Reintegração gera preocupação de indigenas em MS
Processo de reconhecimento como terra indígena foi solicitado para a FUNAI no ano de 1984, através do Conselho Tribal, querendo regularizar a posse do território
A posse por uma área onde se encontra o campo de futebol da Aldeia urbana ‘Aldeinha’ no município de Anastácio, tem gerado preocupação para as 215 famílias que vivem na comunidade. No dia 31 de outubro, desconhecidos começaram a jogar entulhos no local, dizendo que foi ordem dos atuais donos da área. A comunidade se revoltou e o assunto virou alvo de protesto. Segundo o cacique da Aldeia, Eneias Campos da Silva, o procurador dos atuais donos, se apresentou como Elcimar e disse que tinha autorização para tomar posse do local. “Ele chegou aqui mandando jogar entulhos para que ninguém mais usasse o campo, não procurou as lideranças indígenas do local, não teve o mínimo de respeito com as famílias que aqui moram, fora não apresentou a procuração”, disse. :: LEIA MAIS »
“O preconceito contra os índios está em todos os lugares”, diz jovem liderança indígena
Fábio Turibo tem 20 anos e trabalha com educação em aldeias e retomadas no Mato Grosso do Sul
os 20 anos de idade, o trabalho de Fábio Turibo é viajar por aldeias e retomadas do Mato Grosso do Sul para explicar a jovens e adolescentes quais são os direitos dos índios no Brasil e quais são os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional que ameaçam esses povos.
— A gente sempre está orientando a juventude sobre como estão os processos [de demarcação de terras], informações sobre os direitos dos povos indígenas, as leis que nos ameaçam hoje no congresso, que tramitam no STF. Trabalhamos informações com a juventude.
Fábio faz parte do movimento da juventude dos guaranis-kaiowás, o RAJ (Retomada da Aty Jovem).
Nascido em Dourados, a região mais perigosa do Brasil para os índios, ele cresceu em Rio Brilhante, 60 km mais ao norte. Lá fica a retomada Jeruvey, onde ele vive há três anos com os pais e os irmãos.
As “retomadas” são um processo iniciado nos anos 1980 em que os índios buscam reocupar seus antigos territórios ou áreas já delimitadas pela Funai (Fundação Nacional do Índio), mas ainda não homologadas pela Presidência da República. :: LEIA MAIS »
CGU aponta “fragilidades” na execução de política voltada para índios
Entre as deficiências estão o número insuficiente de servidores e falta de transparência em algumas das etapas dos processos demarcatórios
Responsável por assessorar a Presidência da República na prevenção e combate à corrupção, o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou uma série de “fragilidades” na execução da política indigenista, a cargo da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Segundo a CGU, as “deficiências” encontradas “dificultam, em alguma medida, o alcance dos objetivos da política indigenista”. Sobretudo a demarcação das áreas tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas – uma das obrigações impostas ao Estado pela Constituição Federal :: LEIA MAIS »
CULTURA – Funai implanta projeto para proteger patrimônio cultural e linguístico indígena Memória
Serão desenvolvidos 20 projetos de documentação de línguas e de culturas. Dez a 20 etnias deverão ser beneficiadas
O Comitê Diretor do “Projeto de Salvaguarda do Patrimônio Linguístico e Cultural de Povos Indígenas Transfronteiriços e de Recente Contato na Região Amazônica”, da Fundação Nacional do Índio (Funai), realizou sua primeira reunião, nos dias 30 de outubro e 1º de novembro, no Museu do Índio (RJ).
O objetivo foi definir questões relativas à composição e ao funcionamento da Unidade Gestora do Projeto (UGP), os critérios para indicação dos povos a serem contemplados pelo projeto, além da elaboração de um cronograma de trabalho para 2017.
Serão desenvolvidos 20 projetos de documentação de línguas e de culturas. De dez a 20 etnias deverão ser beneficiadas. O primeiro edital para contratação de especialistas e pesquisadores indígenas deverá ser publicado ainda em 2016. :: LEIA MAIS »
Evento de estudos afro-brasileiros e indígenas oferece palestras e oficinas em Caucaia
As atividades ocorrerão nos períodos da manhã e da tarde (FOTO: Divulgação)
Objetivo é possibilitar e fortalecer condições de acesso e permanência dos estudantes de comunidades indígenas e quilombolas
Nos dias 3 e 4 de novembro, o Instituto Federal do Ceará, campus de Caucaia, receberá o II Encontro para Estudos Afrobrasileiros e Indígenas. O objetivo é possibilitar e fortalecer condições de acesso e permanência dos estudantes de comunidades indígenas e quilombolas.
O evento, que reúne os Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) do IFCE, busca colaborar com o fortalecimento das identidades culturais daqueles grupos. As inscrições são gratuitas, bastando preenchero formulário. A programação pode ser consultada neste link. :: LEIA MAIS »
Cultura – Grupo de rap indígena do Mato Grosso do Sul vem fazer show em SP
O rap indígena do grupo Bro MC’s, cantado em tupi guarani e em português, vai ser atração do Sesc Pinheiros no próximo dia 5, sábado. Os Guarani Convidam, nome do show, vai mostrar a presença de palco do quarteto que se tornou o primeiro grupo indígena de rap no Brasil. Os integrantes Bruno Veron, Kelvin Peixoto, Clemersom Batista e Charlie Peixoto são todos da Aldeia Jaguapirú Bororó em Dourados, Mato Grosso do Sul. :: LEIA MAIS »
BA – Quilombo Kaonge realiza Festa da Ostra com presença da Sepromi
O quilombo Kaonge, no município de Cachoeira, realizou neste final de semana a oitava edição da Festa da Ostra, evento realizado desde 2009, com foco na sustentabilidade e na economia solidária. As atividades são organizadas pelas comunidades quilombolas da Bacia e Vale do Iguape, com o objetivo de divulgar, comercializar e fortalecer a cadeia produtiva da região. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) participou da programação, que também contou com presença de pesquisadores, representantes do poder público, universidades e organizações da sociedade civil. :: LEIA MAIS »
Parlamentares denunciam ilegalidade na eleição do presidente da CPI da Funai/Incra 2
Indígenas impedidos de acompanhar sessão da CPI Funai/Incra – 2. Foto: Renato Santana/Cimi
Por Renato Santana, da Assessoria de Comunicação – Cimi
Parlamentares irão recorrer à Mesa Diretora da Câmara Federal para anular a sessão que elegeu nesta terça-feira, 25, o presidente e o relator da nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Funai e o Incra. Conforme assessores da bancada petista, a escolha ocorreu somente depois de iniciado o 2º Turno da votação que aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, a PEC da Morte, no Plenário Ulysses Guimarães. :: LEIA MAIS »
BA – No Salão do Chocolate, Rui autoriza R$ 10 milhões para cultura do cacau
O coordenador do Stand da Bahia no Salon du Chocolat, foi o produtor de cacau e chocolate de Ilhéus, Marco Lessa, e também, acompanhou a agenda do governador em Paris.
Em viagem à França para buscar novos investimentos para a Bahia, o governador Rui Costa participou nesta sexta-feira (28), do Salon du Chocolat Paris (Salão de Chocolate Paris), evento que busca estabelecer a ligação entre os diferentes segmentos da cadeia produtiva do cacau e chocolate.
Rui foi recebido pelo presidente do Salão, François Jeantet, e juntos percorreram as instalações do centro de exposições de Porte de Varsailles. Na ocasião, o governador autorizou a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), a destinar R$ 10 milhões do edital de fruticultura do Bahia Produtiva, especificamente, para projetos da cultura do cacau. :: LEIA MAIS »
Indígena será indenizada por ser impedida de fazer o Enem
No entendimento de procuradoria, mulher sofreu humilhação ao ter o seu documento de identidade, emitido pela Funai, rejeitado pelos fiscais
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil, com juros e correção, a uma indígena impedida de realizar provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2011. Ela teve o acesso à sala das provas negado pelos fiscais porque o documento de identidade expedido pela Fundação Nacional do Índio (Funai), com o qual havia se inscrito, foi considerado inválido. As informações são do portal do Ministério Público Federal. :: LEIA MAIS »




















