Artesanato produzidos pelos dos Tupinambá de Olivença em Ilhéus. Foto: Janaina Soares

Artesanato produzidos pelos dos Tupinambá de Olivença em Ilhéus. Foto: Janaina Alves Soares

Estão abertas, até 05 de janeiro, as inscrições para o I Festival do Artesanato Baiano Indígena e da Economia Solidária (FABI), iniciativa que valoriza a produção artesanal de povos indígenas e fortalece a economia solidária na Bahia. O Edital de Chamamento Público nº 015/2025, selecionará 60 participantes, incluindo artesãos individuais, mestres artesãos e entidades representativas. Uma vaga é reservada exclusivamente para Mestre Artesão Indígena, e há uma cota mínima de 10% para artesãos indígenas com deficiência (PcD). Para garantir a candidatura, é essencial observar cuidadosamente as orientações do regulamento, conferir todos os anexos antes do envio e respeitar o prazo final.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente on-line –  através do site oficial do Artesanato da Bahia www.artesanatodabahia.com.br –  efetuando o preenchimento do formulário e envio da documentação exigida no regulamento, incluindo imagens nítidas e atuais das peças produzidas. A seleção considerará o atendimento aos requisitos e uma curadoria técnica sobre o conjunto apresentado, com foco na qualidade, na representatividade cultural e na diversidade de técnicas e materiais. O resultado será divulgado nos canais oficiais da organização do festival, e as pessoas selecionadas serão contatadas por e-mail para os próximos passos.

O festival reunirá artesãs e artesãos em uma programação que combina feira de comercialização, oficinas formativas, exposições e apresentações culturais, criando um espaço de visibilidade, troca de saberes e geração de renda, com a presença já confirmada do cantor e rapper Xamã, na programação cultural.

A iniciativa é uma realização do Governo da Bahia, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e da Coordenação de Fomento ao Artesanato (CFA), em parceria com as secretarias estaduais de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi) e de Cultura (Secult); a Federação das Associações de Artesanato do Estado da Bahia (FAAEB); a Prefeitura Municipal de Santa Cruz Cabrália; a Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (Finpat); a Associação Beneficente Ilê Axé OjuOnirê; o Instituto Convida; o Instituto Curupira e o Instituto Brasileiro do Desenvolvimento do Esporte e Cultura (IBDE).

Fonte
Ascom/Artesanato da Bahia