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Preservar línguas ancestrais é essencial para sobrevivência de povos indígenas

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Centenas de línguas ancestrais ficaram em silêncio nas gerações recentes, levando com elas a cultura, o conhecimento e as tradições das pessoas que as falavam. Para preservar e revitalizar aquelas que continuam existindo, as Nações Unidas deram início oficialmente na sexta-feira (1) ao Ano Internacional das Línguas Indígenas, na sede da ONU, em Nova Iorque.

Centenas de línguas ancestrais ficaram em silêncio nas gerações recentes, levando com elas a cultura, o conhecimento e as tradições das pessoas que as falavam. Para preservar e revitalizar aquelas que continuam existindo, as Nações Unidas deram início oficialmente na sexta-feira (1) ao Ano Internacional das Línguas Indígenas, na sede da ONU, em Nova Iorque. Durante discurso de abertura do evento, um líder de uma comunidade Kahnawà:ke do Canadá prestou homenagem à Mãe Terra. :: LEIA MAIS »

A luta dos povos indígenas é de todos nós. Ou ao menos deveria ser

Priscila Tapajowara durante a concentração no vão do Masp

*Maria Fernanda Ribeiro

Os povos indígenas de todo o Brasil realizaram ao longo de todo o dia 31 de janeiro a primeira grande manifestação popular contra as políticas anti-indigenistas do governo Bolsonaro. A estimativa é de que ocorreram protestos em quase 60 pontos Brasil afora e adentro, mas se você não faz parte de uma rede, digamos, indígena, talvez não tenha lido notícias sobre isso. Na timeline das minhas redes sociais não havia outro assunto e as fotos publicadas pelos próprios indígenas (sim, caros leitores, índio usa celular e tem perfil no Facebook e publicam stories no Instagram) mostravam que a disposição para que seus direitos sejam garantidos é a ferramenta que usam para lutar. :: LEIA MAIS »

Os povos indígenas e a lama da Samarco e da Vale: dois retratos

O fim de Mianga Baixu (Rio Paraopeba) e de Uatu (Rio Doce) (foto: Fred Bottrel/EM/D.A Press)

De uma tristeza maior que o mar de lama, os olhos de Seu Gervásio e Dona Laurita contam a mesma dor. Ele, pataxó-hã-hã-hãe, tribo que reivindica território na zona rural de Brumadinho, Grande BH; ela, krenak, moradora da reserva em Resplendor, região do Rio Doce. Os anciãos indígenas, cujas vidas toparam com a lama da mineração, foram fotografados pela reportagem do Estado de Minas em dois momentos: Gervásio Alves de Souza, de 93 anos, ainda observa atônito os peixes mortos na beira do Paraopeba, em decorrência do desastre na barragem da Vale. :: LEIA MAIS »

PSB vai ao STF contra retirada da demarcação de terras indígenas da Funai

Segundo a legenda, o artigo 231 da Constituição estabelece que os indígenas têm direito originário sobre as terras que ocupam PSB diz que ato violou o princípio democrático e o devido processo legislativo, pois o governo Bolsonaro não ouviu os índios antes de editar as normas (Foto: Divulgação/Ação Bahia)

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) moveu, nesta quinta-feira (31/1), ação direta de inconstitucionalidade contra dispositivos da Medida Provisória 870/2019 e do Decreto 9.667/2019 que transferiram a competência para a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Ministério da Agricultura.

Na petição, o partido, representado pelo professor de Direito Constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Daniel Sarmento, afirma que as normas violam o artigo 231 da Constituição. O dispositivo estabelece que os indígenas têm direito originário sobre as terras que ocupam, e elas “são inalienáveis e indisponíveis”. :: LEIA MAIS »

Chapecoense: Atleta pataxó da Bahia faz teste no futebol feminino

Jogadora de futebol,  a jovem indígena Tainara Pataxó, de 14 anos, participa do “peneirão” da Chapecoense em Santa Catarina.

O departamento de futebol feminino da Chapecoense estar realizando a seletiva periódica com teste “peneirão” para Formar grupo da categoria de base na busca de novos talentos, e tem nesta edição, a jovem indígena Pataxó, tainara do Nascimento Matos, de 14 anos, estudante da Aldeia Pataxó de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália, (BA). :: LEIA MAIS »

Manifestação: Indígenas Tupinambá de Olivença fecham BA 001

Os manifestantes prometem permanecer no local até o meio dia de hoje

Tupinambá de Olivença fecham a BR 001, no município de Ilhéus-Bahia, na altura do Parque de Olivença, em ação que faz parte das manifestações “Janeiro Vermelho – demarcação já” SANGUE INDÍGENA – nenhuma gota há mais. Articulada pela APIB, com o apoio do MUPOIBA, os Tupinambá exige a demarcação do território Tupinambá, paralisado por decisões políticas e por interesses econômicos, o que vem gerando uma serie de violência contra o povo e perseguições e ataques as suas lideranças. repudiam também as falas e postura do governo Bolsonaro. :: LEIA MAIS »

BA: Aldeia Coroa Vermelha ganha Centro Cultural Indígena em doação da Veracel

No vídeo acima Zeca Pataxó, recebe mais um centro cultural.

O Secretario Municipal de Assuntos Indígenas de Santa Cruz Cabrália, Zeca Pataxó recebeu das mãos de Eunice Britto, da etno consultoria, o termo de doação da empresa VERACEL  CELULOSE, para o Centro Cultural Pataxó da aldeia Coroa Vermelha do município, no valor de R$ 30.00,00 reais. :: LEIA MAIS »

Vídeo: Desastre em Brumadinho atinge comunidade indígena de Pataxós

Vídeo Produzido pela TVT e exibido no programa ‘Seu Jornal”

Em São Joaquim de Bicas, cidade que fica a 14 quilômetros de Brumadinho, uma comunidade indígena sente os reflexos do colapso da barragem. Os detritos de minério já contaminaram o rio Paraopeba, fonte de água para agricultura e pesca dos indígenas. A contaminação deve seguir e, em breve, atingirá o Rio São Francisco.

Índios contestam construção de muro de Trump em reserva na fronteira com o México

Chefe indígena ao lado de uma das barreiras construídas dentro da reserva Tohono O’odhamReprodução / Le Point

A revista francesa Le Point traz em sua edição desta semana uma reportagem sobre a situação de tribos indígenas que vivem na fronteira dos Estados Unidos com o México. O texto conta como vivem os moradores de uma reserva que, apesar de assistirem a perigosa travessia de migrantes ilegais em seu território, contestam o projeto de construção do muro defendido pelo presidente Donald Trump. :: LEIA MAIS »

Rompimento de barragem deixa índios com pouca oferta de água potável, diz Funai

Indígenas da tribo Pataxo Ha-ha-hae observam rio Paraopeba em São Joaquim de Bicas.  Foto: Reuters

rompimento de uma barragem de mineração da Vale em Minas Gerais na semana passada deixou integrantes de uma aldeia indígena com acesso a uma oferta limitada de água potável, disse nesta segunda-feira a Fundação Nacional do Índio (Funai), que ressaltou ter enviado uma equipe para apoiar os indígenas. Segundo a Funai, mais de 80 índios que vivem às margens do rio Paraopeba estão com “pequenas reservas de água” após o desastre na sexta-feira ter gerado um mar de lama e rejeitos de mineração que poluiu o manancial e destruiu instalações da própria Vale e comunidades locais. :: LEIA MAIS »



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