:: jan/2018
BA: Edital destina R$ 5 milhões para promoção do artesanato baiano

O Artesanato indígena dos Tupinambá de Olivença do sul da bahia, tem se destacado pela boa qualidade. Foto: Janaína Soares
POLÊMICA: Cabeça de índio brasileiro exposta em museu de Viena

Cabeça cortada pelos Munduruku e transformada em troféu de guerra, em exposição em Viena – Reprodução Wikimedia Commons
Em exibição no Weltmuseum, de Viena, uma cabeça cortada usada como troféu de guerra pelos Munduruku, etnia indígena do Norte do Brasil, tem gerado polêmica entre alguns frequentadores. De acordo com reportagem do jornal “The Art Newspaper”, especialistas criticaram a instituição por mostrar restos mortais de um representante de povos originários e não fornecer informações sobre a procedência da cabeça e dos demais artefatos, datados do século XIX.
A curadora do Weltmuseum, Claudia Augustat, declara ao jornal britânico que a exposição segue as diretrizes do Conselho Internacional de Museus (Icom) para a exposição de restos humanos, mas não dá detalhes sobre como o artefato foi adquirido. :: LEIA MAIS »
POLÍTICA: Rede Discute Possível Candidatura a Deputado Federal de Indígena na Bahia
Com o apoio da Comissão Provisória do partido em Ilhéus na Bahia, o Elo Estadual da Rede Sustentabilidade discute a pré-candidatura do Cacique Ramon Tupinambá a deputado federal no pleito deste ano. O nome da liderança ilheense também agrada comissões provisórias de outras cidades baianas. Por isso, o Elo Estadual fez o convite já aceito pelo cacique da Aldeia Tucum. Caso a candidatura se confirme, essa será a primeira participação de um índio Tupinambá na corrida para o Congresso Nacional.
Professor indígena é morto a pauladas em Santa Catarina
Índio da etnia Xokleng foi assassinado a pauladas na cidade de Penha, a menos de 40 quilômetros de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina. Embora o crime tenha ocorrido na primeira madrugada do ano, só veio a público nesta quarta-feira (3), quando imagens registradas por câmeras de segurança foram divulgadas e várias entidades passaram a cobrar o esclarecimento do caso e punição do assassino. Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a vítima é Marcondes Namblá, um professor que dava aulas em uma escola indígena do município de José Boiteux, no Vale do Itajaí. Formado pelo curso de licenciatura intercultural indígena da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), Marcondes era identificado como uma das lideranças de sua comunidade, atuando para preservar a língua Laklãnõ-Xokleng. Índio vendia picolé nas férias Ele aproveitava o :: LEIA MAIS »













