
Sônia Guajajara está despontando no cenário político nacional e pode compor chapa à presidência. Foto: Mídia NINJA

Sessão especial Culturas de Água dos Povos Indígenas da América Latina foi coordenada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).Foto:Reprodução/Agência Brasil
Tratando a água como um membro da família e como algo sagrado a ser conservado para as próximas gerações, as comunidades indígenas de países sul-americanos defenderam a preservação dos rios e montanhas e criticaram as propostas de privatização e venda de mananciais e aquíferos durante o 8.º Fórum Mundial da Água.
A brasileira Maria Alice Campos Freire, do Conselho Internacional das Treze Avós Indígenas, explicou que os povos indígenas da Amazônia sempre tiveram uma relação de respeito com a água, que é passada de geração para geração desde os ancestrais. Na educação tradicional, a água, conta, é reverenciada e, antes de se pensar no consumo, deve ser observada como algo “que devemos reverenciar”. :: LEIA MAIS »

Indígenas afirmam que a região, banhada pelo Rio Paraná, na fronteira com Salto del Guayrá (Paraguai) é terra de seus antepassados / Paulo Porto
“- Ei, índio.
– O que foi?
– Verdade que você vai invadir minha casa?
– Não é assim”
O diálogo acima, relatado por uma liderança indígena, não é eventual, mas uma realidade do dia a dia para as 14 comunidades indígenas Avá Guarani, ocupantes de territórios no entorno das cidades de Guaíra e Terra Roxa, região Oeste do Paraná, na relação tensa com a comunidade local e com produtores rurais da região. :: LEIA MAIS »

A Secretária da Sepromi, Fabya Reis, o professor universitário Jessé Souza, e a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SPM), Julieta Palmeira, debateram sobre os impactos do sistema escravocrata na realidade social e econômica do país
Foi aberta na manhã desta quarta-feira (21), em Salvador, a 22ª reunião ordinária da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais, instância ligada à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). Este é o primeiro encontro do ano e reúne representações indígenas, quilombolas, de fundos e fechos de pasto, geraizeiros, ciganos, povos de terreiro, pescadoras, marisqueiras, além de órgãos governamentais. Serão discutidos temas relacionados aos esforços pela garantia de direitos dos segmentos e demandas dos diversos territórios de identidade da Bahia. :: LEIA MAIS »

A exposição Índios Korubo: Vale do Javari está em cartaz na reitoria da UFBA (Sebastião Salgado/divulgação)
A exposição Índios Korubo: Vale do Javari, do renomado fotógrafo Sebastião Salgado, foi estendida e poderá ser visitada pelo público até a próxima sexta-feira (23), das 9h às 17h, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba). A mostra, composta por 15 fotografias, foi uma das principais atrações do Fórum Social Mundial, que aconteceu em Salvador de 13 a 17 deste mês. A entrada é franca. :: LEIA MAIS »

O filme conta a história da luta dos guaranis contra a redução da Terra Indígena Jaraguá.Rovena Rosa/Agência Brasil
A primeira vez no cinema do índio guarani Mirindjú, 21 anos, será especial. “Dizem que eu apareço [no filme], mas eu quero ver. Estou ansioso”, disse o jovem indígena antes de entrar na sala do Cine Sesc, onde foi exibido, na noite desta segunda-feira (19), o filme Ara Pyau – A Primavera Guarani. O documentário do cineasta Carlos Eduardo Magalhães conta o processo de luta pela demarcação da Terra Indígena Jaraguá, na zona norte paulistana. Ao lado de Mirindjú, cerca de 100 guaranis foram conferir a própria história na telona. A exibição faz parte da 6ª edição da Mostra Tiradentes em São Paulo. :: LEIA MAIS »
Carrego, como indígena, um peso nos ombros. Por um lado fazendo mea culpa por não ter palavras para, de forma coerente, bem expressar os sentimentos herdados da ancestralidade, por outro, por estar sempre buscando outros conhecimentos para bem entender os sentidos como continuidades da vida.
Daí eleger o preconceito para o debate: o preconceito contra o povo indio pela sociedade dita culta como ponto instável.
E penso: logo o índio, essa raça nativa que vivia isolado sem atrapalhar ninguém?
O preconceito foi e é mesclado de ódio e pena – pena é o verniz da falsidade. :: LEIA MAIS »

Convênios celebrados por meio da SDR beneficiam agricultores familiares. (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)
A marca de 400 viagens a municípios baianos foi alcançada pelo governador Rui Costa nesta segunda-feira (19), durante visita à cidade de Santo Estêvão, no centro norte da Bahia. Ao longo dos mais de 1,2 mil dias de trabalho como governador, Rui já visitou 211 municípios.
“[Essa marca] representa um estilo, um jeito de fazer gestão, que é estar perto de onde as coisas acontecem. Nessas 400 viagens, já visitei quase 300 escolas, dezenas de hospitais e postos de saúde. Assim, nós vamos conhecendo cada município no seu detalhe: a praça que precisa ser reformada, o mercado que precisa ser construído, a comunidade que precisa de água, o projeto do hospital, o projeto da policlínica”, destacou o governador. :: LEIA MAIS »

O governador participou ainda da inauguração a Unidade de Pronto Atendimento (UPA, acompanhado pelo secretário estadual da Saúde (Sesab), Fábio Vilas-Boas. Ascom
Em sua viagem de trabalho de número 399 ao interior da Bahia, o governador Rui Costa chegou, neste domingo (17), a Itabuna, no sul do estado, onde assinou ordem de serviço para início da segunda etapa de construção do Teatro Municipal da cidade, no valor de R$ 24 milhões.
“É uma emoção grande saber que amanhã completamos 400 viagens de trabalho ao interior. Isso mostra o nosso estilo de gestão, que é governar próximo onde as coisas acontecem, indo aos municípios e conhecendo as demandas e as obras realizadas. Hoje aqui em Itabuna inauguramos a UPA, uma contenção de encostas e autorizamos mais uma etapa da construção do Teatro, empreendimento belíssimo e tão importante, que vai atender toda a região”, afirmou o governador. :: LEIA MAIS »
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Salvador, na Bahia, para participar do Fórum Social Mundial na quinta-feira (15/03/2018). Lula foi recebido pelo Movimento Único de Povos e Entidades Indígenas da Bahia (MUPOIBA), que conduziu um ritual de proteção e, em seguida, discutiu pautas relacionadas à questão indígena.
Em seu segundo encontro com o ex-presidente, Kâhu Pataxó, que é coordenador do Movimento dos Povos Indígenas da Bahia, (Mupoiba), falou sobre a atual dificuldade de se debater a questão indígena no Brasil. :: LEIA MAIS »

Sônia Guajajara está despontando no cenário político nacional e pode compor chapa à presidência. Foto: Mídia NINJA
Na fronteira leste da Amazônia, um grupo de mulheres Guajajara protege a porta de entrada do último trecho de floresta contínua no estado do Maranhão. O grupo, que se apresenta como as Guerreiras da Floresta, é formado por 32 indígenas dedicadas a guardar seu território contra a destruição provocada por madeireiros, agricultores e caçadores.