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Empresas se recusam a pedir desculpas a indígenas por danos de usinas no Teles Pires

Os indígenas Munduruku, Apiaká e Kayabi, atingidos pelas usinas no Teles Pires. Fonte: CIMI – Foto: Wilmar Santi

Cerca de 150 indígenas da etnia Munduruku se reuniram semana passada na aldeia Missão Cururu, no rio Cururu, em Jacareacanga, no Pará, a cerca de 1,7 mil quilômetros da capital, Belém. Mulheres, caciques, guerreiros, pajés, cantores e crianças se dividiram em dezenas de embarcações que partiram de vários pontos do território Munduruku, levando peixe e farinha para garantir a alimentação de todos durante uma audiência pública em que eram aguardados representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Ministério Público Federal (MPF) e das empresas donas das usinas Teles Pires e São Manoel, construídas no rio Teles Pires, no Mato Grosso. Ao chegarem na aldeia, entre os dias 28 e 29 de setembro, souberam que a Funai não enviou representantes e as empresas, em vez de comparecerem, enviaram ofícios ao MPF em que recusaram responsabilidade pelos danos aos indígenas. A ausência das empresas e da Funai foi recebida com revolta. :: LEIA MAIS »

Indígenas devem produzir e utilizar dados sobre suas populações, defendem pesquisadores

Alunas pataxó da formação de professores: seminário amplia abordagem da temática indígena na UFMGFoca Lisboa / UFMG

Demógrafos e antropólogos vão tratar do assunto em seminário que começa amanhã, na UFMG

Os indígenas devem poder produzir e utilizar estatísticas sobre suas populações, defendem pesquisadores de áreas como a demografia e a antropologia. Os indígenas passaram a ser contemplados pelas estatísticas oficiais depois da década de 80, o que significa que eles ficaram mais visíveis, mas as informações que estão sendo produzidas ainda são pouco aproveitadas. “É importante que os próprios indígenas se envolvam mais nesse processo e usem os dados para encaminhar as suas demandas”, afirma Marden Campos, professor do Departamento de Sociologia da UFMG.

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GCF: Defensores da floresta, povos indígenas garantem espaço em ações

Governo do Acre realiza ainda diversas ações de fortalecimento da produção indígena (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Na edição de 2017, a Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (tradução de Governor’s Climate and Forests Task Force [GCF]) trouxe uma novidade, além do debate sobre desenvolvimento sustentável e desmatamento ilegal zero. A partir deste ano, haverá um diálogo ainda mais forte dos povos indígenas e comunidades locais com os governadores e outras instituições interessadas nesse desafio ambiental global.

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XVII Caminhada indígena em Olivença encerrou ATL sul da Bahia

A XVII Caminhada dos Índios Tupinambá, como prova de resistência e união. Fotos: Walney Magno

Fechando o 1º Acampamento Terra do livre Sul da Bahia dos povos indígenas, promovida pelo Movimento Indígena da Bahia (MUPOIBA), na manhã do dia 24 de setembro, a grande caminhada que saiu da  Igreja Nossa Senhora da Escada no centro de Olivença, com mais de  3 mil indígenas Tupinambá de Olivença, pataxó hã hã hãe, e representantes de entidades da sociedade civil, estudantes, movimentos sociais, e se dirigiram até a praia do Cururupe e realizaram a XVII Caminhada dos Mártires Tupinambá.

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BA: Sema e SDR discutem ações para o desenvolvimento rural no estado

Participaram da reunião os chefes de gabinete das pastas Sema e SDR, Iara Icó e Jeandro Ribeiro, respectivamente, a diretora-geral do Inema, Márcia Telles, o superintendente Aderbal de Castro, e o diretor, Murilo Figueredo. Ascom.

Com o intuito de fortalecer parcerias e discutir ações conjuntas que contribuem para o desenvolvimento rural da Bahia, o titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues se reuniu, nesta quarta-feira (27), no gabinete da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), com o secretário Geraldo Reis.

Durante o encontro foram debatidos os seguintes temas: Projeto Bahia Produtiva, Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir/CAR), áreas de proteção e conservação ambiental, mata de cacau cabruca e acesso a água.

“Impossível falar de desenvolvimento rural sem o diálogo permanente com as questões ambientais. A agenda de hoje serviu para reforçar o alinhamento de ações estratégicas inerentes à Sema e à SDR, para que o trabalho do Governo do Estado em prol do meio rural continue levando para o agricultor familiar condições plenas de permanência no campo, com garantia de acesso à terra, inclusão produtiva, geração de trabalho, emprego e renda”, destacou o secretário da SDR.

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Respeita as Mina: Caravana passará por Itabuna e municípios do litoral sul

A cacique Maria Valdelice Amaral, que é conselheira do (CDDM), foi homenageada pela campanha ” Respeite as Minas” da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-BA).

A Caravana Respeita as Mina, de enfrentamento à violência contra as mulheres, passará por Itabuna na próxima sexta-feira (29). Na ocasião será lançado o projeto Respeita as Mina – Litoral Sul e assinado o Termo de Cooperação Técnica com o Ministério Público da Bahia, além do Pacto de Combate à Violência contra as Mulheres, firmado com prefeituras da região. A caravana começará às 8h, no auditório do Colégio Modelo de Itabuna, no sul da Bahia, com a participação da secretária Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), Julieta Palmeira, e da procuradora geral de Justiça da Bahia, Ediene Lousado, entre outras autoridades. A Caravana é uma ação itinerante promovida pela SPM-BA em parceria com o Instituto Avon e apoio da ONU Mulheres e do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher da Bahia (CDDM).

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Embaixador de Cuba recebido em aldeia pelo movimento indígena na Bahia

A Cacique Valdelice Tupinambá o Embaixador Rolando Gomes e Walney Magno, na aldeia Itapoan em Ilhéus

a comunidade indígena Tupinambá de Olivença recebeu  a visita do embaixador de Cuba, Rolando Gomes, no último dia 16, acompanhado da consul Geral de Cuba para o Nordeste, Laura Pujol, e uma comitiva composta por ministro e conselheiros da embaixada, com membros da Coordenação Nacional Brigada Médica de Cuba, mas representante da OPAS na bahia, com o objetivo de conhecer e dialogar com o movimento indígena da bahia (MUPOIBA),  sobre ações e atuação do programa “Mais Médicos” nas aldeias. :: LEIA MAIS »

mais de 26 mil cubanos seguem deslocados após passagem do furacão irma

Apesar da catástrofe, que afetou quase 90% da ilha, o sistema de saúde cubano “manteve sua vitalidade”.

Mais de 26 mil cubanos das 1,7 milhão de pessoas evacuadas durante a passagem do furacão Irma pela ilha no último fim de semana ainda não puderam retornar aos seus lares e permanecem em abrigos ou hospedados em casas de pessoas próximas, informou nesta sexta-feira a imprensa local.

Entre todos os que tiveram que deixar sua moradia antes da chegada do potente ciclone, 86% foram acolhidos por familiares e vizinhos. Em uma reunião do Conselho de Defesa Nacional, o chefe da Defesa Civil de Cuba Ramón Pardo, explicou que os danos ainda estão sendo avaliados, e um resultado preliminar deste trabalho será revelado “nos próximos dias” :: LEIA MAIS »

indígenas mantêm protesto em Jaraguá

Pelo quarto dia, grupo se manifesta contra medida do Ministério da Justiça que reduziu área destinada à reserva da etnia Guarani.

Depois do corte no sinal de Rádio e Televisão, mais de 600 mil pessoas do norte da capital paulista e das cidades Cajamar, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha, foram afetadas  segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT).

Chegou ao quarto dia a manifestação de indígenas no Parque Estadual do Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Eles protestam contra medida do Ministério da Justiça que reduziu a área destinada à reserva da etnia Guarani e pedem o restabelecimento da medida de 2015, que havia concedido a eles 512 hectares na região. O protesto impede o acesso de visitantes ao parque, onde fica o Pico do Jaraguá, ponto mais alto da cidade.

Os indígenas, que mantiveram desde o início do ato a ameaça de comprometer as estruturas de antenas de telecomunicações instaladas, negam ter de fato realizado qualquer corte e dizem agora que não há a intenção de fazer isso. “Vamos respeitar a todos e não vamos punir ninguém por um erro do governo”, disse um dos integrantes da aldeia, Karai Jekupe, de 34 anos. “Mas nunca vamos desistir de retomar o que é nosso direito, que é de viver na terra dos nossos ancestrais.” :: LEIA MAIS »

Índios ocupam torres de transmissão no pico do Jaraguá

Os guaranis tomaram torres de transmissão no alto do picoAndré Lucas Almeida/Folhapres

Os índios que ocupam deste ontem o Parque Estadual do Jaraguá e o pico do Jaraguá, na zona oeste de São Paulo, afirmam ter tomado, na tarde desta quinta-feira (14), as torres de transmissão localizadas no alto do morro, ponto mais alto da capital.

Os cerca de 200 índios de diferentes etnias protestam contra a revogação da declaração de posse de 532 hectares na região. Eles dizem ainda ser contra lei estadual que autoriza concessão do parque à iniciativa privada e pedem audiência com o governador Geraldo Alckmin, e ameaçam cortar a transmissão de sinal aos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

“Agora nós vamos para o tudo ou nada, se o governador Geraldo Alckmin não nos atender. Temos acesso aos comandos dentro da torre”, afirma um índio que se identificou apenas como Xondaro (guerreiro, em guarani).

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