:: abr/2016
Dirigente indígena do Equador convoca na Guatemala à unidade
A dirigente indígena kichwa do Equador, Nina Pacari, de visita à Guatemala, convocou os povos originários a trabalharem pela unidade na luta a nível continental e promoção dos princípios destas nações. Durante um encontro com membros do Comitê Executivo Nacional do Movimento Político Winaq, a ativista social incentivou a continuar batalhando pela democratização do acesso a uma justiça real e pela inclusão política dos indígenas de Abya Yala ou América Latina.
com seus anfitriões algumas experiências de seu trabalho como parte do movimento indígena de seu país, mas também com advogada, em particular na defesa dos Direitos Coletivos dos Povos.
“No Equador tem ficado claro que enquanto povos demonstramos capacidade na administração pública, mas não é o fim último da luta”, declarou.
:: LEIA MAIS »
De Roraima: primeiro reitor indígena do Brasil quer uma Universidade diversificada
Jefferson Fernandes quer aumentar o número de professores com doutorado e dar apoio a educação indígena na Universidade
O o primeiro reitor indígena do Brasil é da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O professor-doutor em agronomia, Jefferson Fernandes do Nascimento, tomou posse do cargo em Brasília no início de março. O Portal Amazônia entrevistou o reitor por telefone para saber sobre a carreira, planos e desafios que serão trabalhados dentro da Universidade Federal de Roraima. :: LEIA MAIS »
Todo dia é dia de Índio
No próximo dia 19 de Abril estaremos comemorando o Dia do Índio. Mas uma pergunta fica no ar: O que nossos índios, atualmente, têm a comemorar nesse dia? Sabe-se que muito pouco. Na realidade, desde quando os portugueses pisaram por aqui, os índios nunca foram levados a sério, nunca foram tratados com respeito.
Desde o começo, por se acharem “civilizados” quiseram mudar uma cultura milenar, na forma de “reduções” e “aldeamentos”. Quiseram mudar uma espiritualidade pautada na natureza em detrimento de um Deus único. Matavam-nos porque não queriam entrar num sistema de escravidão e os chamavam de vadios e indolentes.
BRAULIO MORAES NETO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA BACHAREL E LICENCIADO EM HISTÓRIA E LICENCIANDO EM FILOSOFIA














