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Escolas indígenas do Amazonas terão acesso a material pedagógico multilíngue

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A Seduc promoveu capacitação aos profissionais da educação para a elaboração                                                               futura de material didático específico para escolas indígenas

Com o objetivo de fortalecer a educação escolar indígena em vigor no Amazonas, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), promoveu nesta semana uma formação capacitando profissionais da educação para a elaboração futura de material didático específico para ser disponibilizado para escolas indígenas no Estado.

Realizada no Centro de Formação Profissional Padre José Anchieta (Cepan/Seduc), bairro Japiim 2, Zona Sul, em Manaus, a formação teve por objetivo habilitar profissionais para elaboração de materiais pedagógicos os quais serão formulados respeitando as especificidades das etnias, de modo a atender aos anseios dos povos da região, resguardando as tradições e o modo de ser indígena.

Sob a orientação da doutora em linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marília Lopes da Costa Facó Soares, a formação foi iniciada no último dia 22 e nela foram discutidas metodologias para elaboração de materiais didáticos específicos e abrangeu: relatos de experiências pedagógicas no segmento de educação escolar indígena, realização de oficinas pedagógicas e propostas de elaboração de materiais didático-pedagógicos específicos por componente curricular.

 

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Mais de 100 indígenas fazem cursos profissionalizantes no interior do AC

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Cursos são ofertados pelo Ifac em 18 comunidades indígenas do Acre.
Desafio é trabalhar conteúdos respeitando a cultura, diz coordenadora.

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no Acre, atende 140 indígenas de 18 comunidades do Acre. Os cursos oferecidos são de artesão indígena, agricultor agroflorestal, agente de desenvolvimento cooperativista, agricultor familiar, orgânico e piscicultura.

O indígena Jackson Marubo, de 28 anos, faz o curso de agente de desenvolvimento cooperativista em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, e conta que já fez as disciplinas de informática, cooperativismo e empreendedorismo.

“Estou gostando do curso. É bom que a gente aprende mais algumas informações. Moro na cidade há um ano e pretendo concluir o ensino médio para depois levar os conhecimentos para minha comunidade, que fica no Rio Ituí, no Amazonas”, diz Jackson.

De acordo com a coordenadora geral do Pronatec, Alcilene Oliveira Alves, o maior desafio é trabalhar os conteúdos propostos nas disciplinas respeitando os aspectos culturais. “Manter um diálogo com os povos indígenas, traduzindo o conhecimento de uma forma não autoritária. É uma educação intercultural”, afirma

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Saúde – Governo mobiliza comunidades indígenas contra o Aedes aegypti

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Combate ao mosquito é prioridade do governo

O povo Kayapó, na bacia do rio Xingu, Pará, com mais de 15 mil indígenas, foi orientado no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças. A ação de conscientização foi promovida pelo Ministério de Minas e Energia com apoio de entidades e empresas do setor energético-mineral. Funcionários da Eletrobras distribuíram material informativo do Ministério da Saúde para conscientizar os indígenas sobre a importância do combate ao mosquito.

A visita incentivou o Instituto Kabu, que representa os Kayapó do Oeste, a divulgar nas aldeias um vídeo em mebengokre (a língua kayapó) sobre o combate ao mosquito. A mobilização contra o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika está mais adiantada nas localidades visitadas pelos servidores da estatal. :: LEIA MAIS »

Distrito Sanitário Indígena tem nova gestora empossada em Cacoal, RO

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Índios fizeram manifestação reivindicando saúde e saneamento básico.
Novas manifestações podem acontecer se pedidos não forem atendidos

Após a manifestação de índios de pelo menos cinco etnias invadindo o prédio do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, na manhã de terça-feira (23) uma nova gestora tomou posse do Dsei. Solange Pereira Vieira Tavares assumiu o cargo oficialmente durante uma reunião extraordinária do Conselho Distrital de Vilhena.

Durante a manifestação em dezembro de 2015, os indígenas reivindicavam melhorias na saúde, saneamento básico nas aldeias e a troca da direção do órgão. O manifesto dentro do prédio da Dsei durou 10 dias. Mais de 60 dias depois houve a mudança da direção, porém, as demais reivindicações continuam. :: LEIA MAIS »

Índios e campesinos são as principais vítimas de violações de direitos no Brasil

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Indígenas e defensores de direitos humanos nas regiões rurais foram os grupos que mais sofreram violações de direitos humanos no Brasil em 2015, segundo o diretor executivo da Anistia Internacional, Atila Roque. A entidade divulgou hoje (23) seu relatório O Estado dos Direitos Humanos no Mundo – 2015.

“Eles são extremamente invisibilizados neste país. Vivemos uma situação de enorme conflito no campo brasileiro, de grande patamar de violência, inclusive letal, contra defensores de direitos humanos, lideranças indígenas, camponeses, quilombolas, que confrontam interesses de toda ordem, desde grandes proprietários a grandes empresas mineradoras ou do agronegócio, que acabam fazendo uso da violência para impor seus interesses e isso passa praticamente desapercebido pela sociedade”. :: LEIA MAIS »

Banco Mundial: Indígenas se beneficiaram menos do crescimento econômico na América Latina

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Em novo relatório, o organismo financeiro identificou que, embora representem apenas 8% da população latino-americana, indígenas respondem por 14% dos pobres e 17% dos extremamente pobres.

O Banco Mundial alertou nesta semana para a situação dos povos indígenas da América Latina, onde, segundo novo levantamento, os povos originários não foram tão beneficiados quanto o restante da população pelo crescimento econômico da região, ao longo da primeira década do século XXI.

Nos últimos anos, graças à combinação de desenvolvimento econômico e políticas sociais adequadas, mais de 70 milhões de pessoas saíram da pobreza na América Latina. A pobreza em domicílios indígenas diminuiu em países como Peru, Bolívia, Brasil, Chile e Equador. Outros, incluindo Equador, México e Nicarágua, diminuíram a brecha educativa que durante décadas excluiu as crianças indígenas, aponta o relatório “A América Latina indígena no século XXI”, elaborado pelo Banco Mundial.

Embora não tenham sido completamente excluídos dos recentes avanços, os indígenas continuam a viver em condições mais precárias e vulneráveis, quando comparados aos não indígenas. Atualmente, este segmento da população constitui 8% da população latino-americana. Contudo, respondem por, aproximadamente, 14% dos pobres e 17% dos extremamente pobres. :: LEIA MAIS »

Meio Ambiente – Existência de grandes cidades indígenas é comprovada na Amazônia

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Pesquisa mostra vestígios de grandes tribos na região amazônica além de explicar como essas populações se alimentavam

Existência de grandes cidades indígenas é comprovada na Amazônia – Portal Amazônia

MANAUS – Até pouco tempo, acreditava-se que na Amazônia Central não haveriam recursos para sustentar grandes povoamentos, por isso tribos seriam divididas em pequenos grupos. As conhecidas tribos caçadoras e coletoras. No entanto, dados de estudo realizado pelo pesquisador brasileiro Eduardo Goés Neves dizem o contrário.

De acordo com suas escavações no sítio arqueológico Hatara, próximo ao município de Iranduba, no Estado do Amazonas, existiram grandes sociedades indígenas na região e haviam recursos e conhecimento para alimentar essas grandes populações.

Indígena morre após colisão de moto com caminhonete em MS

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Um indígena de 18 anos morreu na tarde deste sábado (20) depois que a motocicleta que ele  pilotava colidiu com uma caminhonete. O acidente ocorreu por volta das 16h30, na BR-267, próximo a aldeia Cerro Y, em Guia Lopes de Laguna, na região sudoeste de   Mato Grosso do Sul.

Após o acidente, o condutor da caminhonete, um homem de 62 anos, saiu do local, mas depois acionou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o registro da Polícia Civil, o motorista disse que fez isso porque o acidente ocorreu em frente a uma aldeia indígena e ele temia por sua integridade física.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a motocicleta que era conduzida pelo indígena tinha registro de que era furtada.

O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Jardim.

Vestidos mexicanos ajudam a valorizar cultura indígena

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A empresária Marília Fonseca apostou em vestidos para empreender, a partir da importação de peças do México. Tudo começou quando a carioca Marília resolveu comprar um vestido para ela.

Mas quando soube que as roupas são produzidas por indígenas do México, que sobrevivem com a venda destes produtos, ela acabou pedindo um estoque de 11 vestidos. As roupas chegaram e as amigas cariocas ficaram encantadas.

Marilia começou o negócio em 2008. Naquele ano, a tendência do verão destacava a paleta de cores de Frida Kahlo, que sempre se vestiu à moda mexicana, valorizando as tribos indígenas.

O negócio começou com Óli, que é descendente de uma das 16 tribos indígenas do estado de Oaxaca que fabricam as peças. Na juventude, ela fazia parte de grupos de dança folclórica e todos se encantavam com as vestimentas.

Óli farejou uma oportunidade de negócio para ajudar as comunidades. E assim a empresária Marilia Fonseca passou a fazer parte da chamada economia solidária, uma forma justa de comércio, em que toda a cadeia produtiva sai ganhando.

 

 

 

Índios que viviam na Amazônia há mil anos dependiam da pesca e preferiam o pirarucu

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Pelas suas proporções, pirarucu era importante fonte de alimento para os indígenas, de acordo com estudo

Um estudo arqueológico publicado no Journal of Archaeological Science aponta que os índios que viviam na Amazônia Central há mais de mil anos dependiam principalmente da pesca para se alimentar. De acordo com a publicação, o pirarucu era o peixe mais consumido pelos indígenas, que também tinham nas tartarugas uma importante fonte de proteína animal.

A pesquisa serviu para romper com a imagem de que as tribos pré-históricas amazônicas tinham seu modo de vida era baseado na caça e na coleta de alimentos.

 

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