WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia




abril 2018
D S T Q Q S S
« mar    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  


Justiça de SC aceita denúncia contra acusado de matar menino indígena

sandalia

2ª Vara de Imbituba também aceitou pedido de prisão preventiva dele.
Crime ocorreu em 30 de dezembro de 2015 em frente a uma rodoviária.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) informou nesta quarta-feira (3) que apresentou denúncia contra Matheus de Ávila Silveira, de 23 anos, acusado de matar o menino indígena Vítor Pinto, de 2 anos, em frente à rodoviária de Imbituba, no Sul catarinense, no dia 30 de dezembro do ano passado. A Justiça aceitou a denúncia de homicídio duplamente qualificado.

Na denúncia, o promotor Gláucio José Souza Alberton relata que a criança era amamentada pela mãe quando Matheus se aproximou, fez um carinho no rosto e em seguida cortou o pescoço do menino com um estilete. Depois do crime, fugiu. :: LEIA MAIS »

Vigilante é vítima de latrocínio em escola indígena de Caucaia, no Ceará

imagem 262

Suspeitos assassinaram vigilante com tiro no olho e levaram arma dele.
Polícia prendeu duas pessoas e investiga se crime foi encomendado.

Um vigilante foi vítima de latrocínio na manhã desta quarta-feira (2) em uma escola indígena de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Militar, o segurança identificado como José Carlos Ferreira de Almeida foi atingido com um tiro no olho por um bando armado que roubou a arma da vítima e fugiu.

:: LEIA MAIS »

Servidores da Funai teme escalada da violência após ataque contra índios no interior do MS

n-GUARANI-KAIOWA-large570

Funcionários da Fundação Nacional do Índio (Funai) temem que ocorra nos próximos dias uma escalada da violência em Coronel Sapucaia (MS), município localizado a 420 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai. Um ataque no último domingo (31) ao acampamento indígena Kurussu Ambá, da tribo Guarani-Kaiowá, acirrou os ânimos na área. A situação é semelhante à noticiada em Juti (MS).

Aproximadamente 30 famílias indígenas foram retiradas do local, onde hoje há uma fazenda. De acordo com o coordenador regional da Funai de Ponta Porã, Elder Ribas, as casas ocupadas pelos índios foram todas queimadas. A assessoria do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) informou que a ação teria partido de pistoleiros, a mando dos fazendeiros da região.

:: LEIA MAIS »

Funai diz que acampamento inteiro foi queimado e índios expulsos de área

300x225-78105d58c907cea87bacf8d8111dcfb7

Índios denunciam que funcionários de fazendas e jagunços paraguaios atacaram acampamentos e queimaram barracos em duas fazendas ocupadas, no município de Coronel Sapucaia

Todos os barracos de um acampamento de índios guarani-kaiowá teriam sido queimados durante o ataque ocorrido domingo (31) em Coronel Sapucaia, a 400 km de Campo Grande. A informação, atribuída ao coordenador regional da Funai em Ponta Porã, Elder Paulo Ribas da Silva, foi divulgada no site do Cimi (Conselho Indigenista Missionário)

Na segunda-feira (1º), Elder Ribas disse ao Campo Grande News que aguardava escolta da polícia ou do Exército para ir ao local do ataque, o que acabou acontecendo apenas ontem. Nesta quarta ele não atendeu às ligações feitas para seu telefone celular. :: LEIA MAIS »

Saúde: União deve prestar atendimento à saúde indígena no oeste do Pará

foto-subst-victor-carvalho-veggi-procurador-eleitoral

“Bem como distribuir o Cartão Nacional de Saúde Indígena a esses usuários, tudo isso obedecerão ao critério de autorreconhecimento”, diz o juíz Victor Carvalho que assinou a liminar.

Após decisão da Justiça Federal de Santarém, a União deve prestar atendimento à saúde para 13 povos indígenas dos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos, no oeste do Pará. A Justiça determina que a prestação do serviço seja em caráter de urgência.

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará no município entrou com uma ação judicial, pois o atendimento aos índios estava sendo negado sob alegação que as terras desses povos não estão demarcadas ou porque os índios não moram nas aldeias.
A determinação liminar foi assinada dia 10 de dezembro de 2015. De acordo com o MPF, em 25 de janeiro a decisão foi publicada no site da Justiça Federal, no dia em que a Advocacia-Geral da União (AGU) tomou oficialmente conhecimento da decisão. O fato foi divulgado nesta segunda-feira (1) pelo Ministério Público Federal. :: LEIA MAIS »

Concessão implanta transporte de indígenas no sudeste de MT

1

O projeto de mobilidade faz parte do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena (PBAi),

Mais de mil indígenas da região de sudeste de Mato Grosso contam com um novo benefício viabilizado pela concessão da BR-163. Desde setembro do ano passado, duas Terras Indígenas passaram a ter transporte gratuito para a cidade de Rondonópolis e também entre as comunidades. O projeto de mobilidade faz parte do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena (PBAi), parte integrante do processo de licenciamento das obras de duplicação da rodovia BR-163/MT.
Aldeias das Terras Indígenas Tadarimana e Teresa Cristina, como Tadarimana, Córrego Grande e Piebaga, podem usufruir de 16 viagens por mês e o agendamento é realizado previamente entre a Concessionária e representantes das aldeias para atender as necessidades de cada uma. :: LEIA MAIS »

Cebrapaz exige libertação da líder indígena Milagro Sala

milagro_sala89464   América Latina

Portal Vermelho*

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) emitiu uma nota de repúdio às ações arbitrárias do governo do presidente argentino Mauricio Macri nesta terça-feira (2). A entidade pede a libertação imediata de Milagro Sala, líder indígena e deputada do Parlasul, presa por perseguição política. Leia a nota do Cebrapaz na íntegra: :: LEIA MAIS »

ONU quer estimular fim da marginalização indígena

peru

Fórum conta com 16 especialistas independentes que estabelecem recomendações sobre assuntos indígenas dentro do sistema das Nações Unidas

Nações Unidas – O Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas iniciou nesta segunda-feira seu 11º período de sessões focado em impulsionar o fim da marginalização desses povos e também em tratar o impacto que a chamada doutrina do descobrimento teve no desenvolvimento dessas comunidades.
”Existe uma necessidade incrivelmente urgente que todos os povos indígenas, os países e a ONU tomem medidas efetivas e coordenadas para solucionar a discriminação, o racismo, a marginalização, a extrema pobreza e o conflito que sofremos”, disse na inauguração do fórum seu presidente, o chefe indígena Edward John.
As sessões, nas quais se espera até o próximo dia 18 de maio a participação de cerca de dois mil indígenas, começaram com um ato comemorativo na Assembleia Geral da ONU, onde John lançou uma chamada para acabar com a ”indiferença” que segue afetando as questões relacionadas com essas comunidades. :: LEIA MAIS »

Promotor exige ensino de História Afro-brasileira e Indígena em Guaraqueçaba

escola lei

Imagem do livro A Arte Guarani-Mbya de Guaraqueçaba, Aldeia Kuaray Guata Porá, de Daniel Conrade

O Ministério Público do Paraná quer que as escolas públicas e particulares de Guaraqueçaba ensinem de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. De acordo com o Jornal dos Bairros, editado em Paranaguá, o promotor de Justiça Rafael Carvalho Polli ajuizou inquérito civil para que as instituições de ensino municipais, estaduais e provadas no Município incluam o estudo na grade curricular como disciplina obrigatória.De acordo com a Promotoria, é necessário que sejam respeitados e ensinados nas escolas “diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da África e dos africanos e a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil”. Além disso, o MPPR ressalta que o aspecto brasileiro social, cultural, político e econômico, são itens importantes para a formação do Brasil, que devem ser ensinados nas escolas.                                              :: LEIA MAIS »

Cerca de 30 famílias são retiradas de acampamento indígena em MS

ci uu

Grupo de 90 pessoas montaram acampamento na fazenda Madama.
Funai aguarda policiamento para ir até o local e tentar recuperar algo.

Cerca de 30 famílias da etnia Guarany-kaiowá que viviam no acampamento Kurussu Ambá, na fazenda Madama em Coronel Sapucaia, no domingo (31), foram retiradas do local por pessoas ainda não identificadas.
O coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai), Elder Ribas, disse ao G1 que todas as casas foram destruídas. Ribas recebeu uma ligação informando de que estava tendo um ataque contra eles por volta do meio-dia de domingo.
A reportagem entrou em contato com o Sindicato Rural de Amambai e com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
“Os 90 indígenas, entre eles 30 crianças, foram acomodadas em acampamento que fica na fazenda Barra Bonita”, afirmou o coordenador. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia