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:: ‘Notícias’

Competições em Copacabana divulgam esporte e cultura indígenas

a olimpiada indigena

Apresentação sociocultural de esporte indígena na Arena Esporte e Lazer do Ministério do Esporte, na praia de Copacabana. Na foto, apresentações de corrida com maraká, arremesso de lança, arco e flecha, do Povo Pataxó, da Bahia Tânia Rêgo/Agência Brasil

Esportes indígenas tomaram conta hoje (25) das areias da Praia de Copacabana. Índios e índias com roupas típicas, pintados a caráter e enfeitados com penas e cocares mostraram ao público suas competições ancestrais. :: LEIA MAIS »

Povo Pataxó da T.I Comexatibá sofre atentado e ameaças de despejo forçado da aldeia Cahy

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O povo Pataxó da Terra Indígena Comexatibá, antiga Cahy-Pequi, na Bahia, sofreu nesta segunda-feira, 22, um novo atentado. Homens não identificados pelos indígenas atearam fogo em uma ponte que passa sobre o rio do Peixe Grande e única forma de se entrar e sair da aldeia Cahy. Durante a ação, os criminosos realizaram vários disparos de arma de fogo para assustar os indígenas. O terror imposto aos Pataxó do Prado, como são historicamente denominados, ocorre de forma intermitente há ao menos três anos. :: LEIA MAIS »

Índios de Alagoas acompanham no Recife audiência em tribunal federal

A ACOMPANHAMENTO D PROCESSOS

No início da manhã, índios cantaram e dançaram na frente do TRF-5.
Grupo acompanha a sessão para definir demarcação de terras em AL.

Índios da tribo Kariri Xocó, do interior de Alagoas, estiveram no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), no Centro do Recife, para acompanhar um julgamento de demarcação de terras no município alagoano de Porto Real. Ao todo, quatro representantes da tribo acompanharam a sessão, iniciada às 9h desta quinta-feira (25), mas outros moradores da aldeia aguardam o resultado do lado de fora da sala. :: LEIA MAIS »

Exposição tem índio com uma câmera na mão e tudo que a luta pela terra significa

a foto exposição

Fotografia na retomada Ñanderu Marangatu. Neste dia, conflito matou indígena Semiâo Vilhalva. (Foto: Dionedison Terena)

Com imagens que dispensam palavras, o fotógrafo Dionedison Terena mostra a resistência cultural e a luta pela terra em Mato Grosso do Sul. O trabalho é diferente porque tem o olhar de uma das partes envolvidas nesse conflito. Dionedison nasceu na aldeia Bananal, em Aquidauana.

Na exposição “Noneti – Uma câmera, um índio e 500 anos de opressão”, estão 25 fotografias registradas durante mobilizações das comunidades terena e guarani pela demarcação de territórios tradicionais na região de Caarapó, Aquidauana e Antônio João. A luta chegou até Brasília, que também foi capturada pelas lentes de Dionedison. :: LEIA MAIS »

Coletânea resgata passado e presente dos povos indígenas em São Paulo

manifestação cultural

De acordo com o recenseamento realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 41.981 índios vivem em aldeias e em áreas urbanas no estado de São Paulo. Em ‘Povos indígenas em São Paulo: novos olhares’, lançamento da EdUFSCar, Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antonio Peggion reúnem estudos recentes sobre os povos indígenas que habitam ou habitaram tanto o litoral quanto o interior paulista, apresentando um panorama da história e da atualidade dessas populações que resistiram e ainda resistem na defesa de seus direitos e de seus modos de vida. :: LEIA MAIS »

Maternidade em Tabatinga inaugura espaço reservado para parturientes indígenas

a creche indigena

A Maternidade Enfermeira Celina Villacrez Ruiz, localizada no município de Tabatinga (a 1.105 quilômetros de Manaus em linha reta) inaugurou, na segunda-feira (22), uma sala destinada ao atendimento exclusivo de parturientes indígenas da calha do Alto Solimões. A unidade é vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (Susam) e faz parte da rede estadual de saúde, mantida pelo Governo do Amazonas, no interior.

O local vai beneficiar parturientes das etnias Tikuna, que é a maior tribo indígena do Brasil, Kocama, Kaixana, Kanamari, Kambeba, Witoto e Maku-yuhup, todas predominantes da região do Alto Solimões. :: LEIA MAIS »

Cacá Colchões garante que vai reajustar salário do servidor municipal em 2017

a caca

Cacá tem conversado com Rodrigo Cardoso, que tem grande experiência como sindicalista.

Candidato a prefeito pela Coligação Avança Ilhéus, Cacá Colchões, anunciou hoje (23) que vai dialogar com os sindicatos representantes do funcionalismo público municipal, com o objetivo de, a partir do ano que vem, descongelar os salários dos cerca de cinco mil funcionários da Prefeitura. “Farei esta conversa, imediatamente”, assegura.

Segundo Cacá, que é o atual vice-prefeito de Ilhéus, esta medida será possível graças às medidas saneadoras implementadas pela atual gestão, na área do ajuste fiscal. Ele lembra que o atual governo herdou a Prefeitura em crise grave crise administrativa, cheia de débitos e atraso de salários nos meses de novembro e dezembro de 2012 e do décimo terceiro, na folha de pessoal. “O pior já passou. Vencemos este desafio”, salienta. :: LEIA MAIS »

PNUD apoia debate sobre gestão ambiental e territorial indígena em Brasília

A A CHEGADA DA CAMINHADA NO CURURUPE

Tupinambá de Olivença, realizam ações de proteção ao meio ambiente

Evento debateu conquistas do Projeto GATI, que tem como objetivo promover a conservação da biodiversidade por meio do fortalecimento de gestão, do uso sustentável e da conservação dos recursos naturais pelos povos indígenas em seus territórios. Iniciativa tem, entre seus parceiros, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A Fundação Nacional do Índio (FUNAI) promoveu na semana passada (18 e 19) seminário do Protejo GATI (Gestão Ambiental e Territorial Indígena): Aprendizagens e Perspectivas, em Brasília, para discutir e apresentar os resultados de sete anos de implementação da iniciativa em 32 terras indígenas localizadas em cinco biomas brasileiros localizadas em cinco biomas brasileiro.

O projeto tem como objetivo promover a conservação da biodiversidade por meio do fortalecimento de gestão, do uso sustentável e da conservação dos recursos naturais pelos povos indígenas em seus territórios. Para isso, conta com parceria entre movimento indígena brasileiro, FUNAI, Ministério do Meio Ambiente (MMA), The Nature Conservancy (TNC), Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). :: LEIA MAIS »

Salário-maternidade poderá ser pago a mães indígenas com menos de 16 anos

mai indigena

A decisão considerou as condições sociais, econômicas e culturais peculiares dos povos indígenas

Parecer que possibilita o pagamento pelo INSS de salário-maternidade a mães indígenas menores de 16 anos foi aprovado pela Procuradoria-Geral Federal.

A decisão considerou as condições sociais, econômicas e culturais peculiares dos povos indígenas, em que as crianças são, desde cedo, integradas ao processo de sociabilidade econômica, participando das atividades produtivas de suas comunidades.

O parecer foi elaborado em conjunto entre as Procuradorias Federais Especializadas da Funai e do INSS, além de representantes do Departamento de Consultoria e Contencioso da Procuradoria-Geral Federal.

Os indígenas têm acesso aos benefícios do INSS na condição de segurado especial que desempenha atividade rural em regime de economia familiar. :: LEIA MAIS »

Indígenas e quilombolas fazem ato contra mudanças nas regras de demarcação de territórios

a caminhada

*Luís Eduardo Gomes

Representantes de comunidades indígenas e quilombolas de Porto Alegre (Cantagalo e Lami), de Viamão (Estiva e Itapuã), Gentil (Campo do Meio), Barra do Ribeiro, Caçapava do Sul e Capivari se reuniram nesta terça-feira (23) na Praça da Matriz em um ato contra as mudanças nas regras de demarcação de terras. Inicialmente, o ato tinha sido convocado para acompanhar a votação, na Assembleia Legislativa, do PL 31, de autoria do deputado Elton Weber (PSB), que veta a desapropriação de propriedades de pequenos agricultores e pecuaristas familiares a fim de destiná-las a indígenas e quilombolas no Estado. No entanto, como a sessão da Casa foi cancelada em razão do velório do ex-vereador Pedro Américo Leal, falecido ontem, eles acabaram se dirigindo ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde entregaram uma carta a magistrados contra a interpretação jurídica que considera como áreas demarcáveis apenas aquelas que estavam sob posse de indígenas e quilombolas antes da promulgação da Constituição de 1988. :: LEIA MAIS »



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