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Índios denunciam invasão de terras indígenas no Maranhão

Foto: Sebastião Salgado

Os Awá Guajá são definidos pela Funai como “de recente contato”. A maioria só fala Guajá. Antonio Guajajara, da Terra Caru, falou que eles estão correndo extremo perigo. Existem também desse mesmo povo, alguns grupos isolados, ou seja, os que recusam contato.

No Maranhão os remascentes de Floresta Amazônica estão em três terras indígenas: Awá Guajá, na qual fiz a reportagem, Caru, onde vivem os Guajajara e onde tem mais duas aldeias de Awá e a TI Alto Turiaçu onde vivem os Ka’apor. :: LEIA MAIS »

Sem defesa, sem identidade: indígenas definham nas prisões

“Não tenho advogado… O dia que me chamaram na delegacia, eu fui de medo… (Falaram:) ‘se você não assinar esse crime você vai apanhar'”, disse ele, questionando a conduta da polícia.

As condições de encarceramento de indígenas no país devem piorar no governo do presidente Jair Bolsonaro, afirmam ativistas e advogados, o que agrava situação encontrada em investigação da Thomson Reuters Foundation que revela que muitos indígenas cumprem pena sob acusações duvidosas e sem acompanhamento de um advogado.

Com a terceira maior população carcerária do mundo, as condições de superlotação e violência nas prisões brasileiras aumentam e a situação dos detentos indígenas é ainda pior, pois a eles é negado suporte linguístico e jurídico, levando a penas mais severas e indevidas. :: LEIA MAIS »

POLÍTICA: STF manda suspender investigação contra Queiroz, diz MP

Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), em entrevista ao SBT antes de passar por cirurgia em São Paulo Foto: Reprodução/SBT / Estadão Conteúdo

Em comunicado desta quinta-feira, o Ministério Público do Rio de Janeiro informa que os procedimentos investigatórios para apurar irregularidades detectadas pelo Coaf estão suspensas

Ministério Público do Rio informou que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quinta-feira, a suspensão do procedimento investigatório criminal que apura movimentações financeiras atípicas do ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz, e de outros assessores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O pedido foi feito pela defesa de Flávio, filho do presidente Jair Bolsonaro. :: LEIA MAIS »

BA: Governo do Estado apoia acordo entre UFSB e Veracel para o desenvolvimento da agricultura familiar no Extremo Su

a primeira etapa do projeto consistirá em um diagnóstico socioambiental e agrícola. Foto: Ascom/BA

A Universidade Federal do Sul da Bahia e a Veracel Celulose assinaram nesta terça-feira, 15, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, um convênio que tem por objeto contribuir com o desenvolvimento socioambiental e produtivo de aproximadamente 300 famílias do Extremo Sul da Bahia, numa área que se estende de Santa Cruz Cabrália até Guarantinga. O ato de assinatura do convênio aconteceu no Campus Sosígenes Costa, em Porto Seguro, com as presenças do secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Cezar Lisboa, e de representantes da companhia e da universidade, da Secretaria de Relações Institucionais (Serin), Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e Casa Militar :: LEIA MAIS »

OPINIÃO: Não é juridicamente possível revogar demarcações de terras indígenas

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Por André Augusto Salvador Bezerra

A Presidência da República recentemente empossada tem divulgado, pela imprensa, a notícia de que pretende revogar algumas das demarcações de territórios indígenas levadas a efeito pela Funai nos últimos anos. Trata-se de um noticiado que caminha no mesmo sentido de outras medidas governamentais já concretizadas, dentre as quais o esvaziamento da própria Funai — fundação pública a quem cabe a promoção de políticas visando a efetivação dos direitos das populações originárias — pela transferência, para o Ministério da Agricultura, da atribuição para proceder a processos demarcatórios (Medida Provisória 870, de 1º de janeiro de 2019). :: LEIA MAIS »

Ato em Porto Alegre denuncia ataques a comunidade indígena Mbya Guarani

CAMINHADA EM DEFESA DA TRIBO MBYA GUARANI COMEÇOU ÀS 13H, EM FRENTE AO INCRA, NO CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE E REUNIU CENTENAS DE MANIFESTANTES.

Centenas de pessoas, entre indígenas, quilombolas e apoiadores, caminharam pelo Centro de Porto Alegre em defesa dos direitos dos povos originários e de sua terra nesta quarta-feira (16). O ato teve início às 13h, em frente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e seguiu em marcha, às 15h, até o prédio do Ministério Público Federal, onde encontrou o Procurador da República do 15° ofício, Pedro Nicolau,  representante do caso da Ponta do Arado. Na semana passada no bairro Belém Velho, entre os municípios de Porto Alegre e Viamão, capatazes de fazendeiros entraram em território Guarani Myba e dispararam contra a aldeia como forma de intimidação. :: LEIA MAIS »

AC: Índios seguem protesto e vão para segundo dia ocupação de sede em distrito e no interior

Sem negociação, índios pedem que coordenador do Disei saia do cargo. Funai acompanha o ato. Foto: Mazinho Rogério

Índios das tribos Náuas e Nukuni, que ficam no Parque Nacional da Serra do Divisor, continuam ocupando a sede do Distrito Sanitário Especial Indígena (Disei), em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Este é o segundo dia do protesto, que começou na segunda-feira (14). Eles alegam falta de assistência à saúde nas aldeias. Sem uma negociação, os índios reforçaram que só devem sair da sede após um acordo. :: LEIA MAIS »

GENERAL QUE ASSUME FUNAI ERA CONTRATADO DE MINERADORA EM CONFLITO COM ÍNDIOS NO PARÁ

“Não está vindo para trabalhar pela demarcação, pelo contrário. Irá manter esse status quo que o governo quer estabelecer de tirar as atribuições da Funai e, na verdade, paralisar as demarcações”.

O general da reserva Franklimberg Ribeiro de Freitas, que atuou como presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) entre maio de 2017 e abril de 2018, retornará ao cargo no governo Bolsonaro (PSL); poucos meses depois de pedir demissão da Funai, Freitas atuou como conselheiro consultivo para assuntos indígenas da mineradora canadense Belo Sun Mining :: LEIA MAIS »

DATAFOLHA: Maioria dos brasileiros é contra redução de terras indígenas

A relatora especial da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, classificou a transferência da responsabilidade pela demarcação de terras indígenas e quilombolas para o Ministério da Agricultura de um retrocesso.

 Pesquisa aponta que seis em cada dez pessoas desaprovam diminuição de áreas destinadas a povos indígenas

A maioria dos brasileiros é contra a redução de terras indígenas no país, aponta uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste domingo (13/01). No levantamento, 60% se disseram contrários a uma redução das áreas demarcadas, enquanto 37% disseram concordar com a medida, e 3% não souberam responder. Dos contrários à redução, 46% afirmaram discordar totalmente, e 13%, parcialmente. As mulheres são menos favoráveis à medida do que os homens, com 62% delas e 57% deles contra a redução. :: LEIA MAIS »

Índios: de mãos entrelaçadas

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Nas aldeias, as cerimônias seguem para manter o céu sem desabar. Porque o povo das mercadorias está revigorado, coberto de armadura, investindo contra tudo que não é espelho. Que podemos fazer nas cidades?

Por Angela Pappiani | Imagem: Helio Nobre
Quando o povo Xavante se junta nas danças rituais coletivas, cada pessoa segura firme na mão do companheiro, entrelaçando os dedos. Assim, as mãos unidas garantem o equilíbrio e a força para atravessar horas ou uma noite inteira de cerimônia. A força e a energia de cada indivíduo alimenta o coletivo, criando um circulo de poder que desafia o cansaço, o desânimo, a força da gravidade. :: LEIA MAIS »



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