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‘O último índio ainda vai lutar por nós’

Encontro debateu possíveis novas abordagens e metodologias acadêmicas que incluam e respeitem os conhecimentos ancestrais

Pesquisadores e acadêmicos do Brasil e Reino Unido debatem meios de garantir a sobrevivência dos povos tradicionais, ameaçados pela tecnologia, alterações climáticas e pelos governos

São Paulo – Começa hoje (20), no Rio de Janeiro, o Seminário Internacional sobre Atuação Indígena em Pesquisas Colaborativas e Valorização de Conhecimentos, que vai reunir pesquisadores indígenas de 10 países, além de acadêmicos do Brasil e do Reino Unido, para debater a sobrevivência dos costumes dos povos tradicionais dentro do contexto global contemporâneo, além de denunciar ameaças que essas culturas sofrem de governos que não os respeitam. Como valorizar conhecimentos indígenas, que dialogam com outro conceito de tempo/espaço, em um mundo tomado por urgências reais e inventadas? O questionamento será um dos nortes dos debates. :: LEIA MAIS »

Indígena Tupinambá desaparecido no Sul da Bahia

“O sentimento é de tristeza, tensão e impotência. São 24 dias de desaparecimento, sem notícias”

Está desaparecido desde 22 de fevereiro o indígena Deivid Charle dos Santos, morador da aldeia Boca do Córrego no Território Indígena Tupinambá de Belmonte – sul da Bahia. Segundo a família, Deivid retornava de viagem após passar oito meses trabalhando em São Paulo. Ele saiu da casa da mãe em Eunápolis, pegou uma motocicleta emprestada para ir para sua casa na aldeia – a cerca de 140 km de distância – e sumiu. :: LEIA MAIS »

Tupinambá: pelo direito de viver

Com o maior número de etnias do Brasil, Amazonas tem 53 idiomas indígenas ‘vivos’

Campanha da ONU chama a atenção para preservação dos línguas dos povos indígenas, muitos em risco de extinção. Em todo o País são 170 dialetos. Foto: A Crítica

*Luiz G. Melo – Manaus (AM)

A língua identifica as práticas tradicionais e a cultura de um povo. Essa é a premissa da iniciativa da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) que ao longo de 2019 celebrará o Ano Internacional das Línguas Indígenas, que tem como objetivo chamar a atenção para a importância dessas línguas para a riqueza cultural global. Há no Brasil, atualmente, cerca de 170 línguas indígenas “vivas”. E só no Amazonas, onde se concentra o maior número de etnias, há aproximadamente 53, que podem variar para mais ou para menos de acordo com a identificação de dialetos. :: LEIA MAIS »

A luta dos povos indígenas é de todos nós. Ou ao menos deveria ser

Priscila Tapajowara durante a concentração no vão do Masp

*Maria Fernanda Ribeiro

Os povos indígenas de todo o Brasil realizaram ao longo de todo o dia 31 de janeiro a primeira grande manifestação popular contra as políticas anti-indigenistas do governo Bolsonaro. A estimativa é de que ocorreram protestos em quase 60 pontos Brasil afora e adentro, mas se você não faz parte de uma rede, digamos, indígena, talvez não tenha lido notícias sobre isso. Na timeline das minhas redes sociais não havia outro assunto e as fotos publicadas pelos próprios indígenas (sim, caros leitores, índio usa celular e tem perfil no Facebook e publicam stories no Instagram) mostravam que a disposição para que seus direitos sejam garantidos é a ferramenta que usam para lutar. :: LEIA MAIS »

Os povos indígenas e a lama da Samarco e da Vale: dois retratos

O fim de Mianga Baixu (Rio Paraopeba) e de Uatu (Rio Doce) (foto: Fred Bottrel/EM/D.A Press)

De uma tristeza maior que o mar de lama, os olhos de Seu Gervásio e Dona Laurita contam a mesma dor. Ele, pataxó-hã-hã-hãe, tribo que reivindica território na zona rural de Brumadinho, Grande BH; ela, krenak, moradora da reserva em Resplendor, região do Rio Doce. Os anciãos indígenas, cujas vidas toparam com a lama da mineração, foram fotografados pela reportagem do Estado de Minas em dois momentos: Gervásio Alves de Souza, de 93 anos, ainda observa atônito os peixes mortos na beira do Paraopeba, em decorrência do desastre na barragem da Vale. :: LEIA MAIS »

Chapecoense: Atleta pataxó da Bahia faz teste no futebol feminino

Jogadora de futebol,  a jovem indígena Tainara Pataxó, de 14 anos, participa do “peneirão” da Chapecoense em Santa Catarina.

O departamento de futebol feminino da Chapecoense estar realizando a seletiva periódica com teste “peneirão” para Formar grupo da categoria de base na busca de novos talentos, e tem nesta edição, a jovem indígena Pataxó, tainara do Nascimento Matos, de 14 anos, estudante da Aldeia Pataxó de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, (BA). :: LEIA MAIS »

Vídeo: Desastre em Brumadinho atinge comunidade indígena de Pataxós

Vídeo Produzido pela TVT e exibido no programa ‘Seu Jornal”

Em São Joaquim de Bicas, cidade que fica a 14 quilômetros de Brumadinho, uma comunidade indígena sente os reflexos do colapso da barragem. Os detritos de minério já contaminaram o rio Paraopeba, fonte de água para agricultura e pesca dos indígenas. A contaminação deve seguir e, em breve, atingirá o Rio São Francisco.

Rompimento de barragem deixa índios com pouca oferta de água potável, diz Funai

Indígenas da tribo Pataxo Ha-ha-hae observam rio Paraopeba em São Joaquim de Bicas.  Foto: Reuters

rompimento de uma barragem de mineração da Vale em Minas Gerais na semana passada deixou integrantes de uma aldeia indígena com acesso a uma oferta limitada de água potável, disse nesta segunda-feira a Fundação Nacional do Índio (Funai), que ressaltou ter enviado uma equipe para apoiar os indígenas. Segundo a Funai, mais de 80 índios que vivem às margens do rio Paraopeba estão com “pequenas reservas de água” após o desastre na sexta-feira ter gerado um mar de lama e rejeitos de mineração que poluiu o manancial e destruiu instalações da própria Vale e comunidades locais. :: LEIA MAIS »

ES: Índios em vigília permanente: ‘A área é nossa e não vamos sair!’

Justiça autoriza uso de polícia para retirar Tupinikins de áreas já demarcadas em Aracruz

Invasores em sua própria terra. Assim são tratados os indígenas pelo juiz federal Wellington Lopes da Silva na sentença emitida nessa quinta-feira (24) autorizando a reintegração de posse em favor do espólio de um falecido posseiro que ocupa uma área demarcada e homologada como reserva indígena pelo governo federal e pela Fundação Nacional do Índio (Funai) em 2010.

A situação estava tensa desde terça-feira (22), quando os indígenas decidiram ocupar o local para reivindicar que se respeite a demarcação, com a retirada de dois posseiros que seguem no local e se negaram a receber indenização. O juiz autorizou o uso de força policial para reintegração de posse, porém, não aconteceu nenhuma ação até o início da noite desta sexta-feira (25). :: LEIA MAIS »



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