:: fev/2016
Ataque a aldeia Kurussu Ambá apavora indígenas e Funai
Cristina Livramento
Indígenas do acampamento Kurussu Ambá estão sendo atacados desde o meio-dia, deste domingo (31), em Coronel Sapucaia, a 400 km de Campo Grande. De acordo com o indígena Eliseu Lopes, que está no local, a situação é grave e até agora nenhuma autoridade compareceu na região para tomar as devidas providências.
Eliseu contou para a reportagem que várias caminhonetes percorrem o local atirando e jogando gasolina nos barracos para atearem fogo. Ele disse que não tinha como informar um número preciso de quantos barracos já haviam sido queimados porque observava a situação de longe. “As crianças, as pessoas aqui estão escondidas no mato”. :: LEIA MAIS »
Índios sofrem ataques a tiros após retomada de fazenda em Coronel Sapucaia
Foto: Cimi
Índios Guarani Kaiowá sofreram ataques a tiros nesta domingo (31) durante tentativa de retomada da sede da fazenda Madama em Coronel Sapucaia – distante 395 quilômetros de Campo Grande.
Segundo informações preliminares, os ataques aconteceram nos três acampamentos que compõem aldeia Kurusu Ambá. Há informações que dão conta de possível desaparecimento de uma adolescente da aldeia, que seria filha de um dos líderes da tribo, e que uma pessoa teria morrido dentro da fazenda, mas ainda não há confirmação oficial.
Conforme informações preliminares, os ataques aconteceram por volta das 10 horas de domingo (31). Os índios retomaram parte da fazenda no sábado (30). E proprietários e funcionários da fazenda teriam disparado tiros depois de estabelecer cordão de isolamento do local.
A equipe de Notícias entrou em contato regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Ponta Porã para conversar com responsável Elder Ribas, mas foi informada que ele está no fora da sede da Funai justamente na tentativa de obter mais informações sobre situação atual da fazenda Ma
Ciência indígena pode ajudar no combate ao Aedes aegypti, defende pesquisador

Palmas – Fotografia em dupla exposição de Índio da etnia Pataxó e lua no sexto dia de competições (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Essa lista de doenças graves possui o mosquito Aedes Aegypti como vetor em comum. Medindo menos de 1 centímetro, preto com manchas brancas no corpo e pernas, o seu controle é difícil por ser versátil e depositar ovos extremamente resistentes que sobrevivem vários meses antes do contato com a água.
Ao menos, o combate ao inseto adulto pode ser potencializado com o conhecimento indígena. É o que defende o pós-doutor em Astronomia Germano Afonso, que dedica sua vida acadêmica ao estudo de como a Astronomia Indígena contribuiu e é capaz de contribuir com a Ciência Ocidental. (Por que Astronomia Indígena? :: LEIA MAIS »
A arte da sabedoria indígena
Salvino dos Santos Braz,
Para a gente ser gente, precisamos estar em equilíbrio e fazer alguma coisa a favor das plantas, das águas e do solo
LUCAS SIMÕES
Um dos maiores expoentes do povo pataxó, é também professor na Escola Indígena Bakumuxá, autor de quatro livros e canções sobre a relação do índio e do homem com a natureza. Ele apresenta show “Cantos para Alfabetizar” no 10º Festival de Verão da UFMG, dia 01 de fevereiro. Ele conversou sobre suas inspirações artísticas, a resistência indígena e a importância de suas obras terem chegado às universidades. Leia a entrevista completa: :: LEIA MAIS »














