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Protesto de índios na Transamazônica chega ao fim após três dias

Caciques liberaram rodovia com a garantia de uma reunião com empresa.
Eles reclamam do atraso nas obras de melhorias prometidas para as aldeias.

indios

Chegou ao fim na quinta-feira (1°) a ocupação dos índios na rodovia Transamazônica, no sudoeste do Pará. O protesto contra a empresa construtora da usina hidrelétrica de Belo Monte durou três dias.

Os caciques só aceitaram liberar a rodovia com a garantia de uma reunião, marcada para a próxima quarta-feira (6). “Os indígenas terão a possibilidade de sentar com a Norte Energia, na presença da Funai, para juntos encontrar uma solução para toda essa problemática”, afirmou o cacique Gilson Curuaia.

Os caciques reclamaram da longa espera por uma resposta, mas concordaram em discutir a pauta com a empresa para tratar sobre atraso nas chamadas condicionantes, obras de melhorias prometidas para as aldeias.

Assim que os indígenas deixaram o local do protesto, os ônibus que estavam no meio da pista foram retirados e o fluxo de veículos no trecho foi normalizado.

Professores indígenas participam de Curso de Graduação Intercultural em Atalaia

indio formando

O Curso de Graduação em Pedagogia Intercultural promovido pela  Universidade do Estado do Amazonas (UEA) iniciaram as aulas no dia 23  e será realizado até o ano de 2020. O primeiro período termina dia 29 de julho de 2016.

A formação dos professores indígenas está sendo realizada na cidade de Atalaia do Norte, no Amazonas. Segundo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), na cidade habita diferentes povos indígenas, entre eles: os Marubos, Matsés, Matis, Kanamari, Kulina e pelo menos quatro grupos isolados vivem nesta localidade.

O conhecimento vai ser abordado para 35 professores das etnias Marubo, Kulina, Kanamari, Matis, Mayuruna. A finalidade é aplicar no primeiro segmento do Ensino Fundamental, com ênfase em alfabetização na língua própria e o reconhecimento da sua importância pelas instituições indigenistas, pelos professores, lideranças e comunidades indígenas.

O curso acontece em parceria com a Gerência de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a Secretaria Municipal de Educação de Atalaia do Norte e a FUNAI.

Natureza histórica e cultural indígena é retratada em exposição

A mostra “Índios: Os Primerios Brasileiros” fica em cartaz até dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia

Abril_indigena_Foto_Bruno_Pacheco_de_Oliveira_2-450x319foto: Bruno Pacheco de Oliveira

índias Tupinambá da Aldeia de Serra do Padeiro no Sul da Bahia     

Após temporada no Recife, em Fortaleza, no Rio de Janeiro, em Natal e na Argentina, a exposição “Índios: Os Primeiros Brasileiros” chega a Salvador com a proposta de levar o visitante a um passeio pela história do Brasil, mas com o viés cultural indígena. A mostra fica em cartaz de 2 de julho a 29 de dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia, com ingressos a R$ 10 e visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h.

A exposição foi focalizada, em especial, na região Nordeste e está integrada por quatro espaços distintos: o primeiro encontro, o mundo colonial (a história que se pode ler nos livros e documentos); o mundo indígena (uma outra narrativa); e o Brasil contemporâneo (com suas lutas e desafios).

Genocídio Indígena – Papa recebe denúncias de violências contra povos indígenas

Carta entregue pelo presidente do Cimi dom Roque Paloschi, critica construção de hidroelétricas e avanço do agronegócio

CIMI ENTREGA DOC AO PAPA

“Vivemos no Brasil uma situação desesperadora diante do sofrimento dos nossos primeiros habitantes”, afirma dom Roque em sua carta / Serviço Fotográfico do Vaticano

O presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e arcebispo de Porto Velho, dom Roque Paloschi entregou ao Papa Francisco o Relatório de Violência contra os Povos Indígenas de 2014, nesta quarta-feira (29), no Vaticano. Ele também entregou uma carta ao pontífice com críticas a construção de hidroelétricas e o avanço do agronegócio e da mineração no país.

“Vivemos no Brasil uma situação desesperadora diante do sofrimento dos nossos primeiros habitantes”, afirma dom Roque em sua carta, que lembrou como as grandes obras de construção de hidroelétricas e o avanço do agronegócio e da mineração são nocivos aos povos indígenas.

O presidente do Cimi também enfatizou o caso dos……

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Funai recorre de decisão judicial e índios continuam na Transamazônica

Funai recorreu de decisão judicial que pediu desocupação da rodovia.
A interdição completa três dias, nesta quinta-feira, 30

Os índios da etnia Juruna permanecem bloqueando a rodovia Transamazônica, em Altmira, sudoeste do Pará, após pedido de recurso da Fundação Nacional do índio (Funai) contra a decisão judicial para desocupação. A interdição completa três dias, nesta quinta-feira (30).

Os índios reivindicam as obras de compensação nas aldeias pela Norte Energia, responsável pelas obras de Belo Monte. Os manifestantes só autorizam a passagem de carros particulares pela rodovia. A Justiça Federal concedeu, na quarta-feira (29), liminar a empresa que ingressou com uma ação pedindo a desocupação da via.

A empresa argumentou que as obras da usina foram prejudicadas pelo bloqueio. Os índios foram notificados da decisão por um oficial de justiça no final da manhã desta quarta-feira, mas informaram que ainda não tiveram nenhuma resposta oficial por parte da empresa Norte Energia.

Índios pedem atenção para ingresso irregular em terras Munduruku

Indígenas enviaram carta pedindo intervenção da Funai e do MPF.
Eles afirmam que muitos entram em seus territórios sem autorização.

mundurukus

Lideranças de 33 aldeias dos rios Tapajós, Cururu, rio das Tropas, Kajeredi, Kabitu e Anipedi solicitaram, por meio de uma carta, a intervenção da Funai e do Ministério Público Federal, sobre atividades de pesquisa que estariam sendo realizadas nos territórios dos povos sem a devida autorização.

A carta foi elaborada durante uma oficina de formação de mulheres Munduruku na aldeia Jacaré Velho, no período de 20 a 22 de junho. Na ocasião, eles discutiram sobre as ameaças ao povo. O G1 teve acesso a carta, e em um trecho os indígenas afirmam que sabem que muitos pariwat (não índio) querem o que é deles. “Alguns querem nossa floresta pra tirar madeira, outros querem derrubar a mata pra colocar monocultura de soja, monocultura de gado. Alguns querem o que tem debaixo de nossas terras: ouro, diamantes e os outros minerais para vender para estrangeiros. Alguns querem os nossos rios para represar, e depois fazer hidrovia pra carregar sojas e minérios. Alguns querem às….. :: LEIA MAIS »

Regras mais rígidas podem deixar índios sem votar

Nas eleições deste ano, os índios que não possuírem documento oficial com foto, não poderão votar em seus candidatos.

MT - ELEIÇÕES/ALDEIA CAPOTO ALTO/XINGU/ONTEM - POLÍTICA - Índios Caiapós, considerados pela comunidade indígena como os mais bravos e corajosos guerreiros indígenas da floresta, usam urnas eletrônicas para votar nas eleições presidenciais na distante aldeia Capoto Alto, no Parque Indígena do Xingu (MT), que é considerada a maior e uma das mais famosas reservas do gênero no mundo, em 29/10/2006. De um total de sessenta eleitores, apenas 18 votos foram contabilizados. Para transportar os mesários, as urnas e todo o aparato de transmissão de dados até as aldeias do Alto Xingu o TRE/MT utilizou transporte aéreo. A aldeia fica a 3h45 de vôo da capital Cuiabá. 30/10/2006 - Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE

Com cobrança mais rígidas do que determina a legislação, não serão mais aceitos o Rani (Registro Administrativo de Nascimento Indígena) ou carteira da Funai (Fundação Nacional do Índio) no ato da votação.

Em anos anteriores, a medida já estava em vigor. No entanto, a Justiça Eleitoral ainda permitia que os índios que não possuíssem os documentos oficiais, usassem outras estratégias como os documentos citados, no ato da votação, o que não vai acontecer este ano.

Só poderão votar aqueles que apresentarem…… :: LEIA MAIS »

Governo lança Atlas Digital com conteúdo sobre indígenas

Publicação do IBGE traz mapas interativos e dados de localização de populações de índios no País

De acordo com o Atlas Nacional Digital, 75% das pessoas que se declararam indígenas, no país, souberam informar o nome de sua etnia ou o povo ao qual pertencem

De acordo com o Atlas Nacional Digital, 75% das pessoas que se declararam indígenas, no país, souberam informar o nome de sua etnia ou o povo ao qual pertencem.

O caderno conta com dados do Censo de 2010, que constatou que, de uma população de 899,9 mil indígenas existentes em todo o país, 517,4 mil (57,8%) viviam em terras indígenas oficialmente reconhecidas. A maioria destes está nas regiões Norte e Centro-Oeste. Roraima é o estado brasileiro que detém o maior percentual de indígenas em terras demarcadas (83,2%) e o Rio de Janeiro, o menor, com apenas 2,8% do total

Outros 298,871 mil indígenas (33,3%) moravam em áreas urbanas, principalmente nos grandes centros. Cerca de 80,663 mil (8,9%) habitavam áreas rurais, aí incluídas terras indígenas não reconhecidas pela Fundação Nacional do Índio (Funai). :: LEIA MAIS »

Deputados matam língua indígena

Por José Ribamar Bessa Freire.

LIN GUA

Exigir que índios falem o português é desconhecer o direito de antiguidade das populações indígenas

– É justo perguntar: não é, realmente, de uma estupidez revoltante o sistema que seguimos de obrigar esses pobres homens a falar o português, sem o auxílio de um intérprete? Não é muito mais razoável que primeiro a aprendêssemos nós, para depois, e com vagar, ensinarmos a eles a nossa língua? (Couto de Magalhães: Viagem ao rio Araguaia, 1863)

Couto de Magalhães, poucos anos antes de ser presidente da província de Mato Grosso, no séc. XIX, previu…… :: LEIA MAIS »

Indígenas e estudantes protestam antes da chegada da tocha em Dourados

O fogo olímpico chegou com atraso em Dourados. Depois de passar por Itaporã, onde manifestantes Indígenas e estudantes protestaram com a palavra de ordem “Fora Temer”.

Além dos protestos dos indígenas e estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e partidários da presidente afastada Dilma Roussef, contrários ao governo interino de Michel Temer, engrossaram o coro dos manifestantes.

O início da chegada da tocha em Dourados estava programado para às 16 horas. Apesar do Comitê Rio 2016, responsável pela organização do evento, afirmar que o horário de início do trajeto estava programado para às 17h. No entanto, pequenos atrasos ocorridos em Maracaju e Itaporã protelou o início da chegada à cidade. O trajeto da tocha teve início somente por volta das 17h40.



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