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Guarani-kaiowá x ruralistas: o que provoca “guerra” que matou um índio no MS

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“É praticamente uma guerra. As estradas estão fechadas, carros da Polícia Militar queimados, fazendeiros rondando os índios.”

O relato do indígena Eliel Benites à BBC Brasil descreve a situação na manhã desta quarta-feira (13) na fazenda Ivu, a 20 km de Caarapó (MS), cenário de conflito entre ruralistas e indígenas que deixou um índio morto e ao menos seis feridos.

Índios guarani-kaiowá entraram na fazenda no último domingo – eles reivindicam a área como terra tradicional indígena.

Dois dias depois, cerca de 70 produtores rurais e funcionários cercaram o local e atacaram o acampamento montado pelos índios, que somava cerca de cem pessoas.

Em resposta ao que apontam como cobertura da Polícia Militar ao ataque, os índios dominaram uma equipe da PM que foi até o local após o confronto, incendiaram um carro, agrediram policiais e…. :: LEIA MAIS »

RR: operação desarticula rede de apoio a garimpo ilegal em terra indígena

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Segundo as investigações, o homem era proprietário de uma fazenda no Projeto de Assentamento Paredão, no município de Alto Alegre, região norte do estado. Em um dos lotes, o proprietário construiu uma estrada para facilitar o acesso de garimpeiros às margens do Rio Uraricoera, rota fluvial para o garimpo na Terra Indígena Yanomami.

Ainda de acordo com a Polícia Federal havia cobrança de pedágio para utilizar a estrada, que variava de R$ 100,00 a 500,00. Foi construído um bloqueio com cancela na vicinal 6 do assentamento para forçar a passagem pelo pedágio ilegal. A Polícia Federal constatou ainda que a fazenda era utilizada para hospedagem, alimentação e depósito de materiais ilícitos de garimpeiros e outros envolvidos na prática. A Polícia permanece na fazenda em ação conjunta com o Exército.

“Conceito de mãe é amplo para indígenas”, diz antropólogo do Amazonas

Entre alguns povos, a figura materna pode ser estendida a outros parentes como tias. Entenda o processoindias mulheres

O conceito de mãe pode ser diferente entre indígenas e não indígenas. Foto: Divulgação/Agência Minas

MANAUS – A mãe é provavelmente a primeira pessoa que conhecemos. Primeiro porque somos gestados por elas e, depois, pela ligação que se estabelece através da educação. Entre praticamente todos os seres do reino animal é assim. O que muda é o conceito, como por exemplo, entre os povos indígenas e não indígenas. O Portal Amazônia conversou com um antropólogo para identificar as características e visão da mãe nos povos indígenas. :: LEIA MAIS »

UFSCAR publica edital de seleção para ingresso de estudantes indígenas

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São 64 vagas, sendo uma por curso, nos quatro campi da universidade.

 A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) publicou o  edital seleção para ingresso de estudantes indígenas em 2017 nos cursos de graduação presenciais.                                                                                                                                    Os candidatos têm até o dia 9 de setembro para enviar à instituição a documentação completa pelos Correios contendo a ficha de inscrição, a declaração de etnia e de vínculo com comunidade indígena e o questionário socioeducacional devidamente preenchidos.

As provas serão aplicadas em Cuiabá, Manaus, Recife e São Paulo. Ao todo são ofertadas 64 vagas, uma vaga para cada opção de curso de graduação, distribuídas entre os campi São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino, em Buri. Outras vagas ainda poderão ser acrescentadas dentre as que não forem preenchidas ao final do processo seletivo para refugiados.

480 candidatos em 2016
Essa seleção específica é realizada pela universidade desde o ano de 2008. Em 2016 foram 480 candidatos inscritos para participar do processo seletivo, o que representou um crescimento muito expressivo em relação às seleções anteriores. No ano passado foram 237 candidatos com provas aplicadas somente na cidade de São Carlos.

As relações sobre documentação e a relação de cursos ofertados podem ser consultadas por meio do edital disponível no site da UFSCar.

CartaCapital diz que Jucá possibilitou genocídio indígena em Rondônia

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Enquanto era presidente da Funai, Romero Jucá entregou as terras dos índios Akuntsu a seus algozes, diz sertanista

Na última quinta-feira, 26 de maio, faleceu em Rondônia o indígena Konibu, o velho líder e xamã do povo Akuntsu. Sobrevivente de um genocídio, ele já estava bastante debilitado por um câncer e problemas cardíacos, e tinha em torno de 85 anos., Morreu em paz, deitado na rede dentro da maloca onde viva, auxiliado por agentes de saúde e pelo sertanista da Funai, Altair Algayer.

Se a morte foi tranquila, no entanto, Konibu sofreu muito em vida. E parte desse sofrimento se deve a um ato político deRomero Jucá enquanto era presidente da Funai: a destinação da terra onde os indígenas vivam para fazendeiros.
Os Akuntsu, seus vizinhos Kanoê e o “Índio do Buraco” são remanescentes de três povos que sofreram…. :: LEIA MAIS »

Indígenas do Sertão do Moxotó são capacitados pelo programa Boa Visão

Kambiwa

Indígenas de seis municípios do Sertão do Moxotó começam nesta segunda-feira a serem capacitados pelo programa Boa Visão. Eles serão responsáveis por realizar a triagem de acuidade visual em 52 escolas estaduais indígenas. A capacitação acontece na sede da Gerência Regional de Educação de Arcoverde.

Desde que foi lançado, em 2012, o programa já realizou mais de 78,9 mil consultas em estudantes e profissionais de escolas públicas estaduais. Durante a capacitação, que terá aulas teóricas e práticas, os profissionais serão apresentados ao Programa e conhecerão os pontos fundamentais da saúde ocular.

Após a triagem, caso seja necessário, os alunos diagnosticados com problemas de visão serão encaminhados para consultas com especialistas, que serão realizadas na Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAE) de Arcoverde. Caso os médicos avaliem que há a necessidade do uso dos óculos, os estudantes fazem a solicitação no mesmo dia da consulta e o Lafepe os entrega em um prazo de 60 dias.

Além da UPAE de Arcoverde, as unidades de Afogados da Ingazeira, Limoeiro, Belo Jardim e Serra Talhada, no Sertão do Estado, também já realizam as consultas do Projeto Boa Visão. Desde o início do Projeto, já foram entregues 44.888 óculos corretivos e 962 escolas estaduais foram beneficiadas.

Samarco/Vale-BHP pagará auxílio emergencial a índios de Aracruz

INDIOS DO VALE ES
Depois de mais de sete meses de pressão, os índios Tupinikim e Guarani de Aracruz, norte do Estado, conseguiram firmar acordo com a Samarco/Vale-BHP pelos impactos do crime do rompimento da barragem em Mariana (MG) às aldeias do município. A empresa terá que pagar, durante cinco meses, um auxílio emergencial às famílias indígenas e realizar estudos para analisar a qualidade da água dos rios. Além da contaminação pela lama de rejeitos, os índios cobram respostas para as recentes mortandades de peixes no rio Piraquê-Açu e Piraquê-Mirim.
O auxílio, que a empresa insistia em destinar apenas à aldeia de Comboios, será feito às famílias de todo o território indígena, que somam 915. Segundo que coordena na região a Fundação Nacional do Índio (Funai), o valor foi fixado em R$ 723 por família, com a primeira parcela paga na próxima quarta-feira (15).
Já em relação aos estudos, a mineradora terá até três meses para iniciar as análises e o monitoramento da água, que deverão abranger as terras Tupinikim e Guarani, já que os pontos de coleta, até… :: LEIA MAIS »

De craque para craque: índio artilheiro manda recado a Neymar

CRAQUE
Condutor da tocha em Palmas, Ismael Suzawre fez seis gols nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas e garantiu título ao time da etnia Xerente

Carregar uma tocha já foi um costume dos antepassados de Ismael Suzawre, índio da etnia Xerente. Mais tarde, eles passaram a usar a lamparina. E, desde o começo dos anos 2000, a luz elétrica chegou à aldeia Porteira, em Tocantínia, que fica a 75km de Palmas. Hoje, aos 28 anos, ele retomou, por alguns minutos, as tradições históricas de seu povo por um motivo especial: ser um dos condutores da tocha Olímpica Rio 2016 na capital tocantinense.

De craque para craque: índio artilheiro manda recado a Neymar

Ismael Suzawre conduz a tocha em Palmas (Foto: Leonardo Rui/Rio 2016)

“Acho importante representar o povo Akwē Xerente no revezamento”, diz Ismael, que joga futebol e foi campeão da primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, realizada no…….. :: LEIA MAIS »

Prisão preventiva – TRF-3 solta indígena que não tinha dinheiro para pagar fiança de R$ 10 mil

A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (MS e SP) concedeu Habeas Corpus a uma indígena que não tinha recursos para pagar a fiança no valor de R$ 10 mil. O colegiado ponderou que a prisão preventiva, à qual ela estava submetida, é uma medida excepcional, que se justifica apenas quando demonstrada sua real indispensabilidade para assegurar a ordem pública e econômica, assim como a instrução criminal ou a aplicação da lei penal — o que não era o caso.

A indígena é acusada de praticar os crimes definidos nos artigos 171, parágrafo 3º, do Código Penal e artigo 2º da Lei 12.850/2013, por ter assinado como testemunha em 25 certidões tardias de registro civil de supostos indígenas, utilizadas para a posterior obtenção do benefício previdenciário de aposentadoria rural e a consequente obtenção de empréstimos consignados fraudulentos.

 

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Nota pública: o povo não cabe no orçamento do governo provisório

temer                                                                                                              CIMI

A Articulação das Pastorais do Campo, composta pelo Conselho Indigenista Missionário – CIMI, Comissão Pastoral da Terra – CPT, Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP, Serviço Pastoral dos Migrantes – SPM, divide com os grupos e comunidades com as quais convivem suas angústias e apreensões, diante da violência institucional e do desmonte dos direitos conquistados em longo processo de lutas.

Após o Senado Federal ter afastado temporariamente, numa manobra claramente golpista, a presidenta Dilma Rousseff e empossado provisoriamente Michel Temer, estão sendo impostas, irresponsavelmente, medidas com caráter de mandato definitivo.  Medidas que afetam diretamente os mais fracos e vulneráveis de nosso país, sobretudo os povos e comunidades do campo, das florestas e das águas. :: LEIA MAIS »



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