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Sonia Bridi: “Quem defende propriedade tem que defender autonomia dos índios”

A jornalista Sonia Bridi, abre o verbo contra Bolsanaro. Foto: João Miguel Junior

Através das redes sociais a jornalista e escritora Sônia Bridi, da TV Globo, numa demonstração clara de revolta, criticou a postura do governo Bolsonaro contra indígenas, e escreveu o seguinte:”Quem defende propriedade tem que defender a autonomia dos índios e a integridade de seus territórios. Invasor de TI é criminoso.”afirmou Sonia. Segundo fontes, tal atitude teria custado uma breve conversa com o pessoal da direção da rede Globo, que sugeriu um pouco de cautela nas declarações nas redes sociais. A repercussão da publicação tem gerado muitos comentários de apoio e solidariedade pela coragem de dizer o pensa, a exemplo do que postou a liderança indígena, Sonia Guajajara, :: LEIA MAIS »

BA: Autorizados convênios de mais de R$ 76 milhões para alianças produtivas entre a agricultura familiar e setor privado

O secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, ressaltou o compromisso do governo em promover essas alianças produtivas, e ainda a importância da linha de crédito disponibilizada por meio da parceria com a Desenbahia.

O governador Rui Costa autorizou, nesta sexta-feira (11), no município de Feira de Santana, a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), a executar de 53 convênios do projeto Bahia Produtiva com empreendimentos da agricultura familiar. Ao todo, serão beneficiadas 5.989 famílias, com um investimento de mais de R$ 76 milhões. Também foi autorizada a abertura de uma linha de crédito pela Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), de capital de giro, para cooperativas e associações da agricultura familiar da Bahia. :: LEIA MAIS »

RO: TERRA INDÍGENA É INVADIDA POR GRILEIROS

Índios Uru-eu-wau-wau fazem reconhecimento de área invadidas por grileiros, no município de governador Jorge Teixeira (RO) Foto: Gabriel Uchida

Dezenas de grileiros invadiram a Terra Indígena Uru-eu-wau-wau nos últimos dias, em área próxima ao município Jorge Teixeira (RO), a 322 km de Porto Velho. Dezenas de grileiros invadiram a Terra Indígena Uru-eu-wau-wau nos últimos dias, em área próxima ao município Jorge Teixeira (RO), a 322 km de Porto Velho. Vídeos gravados pelos próprios indígenas nesta sexta-feira (11) mostram áreas já desmatadas e uma grande picada na floresta. Confrontado, um dos grileiros disse que a ordem para invadir veio :: LEIA MAIS »

Comunidade Guarani Mbya é atacada a tiros em Porto Alegre

Comunidade Guarani Mbya sofre pressão de fazendeiros e de empreendimentos imobiliários / Giovana Fleck/Sul21

Na madrugada desta sexta (11), homens encapuzados dispararam contra os indígenas e fizeram ameaças

Na madrugada desta sexta-feira (11), os Guarani Mbya da comunidade Ponta do Arado, em Porto Alegre (RS), foram atacados a tiros por homens encapuzados. Segundo relatos, o ataque ocorreu por volta das três horas da manhã, quando dois homens com os rostos cobertos atiraram dezenas de vezes sobre as casas dos indígenas. Além dos disparos, que não feriram ninguém, os agressores ameaçaram os Guarani de morte, caso não deixem a área até o próximo domingo. :: LEIA MAIS »

PA: Índios Arara temem confronto com posseiros que invadiram reserva indígena

Equipe da Funai está no local para monitorar ação de indígenas e madeireiros. Ministério Público pediu que Polícia Federal acompanhe as denúncias de invasão das Terras Indígenas no sudeste do estado.

Índios da etnia Arara temem o confronto com posseiros e madeireiros que invadiram a terra indígena para a extração ilegal de madeira. O local fica as margens da rodovia Transamazônica, entre os municípios de Uruará e Medicilândia, no sudeste do Pará. Um trecho de 20 quilômetros do território Arara foi dividido em lotes e ocupados desde 30 de dezembro. :: LEIA MAIS »

MT: Índios ficam sem atendimento após saída de cubano que era o único médico de aldeia

Mais de 200 indígenas da aldeia Formoso, em Tangará da Serra, estão sem atendimento há quase dois meses. Para atendimento, eles precisam percorrer 80 km.

Os indígenas da aldeia Formoso, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, estão sem atendimento médico, desde a saída de um profissional cubano do programa Mais Médicos. Tangará da Serra era o município de Mato Grosso com maior número de cubanos e os 15 deixaram o município.

O Secretário Municipal de Saúde informou que médicos contratados pela prefeitura darão suporte às aldeias em dois dias da semana. A Secretaria Estadual de Saúde ainda não se manifestou sobre a contratação de médicos pelo programa. :: LEIA MAIS »

MS: Evangelização de índios por índios se alastra e provoca críticas

Pastores indígenas dizem ter mais facilidade para alcançar etnias isoladas; Funai vê preocupação

Com pais evangélicos, Jader de Oliveira já cresceu ouvindo a palavra de Deus. Aos 19, decidiu aceitar Jesus como senhor. Aos 25, resolveu se tornar pastor. Hoje aos 56, nada mais natural do que continuar se dedicando à expansão do Evangelho. Com esse nome, sua história poderia ser confundida com a de um missionário branco, mas a pele morena, os olhos puxados e o cabelo liso e preto deixam clara sua origem terena, etnia indígena que há mais de cem anos já convive com a religião em Mato Grosso do Sul. :: LEIA MAIS »

Povos indígenas vão a PGR e preparam ações em todo país para anular atos de Bolsonaro

APIB promete denunciar governo Bolsonaro e agronegócio brasileiro nos quatro cantos do mundo. (Divulgação)

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) protocolou nesta quinta-feira (3) uma representação junto à Procuradoria Geral da República pedindo que a Procuradora Raquel Dodge ingresse com uma ação judicial para suspender o Art. 21, inciso XIV e seu parágrafo 2º, inciso I, da Medida Provisória n. 870, de 1º de janeiro de 2019, referente à atribuição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para identificar, delimitar e efetuar o registro de terras indígenas tradicionalmente ocupadas. :: LEIA MAIS »

Cimi teme ‘esvaziamento absoluto da política indigenista no país’ após medidas de Bolsonaro

Na retomada guarani em Maquiné, a Aldeia Mata Sagrada é uma das comunidades que ainda não foram demarcadas | Foto: Guilherme Santos/Sul21

Por: Débora Fogliatto

Desde a campanha, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) já afirmava que em seu governo não iria demarcar “nenhum centímetro” de terras para indígenas e quilombolas. Em seus primeiros atos de governo, parece estar se dirigindo para cumprir esta promessa. Nesta quarta-feira (2), as atribuições de identificar, delimitar e demarcar essas terras foram oficialmente transferidas para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, enquanto a Fundação Nacional do Índio (Funai) passou a ser parte do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Até então, a Funai integrava o Ministério da Justiça e era a responsável pelos processos de demarcação. :: LEIA MAIS »

PA: Madeireiros invadem terra indígena Arara, no sudoeste

A Funai, que acompanha a situação, informou que a invasão ocorreu no dia 30 de dezembro para extrair madeira ilegalmente e ocupar a terra com demarcação de lotes.

Um grupo de madeireiros invadiu a Terra Índigena (TI) Arara, entre Uruará e Medicilândia, no sudoeste do Pará. Nesta quinta-feira (3), a Fundação Nacional do Índio (Funai), que acompanha a situação, informou que a invasão ocorreu no dia 30 de dezembro para extrair madeira ilegalmente e ocupar a terra com demarcação de lotes. Moradores da região temem que ocorra conflito, já que há tensões entre os indígenas para realizar um protesto na rodovia BR-230, a Transamazônica, devido a invasão. :: LEIA MAIS »



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