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Assembleia Guarani pede demarcação, educação e saúde para indígenas
A 7ª Assembleia da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY), que reúne lideranças políticas e espirituais da etnia Guarani das regiões Sul e Sudeste do país, aprovou hoje (15) um manifesto em que reivindica demarcação de terras e elenca propostas para melhoria da educação e saúde dos indígenas. O documento foi divulgado dia (16). A assembleia está ocorrendo desde o último dia 12 na aldeia Tenondé Porã, em Parelheiros, zona sul do município de São Paulo. :: LEIA MAIS »
Brasil teve 137 índios assassinados em 2015 com casos de extrema violência
Cento e trinta e sete índios foram assassinados no ano passado, no Brasil. O número é quase o mesmo de 2014, quando foram registradas 138 mortes.
Os dados são da Secretária de Saúde Indígena, a Sesai, e foram divulgados nessa quinta-feira (15) pelo Conselho Indigenista missionário (Cimi), no relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil 2015.
A situação mais grave foi no Mato Grosso do Sul, que registrou 26% das mortes, a maioria dos Guarani Kaiowá. Elson Gomes Kaiowá, liderança indígena em Caarapó relata a situação no estado. :: LEIA MAIS »
Prevenção ao suicídio indígena também é foco do Setembro Amarelo
Prevenção ao suicídio indígena também é foco do Setembro AmareloBrasil Rural aborda o suicídio entre indígenas.
O Setembro Amarelo é uma campanha, criada em 2014, que busca conscientizar sobre a prevenção do suicídio. Por isso, o Brasil Rural traz o problema ao debate e aborda o suicídio no caso dos indígenas. Sobre o assunto, foi entrevistada a antropóloga e assessora do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Lúcia Helena Rangel.
A especialista explica que o índice de suicídios entre indígenas é mais acentuado em comparação ao resto da sociedade brasileira. Diz também, que o problema é mais comum entre os jovens e com os homens. De acordo com a antropóloga, a falta de demarcação de terra é apontada como um dos motivos para o suicídio indígena.
Associação de mulheres do Xingu recebe Prêmio Pontos de Cultura Indígenas
Mulheres Yamurikumã do Xingu
A partir do projeto Rodas de Conversa das Mulheres Xinguanas, cerca de 100 indígenas se reúnem, todo ano, para debater temas que afetam o cotidiano das integrantes. A iniciativa, promovida pela Associação Yamurikumã das Mulheres do Xingu, foi uma das premiadas no Prêmio Pontos de Cultura Indígenas, lançado pelo Ministério da Cultura (MinC), em 2015.
A associação recebeu, neste mês, recursos previstos no edital. O projeto faz parte do compromisso assumido pela atual gestão da pasta de cultura. :: LEIA MAIS »
Governador determina cancelamento de contrato com três terceirizadas
Governador Rui Costa Cancela contrato com três empresas terceirizadas da SEC Foto: Carla Ornelas/SECOM/GOV-BA
Mais de 7 mil postos de trabalho serão preservados com a determinação do governador Rui Costa de cancelamento dos contratos com três empresas inadimplentes na prestação de serviços à Secretaria de Educação. A recomendação do governador é de que os trabalhadores eficientes atualmente ligados às empresas sejam mantidos, e os que não atendam às necessidades das unidades escolares sejam substituídos, todos por meio de Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) válido até dezembro. :: LEIA MAIS »
Indígenas ocupam Dsei no MT
Guerreiros de 16 etnias do Xingu exigem exoneração de coordenador do Distrito Especial de Saúde Indígena, do qual suspeitam
Quando foi convidado a participar do Kuarup na aldeia Tuatuari, do povo Yawalapiti, em agosto último, o atual secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Rodrigo Rodrigues, não hesitou um segundo e aceitou na hora. Poucas semanas depois, no entanto, ao ser convidado pelos indígenas para um diálogo político, relutou. Como relata abaixo a liderança do povo Kuikuro, Marrayury, também conhecido como Jair Cineasta: “Se vem na festa do Kuarup, por que não quer vir aqui para discutir os nossos problemas de atendimento de saúde?” :: LEIA MAIS »
Índios sugerem criação de rotas aéreas para região isolada no Amapá
Medida diminuiria problemas com transporte para aldeias do Tumucumaque.
Proposta foi apresentada à FAB durante reunião.
Lideranças indígenas sugeriram a criação de rotas aéreas regulares entre a região do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e Macapá, no Amapá. A medida seria uma alternativa para solucionar problemas de transporte e acesso as cerca de 50 aldeias do parque, uma região isolada onde o único meio de acesso é por via aérea.
A sugestão foi proposta em uma reunião realizada na terça-feira (13), entre indígenas, Força Aérea Brasileira (FAB), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Ministério Público Federal (MPF). :: LEIA MAIS »
Após 105 anos, fotos de índios feitas por Koch-Grünberg voltam para RR
Uma cerimônia será realizada nesta terça-feira (13) na comunidade indígena do Barro, localizada no município de Pacaraima, ao Norte de Roraima, para marcar o retorno de fotos e vídeos feitos pelo etnologista alemão Theodor Koch-Grünberg em 1911. Fotografias feitas pelo etnólogo alemão estavam
no Museu de Berlim (Foto: Reprodução/Acervo Koch-Grünberg) As imagens registraram, há 105 anos, o surgimento da comunidade indígena, costumes e hábitos dos índios. As fotografias estavam no Museu de Berlim. :: LEIA MAIS »
“O não-indígena acha que não tem índios em SP”
Para o educador guarani Karaí Poty, a visão só vai mudar quando os próprios indígenas puderem dar aula sobre sua história
O que é ensinado sobre os povos indígenas nas escolas? E quem ensina?
Para Adriano Karaí Poty, a visão que se tem dos povos indígenas ainda hoje é estereotipada: só existe índio na Amazônia ou no Pantanal, todos andam pelados, com cocar na cabeça e fumam cachimbo.
“Só vai começar a mudar a visão do não-indígena quando der aula do índio de verdade, como está agora, atualmente. Não ensinar o índio do livro didático, que é aquele índio de 1500”, diz ele, que é coordenador do Centro de Educação e Cultura Indígena da Tenondé Porã, aldeia do povo Guarani Mbya localizada no Extremo Sul de São Paulo. :: LEIA MAIS »
Incêndio destrói 210 mil hectares de parque nacional indígena em Mato Grosso
. Um incêndio florestal já queimou, desde 10 de julho, 210 mil hectares do Parque Nacional do Xingu, maior área indígena de Mato Grosso.
Um incêndio florestal já queimou, desde 10 de julho, 210 mil hectares do Parque Nacional do Xingu, maior área indígena de Mato Grosso. Isso significa 7,9% do território, que fica ao norte do Estado, área de floresta amazônica. De acordo com Instituto Socioambiental (Isa), ONG de defesa do meio ambiente e dos povos indígenas, “a paisagem local exibe uma grande biodiversidade, em uma região de transição ecológica, apresentando cerrados, campos, florestas de várzea, florestas de terra firme e florestas em Terras Pretas Arqueológicas”. :: LEIA MAIS »




















