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:: ‘Artigos’

Educador indígena

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*Elias Januário

O processo de formação de educadores indígenas, bem como as ações desenvolvidas por esses profissionais no contexto de uma educação escolar específica, diferenciada e intercultural, representa uma tarefa desafiadora que trilha por um caminho marcado por conceitos, concepções e metodologias que propiciam um ambiente cauteloso, que deve seguir dando um passo de cada vez, para que possamos formular propostas que conduzam a ações efetivas e em consonância com o que pensam e desejam as diversas comunidades indígenas que vivem em nosso país. :: LEIA MAIS »

A luta dos povos indígenas é de todos nós. Ou ao menos deveria ser

Priscila Tapajowara durante a concentração no vão do Masp

*Maria Fernanda Ribeiro

Os povos indígenas de todo o Brasil realizaram ao longo de todo o dia 31 de janeiro a primeira grande manifestação popular contra as políticas anti-indigenistas do governo Bolsonaro. A estimativa é de que ocorreram protestos em quase 60 pontos Brasil afora e adentro, mas se você não faz parte de uma rede, digamos, indígena, talvez não tenha lido notícias sobre isso. Na timeline das minhas redes sociais não havia outro assunto e as fotos publicadas pelos próprios indígenas (sim, caros leitores, índio usa celular e tem perfil no Facebook e publicam stories no Instagram) mostravam que a disposição para que seus direitos sejam garantidos é a ferramenta que usam para lutar. :: LEIA MAIS »

Sonia Bridi: “Quem defende propriedade tem que defender autonomia dos índios”

A jornalista Sonia Bridi, abre o verbo contra Bolsanaro. Foto: João Miguel Junior

Através das redes sociais a jornalista e escritora Sônia Bridi, da TV Globo, numa demonstração clara de revolta, criticou a postura do governo Bolsonaro contra indígenas, e escreveu o seguinte:”Quem defende propriedade tem que defender a autonomia dos índios e a integridade de seus territórios. Invasor de TI é criminoso.”afirmou Sonia. Segundo fontes, tal atitude teria custado uma breve conversa com o pessoal da direção da rede Globo, que sugeriu um pouco de cautela nas declarações nas redes sociais. A repercussão da publicação tem gerado muitos comentários de apoio e solidariedade pela coragem de dizer o pensa, a exemplo do que postou a liderança indígena, Sonia Guajajara, :: LEIA MAIS »

E as sombras, hein?!

Mariana Benedito*

Complementares! É a principal ideia quando o assunto são nossas sombras

Dia e noite. Sol e lua. Branco e preto. Inverno e verão. Luzes e sombras. Opostos. Complementares. Complementares! Essa é a principal ideia que precisamos ter em mente quando o assunto são as nossas sombras. Todo e qualquer objeto quando posto em direção à luz, automaticamente o que se forma é a sua sombra. E assim somos nós: compostos de aspectos positivos, que revelamos, que mostramos, que manifestamos; e aspectos que interpretamos como negativos, que escondemos, que mantemos obscuros, que renegamos. :: LEIA MAIS »

CIMI: Racismo institucional e repressão cultural: “Tão bonito que nem parece índio”

Protesto dos mais de 100 povos indígenas do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018. Foto: Oliver Kornblihtt/MNI

Mais de seis mil índios moram em Brasília e arredores. Homens, mulheres e crianças que, devido ao preconceito, encontram vários obstáculos nas oportunidades de emprego, saúde, educação e qualidade de vida.

Mais de 896 mil pessoas se declararam indígenas no censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, inclusive 379.534 que vivem fora de terras demarcadas. Em 2015, uma pesquisa feita pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) apontou que mais de seis mil índios moram em Brasília e arredores. Homens, mulheres e crianças que, devido ao preconceito, encontram vários obstáculos nas oportunidades de emprego, atendimento de saúde, educação, segurança e qualidade de vida. :: LEIA MAIS »

Lula é nossa chance histórica

ARUA E LULA 548

Por Adriana Dias

Em novo artigo, Adriana Dias analisa o papel do ex-presidente na sociedade: “Nesse momento ele é maior que o Brasil. Prender Lula é prender a nossa chance de transformação histórica”

O Brasil é um país com estrutura colonial. Fomos formados por uma elite europeia (que chegou como colonizadora, ou como imigrante e trabalhadora, assalariada, sonhando em se tornar rica, ou empresária, sonhando em explorar nossas riquezas) que se manteve rica e branca, conservadora e detentora de privilégios, sustentando-os com corrupção, força de polícia, ditadura, mídia, propaganda, leis e com o que for necessário. :: LEIA MAIS »

AMEAÇA DE GANHAR NO PRIMEIRO TURNO É A “FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA” PARA PRISÃO DE LULA

Wenceslau Junior | wenceslau.uesc@gmail.com

“Porém, no caso Lula, ao que me parece, o único fundamento que lastreia não é a ameaça à ordem pública ou outro contido no artigo 311 do CPP, mas a ameaça certa de que se permitirem que seja candidato será eleito no primeiro turno e retomará a agenda social e progressista interrompida pelo baixo e duro golpe de estado.

A pré-candidata a presidenta da República pelo PCdoB, deputada estadual gaúcha Manuela D’ávila (Manu), compara a posição do STF em lavar as mãos e permitir a prisão absurda de Lula condenado sem provas, à mesma posição da Suprema Corte Brasileira ao permitir a extradição de Olga Benário para a Alemanha Nazista em 17 de junho de 1936, onde acabou morta numa câmara de gás. :: LEIA MAIS »

Parecer do Governo sobre demarcação indígena é retrocesso de 50 anos

Transferência indígena em avião da Força Aérea
Autor de livro que estudou a política do Governo em relação aos indígenas na época da ditadura militar, jornalista afirma acreditar que regra acentuará conflitos no campo                                                   

Por Talita Bedinelli
Entre outubro de 2013 e setembro de 2015, o jornalista Rubens Valente, repórter da Folha de S.Paulo, debruçou-se sobre arquivos do Governo federal, entrevistou 80 pessoas e percorreu 14.000 quilômetros entre dez Estados brasileiros. Queria desvendar as histórias, pouco conhecidas, de como os indígenas foram tratados na época mais obscura da história do Brasil, a ditadura militar. O resultado está no livro Os fuzis e as flechas: História de sangue e resistência indígena na ditadura (Companhia das Letras, 2017). A narrativa mostra como o contato com grupos, muitos que viviam até então isolados na selva, ora praticamente dizimou etnias inteiras, ora deslocou-as para terras com as quais eles não tinham qualquer ligação cultural. Para dar lugar a rodovias, hidrelétricas ou afastá-los de grupos econômicos caros ao Governo, como os fazendeiros, muitos índios perderam suas terras para sempre e, alguns, a própria vida. :: LEIA MAIS »

Quando os índios davam bordunadas

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Nosso colunista dá um mergulho no passado e lembra agosto de 1980, quando índios reagiram contra a invasão de suas terras por posseiros, e republica um entrevista histórica com Raoni, o mesmo que, no Carnaval, defendeu, no Sambodromo, os índios ameaçados pelo agronegócio.

Por José Ribamar Bessa Freire, de Niterói, RJ

Oito de agosto de 1980. Meio dia. Cerca de 20 peões, a mando de um fazendeiro, armados com motosserras, derrubavam árvores no Norte do Xingu. Já haviam sido advertidos que ali era área indígena. Reincidiram. Onze deles foram, então, mortos abordunadas numa ação unificada de noventa índios de seis nações, que teve repercussão :: LEIA MAIS »

JB: Índios e direitos agredidos

Os Tupinambá de Olivença, mantendo tradições, reflorestam suas matas. Foto: Walney Magno

Fatos extremamente reprováveis ocorreram ultimamente na ordem jurídica brasileira, ameaçando direitos proclamados e assegurados pela Constituição, e, ao mesmo tempo, ofendendo disposições de normas constitucionais quanto ao sistema normativo e às competências das autoridades e dos órgãos públicos federais. E mais surpreendente ainda foram os acontecimentos porque o ator principal dessa confusão jurídica, pelo menos o responsável ostensivo, foi o Ministro da Justiça, autor de um excelente e prestigioso comentário da Constituição de 1988. :: LEIA MAIS »



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