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15 VEREADORES INDÍGENAS SÃO ELEITOS NA BAHIA: CLÁUDIO MAGALHÃES É O PRIMEIRO NO MUNICÍPIO DE ILHÉUS

Uma celebração dos Tupinambá de Olivença na aldeia

Veja aqui com exclusividade a lista completa e algumas informações de quem são os 15 (quinze) vereadores indígenas eleitos na Bahia, entre os mais de 130 indígenas candidatos a prefeito, vice-prefeitos e vereadores que registraram para concorrer a uma voga, conforme anunciado aqui. Destacando entre eles, está Claudio Magalhães da etnia Tupinambá de Olivença, em Ilhéus, que será o primeiro indígena a assumir uma vaga na câmara municipal daquela cidade.

Eleito pelo Partido Comunista do Brasil – PCdoB, com 805 votos para uma cadeira no legislativo, Cláudio Magalhães, é professor Municipal, Técnico do Judiciário do Tribunal de Justiça da Bahia, e ativista social, atua no controle social nos setores de educação, Saúde e meio ambiente, Conselheiro Estadual de meio ambiente, Saúde, e da Comissão Estadual de Políticas Para Povos Comunidades Tradicionais da Sepromi. :: LEIA MAIS »

Indígena é eleito prefeito em município de Pernambuco

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Cacique Marcos Xucuru prefeito eleito de Pesqueira em Pernanmbuco

Eleito  pelo partido (Republicanos), cacique Marquinhos Xukuru foi o primeiro indígena a ser eleito para a Prefeitura de Pesqueira (PE), e recebeu o apoio de lideranças progressistas, como a líder indígena Sônia Guajajara, o cacique Marquinhos Xukuru (Republicanos) foi o primeiro indígena a ser eleito para a Prefeitura de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco.

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Cresce o número de candidatos que se declaram indígenas em 29%

Em entrevista ao Programa Ação Bahia, Cláudio Magalhães de Olivença, falou sobre o dia do Índio.

Em Ilhéus na Bahia, o indígena Cláudio Magalhães do P C do B, é um dos fortes concorrentes a uma vaga no legislativo.

Eram 1.715 na última eleição, em 2016; agora, são 2.215. Indígenas são candidatos em 557 municípios de todos os estados brasileiros e têm segundo pior índice de sucesso eleitoral, atrás dos que se declaram pretos.

O número de candidatos que se declaram indígenas cresceu 29% nos últimos quatro anos, segundo levantamento feito com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eram 1.715 na última eleição, em 2016; agora, são 2.215. Os indígenas respondem por 0,40% do total de candidatos, mesmo percentual observado na população brasileira, segundo o último Censo do IBGE.

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PIRIPKURAS: OS ÚLTIMOS, ISOLADOS

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Símbolo de resistência, Piripkuras caminham para a extinção com dois últimos indígenas ocupando terra ameaçada

*MARCOS CANDIDO

A chuva cai uma vez ao ano na terra dos Piripkura. A seca entre maio e setembro é precedida pelas chuvas de outubro a março, que chegam em uma média de até 2.400 milímetros ao ano. Mas os Piripkura não dominam e nunca dominaram os números, as métricas. Sabem que os igarapés enchem d’água na chuva e é mais difícil pescar assim. O cacau e as castanhas são os principais alimentos o ano todo, mas na seca peixes como o cará, a traíra, são mais facilmente fisgados e abundantes nos igarapés. Também é mais simples caçar para comer, como espetar jacarés com lanças. :: LEIA MAIS »

Indígenas recorrem à medicina tradicional no tratamento contra a covid-19

O pajé Diakara Desano, da etnia desano, segura folhas que usará para fazer chá e tratar os doentes de sua comunidade, na periferia de Manaus (AM). Com a memória viva de outras epidemias, Diakara reivindica a valorização da sabedoria indígena. Foto de Christian Braga

Desassistidas pelo sistema de saúde, comunidades indígenas incorporam elementos de suas próprias culturas – como chás e benzimentos oferecidos por pajés – às técnicas médicas convencionais.

Por Gabi Di Bella. Fotos de Christian Braga

“Vou usar o benzimento tradicional e, desse jeito, vai curar mais rápido. Dito e feito, acertei”, é com essa resiliência que o pajé Ercolino de Jorge Araújo Alves, da etnia desana, explica como decidiu encarar a pandemia da covid-19 em sua comunidade, em São Gabriel da Cachoeira, no extremo noroeste do Amazonas. O pajé diz que recebe os ensinamentos de seu avô desde os 14 anos e que o ancião “aparece nos meus sonhos me dizendo o que fazer.”

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Djuena Tikuna: “Falta de ajuda faz índio buscar medicina tradicional”, diz artista

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Cantora e compositora indígena trata música como ferramenta de resistência

Cantora do povo Tikuna, Djuena nasceu em Umariaçu, comunidade indígena na fronteira entre o Brasil, Peru e Colômbia. Na infância, acompanhou de perto as manifestações culturais dos índios amazônicos. Em Manaus, participou de trabalhos no teatro e no cinema. Com os irmãos, montou o grupo Magüta. Produziu ainda um documentário que mostra um panorama das principais manifestações musicais de sua nação indígena. :: LEIA MAIS »

Covid-19 e indígenas: os desafios no combate ao novo coronavírus

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Morador da terra indígena Xakriabá, em São João das Missões (MG), que reúne cerca de 9 mil indígenas distribuídos em 38 aldeias

Imagem: Edgar Kanaykõ

*Christina Queiroz/Revista Fapesp

Com 305 povos e 274 línguas diferentes, a população indígena brasileira vive realidades diversas que envolvem desde grupos isolados até os que residem em áreas urbanas. A memória histórica de epidemias que chegaram a dizimar aldeias inteiras, no entanto, permanece um elemento comum que o vírus Sars-CoV-2, causador da covid-19, tem reavivado, nos últimos meses. Com maior vulnerabilidade a doenças infectocontagiosas e dependentes de um subsistema médico que apresenta problemas de articulação com as secretarias estaduais e municipais da Saúde, moradores de territórios indígenas receiam um novo genocídio. :: LEIA MAIS »

Em tempos de coronavírus, indígenas fazem acampamento virtual

Indígenas no Acampamento Terra Livre, em Brasília, no ano passado.Foto: Walney Magno

Em quarentena pelo avanço da covid-19, lideranças indígenas canalizam para as redes mobilização de pautas essenciais para os povos tradicionais do Brasil

O estado de emergência causado pelo novo coronavírus impediu a realização presencial do Acampamento Terra Livre (ATL), evento que reúne todos os anos, em abril, milhares de indígenas de diversas etnias em Brasília para discutir e apresentar soluções para a defesa de seus territórios e direitos.

O ATL, contudo, está acontecendo, mas virtualmente, com uma série de discussões, transmissões ao vivo e apresentações culturais orientadas a estimular a mobilização indígena e denunciar o cenário de omissão do Estado brasileiro quanto a esses povos. Para tanto, é imprescindível mostrar que o atual governo vem seguindo à risca a inconstitucional promessa de não demarcar os territórios, agravando conflitos, violências e a vulnerabilidade social de diversos grupos. :: LEIA MAIS »

Ação Bahia: Combate e prevenção ao coronavírus para povos e comunidades tradicionais

Essa semana o programa Ação Bahia – Povos Tradicionais, da TVI de Itabuna, teve como foco principal a pandemia do Covid-19. Através de vídeos gravados pelos participantes. Magnólia Gouveia que comanda o programa, exibiu depoimentos, informações e ações de prevenção ao coronavírus nas comunidades tradicionais do estado. Nesta edição o programa contou com a participação de lideranças dos povos tradicionais, dentre elas os caciques Juvenal Payayá, Valdelice Amaral Tupinambá, Zeca Pataxó, o médico Indígena Vazigton Guedes, a liderança Quilombola José Ramos, o cantor Calinhos Brown, além do deputado estadual Marcelino Galo, e do deputado federal Afonso Florence. Confira clicando no vídeo acima.

Combate ao Covid-19: Veracel faz doação de quase 2 mil cestas básicas a Famílias indígenas do sul da Bahia

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