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Arqueiros indígenas vão a torneios no exterior e sonham com Olimpíada

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Na infância, Iagoara aprendeu com os tios a usar pedaços de itaúba, bacabeira, palmeira ou pau-brasil para montar seu brinquedo preferido. “Tira um pedaço, corta, pega uma corda, enverga, e já vai tomando a forma de arco”, explica o ribeirinho de 19 anos, que cresceu em uma comunidade a 60 quilômetros de Manaus, na margem esquerda do Rio Negro. Qualificado para disputar uma das vagas da equipe de tiro com arco que representará o Brasil na Olimpíada, ele treina com mais cinco atletas de origem indígena e vê nas suas raízes o gosto pelo esporte.

“Na comunidade, todo mundo sabe atirar [com arco nativo]. É uma brincadeira que todo mundo gosta e que está no nosso sangue. O arco e flecha vem dos nativos”, lembra o atleta, que atende também pelo nome de Drean Braga da Silva, mas tem orgulho do nome indígena escolhido por seu avô: “Significa cachorro. Foi meu avô que escolheu, porque eu gostava de andar muito sozinho no mato. Tem gente que diz que o nome é inadequado, mas estou pouco ligando para isso”. :: LEIA MAIS »

Ativista indígena de Honduras é assassinada a tiros em sua casa

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O irmão e a mãe de Berta Cáceres, cobraram garantias de segurança do Governo para proteção de testemunhas e familiares, após o assassinato da líder indígena.

A líder indígena, da etnia lenca, já havia recebido inúmeras ameaças de morte por defender as lutas de seu povo, liderar manifestações pelo meio ambiente, contra a construção de hidrelétricas, e, também, por encabeçar os protestos de 2009 contra o golpe de Estado que derrubou o então Presidente Manuel Zelaya. Em 2013, a ativista também ficou mais conhecida por denunciar os planos dos Estados Unidos de instalar em Honduras a maior base militar norte-americana em toda a América Latina. Em suas declarações, ela afirmava que a instalação seria “um projeto de dominação e colonização com o propósito de saquear os recursos dos bens comuns da natureza” naquela nação da América Central. :: LEIA MAIS »

Pesquisa revela nível alto de mercúrio em índios de área Yanomami em RR

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Pesquisa revelou alta concentração de mercúrio em índios Yanomami e Ye’kuana (Foto: Divulgação/Marcos Wesley de Oliveira/ISA)

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre contaminação por mercúrio em índios da Terra Indígena Yanomami, no Norte de Roraima, revela que povos das etnias Yanomami e Ye’kuana têm sido extremamente atingidos, principalmente mulheres e crianças. O nível alto de mercúrio nas pessoas estudadas chega a 92,3%, conforme a pesquisa. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (3) nas comunidades.

A pesquisa usou amostras de cabelos de índios que vivem nas comunidades Papiú, Waikás e Aracaçá, regiões onde há grande exploração de garimpo ilegal de ouro. Os resultados serão apresentados aos órgãos fiscalizadores, ambientais e aos responsáveis pela saúde indígena.

 

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Índios Kaingang de Palmas fazem apelo à Justiça Federal

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Apelam para novo aldeamento de índios, investigação sobre apropriação de bem comum e presença de armas.

Índios Kaingang estão solicitando que a Justiça Federal intervenha para solução do que consideram graves problemas de apropriação de bens comuns e presença de pessoas com armas de fogo no interior da Terra Indígena de Palmas, sul do Paraná. Através de uma correspondência ao RBJ/Rádio Club AM pedem que famílias expulsas nesta semana sejam novamente aldeadas.

A Terra Indígena  está localizada na fronteira PR/SC pelo Rio Lontras, nos municípios de Abelardo Luz, SC, e Palmas, PR a área tem aproximadamente 3 mil hectares, onde vem aproximadamente 700 pessoas.

O manuscrito  descreve o clima tensão vivido pelos moradores após o episódio de expulsão de pelo menos 15 famílias na madrugada da última quarta-feira (02) pelo cacique e liderança da aldeia, após terem sido totalmente queimados três carros e três casas onde habitavam.

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do Cimi volta a debater conflitos entre índios e fazendeiros

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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi, aberta na Assembleia Legislativa de MS para apurar suposta incitação, pelo Conselho Indigenista Missionário, de conflitos por terras no estado entre indígenas e proprietários rurais, realiza nesta quarta-feira (2) mais uma rodada de discussões acerca da problemática.
A reunião ocorre, a partir das 14h, no Plenário Júlio Maia da Assembleia.
No dia 24 de fevereiro, última reunião do colegiado, os membros da CPI decidiram, por unanimidade,  aprovar a quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal do Cimi, além dos membros da entidade e de pessoas citadas nas denúncias. A quebra dos sigilos foi requerida pelo relator da Comissão, deputado Paulo Corrêa (PR)

 

 

Prefeitura de Itaporã assume serviço para escoar água e índios liberam rodovia

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Acabou por volta de 11h30 o bloqueio da MS-156, rodovia que liga Dourados a Itaporã e a Maracaju. Índios da aldeia Jaguapiru mantiveram a rodovia interditada por pelo menos duas horas e meia para protestar contra o alagamento das margens da estrada. Pelo menos dez casas e estabelecimentos comerciais dos moradores da reserva estão alagadas desde a semana passada.

 

No PA, MPF recomenda transferência de escola indígena por racismo

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Recomendação foi enviada à Prefeitura de Santarém.

Município tem prazo de 20 dias para apresentar resposta.O Ministério Público Federal (MPF) notificou a Prefeitura de Santarém oeste do Pará, para que  o município faça o desligamento de uma escola indígena que está em uma unidade de ensino, onde  há provas de desrespeito aos direitos dos índios. Segundo o MPF, caso a prefeitura descumprir a notificação no período de seis meses, o caso será encaminhado à justiça.

A recomendação foi enviada à Prefeitura, para ser entregue à Secretaria Municipal de Educação (Semed). A Secretaria terá um prazo de 20 dias para apresentar uma resposta.

A escola municipal Nossa Senhora de Assunção atende indígenas Arapium da aldeia Vila Franca, localizada em uma área ribeirinha, as margens do rio Tapajós. Na área vivem indígenas e não indígenas. Os não indígenas discordam do autorreconhecimento dos Arapium como índios.  Segundo o MPF, a intolerância dos não índios vem gerando conflitos com os indígenas e apesar de a prefeitura reconhecer a existência do conflito e a escola estar registrada como indígena, o município não tem adotado medidas para conter a tensão no ambiente escolar.

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No embalo da rede: hábito de origem indígena é alvo de estudos no Brasil e no exterior

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Dormir na rede pode melhorar dores na coluna e proporcionar um sono melhor? Confira tudo o que você precisa saber sobre um hábito tão amazônico

Qual foi a última vez que você pensou em dar um cochilo na rede? Afinal, amazonense bem sabe como o embalo tranquiliza e ajuda a relaxar, seja no quarto, na varanda ou a bordo de um barco a caminho do interior.

Herança indígena, a rede também pode ser benéfica para quem sofre com dores nas costas depois de anos dormindo em cama – é o que garante um estudo realizado pelo setor de ortopedia Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Segundo a pesquisa, realizada com donas de casa de Belém com idade entre 30 e 60 anos, as pacientes que sentiam dores e sofriam com lombalgia apontaram melhoras significativas quando passaram a dormir em rede.

Porém, a fisioterapeuta Rhanda Amim, especialista em coluna há 13 anos, não acredita que essa seja uma boa recomendação.

Com braço quebrado, indígena de 12 anos espera atendimento há 3 meses

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Garoto quebrou o antebraço direito em novembro de 2015 e até agora não foi levado ao Hospital em Aquidauana (Foto: Direto das Ruas)

om o antebraço direito quebrado, um garoto indígena de 12 anos espera há três meses por atendimento. O menino, da etnia Kadiwéu, vive na Aldeia Alves de Barros, em Bodoquena, a 270 quilômetros de Campo Grande. Ele conseguiu vaga no Hospital de Aquidauana, mas o transporte depende de um departamento especial de saúde indígena. informação que a família recebeu é de que uma equipe foi buscar o garoto, mas ele não estava lá, três dias depois da queda, no dia 16 de novembro. Ocorre que a família afirma não ter saído da comunidade e não ter visto nenhum veículo da Sesai (Secretária Especial de saúde Indígena) por lá, naqueles dias. Com o tempo. o osso do antebraço do garoto está calcificando torto e ele conta apenas com medicação oferecida pelo posto da aldeia.

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MPF quer anular multa de R$ 3 milhões contra índio que vendia artesanato

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  • Adorno para cabeça com penas, um dos exemplares do artesanato típico dos Wai Wai

O Ministério Público Federal no Pará se posicionou a favor da anulação de multa milionária aplicada pelo Ibama a um índio Wai Wai. Em valores atualizados, a multa original, de R$ 1,485 milhão, aplicada em 2009, chega perto de R$ 3 milhões.

Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), a autuação do índio Timoteo Taytasi Wai Wai foi motivada pela apreensão, em 25 de junho de 2009, de 132 peças de artesanato de subprodutos da fauna silvestre (penas de papagaio) destinadas ao comércio, durante a festa do boi de Parintins, no Amazonas.

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