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embasa nota premiada


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Aldeias de MT devem ser visitadas para registro de nascimento de índio

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O Instituto Ação Bahia, realiza o Sac Móvel Indígena nas aldeias do estado baiano

Aldeias indígenas localizadas em nove municípios mato-grossenses devem ser visitados por técnicos da Secretaria Nacional de Direitos Humanos e Secretaria Estadual de Trabalho e Assistência Social (Setas) para o registro civil dos indígenas que ainda não têm certidão de nascimento.
No país, pelo menos um terço das crianças indígenas de até 10 anos, não possuíam nenhum registro de nascimento, segundo o Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010.
Por meio de nota, a Fundação Nacional do Índio (Funai) explicou que a documentação básica, como o registro de nascimento, não é obrigatório para os índios. O órgão alegou ainda que tem buscado o acesso à documentação de indígenas e que dificuldades, como a chegada até as comunidades e o preconceito no atendimento ao indígena durante o registro, atrapalham.

 

Índio morre após ser atropelado na PB-041, no Litoral Norte da Paraíba

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Um índio, de 37 anos, morreu após ter sido atropelado na noite da segunda-feira (11) na PB-041, entre as cidades de Marcação e Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano. De acordo com as informações da 2ª Companhia de Polícia Militar de Mamanguape, pela forma como o corpo do homem foi encontrado, ele teria sido atropelado por um veículo de grande porte.
O caso foi registrado por volta das 20h30 (horário local). A polícia foi chamada ao local após moradores da região encontrarem o corpo, mas ninguém soube dizer como aconteceu o acidente. De acordo com a PM, o local não tem iluminação e a suspeita é de que o índio andava pela via quando foi atingido.
Ainda segundo a polícia, o local foi isolado para perícia e em seguida o corpo foi encaminhado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal de João Pessoa (Gemol). Até as 9h (horário local) desta terça-feira (12), ainda não havia informações sobre a pessoa que teria atropelado a vítima.

‘Acabou com o meu mundo’, diz índio pai de bebê esfaqueado no litoral de SC

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Índios fazem manifestação contra morte de criança de 2 anos em Santa Catarina

O artesão indígena Arcelino Pinto, 42, não entendeu direito o que havia ouvido na TV por volta do meio-dia do último dia 30 de dezembro, em Imbituba, cidade no litoral de Santa Catarina.
Era uma reportagem sobre o assassinato de uma criança indígena na rodoviária da cidade, onde ele e vários índios caingangues acampavam havia duas semanas. Só depois Arcelino entendeu que a criança era seu filho Vitor, de dois anos. “Passou no jornal das 12h e eu fiquei em dúvida”, diz. “Quando cheguei lá na rodoviária, minha mulher não estava. Eu disse: ‘aconteceu alguma coisa’. Fui à delegacia e ela estava lá. De longe, falei: ‘e o nenê?’ Ela respondeu: ‘esfaquearam’. Acabou com o meu mundo.” Arcelino e o grupo costumam acampar na rodoviária, aonde foram vender o artesanato produzido por sua aldeia, a Condá, a 14 km de Chapecó (SC).
Naquele dia, ele saiu para trabalhar às 7h com dois de seus filhos. Vitor ficou na rodoviária com a mãe, Sônia. Por volta das 11h40, a criança brincava sob uma árvore, quando um rapaz se aproximou, acariciou seu rosto e o degolou com um instrumento cortante –provavelmente um estilete, segundo o delegado Rafael Giordani, que investiga o caso. Mais informações clique abaixo:                                                                                                   http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/01/1728480-acabou-com-o-meu-mundo-diz-indio-pai-de-bebe-esfaqueado-no-litoral-de-sc.shtml

AM tem 16 grupos de índios isolados, aponta levantamento da Funai

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Alguns grupos isolados fizeram contato no passado e em 2015.

O Amazonas tem 16 grupos de índios isolados na região do Vale do Javari, que fica no extremo oeste do Amazonas e na fronteira com o Peru. Em 2014, dois grupos fizeram os primeiros contatos. A região tem sido palco de conflitos de povos indígenas de etnias distintas. Há um ano, um confronto resultou em mortes de índios. O inquérito que investiga o caso não foi concluído.
A Terra Indígena do Vale do Javari, no estado do Amazonas, possui área de 8,4 milhões de hectares. A Fundação Nacional do Índio (Funai) estima a existência de cerca de 4,5 mil índios de contato permanente e dois grupos de recente contato na região.

Vale do Javari

Outros 16 grupos de índios, que são considerados isolados, também habitam a área. Entretanto, a Funai não tem levantamentos populacionais sobre os povos indígenas isolado. O órgão justifica que, por se tratar de grupos em situação de isolamento, não se tem dados sobre afiliação linguística e também sobre o número dessas populações.
Em setembro do ano passado, um casal e quatro crianças do povo indígena isolado korubo fez contato com uma tribo kanamari no Rio Itaquaí, na Terra Indígena Vale do Javari, no município de Atalaia do Norte, no Amazonas. O grupo chegou a ser levado para uma base de proteção da região. Há quase 20 anos, os korubos não estabeleciam contato, de acordo com a Funai. Outro grupo do povo korubo, composto por 16 pessoas, foi contatado em 1996 pela Fundação. Na época, a instituição concluiu que havia necessidade de estabelecer contato.
A Funai estabeleceu o contato com ajuda de índios matis com um grupo korubo isolado em setembro de 2015. Segundo a Funai, o Coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental foi informado do contato de 10 indígenas Korubo, provocado por indivíduos Matis nos arredores da aldeia Tawaya, às margens do Rio Branco. Um Plano de Contingência para Situações de Contato foi executado e uma equipe foi deslocada à região. Em outubro, outro contato com grupo korubo, de onze pessoas foi feito. O segundo grupo foi levado ao mesmo acampamento onde se encontravam os demais índios do korubo.

Ladrão que vendia caminhonetes furtadas com documentos falsos para índios é preso

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Suspeito é o 6º e último integrante da quadrilha presa, que furtava e falsificava documentação das caminhonetes e vendia para índios.

Um homem de 33 anos, suspeito de fazer parte uma quadrilha investigada pelo furto de quatro caminhonetes de uma concessionária de veículos de Cuiabá, foi preso nesta segunda-feira (11) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ele era o 6º e último integrante do grupo que teria revendido os veículos para indígenas da etnia Enawenê-nawê, em Juína, a 737 km da capital.Dois ex-funcionários da concessionária e outras três pessoas já estavam presos desde uma operação policial em dezembro de 2015. Segundo a polícia, o suspeito estava com a prisão decretada pela 3ª Vara Criminal da Capital. O foragido foi encontrado na casa de uma suposta namorada, no Bairro Jardim Aeroporto, em Várzea Grande. De acordo com as investigações, o integrante preso nesta segunda-feira era o falsificador da documentação dos veículos.

66% dos índios em reserva Xavante têm problemas metabólicos

Peter Moon, da Agência Fapesp
São Paulo – O consumo de alimentos industrializados – principalmente refrigerantes – e o sedentarismo têm causado um aumento expressivo nos casos de Síndrome Metabólica entre os índios xavantes das reservas de São Marcos e Sangradouro/Volta Grande, ambas no Mato Grosso.

Entre a população total de 4.065 indivíduos das duas reservas, foram estudados 932 índios com 20 anos ou mais.

Destes, 66,1% apresentaram Síndrome Metabólica, definida como uma condição na qual os fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes mellitus ocorrem em um mesmo indivíduo.

Os seus principais componentes são obesidade abdominal, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e distúrbios do metabolismo da glicose.

É o que revela uma pesquisa publicada no periódico Diabetology & Metabolics Syndrome. O trabalho faz parte da tese de doutorado da Profa. Luana Padua Soares, do curso de Nutrição da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), apoiada pela FAPESP.

Comunidade indígena de adolescente morta sofre com chikungunya

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Na aldeia Pé de Serra de São Sebastião, onde Danielle Marques de Santana vivia com a familia, 60% dos indígenas apresentam sintomas semelhantes aos da chikungunya, como edemas, dores no corpo e na cabeça, manchas e coceira. Na casa da jovem, além dela, também estiveram doentes seus dois sobrinhos e seus três irmãos. “Só eu e minha esposa, a mãe de Danielle, ainda não tivemos essa epidemia. Mas o resto, todo mundo aqui em casa teve”, contou José Maria Araújo de Santana. De acordo com a agente de saúde e moradora da comunidade Pé de Serra de São Sebastião, Edilene Augusto, o atendimento médico para essa população é escasso.

“Na região de Pesqueira, são 24 aldeias indígenas, onde vivem 11 mil índios. Em cada aldeia há um posto de saúde. Quatro médicos se revezam entre essas 24 aldeias, o que dá um atendimento por mês. Ainda assim, os atendimentos são clínicos. Em casos de emergência, precisamos ir para o hospital municipal de Pesqueira. Mas quando chegamos lá, sempre perguntam por que não procuramos atendimento no posto de saúde, como se não soubessem que aqui não tem médico toda hora. Somos indígenas, não somos bichos”, conta Edilene. Na aldeia Pé de Serra de São Sebastião, vivem 250 pessoas e 61 famílias.

Segundo ela, cada aldeia tem um agente de saúde, morador do próprio povoado, que foi capacitado para trabalhar no combate ao mosquito Aedes aegypti, através da aplicação de hipoclorito nas cisternas. “O que me dói é saber que agora as pessoas estão olhando para nós porque uma indígena morreu em um hospital do Recife. Mas precisou que Danielle perdesse a vida para que a situação de Pesqueira viesse a público. Na comunidade indígena, ela foi a primeira a falecer, mas sei, como agente de saúde, que vários idosos têm morrido no Hospital Lídio Paraíba, com sintomas de chikungunya. Eles são mais frágeis e com a imunidade baixa. E no atestado de óbito, o motivo é sempre virose. Se ela tivesse vindo a óbito em Pesqueira, ia ficar por isso mesmo”, lamentou Edilene.

Resultado do Vestibular Indígena da UFSCar é liberado

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Foram convocados nesta 1ª chamada 43 estudantes, pertencentes a 27 diferentes etnias indígenas brasileiras, sendo 30 estudantes para cursos ofertados em São Carlos, 10 para cursos do campus Sorocaba, 2 para cursos do campus Lagoa do Sino e mais 1 estudante para curso ofertado no campus Araras da UFSCar.
A relação dos convocados na 2ª chamada será divulgada no dia 14 de janeiro e a 3ª chamada sai no dia 20 seguinte. Após as matrículas da 3ª chamada os candidatos que não tiverem conseguido vaga poderão participar ainda do processo de reescolha, no dia 21 de janeiro, indicando interesse pelos cursos em que não houve candidato aprovado ou matriculado. Todas as orientações estarão disponíveis no site da UFSCar.

Os candidatos que concorrem à vaga no curso de Licenciatura em Música, ainda foram convocados para a Prova de Aptidão Musical, a ser realziada em São Carlos, no dia 21 de janeiro e dependem da participação nesta nova etapa para saberem seu resultado final.

Vestibular Indígena

O certame para indígenas é realizado graças ao acréscimo anual de uma vaga nos cursos de graduação, destinada exclusivamente a candidatos que comprovem etnia indígena e que tenham cursado o ensino médio em escolas de rede pública.

As provas foram aplicadas no dia 29 de novembro, nas cidades de Cuiabá, Manuas, Recife e São Paulo. Elas foram constituídas por questões de Ciências Naturais, Matemática, Linguagens e Códigos, História e Geografia. Também foram feitos testes de Leitura, Compreensão e Interpretação de Textos mais a elaboração de uma Redação

Governo transporta índios Yanomami para as comunidades

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A SEI (Secretaria Estadual do Índio), com o apoio da PMRR (Polícia Militar de Roraima) e a Funai (Fundação Nacional do Índio), realizou nesta quarta-feira (6) a escolta e o traslado de 12 famílias indígenas da etnia Yanomami da sede do município de Mucajaí até a região do Ajarani, no perímetro da Terra Indígena Yanomami. Cerca de 40 indígenas que estavam na sede do município desde o dia 30 de dezembro foram transportados em um ônibus disponibilizados pela SEI até os limites do território.

O responsável pelo 3º Pelotão de Mucajaí, 1º tenente PM Silvio de Araújo, relatou que o traslado ocorreu de forma tranquila, sem nenhum incidente. Ele e outros sete policiais militares acompanharam a ação, que começou às 9 horas e foi finalizada por volta das 15 horas.

“Garantimos que fosse atendido o pedido da Funai. As famílias, assim como seus pertences, como redes e bicicletas foram embarcados e transportados no ônibus até o limite das terras indígenas”, disse.

O titular da SEI, secretário Ozélio Izidório, também esteve presente no traslado e reiterou a tranquilidade da ação, que contou com a presença de três servidores da Funai. “Ocorreu tudo bem. Estes indígenas vão periodicamente até a sede para retirar algum benefício social, buscar algum documento, fazer compras e vender artesanato. Mas a maioria muitas vezes não tem como voltar até as comunidades”, explicou.

Um grupo menor de dez indígenas, também da etnia Yanomami, serão transportados ainda nesta quinta-feira, dia 7, da localidade de Campos Novos, em Mucajaí, até a região do Catrimani, cujo acesso é feito no município de Caracaraí.

Falta de assistência médica pode ser principal causa das mortes de crianças indígenas em Mato Grosso do Sul

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A Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Mato Grosso do Sul é palco de uma polêmica que envolve denuncias e casos de crianças indígenas que foram a óbito. Na manhã desta quarta – feira (06), o bebê indígena Jadson Batista Lopes, de 1 ano, faleceu na tekoha Kurussu Ambá, perto de Coronel Sapucaia. Foi solicitado socorro ao polo da Sesai em Amambai mas ninguém foi ao local prestar assistência, um boletim de ocorrência foi feito sobre o caso. O laudo da perícia deve sair entre 15 e 20 dias.                                                                                                       Segundo a coordenadora técnica de Saúde da Criança da Sesai em MS, Rose Mariano da Silva, em entrevista para o Jornal Campo Grande News, em nenhum momento teriam se negado atender a criança mas que a estrada estaria em péssimas condições e por isso não teria sido possível o atendimento.                                                                   Lideranças indígenas denunciaram que os problemas em atendimento médico são frequentes principalmente em regiões de conflito em que é solicitado sempre socorro e indígenas ficam sem assistência.                                          Como Jadson, outras crianças também perderam a vida dentre os últimos anos, algumas delas foram: Aliandra Pereira Ximenes, de 1 mês e meio, Tierbet Bairros, de 5 anos, Neline Pereira Benites, de 1 mês e Taquirará Batista, de 2 anos.

Desnutrição infantil e descaso em assistência médica do SESAI                                                                        A gestão da coordenação distrital da Sesai em MS é alvo de denúncias, o atual coordenador Hilário da Silva foi afastado em 2015, mas uma portaria do ministério suspendeu a nomeação de um novo coordenador, Lindomar Ferreira, que havia sido nomeado pelo Ministério da Saúde para ocupar o cargo e solucionar os problemas deixados pelas gestões anteriores.

*Rádio Yandê



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