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Lideranças indígenas de Alagoas viajam a Brasília para encontro nacional

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Lideranças indígenas de todo o estado embarcaram esta semana para Brasília, onde participarão do encontro nacional Acampamento Terra Livre, para discutir demandas relativas a demarcações de terra, educação e saúde.

“Queremos o reconhecimento de nossas terras e discutir as demandas dos povos indígenas de Alagoas. Existem problemas com relação à demarcação das terras e esperamos encontrar soluções para isso”, afirmou Eline Juvita de Lima, conhecida como Kete-Wassu, liderança da aldeia Wassu Cocal, localizada no município de Joaquim Gomes.

De Alagoas, 10 comunidades indígenas estarão presentes no evento, totalizando 32 lideranças das aldeias Wassu-Cocal, Tingui-Botó, Xucuru-Kariri, Katokinn, Karuazú, Karapotó, Koiw-Panká, Karapotó Terra Nova, Kalancó, Kariri-Xocó.

A viagem dos índios para Brasília foi promovida pelo Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral), por meio do Núcleo Quilombolas e Indígenas (NQI) do órgão. As lideranças indígenas devem chegar a Brasília na madrugada de terça-feira (10). “O preocupação do Iteral nessa gestão tem sido…..  :: LEIA MAIS »

Indígenas de Araribá participam da Mobilização Nacional em Brasília

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Pelo menos 48 indígenas da aldeia de Araribá de Avaí (39 quilômetros de Bauru), Itaporanga e litoral de São Paulo viajaram nessa segunda-feira (9) para Brasília. O grupo participam da Mobilização Nacional Indígena, que vai acontece em Brasília,  hoje e amanha. O acampamento, que acontece há 12 anos, reforça as reivindicações dos povos indígenas em defesa de seus direitos, em especial pelo destravamento das demarcações das terras indígenas.

O cacique da aldeia Kopenoti localizada nas terras de Araribá, Edenilson Sebastião, o “Chicão”, explicou que participa da Mobilização que é um ato nacional contra a PEC 215, a Proposta de Emenda Constitucional para retirar a competência da demarcação de terras indígenas do Executivo federal (que não a está exercendo) para o Congresso Nacional.

Para os indígenas, essa PEC tem o objetivo evidente de acabar com as demarcações no Brasil. No caso de Araribá, em Avaí, há articulação para a revisão dos atuais limites da reserva. “Há reivindicação para uma possível ampliação que deve ser discutida em Brasília junto ao Ministério da Justiça. O número de indígenas aumentou, mas a área é pequena por possuir áreas de preservação ambiental”, explicou o cacique.

Sespa discute ações de assistência a indígenas com H1N1 no Pará

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Duas crianças indígenas menores de 2 anos foram vítimas do influenza A.
Secretaria investiga contágio entre índios de aldeias próximas a Altamira.

Uma reunião foi realizada na manhã desta segunda-feira (9) entre representantes da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), do Ministério Público de Altamira, do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), Secretaria de Saúde do Município e a empresa Norte Energia para discutir os casos de H1N1 registrados entre indígenas de nove aldeias localizadas às proximidades do município de Altamira, no sudoeste do Pará.

De acordo com o Departamento de Epidemiologia da Sespa, só neste ano foram notificados 370 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, dos quais 102 foram confirmados para Influenza A (H1N1) em todo o Pará, sendo 67 somente em Belém. Foram confirmadas 13 mortes por…..

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CAUSA INDÍGENA – Imagem de índio no Rio Xingu rende prêmio internacional a brasileiro

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Fotógrafo brasileiro Ricardo Stuckert recebeu a medalha de ouro na primeira edição do Circuito Internacional Oman de Fotografia

Com uma bela imagem de um índio Kaiapó mergulhado até o meio do rosto no Rio Xingu, o fotógrafo brasileiro Ricardo Stuckert recebeu a medalha de ouro na primeira edição do Circuito Internacional Oman de Fotografia. Ricardo venceu na categoria Pessoas – o circuito premiou ainda pelas categorias Paisagem, Colorido e Preto e Branco.

Ricardo disputou a categoria com outras 1.885 fotos de mais de 45 países.

Sua foto foi registrada no Parque Xingu, no estado do Mato Grosso, mostrando um índio da aldeia Metuktira. Além da foto vencedora, outra imagem de Ricardo foi destaque na mostra, mostrando uma índia Achaninka em um barco no Rio Amônica, no estado do Acre.

 

Assistência técnica rural vai apoiar famílias indígenas na Bahia

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A Ação Tupinambá responsável em atender quase mil famílias indígenas na Bahia

Mais 700 famílias indígenas da Bahia contarão com os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) pelos próximos três anos. A iniciativa integra as ações de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria (PBSM), voltadas aos produtores rurais e povos e comunidades tradicionais em vulnerabilidade social.

Para potencializar os atendimentos que chegarão aos indígenas, os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Fundação Nacional do Índio (Funai) promoveram, na última semana uma oficina, em Salvador, com os agentes e entidades selecionadas pela chamada pública.

Segundo o coordenador-geral de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira, a capacitação amplia os conhecimentos dos técnicos de Ater e contribui para a efetivação da política junto aos povos indígenas. “Os técnicos vão, nesse processo, ampliando os seus………

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Inscrições para o Programa Vale Universidade Indígena encerram

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Programa Vale Universidade Indígena é exclusivo para acadêmicos da UEMS – Foto: Leca

As inscrições do Programa Vale Universidade Indígena (PVUI) continuam abertas até hoje (09). O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e trabalho (Sedhast) alterou a resolução do programa para que mais indígenas sejam beneficiados. Entre as mudanças para este ano estão o aumento do benefício social, que passou de R$ 300 para R$ 602,42, e o fim da exigência de um indígena por família, ou seja, agora mais membros da mesma família poderão participar do programa. O PVUI é exclusivo para acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

Nesse processo seletivo de 2016 estão disponíveis 172 vagas para novos acadêmicos. Outra mudança é que não precisarão mais apresentar o Rani (Registro Administrativo de Nascimento de Indígena) expedido pela Funai, que era exigência nas edições anteriores. O documento solicitado neste ano será o documento de………..

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Mobilização de indígenas em Brasília começa com entrevista coletiva nesta terça

Certa de Mil representantes de povos indígenas embarcaram para Brasília para um encontro nacional que deve terminar em protesto nacional contra Themer. O vice-presidente já prometeu á bancada ruralista que, se assumir o governo, revisará, todas as demarcações de terras feitas por Dilma Rousseff.

PALMA DE TERRA

Afirmando que o PMDB DE Temer é “identificado historicamente com bandeiras antI-indígenas”, a Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) diz que reivindicará a demarcação de mais terras e se manifestará “contra os ataques, retrocessos e todas as ameaças” a seus direitos que tramitam “principalmente no Congresso Nacional”.

*CIMI

Grande feira no Parque Lage encerra a Semana Cultural Indígena

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A Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), um espaço da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), foi palco de uma festa de sons e cores neste domingo, 24/04, com a Grande Feira Cultural Indígena. O evento, realizado pela Associação Indígena Aldeia Maracanã com apoio da SEC e do Museu da Justiça, contou com feira de artesanato e atividades como palestra, debates, exibição de filmes, contação de histórias, pintura corporal e apresentações étnicas. Segundo a organização, estima-se que cerca de 4.500 pessoas tenham comparecido ao evento ao longo do dia. A feira fechou com chave de ouro a comemoração da Semana Cultural Indígena, em homenagem ao Dia do Índio, que começou em 18/04 e ocupou também a Biblioteca Parque Estadual e o Museu da Justiça com uma programação destinada a adultos e crianças.

A celebração começou cedo no Jardim Botânico, às 9h, com a abertura da feira de exposição e venda de artesanato indígena, pintura corporal dos visitantes e apresentações dos grupos de Pataxós, da Bahia; Fulni-ôs, de Pernambuco; Kayapós, do Pará; Purís, Guaranis e o grupo multiétnico Aldeia Maracanã, do Rio de Janeiro, que apresentaram danças tradicionais e entoaram cânticos de suas tribos. O coral infantil da tribo Guarani e o grupo de dança aborígene Descendance, da Austrália, também se apresentaram. Ao meio-dia, a Oca Huni Kuin virou cenário da contação de histórias e….. :: LEIA MAIS »

Abolida a escravidão dos Índios no Brasil

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Os índios foram libertados, primeiro, nos estados do Pará e Maranhão

A abolição da escravatura indígena aconteceu, de forma oficial, por iniciativa do marquês de Pombal. Primeiro, foi implantada a lei de 6 de junho de 1755, válida para o estado do Pará (na época, Grão-Pará) e Maranhão. Posteriormente, a medida foi implantada, por alvará, ao longo do país, em 8 de maio de 1758.

Quando os portugueses chegaram ao Brasil no século XVI, encontraram uma terra povoada por índios, livres e autônomos. Os exploradores europeus travaram, inicialmente, um bom relacionamento com os nativos brasileiros, que os ajudavam na exploração de pau-brasil, derrubando árvores e levando-as aos portos de embarque, um trabalho árduo pelo qual não eram remunerados de forma justa.

Quando o processo de colonização começou, os portugueses passaram a expulsar os nativos de sua própria terra, capturá-los e escravizá-los. Eram uma mão de obra mais barata que os negros africanos. Neste período de escravidão, os índios foram vítimas da violência, roubados de sua dignidade e liberdade.

O índio só deixou de ser escravo quando os portugueses adquiriram condições econômicas para a compra de escravos negros. O trabalho de catequese realizado pelos jesuítas se opunha à escravidão.

Mais de 11 mil índios devem ser vacinados em campanha no Juruá

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A campanha de vacinação contra a gripe não deve ficar restrita apenas às zonas urbanas do Acre. Segundo o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), localizado em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, a expectativa é vacinar mais de 11 mil índios, o equivalente a 80% da população nativa da região.

Atualmente, mais de 14 mil indígenas divididos em 16 etnias vivem espalhados entre os municípios do Vale do Juruá, que inclui além de Cruzeiro do Sul, as cidades de Mancio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves.

Segundo o coordenador do DSEI Juruá, Mário Júnior, para cumprir a meta, 320 profissionais estão atuando na vacinação. As equipes contam com apoio aéreo de um helicóptero.

“Vamos tentar atualizar a carteira de vacinação todos os povos indígenas. Estamos oferecendo todas as vacinas da carteira, com foco principal na H1N1. Estamos usando uma aeronave para facilitar chegar em algumas aldeias que estão com acesso prejudicado devido o baixo nível da água em alguns rios e igarapés”, explica.

Ele explica ainda, que até o momento não há casos de doenças como a dengue nas aldeias do Juruá.

“As principais doenças nas aldeias são as diarreicas, hepatites e infecções respiratórias agudas como a tosse. Temos casos de malária, que são casos importados da área urbana, principalmente nas aldeias localizadas próximas a cidade de Mâncio Lima”, salienta.

Membro da etnia Poyanawa, o motorista Bernardo José Manaitá Poyanawa diz que a campanha pode evitar a chegada das doenças.

“Acho que essa campanha chegou em boa hora. A gente houve muita gente falar de doenças. Essa campanha é muito importante para toda a sociedade, não só para os indígenas. Hoje nós convivemos muito com a população branca, estando com a carteira de vacinação atualizada ficamos livres de contrair, ou transmitir muitas doenças”, finaliza.



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