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Estudante indígena da UFRGS é agredido em frente a moradia estudantil; advogado fala em preconceito

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m estudante cotista indígena de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi agredido por um grupo de rapazes, diante da moradia estudantil da instituição, em Porto Alegre, na madrugada deste sábado. A vítima, o caingangue Nerlei Fidelis, de 33 anos, recebeu socos e pontapés, e sofreu diversos ferimentos pelo corpo. O advogado dele, Onir Araujo, acredita que se trata de um caso de preconceito.

Segundo o defensor, o ataque aconteceu por volta da 1h30, quando Nerlei, que estava acompanhado de um sobrinho, foi até a moradia estudantil para encontrar outro parente que reside no local. Na portaria, ele foi insultado pelos rapazes, que teriam perguntado o que os índios faziam ali. O estudante tentou argumentar com o grupo, perguntando qual era o motivo da provocação, mas acabou agredido.

Índios protestam contra hidrelétricas no Rio Tapajós

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Ativistas e indígenas Munduruku durante protesto no Rio Tapajós

A área inundada inclui 178 mil hectares da Terra Indígena Sawré Muybu, reserva que pertence à etnia Manduruku e cuja delimitação foi paralisada exatamente pelo interesse do governo nessa área. Os índios consideram que a barragem ameaça não só uma enorme área rica em biodiversidade e sua fonte de alimentos, como também sua cultura.

“Se essa usina for construída, os impactos ambientais serão muito grandes e vão além da inundação da floresta. Os peixes que hoje vivem no rio morrerão, várias plantas não vão resistir e animais não terão o que comer. Uma coisa está ligada à outra. Quando um rio morre, muita coisa morre com ele. Se o rio Tapajós morrer nosso povo ficará ameaçado”, disse o chefe dos guerreiros do povo, Adauto Akay Munduruku, citado no comunicado do Greenpeace.

Para o diretor da Campanha Amazônia do Greenpeace, Danicley de Aguiar, ao insistir na construção de grandes hidrelétricas na Amazônia, o Estado brasileiro viola os direitos dos índios e ignora os riscos que o barramento dos principais rios da bacia amazônica podem causar ao equilíbrio ambiental de todo o bioma.

Relatora da ONU pedirá uma investigação sobre as violações dos direitos indígenas no Brasil

BABAU E EMBAXADORA DA ONU

Os esqueletos de aço balançam feito coqueiros num vasto terreno de Mata Atlântica devastada. Pilhas de tijolos, montanhas de areia, caminhões basculantes, bandeirinhas coloridas para atrair clientes. As placas anunciam ao tráfego veloz da BR-101: ‘Alfa Parque: lotes a partir de 450 m², em frente à praia do Cururupe’. Ilhéus, sul da Bahia.

A sedução do anúncio não revela que no Cururupe ocorreu a Batalha dos Nadadores, em 1559, chacina de indígenas comandada por Mem de Sá. Em memória dos mártires, todo ano ocorre a ‘Caminhada dos Índios Tupinambá de Olivença em Memória dos Mártires do Massacre do Rio Cururupe’.

O Alfa Parque é um dos vários empreendimentos em execução na porção norte dos limites da Terra Indígena Tupinambá de Olivença. Pouco depois do Alfa está a mineradora Guanabara, já incidente no território indígena, e a grande cratera aberta para a retirada de areia e demais minérios. A entrada da aldeia Tucum fica diante do enorme buraco, que forma um vale sem vida. :: LEIA MAIS »

Justiça Federal suspende despejo contra Pataxó no extremo sul da Bahia

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Em decisão no dia  17 de março, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região suspendeu a execução da reintegração de posse movida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) contra seis aldeias Pataxó da Terra Indígena (TI) Comexatibá. Depois de uma semana de muita tensão, os indígenas finalmente podem ter um momento de alívio – ainda que a decisão judicial não seja definitiva.

O ICMBio havia ingressado na Justiça com a finalidade de retirar os indígenas de dentro do Parque Nacional do Descobrimento, unidade de conservação ambiental que é gerida pelo órgão e que incide sobre a TI Comexatibá, já reconhecida e delimitada como de ocupação tradicional do povo Pataxó. :: LEIA MAIS »

Relatora da ONU quer avaliar as principais questões dos povos indígenas em MS

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A reunião entre a relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, autoridades e representantes de comunidades indígenas do Estado, foi realizada a portas fechadas, em função de protocolo da ONU (Organização das Nações Unidas) nesta sexta-feira (11) em Campo Grande.

No entanto, a relatora e uma liderança indígena deram declaração à imprensa. “O governo federal me convidou oficialmente para vir conferir a situação dos povos indígenas e falar com os órgãos que atuam nesta questão”, disse ela, lembrando que está há dois no Estado e visitou ontem acampanhemtos indigenas em Dourados, município distante 233 quilômetros da capital.

Além de representantes de, pelo menos, sete terras indígenas de quase todas as etnias de MS, participaram o Procurador do Ministério Público Federal, Emerson Kalis, os deputados estaduais João Grandão (PT) e Pedro Kemp (PT). :: LEIA MAIS »

Copa Indígena do Alto Solimões começa hoje em Benjamim Constant

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Entre as modalidades não tradicionais haverá competições de futebol de campo e salão e voleibol

Entre os dias 12 e 19 de março de 2016 acontece na comunidade indígena de Filadélfia, pertencente ao município de Benjamin Constant (AM) a 1ª Copa Indígena do Alto Solimões. Estarão presentes atletas das etnias Ticunas, Caixana, Cambeba, Witoto, Cocama e Canamari da região.

Entre as modalidades não tradicionais haverá competições de futebol de campo e salão e voleibol, além de mais 19 modalidades tradicionais como a canoagem, corrida na Selva, zarabatana, arco e flecha e entre outras.

De acordo com o presidente da Liga Esportiva do Alto Solimões, Marcelo Pinto, já estão confirmadas a participação de sete delegações dos municípios do Alto Solimões entre elas: Tabatinga e São Paulo de Olivença, além de 30 comunidades do município de Benjamim Constant: “Teremos a participação de sete municípios Tonantins, Amaturá, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Benjamim Constant e Atalaia do Norte”, diz.  :: LEIA MAIS »

Funcionários chegam para trabalhar e acham ‘Índio’ morto

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Um homem foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (11) na Rua Haiti, no Rio Verde, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. Foram pelo menos duas facadas e o homem não foi identificado oficialmente.

Segundo a Polícia Militar, a vítima era um morador de rua, conhecido apenas como “Índio”. Ele foi encontrado morto próximo a uma empresa de reciclagem, quando os funcionários chegaram para trabalhar.

A suspeita dos policiais é de que o crime tenha acontecido na madrugada, pois ninguém ouviu ou percebeu algo estranho no começo da manhã. O corpo do homem, que estava sem documentos, foi recolhido pelo Instituto Médico-Legal (IML) e a Delegacia do Alto Maracanã investiga o assassinato.

NOTA PUBLICA

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Em plena visita da ONU, Justiça ordena despejo de comunidade Guarani e Kaiowá

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Relatora da ONU sobre direitos dos povos indígenas iniciou nesta quinta sua visita ao Mato Grosso do Sul, enquanto indígenas correm risco de despejo no tekoha Taquara

Cerca de 80 famílias Guarani e Kaiowá do tekoha – lugar onde se é – Taquara, no município de Juti (MS), estão ameaçadas de despejo. Depois de decisão da Justiça Federal no fim de fevereiro, reintegração de posse contra indígenas pode ocorrer durante visita da relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos e as Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, ao Brasil.

O desembargador Hélio Nogueira, do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, anulou decisão anterior favorável à comunidade indígena, determinando a reintegração de posse de parte da fazenda Brasília do Sul, que incide sobre o território já identificado e delimitado como de ocupação tradicional do povo Guarani e Kaiowá. :: LEIA MAIS »

CPI do Genocídio ouve coordenador da saúde indígena em MS

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A CPI do Genocídio irá ouvir os depoimentos do coordenador do DSEI (Distritos Sanitários Especiais Indígenas), Hilário da Silva, órgão que cuida da Saúde dos indígenas no Estado, assim como Silvana Dias de Souza, subsecretária de Políticas Públicas para a População Indígena, vinculado ao governo estadual. A reunião vai ocorrer nesta tarde (10), a partir das 14h.

A reunião que ocorre no plenário da Assembleia Legislativa, será aberta ao público já que os convocados para depor não pediram sigilo. A intenção é fazer um levantamento sobre a situação dos indígenas em Mato Grosso do Sul, assim como buscar dados sobre os programas desenvolvidos para este público.

A comissão parlamentar investiga se houve omissão do Estado em casos de violência praticados contra os povos indígenas, do ano 2000 até 2015. A intenção é descobrir porque muitos casos não foram elucidados pelas autoridades competentes, buscando as devidas justificativas. O presidente da CPI, o deputado João Grandão (PT), ressaltou que não vai exigir dados ou informações sigilosas, que podem atrapalhar os processos em andamento.

A CPI começou como uma resposta à investigação contra o Cimi (Conselho Missionário Indigenista), a pedido de lideranças indígenas e de movimentos sociais. Ela já conseguiu ouvir representantes da Polícia Civil, Militar e do MPE (Ministério Público Estadual), que entregaram relatórios sobre os crimes praticados contra indígenas. Eles negaram qualquer omissão nas investigações.



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