WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

secom ponte ilheus


setembro 2020
D S T Q Q S S
« ago    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  


Mais de 11 mil índios devem ser vacinados em campanha no Juruá

vacina2.5

A campanha de vacinação contra a gripe não deve ficar restrita apenas às zonas urbanas do Acre. Segundo o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), localizado em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, a expectativa é vacinar mais de 11 mil índios, o equivalente a 80% da população nativa da região.

Atualmente, mais de 14 mil indígenas divididos em 16 etnias vivem espalhados entre os municípios do Vale do Juruá, que inclui além de Cruzeiro do Sul, as cidades de Mancio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves.

Segundo o coordenador do DSEI Juruá, Mário Júnior, para cumprir a meta, 320 profissionais estão atuando na vacinação. As equipes contam com apoio aéreo de um helicóptero.

“Vamos tentar atualizar a carteira de vacinação todos os povos indígenas. Estamos oferecendo todas as vacinas da carteira, com foco principal na H1N1. Estamos usando uma aeronave para facilitar chegar em algumas aldeias que estão com acesso prejudicado devido o baixo nível da água em alguns rios e igarapés”, explica.

Ele explica ainda, que até o momento não há casos de doenças como a dengue nas aldeias do Juruá.

“As principais doenças nas aldeias são as diarreicas, hepatites e infecções respiratórias agudas como a tosse. Temos casos de malária, que são casos importados da área urbana, principalmente nas aldeias localizadas próximas a cidade de Mâncio Lima”, salienta.

Membro da etnia Poyanawa, o motorista Bernardo José Manaitá Poyanawa diz que a campanha pode evitar a chegada das doenças.

“Acho que essa campanha chegou em boa hora. A gente houve muita gente falar de doenças. Essa campanha é muito importante para toda a sociedade, não só para os indígenas. Hoje nós convivemos muito com a população branca, estando com a carteira de vacinação atualizada ficamos livres de contrair, ou transmitir muitas doenças”, finaliza.

Índios Macuxi mostram preparo de prato tradicional com lagartas em RR

dsc_00441

Inseto frito ou cozido é saboreado só em uma época do ano pelos índios.
Nutricionista diz que alimento é muito saudável; veja preparo

No interior da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, índios da etnia Macuxi aguardam a segunda maior chuva do inverno para reproduzir um hábito milenar: comer a arari’, uma lagarta da maniva. O inseto é ingrediente único de um prato exótico saboreado por dezenas de gerações de índios. Mas a iguaria tem época para ser apreciada: as lagartas aparecem só em um período do ano, após as chuvas entre abril e maio.

, as lagartas nascem nos pés de maniva – plantação de mandioca –  e se alimentam das folhas da planta. Os insetos são tão vorazes que podem destruir a planta por completo. Mesmo assim, os índios escolhem não envenená-las com agrotóxicos. Em vez disso, aguardam ansiosamente pelo aparecimento delas para prepará-las fritas ou cozidas, temperadas apenas com sal e pimenta.

Segundo a nutricionista Luciana Santana, as lagartas são um alimento muito saudável. Elas são ricas em aminoácidos e podem, inclusive, substituir a carne nas refeições.

O pesquisador indígena Enoque Raposo explica que as lagartas, cujo nome científico éerinnyis ello, podem ser predominantemente verdes, pretas ou cinzas. Elas nascem após a segunda maior chuva da estação.

“As borboletas põe seus ovos nas plantas. Logo depois, as lagartas nascem e duram até a próxima grande chuva, quando caem dos pés de maniva, se enterram e viram borboletas”, explica.

Para colher a lagarta você tem que dominá-la. Segurá-la pelo ‘rabo’ e depois puxar por inteiro. Elas não mordem”
Enoque Raposo
pesquisador indígena

O G1 acompanhou a colheita de lagartas na Raposa I na quarta-feira (4). Para capturá-las, os indígenas buscam plantações de maniva afetadas pela praga. Às vezes, famílias inteiras se unem na missão de colher as maiores e mais gordas lagartas que…….. :: LEIA MAIS »

Representantes de povos e comunidades tradicionais tomam posse em comissão estadual

IMG_6634

Representantes Indígenas participam da reunião do CESPCT

Os membros da Comissão Estadual de Sustentabilidade de Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT) para a gestão 2016/2019 tomam posse nesta quinta-feira (05), durante reunião ordinária do órgão no Hotel Vilamar, na Avenida Amaralina, em Salvador. De caráter deliberativo, o colegiado é vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e conta com 18 representantes do poder público e igual número da sociedade civil organizada.

A abertura do encontro, que segue até sexta-feira (06), será às 9h, com a presença da titular da Sepromi e presidente da CESPCT, Vera Lúcia Barbosa. Na ocasião, também serão discutidos, dentre outros assuntos, os preparativos para o 3º Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia, programado para julho deste ano. Os segmentos representados são povos indígenas, quilombolas, povos de terreiro, fundos de pasto, fechos de pasto, pescadores e pescadoras, povos ciganos, extrativistas, geraizeiros e marisqueiras.

As eleições da comissão, que tem o objetivo de coordenar a elaboração e implementação da Política Estadual de Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia, foram realizadas em dezembro do ano passado.

 

Texto e Foto: Ascom/Sepromi (Lízia Sena)

Olimpíadas – Arqueiros indígenas ficam de fora da Seleção Brasileira de Tiro com Arco

IMAGEM_NOTICIA_5

Quatro arqueiros indígenas, oriundos de comunidades indígenas, não tiveram sucesso na seletiva que dava vaga para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Em etapa realizada no último domingo (1) em São Paulo, os atletas Drean Braga e Nelson Silva, no masculino, e Inaiá Silva e Graziela dos Santos, no feminino, não conseguiram índice para chegar a competição internacional.

“Todos eles tiveram bons desempenhos nas etapas finais da seletiva, mas o foco para estes arqueiros indígenas são os Jogos de Tóquio, em 2020. São muito promissores para a próxima Olimpíada”, afirmou Joice Simões, chefe da equipe brasileira de tiro com arco.

No torneio, Marcus Vinicius D’Almeida e Bernardo Oliveira se classificaram entre os homens, enquanto Ane Marcelle dos Santos e Sarah Nikitin conseguiram pelo feminino. Um atleta de cada categoria será indicado pela Confederação Brasileira de Tiro com Arco na terça-feira (3).

Presidente Dilma homologa Reserva Indígena Aldeia Kondá, em Chapecó

missoes_entre_indios

A Reserva Indígena Aldeia Kondá homologada

A Reserva Indígena Aldeia Kondá foi homologada. A área de 2,3 mil hectares se situa nas localidades de Praia Bonita, Gramadinho e Lajeado Veríssimo, no interior de Chapecó, no Oeste do Estado. A luta pela homologação de Kondá, área que ganhou maior visibilidade com

o assassinato do meninon Vitor Pinto, de dois anos, em 30 de dezembro do ano passado, arrastava-se na justiça. Ainda em 1998, a Fundação Nacional do Índio (Funai) formou um grupo técnico para identificar uma área na região para dezenas de família de Kaingang que moravam em terrenos irregulares no centro da cidade.

Pelos laudos, cerca de 720 Kaingang no passado tiveram que deixar as terras tradicionais em decorrência do processo de colonização da região. Por não ser possível demarcar na área central de Chapecó, a solução foi a escolha de um lugar para a criação da reserva. Mas os prazos foram sendo….

Atleta indígena participará do revezamento da Tocha Olímpica em Brasília

1016772-02052016-a82t1438

O atleta indígena Kamukaiká Lappa Yawalapíti ensaia para levar a Tocha Olímpica no trajeto interno do Memorial dos Povos Indígenas

O indígena Kamukaiká Lappa, do Xingu, é um dos escolhidos para carregar a Tocha Olímpica amanhã (3) em Brasília. O atleta, da etnia Yawalapíti, dará uma “volta olímpica” no Memorial dos Povos Indígenas, na região central da capital.

“Estou muito ansioso porque a hora está chegando. Amanhã será a hora de representar todos os indígenas do Brasil. Jogos Olímpicos são democracia, ajudam a promover e celebrar a paz”, disse Kamukaiká hoje (2), após ensaio do trajeto de amanhã. Depois da entrada da tocha no memorial, haverá uma apresentação de indígenas do Xingu.

Índios estão há 40 dias sem água potável em Dourados

5727c58fac266e91a9c8dfd1ebe5d496832fb1c26f6fd

O reflexo disso são crianças fora da escola e cada vez mais superlotação nos postos de saúde

Cerca de 20 famílias estão sem água potável na reserva indígena de Dourados. O desabastecimento já dura 40 dias na região conhecida como “travessão do cacique Getúlio”, castigando a comunidade. O reflexo disso são crianças fora da escola e cada vez mais superlotando os postos de saúde, já que ficam vulneráveis a doenças devido a falta de água.

De acordo com o indígena Levanir Machado, coordenador de Esportes da Associação Indígena Douradense (Assind), as escolas estão dispensando mais cedo os alunos. “Eles estão saindo por volta das 9h pela manhã porque passam cede na escola, já que todas as torneiras estão secas”, destaca.

Nos postos de saúde a falta de água também influencia. “As crianças acabam tomando água de poços contaminados. em nossa Reserva não há rede de esgoto, que muitas vezes fica a céu aberto e próximo dos……. :: LEIA MAIS »

Terras Indígenas: antes tarde do que nunca

REUTERS1106536_Articolo

Está chegando ao fim mais um Abril Indígena, marcado por extrema violência contra os povos indígenas, com vários assassinatos, prisões, reintegração de posse, criminalização de lideranças. Também foi marcado por uma conjuntura de instabilidade democrática do país com um processo de impedimento da presidente Dilma.

Por Egon Heck, Conselho Indigenista Missionário – CIMI

Os povos indígenas, nas últimas décadas, nos momentos de instabilidade e quebra do regime democrático, foram duramente afetados. Porém, conseguiram resistir e sobreviver. Mesmo com a implantação do golpe militar/civil de 1964, os povos indígenas foram conseguindo visibilidade e forças para levar a denúncia da violação de seus direitos a instâncias nacionais e internacionais.

Enquanto isso, líderes ruralistas foram até o vice-presidente solicitar a utilização do Exército para impedir a luta dos povos indígenasquilombolas, sem terra, na busca de seus direitos pelas……

:: LEIA MAIS »

SP – Índios ocupam Prefeitura e pedem apoio às demarcações de terra

201653172131

Reivindicando apoio do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), aproximadamente 50 índios ocuparam o acesso principal do prédio do Executivo e exigiram que o petista assinasse um manifesto público se dizendo favorável ao processo de demarcação de terras indígenas.

Os índios, que fazem parte de diversas aldeias, chegaram no local às 10h30, pintados e armados com arcos e flechas e enquanto aguardavam a manifestação do Prefeito, cantaram e dançaram o tempo todo.

 Segundo o cacique guarani Elias Honório, o manuscrito entregue ao Prefeito se refere especificamente à região conhecida como Tenondé Porã, área que abriga famílias indígenas, que fica entre Parelheiros, na…

:: LEIA MAIS »

Força Nacional participa de desocupação de terras indígenas no Pará

4397618

A Força Nacional de Segurança Pública está em São Félix do Xingu, no Pará, onde participa da desocupação da Terra Indígena Apyterewa. A operação é realizada em pareceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai), e os ministérios da Justiça, da Defesa e do Desenvolvimento Agrário, além do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O território é ocupação tradicional do povo Parakanã, homologado por decreto presidencial de 19 de abril de 2007.

A portaria nº 496, publicada na sexta-feira (29), homologou a permanência da Força Nacional até 15 de maio para garantir a segurança das pessoas, do patrimônio e a manutenção da ordem pública.

Segundo a Funai, está sendo realizada desde 2011 a Operação Apyterewa, que busca a regularização fundiária e a expulsão da terra indígena, promovendo o pagamento de indenizações aos ocupantes de boa-fé.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia