Bahia

A XVII Caminhada dos Índios Tupinambá, como prova de resistência e união. Fotos: Walney Magno

Fechando o 1º Acampamento Terra do livre Sul da Bahia dos povos indígenas, promovida pelo Movimento Indígena da Bahia (MUPOIBA), na manhã do dia 24 de setembro, a grande caminhada que saiu da  Igreja Nossa Senhora da Escada no centro de Olivença, com mais de  3 mil indígenas Tupinambá de Olivença, pataxó hã hã hãe, e representantes de entidades da sociedade civil, estudantes, movimentos sociais, e se dirigiram até a praia do Cururupe e realizaram a XVII Caminhada dos Mártires Tupinambá.

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