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Indígena Terena pede que fogo olímpico propicie igualdade entre os povos

Carlos Terena tem um vínculo estreito com o esporte e revela ser eclético em relação às diversas modalidades

a Carlos Terena

Durante o percurso da tocha olímpica por Campo Grande neste sábado (25), 12 membros da etnia indígena Terena participaram do revezamento. Um deles, em especial, possui um vínculo muito forte com o esporte.

Trata-se de Carlos Terena, um homem de 60 anos que ficou marcado na história do esporte indígena, por ser o coordenador-geral dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), que teve sua primeira edição em Palmas, no ano de 2015. “Foi uma honra muito grande ser um dos precursores daqueles jogos. Sou um apaixonado pelo esporte”, afirma.

Pelo seu envolvimento com o esporte, ele foi credenciado a carregar o símbolo olímpico por 200 metros na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Segundo Carlos Terena, a sensação de praticar o ato foi inesquecível. “Tenho orgulho de…. :: LEIA MAIS »

Indígenas fundam partido e defendem separatismo no Chile. Qual a chance de sucesso

*João Paulo Charleaux

Reivindicando soberania sobre terras ‘invadidas’ por europeus, etnia mapuche lança legenda própria e luta por território autônomo reivindicado desde o século 19

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REPRESENTANTES MAPUCHE PROTESTAM CONTRA PRISÕES EM VALPARAISO

Há pelo menos 155 anos, os indígenas da etnia mapuche lutam para reconquistar o que consideram um território roubado pelos colonizadores europeus no sul do Chile. Nessa luta, fazendas, igrejas, carros e casas são queimadas, e os responsáveis pelos ataques são levados a julgamento com base numa legislação de exceção. Alguns indígenas são julgados como terroristas.

Desde 1861, essa dinâmica vem se repetindo com poucas variações. Mas um fato ocorrido no dia 21 de abril pode mudar a forma como os mapuche (a palavra não tem plural no idioma mapudungun) tentam fazer valer suas reivindicações – eles criaram um novo partido político e prometem retomar as terras “ocupadas”, nas urnas. :: LEIA MAIS »

Há 32 anos com terras demarcadas, índios vivem bem entre tradição e modernidade

 *Caroline Maldonado
Roupas coloridas em comemoração dos Kadiwéu. (Foto: Cassandra Cury)
Roupas coloridas em comemoração dos Kadiwéu. (Foto: Cassandra Cury)

“Índio que é índio usa cocar, mora em oca, vive de caça e briga por terra”. É o que passa na cabeça de muita gente em Mato Grosso do Sul, estado com a segunda maior população indígena do país, atrás apenas do Amazonas.

Na escola ninguém fala que, assim como Adão e Eva fazem parte do mito da criação do homem para muitos brancos, cada etnia indígena tem uma maneira diferente de pensar a criação do mundo, de se organizar politicamente e outras ideias para o que chamamos de desenvolvimento econômico.

Se o índio da escola era um Tupinambá pelado do século XVI, agora é um ser dividido entre tradição e tecnologia. “Como pode ele usar roupa, ter smartphone e caminhonete e ainda querer ser ‘índio puro’?”, questionam.

Querem obrigar o índio a fazer uma escolha que ninguém tem condições de fazer, porque, para começar, ninguém é puro num Brasil que acolheu dezenas de etnias de outras partes do mundo. Além disso, a identidade de um povo não tem a ver com preservar intactos costumes de antepassados.

A tradição passa por processos de tradução e ressignificação. Da mesma forma que os portugueses passaram a utilizar as redes de dormir dos índios durante a colonização e nós, hoje, usamos diversas coisas da China, os indígenas se utilizam de diversas tecnologias do século XXI, sem abrir mão de suas praticas tradicionais.

Índios dão seu ‘jeito’ em conjunto habitacional

Famílias trabalham fora e sonham em voltar à Aldeia Maracanã, prédio de onde foram retirados para virar um centro cultural, mas que está sem obra até hoje

A hABITAÇÃO INDIGENA

 

“Na Aldeia Maracanã era uma troca de conhecimentos. Lá, tínhamos uma oca, uma horta, havia um contato com a terra. Estudantes iam pra lá aprender mais sobre a cultura indígena, recebíamos índios de diversas partes do Brasil e agora não temos mais nada disso”, desabafa a índia Niara do Sol, de 66 anos.

Com a perda da Aldeia Maracanã, os índios não possuem mais espaço para plantar, cantar e produzir artesanato, que também era vendido no local. Muitos não conseguem trabalho e, mesmo com as dificuldades, tentam “dar um jeito” para pagar as contas no fim do mês.

“Eu dou palestras em escolas e universidades. Minha esposa e minhas duas filhas trabalham fora. As famílias não recebem ajuda de custo”, conta o cacique Carlos Tukano.

Em meio às dificuldades, tem gente que ainda produz artesanato, mas devido à falta de ponto estratégico, a venda foi prejudicada. Outros colocam em prática técnicas de massagem, produção de óleos, e desenvolvem outras atividades para tentar arcar com as contas de luz, gás encanado e condomínio, além do gasto com comida e serviços. :: LEIA MAIS »

Idealizador dos jogos mundiais indígenas será um dos condutores da Tocha Olímpica

No sábado (25), a tocha retorna a Campo Grande, terá início o revezamento de 40 quilômetros e vai envolver aproximadamente 150 pessoas. Um dos condutores será Carlos Terena, que é o idealizador dos jogos mundiais indígenas.

A última edição dos jogos mundiais, ocorreu em Palmas (TO) e contou com a presença de mais de dois mil atletas de 30 países. Para Carlos, o apesar da situação que o país atravessa, é um momento histórico. “É um momento histórico para o esporte mundial, independente da religião do credo e da etnia. No meu entender, o esporte se traduz em vida sadia, e para nós, indígenas, conseguimos resgatar a cultura realizando os jogos”, diz.

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Indígenas do Acre e do sudoeste do Amazonas reivindicam direitos constitucionais em Brasília

A CIMI NEW

CIMI – Conselho Indigenista Missionário

Nesta semana, indígenas do Acre e do sudoeste do Amazonas estiveram em Brasília cobrando o cumprimento de seus direitos constitucionais a órgãos públicos e pressionando parlamentares para que não apoiem projetos de lei danosos para os povos indígenas. Eles também entregaram uma carta aberta a parlamentares, órgãos do Executivo e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual reivindicam o fortalecimento da Fundação Nacional do Índio (Funai) e a participação dos povos indígenas na elaboração e execução das políticas públicas indigenistas.

Os quinze representantes dos povos Huni Kui, Yawana, Ashaninka, Manchineli, Madja, Apurinã, Jaminawa e Nawa participaram de reuniões na Funai, na Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), na Sexta Câmara do Ministério Público Federal (MPF) e com parlamentares, nas quais posicionaram-se contra propostas como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215 – que pretende submeter a demarcação de terras indígenas aos desígnios do Congresso Nacional e inclui uma série de dispositivos que, na prática, inviabilizariam as demarcações – e o Projeto de Lei (PL) 1610, de autoria do senador e ministro…….. :: LEIA MAIS »

Os gêneros tradicionais dos indígenas norte-americanos vão além do masculino e feminino

Identidades tradicionais combatidas por europeus estão sendo revividas por movimentos LGBT indígenas nos Estados Unidos e no Canadá

a genero

*André Cabette Fábio

Antes de serem atacados por europeus, grupos que viviam na América do Norte não adotavam dois, mas entre três e cinco gêneros bem definidos, afirma o site Indian Country Today, mantido por povos indígenas.

Essa diversidade foi reprimida pelos europeus que chegaram ao continente em 1492, mas vem sendo resgatada com mais vigor desde a década de 1990 por indígenas LGBT do Canadá e dos Estados Unidos.

A cultura Navajo, localizada próxima à fronteira com o México, concebia, por exemplo, quatro categorias de gênero:

  • Mulher
  • Mulher masculina
  • Homem masculino
  • Homem feminino

De acordo com o Indian County Today, algumas culturas incluíam também uma identidade transgênera.

Inicialmente, sociólogos e antropólogos buscaram enquadrar essas identidades dentro de conceitos como os de gays e bissexuais. Mais….. :: LEIA MAIS »

Índios pedem melhores condições para escoar produção agrícola em RO

Audiência discutiu políticas públicas para comunidades indígenas, em Cacoal.
Objetivo é que propostas se tornem lei e sejam executadas pelo município.

meloria no escoamento

Indígenas reivindicaram na manhã desta sexta-feira (24), em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, melhorias nas condições de acesso às aldeias da região. O objetivo é beneficiar o escoamento da produção agrícola das aldeias. As propostas foram levadas em uma audiência pública, realizada para debater a implementação de políticas públicas para comunidades indígenas.

Marcos Apurinã mora na aldeia Mauanaki, no município de Espigão do Oeste (RO), porém sua comunidade é atendida pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de Cacoal. Lá, residem 150 índios, que vivem basicamente da produção e venda de culturas como palmito, farinha de mandioca e banana. Ele conta que a principal dificuldade da sua comunidade é o transporte dos produtos, o que acaba diminuindo os valores na hora de negociar os produtos. :: LEIA MAIS »

MPF abre inquérito para apurar morte de índio em Caarapó

MP ABRE INQUERITO

O Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar a morte do agente de saúde indígena Clodiode Aquileu Rodrigues de Souza, de 26 anos. Ele morreu e outros seis indígenas ficaram feridos durante ocupação de terras que teria resultado em confronto com produtores.

De acordo com informações da assessoria do MPF, foram realizadas as perícias nos 6 indígenas feridos e no corpo do agente de saúde morto. Segundo informações, o processo corre em segredo de Justiça. As investigações também fazem parte das ações da força-tarefa Avá Guarani, instituída pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, há oito meses, para apurar crimes contra as comunidades indígenas de MS. O ajuizamento das denúncias é a primeira de uma série de medidas para combater o conflito armado na região.

Para o MPF, a força-tarefa “é uma maneira de dar uma resposta efetiva aos milhares de indígenas vítimas de violência, que poderiam deixar de acreditar na Justiça por causa da impunidade”. Só nos últimos 10 anos, pelo menos um índio foi morto por ano em decorrência do conflito fundiário em Mato Grosso do Sul.

Indígenas se preparam para 6ª Edição do Festival de Música Indígena do Eware

Os objetivos são valorizar a cultura indígena das etnias existentes no Alto Solimões e fomentar o combate ao alcoolismo e o uso drogas

Festival convite 1 BLOG

Começa na próxima quinta-feira (30) a 6ª edição do Festival de Música Ondígena do Eware. O evento será na comunidade Belém do Solimões, em Tabatinga, e tem como público-alvo jovens indígenas da região.

Os objetivos são: valorizar a cultura indígena das etnias existentes no Alto Solimões; fomentar o combate ao alcoolismo, o uso drogas e à violência. O festival também vai promover o encontro de todas as instituições religiosas existentes nas comunidades indígenas.
Um dos organizadores do festival, Frei Paulo Braguine, falou da expectativa para o evento: “estamos em um momento muito bom, de grande alegria. Em Belém, o povo está na expectativa. Ver o movimento dos jovens, na preparação da acolhida, vendo onde vão dormir os convidados, e principalmente nos ensaios, ensaiando os cantos as danças, pintado as roupas, é um entusiamo incrível”.

Segundo Frei Paulo, mais de 800 indígenas de diversas comunidades e etnias do Alto Solimões estarão presentes no festival. “Entre 20 e 40 comunidades, uma media de 500 a 800 indígenas, mas a certeza teremos só no dia 30. Será um dia de grande movimentação, de vida.”
Dentro da programação está, ainda, a escolha da índia mais bela, com a premiação para vencedora. Os jurados serão representantes não-indígenas de instituições da região que vão avaliar quesitos como letra, dança, pinturas corporais e interpretação.

O Festival de Música Indígena do Eware tem o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Exército Brasileiro, que vai fazer a segurança na realização do festival.



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