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:: ago/2021

Indígenas estendem acampamento em Brasília contra o Marco Temporal

NDÍGENAS PROTESTAM EM FRENTE AO PALÁCIO DO PLANALTO. FOTO: SERGIO LIMA / AFP.

Com suspensão do julgamento no Supremo Tribunal Federal, organizadores anunciaram que os mais de 6 mil indígenas ficam na capital até dia 2 Os mais de 6 mil indígenas presentes em Brasília para a mobilização contra o Marco Temporal decidiram ficar na capital federal até o dia 2 de setembro. :: LEIA MAIS »

Demarcação de terras indígenas: STF dá início a julgamento, que prosseguirá na próxima quarta (01)

Indígenas de todo o País estão em Brasília para acompanhar o julgamento. (Foto: Reprodução/Facebook/Apib).

Após o adiamento de quarta-feira (25), o STF (Supremo Tribunal Federal) retomou hoje, quinta-feira (26), o julgamento do RE (Recurso Extraordinário) 1.017.365, que deve definir a questão do marco temporal de demarcação de terras indígenas. A sessão foi encerrada após a leitura do voto do relator, ministro Edson Fachin. –

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Mobilização continua: STF adia para amanhã (26) julgamento histórico sobre terras indígenas

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Indígenas assistem a sessão do Supremo Tribunal de Justiça. Foto: Walney Magno

Pela quarta vez, em dois meses, STF não julga processo que pode definir futuro dos povos indígenas; julgamento deve iniciar nesta quinta-feira 26

O julgamento do caso de repercussão geral sobre demarcações de terras indígenas, que estava marcado para entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 25, foi adiado para amanhã, quinta-feira, 26. Essa é a quarta vez, em dois meses, que o processo que pode definir o futuro dos povos indígenas é pautado e não é julgado pela Suprema Corte. :: LEIA MAIS »

ATL: Mais de seis mil indígenas realizam a maior mobilização pós Constituinte em Brasília

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Foto: Walney Magno

Lideranças indígenas de 170 povos estão mobilizadas no acampamento Luta pela Vida, pela garantia de seus direitos originários e contra o marco tempora

Vindos de todas as regiões do país, cerca de 6 mil indígenas, de mais de 170 povos, estão mobilizados na capital federal, pela garantia de seus direitos originários e contra o marco temporal, nesta que tem sido a maior mobilização indígena pós-constituinte. :: LEIA MAIS »

MPF avalia que governo descumpriu decisão do STF e impossibilita fiscalização do combate a Covid entre indígenas

Índia arqueira dos Pataxó Hãhãhãe de Pau Brasil na Bahia

Os documentos apresentados pelo governo federal para comprovar medidas tomadas para o combate da Covid em aldeias indígenas foram reprovados pelo Ministério Público Federal (MPF). As informações são da coluna do jornalista Lauro Jardim, associada ao O Globo. De acordo com a publicação, a manifestação do órgão foi anexada em ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) para cobrar ações concretas da União para proteger os indígenas da pandemia.

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‘Pelo menos 300 parlamentares são anti-indígenas’, avalia Cimi

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Secretário-executivo do Cimi denuncia união de integrantes das bancadas ruralista, das mineradoras, da bíblia, da bala e das empreiteiras para alterar a Constituição e acabar com a demarcação de terras.

Jornal Brasil Popular – O secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário, Eduardo de Oliveira, cita nomes e números relacionados a deputados e senadores eleitos com financiamento do agronegócio, além de apontar ministros e autoridades que promovem destruição da Amazônia e violências contra povos indígenas do país, representadas na atual conjuntura pela tramitação do Projeto de Lei 490 na Câmara Federal. Aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), esse PL pretende abrir as terras indígenas para exploração econômica predatória e na prática inviabiliza demarcações.

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Recém-contatados, indígenas Awá-Guajá enfrentam o desafio da sobrevivência em meio à covid-19

Foto tirada pelo grupo Guajajara durante as rondas de vigilância em seu território. – Reprodução

Reportagem mostra como Awá-Guajá receberam apoio incomum da Vale que culminou na chegada da covid a seus territórios

Este texto foi publicado originalmente em 2 de agosto no site argentino Bocado, fruto de trabalho realizado com fundos do Amazon Rainforest Journalism Fund (ou Amazon RJF), em parceria com o Pulitzer Center. :: LEIA MAIS »

BA: SEC lança coleção de livros produzidos por professores indígenas e focados na Educação Escolar Indígena

Foto: Olinda Wanderley

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) lançou a Coleção Maya de livros didáticos produzidos por professores indígenas do povo Pataxó Hãhãhãe, em evento no Colégio Estadual da Aldeia indígena Caramuru Paraguaçu, localizado no município de Pau Brasil, na região Sul da Bahia. A ação visa o fortalecimento do pertencimento étnico e a valorização dos conhecimentos tradicionais. Mais de 48 mil livros da coleção, composta por cinco volumes, foram distribuídos pela SEC, em junho deste ano, para as escolas indígenas de toda a Bahia.

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Educação em tempos de coronavírus: visibilidade da exclusão social e digital

NORTE

*Vera Lúcia de Mendonça Silva / Anna Lorena Morais Silva

.1. Visibilidade dos excluídos sociodigitais no país Em um país
cuja desigualdade social tem aumentado nos últimos 4 anos, a pandemia do Covid-19 há dado mais visibilidade às condições de vida da população. A falta de infraestrutura nos bairros, o desemprego e as perversas situações de trabalho e de salário saíram à luz. Em meio a esse cenário, a exclusão digital emergiu do encobrimento. Em circunstâncias em que o mundo se tornou mais virtual, as relações se (re) estabeleceram em rede e muitas ocupações se tornaram dependentes da tecnologia, foi possível identificar que as novas estratégias de relacionamento e trabalho não incorporaram a totalidade dos indivíduos. :: LEIA MAIS »

Movimento Indígena da Bahia é recebido em audiência pelo presidente da Assembleia Legislativa

O deputado Marcelino Galo solicitou a agenda que acorreu na sala da presidência da Alba

O coordenador geral do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba) , Agnaldo Pataxó, foi recebido nesta terça-feira (10)  pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes, em uma reunião no gabinete do presidente da Alba, através da agenda do deputado estadual, Marcelino Galo.

Acompanhado do deputado Marcelino Galo,  e do coordenador de políticas para povos indígenas, Jerry Matalawê da SJCDH, além da sub secretaéria Ruthian, e Jumaria Payaya diretora, ambas do Mupoiba, Agnaldo Pataxó, tratou das demandas legislativas relacionadas a pauta indígena. Entre elas, a formalização da Frente Parlamentar Indígena, que tem como presidente a deputada Fátima Nunes. :: LEIA MAIS »



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