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Índios são expulsos da Terra em Comuruxatiba, com 72 Casas derrubadas

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Casas foram derrubadas logo após saída das 72 famílias

Uma ação de reintegração de posse de terra foi realizada com o apoio da Polícia Militar na manhã desta terça-feira (19), na Terra Comuruxatiba, que fica na cidade de Prado, no extremo-sul da Bahia.
Conforme informações da liderança indígena Ricardo Oliveira, da Aldeia Pataxós do Caí, os policiais solicitaram a saída de todos os índios e, após a retirada, as casas foram derrubadas.
“Foi uma saída pacífica. A gente entende que os policiais estão aqui executando a ordem de um juiz, mas estamos preocupados porque nossas coisas estão aqui no meio da rua e ninguém tem para onde ir. No total, temos 72 famílias aqui”, desabafou Ricardo.

Jandaia Oliveira, professora da aldeia, disse que há previsão de reintegração em mais 10 áreas indígenas ainda nesta terça-feira. “Estamos aguardando a Funai para saber para onde vão levar essas famílias que estão aqui. O procurador da Funai estava tentando com o Supremo Tribunal Federal para derrubar essas liminares que estão sendo cumpridas”, disse.

A Fundação Nacional dos Índios (Funai), ainda não emitido nota se posicionando com relação ao assunto. O procedimento foi executado pela Policia Federal com o apoio da Caema da cidade de Itamaraju.

Sem recurso federal,120 alunos de curso indígena podem ter aulas suspensas no Amazonas

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Das 26 licenciaturas indígenas existentes no Brasil, somente a do Amazonas sofreu cortes, apesar de ter sido bem avaliada pelo MEC

Cento e vinte alunos das tribos Baniwa, Kuripako, Nheengatu  e Tukano, da região do Alto Rio Negro, em São Gabriel da Cachoeira (distante 852 quilômetros em linha reta de Manaus), estão apreensivos com a suspensão das matrículas para o curso de Licenciatura Indígena, Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável, ofertado pela Universidade Federal do Amazonas.

O curso é oferecido por meio do  Programa de Licenciaturas Indígenas (Prolind), do Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Ufam, mas estaria comprometido por falta de recursos federais, que não estão sendo feitos.

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Manual para exterminar índios

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A ideia de que índio não possui alma nem racionalidade facilita enormemente o seu extermínio, com a vantagem de não se guardar sentimento de culpa

Por Frei Betto

Há muitos modos de acabar com os índios, como querem aqueles que os consideram inúteis, atrasados, e acreditam que suas grandes extensões de terra seriam mais lucrativas em mãos do agronegócio, de mineradoras ou madeireiras.

Um modo eficaz é divulgar, como se fez no passado, que são desprovidos de alma e, na escala evolutiva, se situam a meio caminho entre o símio e o humano. A Igreja utilizou com sucesso esse método ao colonizar o que hoje se conhece como continente norte-americano.

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Índios Matis ocupam prédio da Funai em Atalaia do Norte

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O coordenador Bruno Pereira foi retirado à força do prédio da Funai no município por indígenas 

Insatisfeitos com a atual coordenação da Fundação Nacional do Índio (Funai) no município amazonense de Atalaia do Norte (a 1.138 quilômetros da capital Manaus), aproximadamente 100 indígenas das etnias Matis, Marubo e Kanamari, dentre outras, ocuparam a sede da órgão na manhã desta terça-feira (19). Os indígenas chegaram a retirar forçadamente o coordenador da unidade, Bruno Pereira, do qual pedem a exoneração do posto.

A informação foi confirmada por um dos integrantes do Movimento dos Povos Indígena do Vale do Javari, Manoel Chorimpa. Segundo ele, durante toda a tarde desta terça-feira, os manifestantes participaram de um reunião para definir um nome que possa ser indicado para assumir a coordenação no município. Nesta quarta-feira, os indígenas devem concluir o documento com a indicação de alguém para assumir o cargo.

O documento será encaminhado à sede nacional da Funai, em Brasília, ainda nesta quarta. “A insatisfação vem desde o ano passado, quando houve um conflito entre as etnias Matis e Korubo. Os Matis pediram para que a Funai monitorasse as aldeias deles, por estarem sendo intimidados pelos Korubo, mas nada foi feito”, explicou Chorimpa.  :: LEIA MAIS »

Pesquisadoras mapeiam ocupação indígena no Sertão nordestino desde século 16

21/12/11 Credito: Lais Telles/Esp. DP/D.A Press. Museu Virtual Carlos Estevao. Ele foi um folclorista que reuniao pecas e fotografias de indigenas da america-latina no periodo de 1908 a 1948 e hoje esse material esta no Museu do Estado de Pernambuco. Membros da classe Pohitikama, esperando a chegada dos seus adversarios para o comeco da corrida de Tora.

Por: Fellipe Torres

Considerados nômades, índios que viviam mais ao oeste do Brasil são pouco estudados se comparados aqueles da região litorânea e da Zona da Mata

A escassez de informações sobre o passado histórico do Sertão nordestino abre espaço para a reprodução de preconceitos com séculos de existência. Um conhecido mapa criado no século 16 pelo cartógrafo espanhol Diego Gutiérrez, por exemplo, generaliza a população sertaneja da época a índios canibais, representados em ilustrações de esquartejamento e assado humano. Para dar contornos mais claros à história brasileira, em especial referente ao território pernambucano mais ao oeste do país, duas gerações se uniram em um vasto estudo, agora disponível em livro. Mãe e filha, as historiadoras Socorro Ferraz e Bartira Ferraz Barbosa lançam, nesta quarta-feira (20), às 19h, na Arte Plural Galeria (Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife), Sertão – Fronteira do medo (Editora UFPE.

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‘ÓDIO E VIOLÊNCIA CONTRA INDÍGENAS TEM RELAÇÃO COM BANCADA RURALISTA NO CONGRESSO’

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Cléber Buzatto, afirma ter relação direta com os ataques aos direitos indígenas promovidos pela bancada ruralista no Congresso Nacional.

São Paulo – Sobre o crescimento da violência contra os povos indígenas nas últimas semanas, com os chocantes casos da morte do menino Vitor, da etnia Kaingang, assassinado no colo da mãe enquanto era amamentado em frente à rodoviária do município de Imbituba, em Santa Catarina, e de outro indígena não identificado morto também em uma rodoviária, no centro de Belo Horizonte, espancado enquanto dormia, o secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto, afirma ter relação direta com os ataques aos direitos indígenas promovidos pela bancada ruralista no Congresso Nacional.
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o secretário-executivo do Cimi cobra também ações mais efetivas por parte do Executivo Federal na demarcação de terras indígenas que, segundo ele, é o elemento central da disputa com os ruralistas, e lamenta a redução do orçamento previsto para a Fundação Nacional do Índio (Funai). “Em vez de fortalecer o órgão indigenista, em vez de aumentar os recursos disponíveis para a solução dos problemas, o governo, ao contrário, reduziu drasticamente o orçamento para essas ações.”

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A incômoda presença dos indígenas no Brasil

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Embora estarrecidos, temos de admitir que pertencemos à mesma família humana do jovem que degolou o bebé Kaingang de dois anos na rodoviária de Imbituba (SC).

Compartilhamos, envergonhados, a mesma identidade nacional do suspeito do crime, Matheus Silveira, o Teto, 23 anos, que está preso. Já para a Polícia, esse é apenas o caso de um “usuário de drogas, que sofre de distúrbios mentais“. Será? O delegado ouviu familiares e ex-colegas do Colégio Caic. Não concluiu o inquérito, mas já adiantou não ter visto conotação racista no crime, embora admita que o assassino estava “incomodado com a presença dos indígenas no local“. :: LEIA MAIS »

3ª Olimpíadas Indígenas do Eware começa no dia 23 Modalidades tradicionais indígenas como arco e flecha fazem parte da competição

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A programação da 3ª Olimpíadas Indígenas do “Eware”que vai acontecer na comunidade indígena de Belém do Solimões (AM) já está pronta, a confirmação é dos organizadores dos jogos. O evento começa dia 23 e segue até 28 de janeiro.
De acordo com um dos organizadores dos jogos, frei Paulo Braguini, foi realizada uma reunião durante esta semana com toda a comissão organizadora para o fechamento da programação. Com relação a hospedagem para as delegações, Paulo Braguini informou que os atletas vão ser alojados nas escolas da comunidade e também em casas de alguns moradores voluntários. Irão fazer parte dos jogos tradicionais, dez modalidades esportivas: Arremesso de lança, subida e descida de açaizeiro, arco e flecha, tiro com baladeira, natação, zarabatana, canoagem tradicional, racha lenha, “coquita” e cabo de guerra.
A 1ª Olimpíada indígena foi em fevereiro de 2010, e a 2ª edição ocorreu em abril de 2012

Reintegração retira indígenas de terra no sul da BA: ‘não temos para onde ir’

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casas foram derrubadas no local. Situação ocorreu nesta terça-feira (19), na cidade de Prado, no extremo-sul.

Uma reintegração de terra foi realizada na manhã desta terça-feira (19) na Terra Comexatiba, que fica na cidade de Prado, no extremo-sul da Bahia. De acordo com o Ricardo Oliveira, da Aldeia Pataxós do Caí, os policiais solicitaram a saída de todos os índios e, após a retirada, as casas foram derrubadas.
“Foi uma saída pacífica. A gente entende que os policiais estão aqui executando a ordem de um juiz, mas estamos preocupados porque nossas coisas estão aqui no meio da rua e ninguém tem para onde ir. No total, temos 72 famílias aqui”, disse Ricardo.
Jandaia Oliveira, professora da aldeia, disse que há previsão de reintegração em mais 10 áreas indígenas ainda nesta terça-feira. “Estamos aguardando a Funai para saber para onde vão levar essas famílias que estão aqui. O procurador da Funai estava tentando com o Supremo Tribunal Federal para derrubar essas liminares que estão sendo cumpridas”, disse.
A Fundação Nacional dos Índios (Funai), que ficou de se posicionar ainda nesta terça-feira. A reportagem não conseguiu contato com a equipe de Polícia Militar da cidade. O procedimento foi executado pela Caema da cidade de Itamaraju.

Índios invadem delegacia e soltam presos em Jacareacanga, no Pará

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Um grupo de índios da etnia Munduruku invadiu uma delegacia e soltou dois presos no município de Jacareacanga, no oeste do Pará, na última segunda-feira (18). Segundo a Polícia Civil, os indígenas invadiram o local para tentar matar uma mulher que havia sido presa sob a suspeita de assassinar uma índia. Porém, a suspeita não foi encontrada pelos índios, já que havia sido transferida para uma casa penal de Itaituba.
Os índios permaneceram no local até o início da manhã desta terça-feira (19) e em seguida se dispersaram com a chegada de equipes das Polícias Militar e Civil de Itaituba, que foram enviadas para reforçar a segurança na delegacia. Segundo a assessoria da Polícia Civil, não houve confronto entre policiais e indígenas, e ainda nesta terça serão avaliados os danos materiais causados.
Ainda de acordo com a polícia, a morte da indígena será investigada e os presos soltos ainda não foram recapturados.



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