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Educação: Projeto de extensão da UFFS – Campus Erechim elabora estudo arquitetônico para espaço cultural indígena

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O local será utilizado para o ensino e eventos da comunidade da Terra Indígena Ventarra

Casas semienterradas. Essa foi a inspiração do estudo arquitetônico desenvolvido pelo projeto de extensão da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim “Propostas arquitetônicas junto aos Kaingang” para o espaço cultural da Terra Indígena Ventarra, localizada no município de Erebango/RS.

O projeto de extensão surgiu a partir do diálogo com a comunidade escolar Kaingang, representada pelo Círculo de Pais e Mestres da Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Kanhrãnrãn Fã Luis Oliveira, que demandou um estudo arquitetônico para um espaço de uso múltiplo localizado próximo ao ginásio da nova escola, que está em construção. A proposta elaborada pelo projeto contempla uma casa subterrânea, um centro cultural, uma arquibancada sombreada e o paisagismo da área.

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BA: Vale-alimentação estudantil reforça a segurança alimentar da rede estadual

Foto: Claudionor Junior

Os estudantes da rede estadual de ensino da capital e do interior já estão realizando as suas compras com o benefício de R$ 55, referente à quarta parcela do vale-alimentação estudantil. Entre os diversos itens disponíveis nos mais de 18 mil pontos de venda localizados em todo o Estado, eles estão optando por alimentos de grande valor nutricional, como feijão, arroz, leite, frutas e legumes. A ação do Governo da Bahia, para a qual foram destinados mais R$ 44 milhões, totalizando um investimento de R$ 176 milhões de recursos próprios do Estado, tem o objetivo de garantir a segurança alimentar dos estudantes, neste período de suspensão das aulas, devido à pandemia do novo Coronavírus. :: LEIA MAIS »

Desmatamento e garimpo ilegal abriram caminho da Covid para índios, diz estudo

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Pesquisa cruzou os dados da Secretaria Especial de Saúde Indígena e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Imagine o caminho que um vírus precisa fazer para chegar a uma aldeia no meio da floresta, contaminar um, dois, dez, mil, 28 mil indígenas, como aconteceu com o novo coronavírus no Brasil desde o início da pandemia até o final de agosto.

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Bahia implementa o primeiro Plano Estadual de Comunicação do país, e contempla Povos Tradicionais

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Resultado de um amplo debate entre Governo do Estado, sociedade civil, entidades de classe, sindicatos, empresas de comunicação, trabalhadores, associações e movimentos sociais, o Plano Estadual de Comunicação foi aprovado no último dia 22/setembro, durante sessão plenária pelo Conselho Estadual de Comunicação Social da Bahia.

Na reunião virtual o secretário de Comunicação do Estado e presidente do Conselho de Comunicação, André Curvello, assinou o documento autorizando a imediata aplicação do plano, . :: LEIA MAIS »

BA: Estudantes da rede estadual recebem a quarta parcela do vale-alimentação estudantil

Foto: Claudionor Jr/Secretaria da Educação

Os estudantes da rede estadual de ensino de toda a Bahia já estão realizando compras com a quarta parcela do vale-alimentação, cujo crédito, no valor de R$ 55 por estudante, foi liberado nesta segunda-feira (26). Nesta nova parcela, assim como nas três anteriores, foram destinados mais R$ 44 milhões, totalizando um investimento de R$ 176 milhões de recursos próprios do Estado.

O secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, destacou a importância do benefício. “Mesmo em um momento de perda de arrecadação no Estado, o Governo da Bahia destina mais R$ 44 milhões para o auxílio vale-alimentação, visando a segurança alimentar dos estudantes da rede estadual: aproximadamente 800 mil. Além disto, a iniciativa contribui para movimentar a economia, em todos os 417 municípios baianos, distritos e povoados”. :: LEIA MAIS »

Indígena brasileira conquista milhões de seguidores mostrando dia a dia de comunidade

Maíra e seus familiares do povo Tatuyo, no Amazonas.

Maíra Gomez é da comunidade indígena da etnia Tatuyo, no Amazonas. Para seus mais de 300 mil seguidores do Instagram ela é conhecida como Cunhaporanga, que significa “mulher bonita da aldeia” em tupi. No TikTokseu número de seguidores é ainda mais impressionante: quase dois milhões. Em todas as plataformas ela tem um objetivo comum: mostrar para o maior número de pessoas possível a cultura e as tradições de seu povo e o dia a dia de sua família.  :: LEIA MAIS »

De origem indígena, fundista Mirelle Leite luta para firmar seu talento

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Campeã brasileira sub-18 dos 2.000 m com obstáculos e vice-campeã dos 3.000 m da mesma categoria no ano passado, em Porto Alegre (RS), a pernambucana Mirelle Leite da Silva, nascida em Pesqueira no dia 11 de março de 2002, é um exemplo de superação e, ao mesmo tempo, da importância que o atletismo tem na inclusão social de jovens brasileiros.
Mirelle é descendente da etnia indígena Xukuru. Mudou-se para cidade em consequência de um conflito na tribo, que causou uma divisão, levando uma parte à expulsão da reserva. Ela teve o pai assassinado e, como a mais velha de uma família de nove irmãos, assumiu a responsabilidade de cuidar dos mais novos, enquanto sua mãe trabalhava de diarista para levar alimento para casa.

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CORONAVÍRUS: Barroso diz que plano de proteção a índios é ‘genérico e vago’ e pede novo planejamento

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O ministro deu 20 dias para o governo entregar um novo planejamento

O ministro Luís Roberto Barroso rejeitou o Plano Geral de Enfrentamento e Monitoramento da Covid-19 para os Povos Indígenas apresentado pelo governo Jair Bolsonaro ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O magistrado não homologou o plano sob o argumento de que o documento é “genérico e vago”, o que inviabiliza a fiscalização de sua implementação, e deu 20 dias para o governo entregar um novo planejamento.

No início de agosto, o STF decidiu por unanimidade referendar a decisão individual dada por Barroso, em 8 de julho. O ministro havia determinado a obrigação do Executivo de adotar diversas medidas a fim de conter o avanço do coronavírus entre os índios. :: LEIA MAIS »

Terra Indígena na divisa do PA e do AM é reconhecida como indicação geográfica para guaraná nativo

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Segundo o INPI, a TI Andirá-Marau é a primeira indicação geográfica da espécie denominada de origem no Brasil a ser utilizada por povo indígena.

Terra Indígena na divisa do Pará tem indicação geográfica reconhecida pela produção de guaraná nativo. — Foto: Divulgação / Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI)

A Terra Indígena Andirá-Marau na divisa do Pará com o Amazonas foi reconhecida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) como indicação geográfica para waraná, que é o guaraná nativo, e o pão de waraná, que é o bastão de guaraná.

Segundo o INPI, esta é a primeira indicação geográfica da espécie denominada de origem no Brasil a ser utilizada por um povo indígena. A concessão foi publicada nesta terça (20).

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Minas tem somente um candidato a prefeito de origem indígena em 2020

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“É uma participação pequena, nossa representação política ainda é muito elitista, com pouco espaço para mulheres, negros e, ainda mais, indígenas”, observa o professor de ciência política Carlos Ranulfo, da UFMG, que destaca a presença marcante da deputada federal Joenia Wapichana (Rede-RR) como representante indígena no Congresso Nacional.

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