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A incômoda presença dos indígenas no Brasil

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Embora estarrecidos, temos de admitir que pertencemos à mesma família humana do jovem que degolou o bebé Kaingang de dois anos na rodoviária de Imbituba (SC).

Compartilhamos, envergonhados, a mesma identidade nacional do suspeito do crime, Matheus Silveira, o Teto, 23 anos, que está preso. Já para a Polícia, esse é apenas o caso de um “usuário de drogas, que sofre de distúrbios mentais“. Será? O delegado ouviu familiares e ex-colegas do Colégio Caic. Não concluiu o inquérito, mas já adiantou não ter visto conotação racista no crime, embora admita que o assassino estava “incomodado com a presença dos indígenas no local“. :: LEIA MAIS »

3ª Olimpíadas Indígenas do Eware começa no dia 23 Modalidades tradicionais indígenas como arco e flecha fazem parte da competição

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A programação da 3ª Olimpíadas Indígenas do “Eware”que vai acontecer na comunidade indígena de Belém do Solimões (AM) já está pronta, a confirmação é dos organizadores dos jogos. O evento começa dia 23 e segue até 28 de janeiro.
De acordo com um dos organizadores dos jogos, frei Paulo Braguini, foi realizada uma reunião durante esta semana com toda a comissão organizadora para o fechamento da programação. Com relação a hospedagem para as delegações, Paulo Braguini informou que os atletas vão ser alojados nas escolas da comunidade e também em casas de alguns moradores voluntários. Irão fazer parte dos jogos tradicionais, dez modalidades esportivas: Arremesso de lança, subida e descida de açaizeiro, arco e flecha, tiro com baladeira, natação, zarabatana, canoagem tradicional, racha lenha, “coquita” e cabo de guerra.
A 1ª Olimpíada indígena foi em fevereiro de 2010, e a 2ª edição ocorreu em abril de 2012

Reintegração retira indígenas de terra no sul da BA: ‘não temos para onde ir’

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casas foram derrubadas no local. Situação ocorreu nesta terça-feira (19), na cidade de Prado, no extremo-sul.

Uma reintegração de terra foi realizada na manhã desta terça-feira (19) na Terra Comexatiba, que fica na cidade de Prado, no extremo-sul da Bahia. De acordo com o Ricardo Oliveira, da Aldeia Pataxós do Caí, os policiais solicitaram a saída de todos os índios e, após a retirada, as casas foram derrubadas.
“Foi uma saída pacífica. A gente entende que os policiais estão aqui executando a ordem de um juiz, mas estamos preocupados porque nossas coisas estão aqui no meio da rua e ninguém tem para onde ir. No total, temos 72 famílias aqui”, disse Ricardo.
Jandaia Oliveira, professora da aldeia, disse que há previsão de reintegração em mais 10 áreas indígenas ainda nesta terça-feira. “Estamos aguardando a Funai para saber para onde vão levar essas famílias que estão aqui. O procurador da Funai estava tentando com o Supremo Tribunal Federal para derrubar essas liminares que estão sendo cumpridas”, disse.
A Fundação Nacional dos Índios (Funai), que ficou de se posicionar ainda nesta terça-feira. A reportagem não conseguiu contato com a equipe de Polícia Militar da cidade. O procedimento foi executado pela Caema da cidade de Itamaraju.

Índios invadem delegacia e soltam presos em Jacareacanga, no Pará

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Um grupo de índios da etnia Munduruku invadiu uma delegacia e soltou dois presos no município de Jacareacanga, no oeste do Pará, na última segunda-feira (18). Segundo a Polícia Civil, os indígenas invadiram o local para tentar matar uma mulher que havia sido presa sob a suspeita de assassinar uma índia. Porém, a suspeita não foi encontrada pelos índios, já que havia sido transferida para uma casa penal de Itaituba.
Os índios permaneceram no local até o início da manhã desta terça-feira (19) e em seguida se dispersaram com a chegada de equipes das Polícias Militar e Civil de Itaituba, que foram enviadas para reforçar a segurança na delegacia. Segundo a assessoria da Polícia Civil, não houve confronto entre policiais e indígenas, e ainda nesta terça serão avaliados os danos materiais causados.
Ainda de acordo com a polícia, a morte da indígena será investigada e os presos soltos ainda não foram recapturados.

Cultura indígena de RR é destaque em evento na Universidade Federal

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Com a finalidade de promover a cultura indígena do estado, a Universidade Federal de Roraima (UFRR) realiza a II Semana dos Povos Indígenas. A programação ocorre de 27 a 29 de janeiro, no Auditório Alexandre Borges, no Malocão do Insikiran e no Espaço de Cultura e Arte União Operária, e é promovida pelo Instituto Insikiran.
Durante os três dias de encontro, serão realizados seminários temáticos, conferências, mesas-redondas, oficinas, minicursos, painéis, mostra acadêmica, debates, feira de artesanato e extensa programação cultural.
O evento visa promover o protagonismo de artistas, artesãos, estudantes, pesquisadores, professores e mestres indígenas de diferentes etnias. Articulada em 2014, a semana tem como característica, dar ampla visibilidade à produção acadêmica e científica de alunos indígenas, pesquisadores e professores comprometidos com universo cultural indígena.
As inscrições para apresentação de trabalhos, nas modalidades banner e comunicação oral, seguem até o dia 22 de janeiro. Já as inscrições somente para participar do evento ocorrem no período de 12 a 27 de janeiro.

Presidente da Funai discute educação indígena em Roraima

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Presidente da Funai João Pedro Gonçalves está em visita a Roraima

O presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), João Pedro Gonçalves, está em Roraima e participou de entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (18), na Sala de Reuniões do Palácio Senador Hélio Campos. Na oportunidade ele comentou sobre a promoção da educação indígena em Roraima que possui 65% de suas escolas indígenas (255 unidades) atendendo 14 mil estudantes.

O presidente veio a convite dos povos indígenas de São Marcos, comunidade localizada ao Norte do Estado, e ficará em Roraima até terça-feira, dia 19. O presidente da entidade discutiu com a governadora Suely Campos, maior participação do Governo Federal na promoção da educação indígena.

Segundo ele, é um desafio fazer uma educação indígena diferenciada, sendo o interesse em reforçar a relação e a qualidade do ensino para os povos indígenas. “Considero importante a visita à governadora do Estado, para retomar uma agenda sobre educação. O Governo do Estado estabeleceu um diálogo e nós vamos ampliar com o MEC [Ministério da Educação] para que as coisas aconteçam ao longo do ano. Temos que fortalecer as parcerias”, enfatizou.

Gonçalves destacou que o assunto é extremamente relevante para Roraima, por conta da presença expressiva e histórica dos povos indígenas. “Evidentemente que vamos discutir também sustentabilidade, gestão das terras, saúde”, acrescentou.

Juíza da Guatemala processa 11 militares pelo desaparecimento de 558 indígenas

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Uma juíza da Guatemala decidiu, nessa segunda-feira (18), processar 11 dos 14 militares reformados acusados pelo desaparecimento de 558 indígenas durante o conflito armado interno (1960-1996).

Segundo a acusação, os militares participaram de forma “sistemática” de crimes e massacres que podem ser considerados “crimes de guerra”, assim como de violações múltiplas de mulheres e menores de idade durante a década de 80.

O caso, conhecido como Creompaz, devido aos restos mortais localizados no Comando Regional de Treino de Operações de Manutenção da Paz (Creompaz), na antiga Zona Militar 21 de Cobán, Alta Verapaz, trouxe à memória dos guatemaltecos o drama vivido durante os 36 anos de guerra.

Os 11 acusados devem permanecer em prisão preventiva para não atrapalhar as investigações.

Os acusados estão entre 18 antigos soldados da Guatemala detidos em 6 de janeiro, mas nem todos foram acusados.

Da Agência Lusa

Indígena em trabalho de parto é socorrida de aldeia ‘ilhada’ em MS

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Mulher de 38 anos teve um menino por parto normal.Rio Aquidabã                                                                                     inundou com as chuvas e cobriu única ponte de acesso

Uma indígena de 38 anos deu à luz a um menino depois de ser resgatada em trabalho de parto da Aldeia Tomásia, localizada a 130 quilômetros de Bonito, que está ilhada pela cheia do rio Aquidabã. A Polícia Militar Ambiental (PMA) prestou socorro com um barco. De acordo com a PMA, o rio encobriu a única ponte que dá acesso à aldeia. O resgate precisou ser feito com uma embarcação. Os policiais continuam nas áreas inundadas prestando apoio à população e também realizando o monitoramento dos cardumes e fiscalização durante o período de piracema.

Índio de região afetada por lama em Mariana hoje vive em praça no RJ

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Um índio da tribo krenak, cujos membros vivem principalmente entre os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, dorme há um mês ao relento numa praça movimentada de Ipanema, no Rio de Janeiro. 

Sentado sob uma árvore, em frente à estação General Osório, do metrô, Gerson Marlon conta que trabalhava como “meeiro” numa fazenda da região da barragem de resíduos de mineração de Fundão – que rompeu em novembro e espalhou uma mancha química que cobriu rios, fazendas, vilarejos e já alcança a região do arquipélago de Abrolhos, na Bahia.

A relação de trabalho de meeiros como Marlon é precária e geralmente não inclui qualquer vínculo formal de trabalho. Eles geralmente assumem o trabalho braçal em terras pertencentes a fazendeiros e repartem com os donos da terra o resultado da produção – daí o termo, vindo do verbo informal “meiar” (dividir).

“Fui buscar uma vaca que estava faltando no fim da tarde, no dia 5 (de novembro). Toquei o berrante umas oito vezes e pensei: ‘não vou tocar mais pra ela deixar de ser besta’. A vaca não apareceu e eu tive que procurar. Quando cheguei no alto do morro, tudo estava diferente. Onde tinha pasto, casa e plantação, era lama e gente gritando. A vaca estava morta. Morta embaixo do minério.”

“O fazendeiro perdeu fazenda e eu perdi trabalho”, prossegue o índio, de 44 anos, que vive longe da reserva Krenak desde as mortes da mãe (picada por um barbeiro, transmissor da doença de Chagas) e do pai (“bebia muito e morreu de tristeza sem ela”).

A morte brutal de um índio em Belo Horizonte

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Um índio morreu na última sexta-feira num hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais, após ser espancado enquanto dormia em plena rua do centro da cidade. A vítima morreu sem etnia, sem nome e sem idade, pois outro morador de rua roubou sua sacola – e único pertence – enquanto ela agonizava. Três dias depois da sua morte, o falecido, assim como seu algoz, continua sem identidade. A Polícia Militar de Minas Gerais suspeita que pode se tratar de um crime de ódio e racismo. A agressão aconteceu por volta das duas da madrugada da sexta-feira. O índio estava deitado na calçada da 21 de Abril, uma rua comercial onde era visto há vários anos, até que um brutal chute na cabeça o surpreendeu. Não teve nem oportunidade de reagir, pois o homem que o abordou pisou sua cabeça com força e compulsivamente pelo menos 15 vezes. O índio permaneceu imóvel durante toda a agressão, que foi gravada por uma câmara de segurança. Em apenas um minuto, o desconhecido esmagou sua cabeça. O agressor que, segundo a polícia era branco de uns 25 anos e vestia bermuda, mochila e boné, apenas se detém uns segundos quando um carro passa na frente dos dois. Ele disfarça do lado da vitima mas continua a selvageria enquanto as luzes do veículo desaparecem. O índio agonizou largado na rua durante cerca de cinco horas, quando alguém alertou a Polícia Militar. Ele foi levado ao hospital com o crânio afundado e passou o dia respirando com ajuda de aparelhos, mas morreu pouco depois do pôr do sol. Ele foi recordado pelos comerciantes que o conheciam de vista como alguém educado e pacífico e descrito por um policial à imprensa local como alguém com problemas de alcoolismo mas que sempre andava dançando e sorrindo.



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