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Índios assinam documento para combater garimpo ilegal no Pará

 KAIAPO PARA

Kayapó se comprometeram a denunciar invasões de garimpeiros no sul do PA
Oito pessoas foram presas na operação deflagrada em Ourilândia e Redenção

Quatro índios da etnia Kayapó participaram de uma reunião na manhã deste sábado (9) com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) em Redenção, no sul do Pará, e assinaram um termo de compromisso para combate ao garimpo ilegal na região.

Durante o encontro, os indígenas se comprometeram em não permitir que os garimpeiros explorem o ouro das terras da aldeia, além de ajudarem na fiscalização das terras, bem como na denúncia de possíveis invasões de garimpeiros na área.

“Foram diversas operações do Ibama para a destruição de máquinas. Em todas as operações feitas no garimpo nunca foi trabalhada a conscientização dos índios e a questão do comércio do ouro que alimenta esse mercado”, explica a delegada da Polícia Federal Shirley Caselani.

Na última quinta-feira (7), a Polícia Federal prendeu oito pessoas, entre elas dois indígenas suspeitos de participar de um esquema de exploração e venda ilegal de ouro. De acordo com as investigações, o minério era extraído de áreas da tribo Kayapó e vendido em outros estados.

Os dois indígenas continuam presos. Na reunião também ficou decidido que será encaminhada à Justiça uma proposta de revogação da prisão preventiva que seria substituída pela concessão de liberdade provisória e que os suspeitos responderiam ao processo em liberdade.

“O mais importante é que a conscientização da comunidade de que não pode haver exploração, do contrário, vai continuar a prática. Esse diálogo com a Polícia Federal e o Ministério Público é inédito e o compromisso deles é importante para que percebam que não estão se beneficiando com isso”, esclarece a procuradora federal da República Luíza Astarita.

Homenagem marca três anos do programa Mais Médicos na Bahia

mais medico 2

Em julho de 2013, o governo federal criou o Programa Mais Médicos, pensado para ampliar a cobertura na assistência à saúde em todo o País, inclusive com a participação de profissionais estrangeiros. A Bahia se destaca como um dos estados que recebeu mais médicos do programa desde o seu lançamento, entre eles, os cubanos, que na manhã deste sábado (9), foram especialmente homenageados em cerimônia com a presença do governador Rui Costa.

O evento promovido pelo Governo do Estado, por meio das secretarias de Relações Institucionais (Serin) e da Saúde (Sesab), aconteceu no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, e teve a participação também de secretários estaduais, da cônsul cubana para o Nordeste, Laura Pujol, médicos do programa, outras autoridades políticas e representantes da sociedade civil. :: LEIA MAIS »

Índios denunciam ‘maus-tratos’ em frente a embaixadas em Brasília

Grupo pede que países de fora repensem acordos de exportação agrícola.

Índios em protesto em frente à Embaixada da Rússia, em Brasília (Foto: Beatriz Pataro/G1)
Índio sobe em placa da Embaixada da Rússia, em Brasília, durante manifestação nesta terça-feira (5) (Foto: Beatriz Pataro)

Índios de diversas etnias se reuniram nesta terça-feira (5) em frente a embaixadas em Brasília para “denunciar o mau tratamento” de produtores rurais e do governo às comunidades indígenas. O objetivo do protesto é fazer com que os países levem em conta a realidade indígena antes de firmarem acordos de comércio agrícola com o Brasil.

Segundo o cacique Aruã, da aldeia Coroa Vermelha, na Bahia, os acordos de exportação do Brasil agridem as comunidades indígenas e restrigem direitos. Presidente da Federação Pataxó e Tupinamba, o cacique reclamou de invasão das terras indígenas e o desrespeito da bancada ruralista no Congresso Nacional.

De acordo com ele, projetos como a PEC 215 – que transfere do Executivo para o Legislativo a competência sobre demarcação de terras – “atacam os direitos garantidos aos índios pela Constituição Federal”. “O pedido é que os embaixadores que estão aqui no Brasil informem os seus países sobre de onde esses produtos estão saindo, se estão violando os direitos dos povos tradicionais”, disse. :: LEIA MAIS »

Homicídio é registrado em área indígena

reserva

Segundo Polícia Militar, homem de 43 anos levou pedrada na cabeça.
Morte ocorreu em reserva indígena entre Ipuaçu e São Domingos.

 Um indígena foi morto na manhã deste domingo (3) em uma reserva entre os munícipios de Ipuaçu e São Domingos, no Oeste catarinense. Segundo a PM, ele levou uma pedrada.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 9h na aldeia Pinhalzinho, na reserva indígena Xapecó. Quando os policiais chegaram ao local, a vítima de 43 anos já estava morta.
Conforme a PM de Xanxerê, os moradores não informaram o que ocorreu. Os policiais acreditam que ele tenha sido morto com uma pedrada na cabeça, pelas características do ferimento.
Até as 20h30 ninguém havia sido detido, conforme a PM. Até as 20h50 e não conseguimos contato com as delegacias de Ipuaçu, São Domingos e Abelardo Luz para mais detalhes sobre a ocorrência.

305 etnias e 274 línguas: estudo revela riqueza cultural entre índios no Brasil

Pesquisa inédita do IBGE detalhou características de povos indígenas brasileiros.

indio

Cofundador da Rádio Yandê, Denilson Baniwa diz que há grande desconhecimento sobre diferenças culturais entre povos indígenas (Foto: Arquivo pessoal

Há mais indígenas em São Paulo do que no Pará ou no Maranhão. O número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo. O percentual de índios que falam uma língua nativa é seis vezes maior entre os que moram em terras indígenas do que entre os que vivem em cidades.

As conclusões integram o mais detalhado estudo já feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os povos indígenas brasileiros, baseado no Censo de 2010 e lançado nesta semana.

Segundo o instituto, há cerca de 900 mil índios no Brasil, que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. Os dados fazem do Brasil um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. Em comparação, em todo o continente europeu, há cerca de 140 línguas autóctones, segundo um estudo publicado em 2011 pelo Instituto de História Europeia.

 

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Papa reza para que povos indígenas sejam respeitados

Em diversas ocasiões, o Papa Francisco se pronunciou em relação à importância do respeito aos povos indígenas e sobre a necessidade de se “procurar outras maneiras de entender a economia e o progresso, o valor próprio de cada criatura

povos indigenas com o papa

Cidade do Vaticano (RV) – Os povos indígenas estão no centro da intenção de oração do Papa Francisco para este mês de julho. Ao Apostolado da oração, o Pontífice indica a seguinte intenção: “Para que os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e existência, sejam respeitados”.

Por ocasião da entrega do pálio, na quarta-feira (29/06) o Presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e Arcebispo de Porto Velho, Dom Roque Paloschi, entregou ao Papa o Relatório de Violência contra os Povos Indígenas de 2014 e uma carta, na qual agradece a atenção que o pontífice tem dedicado à questão indígena e comunica as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas no Brasil.

“Vivemos no Brasil uma situação desesperadora diante do sofrimento dos nossos primeiros habitantes”, afirma dom Roque em sua carta. “A indiferença, o avanço dos grandes projetos do agronegócio, a construção da grandes hidrelétricas, a mineração, e a devastação do meio ambiente em general. Isso tudo traz consequências desastrosas aos povos indígenas”. :: LEIA MAIS »

Indígena faz história ao conquistar lugar no parlamento

indigena no parlamento

Linda Burney entrou para a política australiana. Uma antiga professora entrou para a história da política autraliana ao tornar-se na primeira mulher indígena a ser eleita para a câmara baixa do parlamento, conquistando um assento pelo Partido Trabalhista (centro-esquerda) nas eleições legislativas. Linda Burney, de 59 anos, tinha sido pioneira ao ser a primeira mulher aborígene a entrar para o parlamento do estado de Nova Gales do Sul, em 2003. Linda Burney junta-se assim ao primeiro deputado aborígene Ken Wyatt – do Partido Liberal (conservador) -, eleito em 2010, e segue as pegas da antiga senadora e atleta olímpica Nova Peris, que foi a primeira mulher indígena a conquistar um lugar na câmara alta. “Eu penso que é um momento realmente muito importante para a Austrália”, afirmou este domingo Linda Burney, ao canal de televisão ABC, depois de conquistar o assento por Barton, Sydney. “Ser eleita como a primeira mulher indígena para a Câmara dos Representantes é um momento para o país (…) Fizemos história junto na noite passada”, disse. O assento multicultural de Barton esteve nas mãos dos Trabalhistas durante três décadas antes de os Liberais terem conquistado o eleitorado há três anos. “Está a começar a ‘amanhecer’ em mim a importância deste papel”, disse ao jornal local Canterbury-Bankstown Express. “Recebi mensagens de felicitação de pessoas a viver na Alemanha, em Israel, de amigos nos Estados Unidos e outros amigos meus tinham mensagem para me transmitir da Suíça e Londres. Tem sido lindo”. A contagem dos votos das eleições de sexta-feira deverá estar terminada na terça-feira. Os resultados parciais dão vantagem aos trabalhistas, até agora na oposição.

Índios lutam contra ‘nova Belo Monte’

‘Sawe!”, gritam todos e todas em volta, na saudação tradicional. Ainda não oficializados pela União, os 1.780 km² da Sawré Muybu –quase 20% maior

ITAITUBA, PA. 17/06/2016. Indio mundurucu toma banho ao amanhecer na aldeia Sawré Muybu, as margens do rio Tapajós, no Pará. Existe um plano do governo federal para construção de várias hidrelétricas no rio Tapajós o que atingiria diretamente o território dos índios mundurucus. ( Foto: Lalo de Almeida/Folhapress, CIÊNCIA ) *** EXCLUSIVO FOLHA

Índio mundurucu toma banho ao amanhecer na aldeia Sawré Muybu, as margens do rio

Num barranco do rio Tapajós, a menos de 30 km de onde será construída a usina hidrelétrica de São Luiz, o “capitão” Juarez Munduruku, da aldeia Sawré Muybu, ajeita os colares de contas atravessados no peito. Começa a discursar: “Bom dia a todos e todas”.

Está rodeado de outros mundurucus, nome dado pelos antigos inimigos parintintins e que significa “formigas de fogo”. Há alguns “pariwat” (brancos), reunidos para a fixação de mais uma placa delimitadora da terra indígena que leva o nome da aldeia.

“Sawe!”, gritam todos e todas em volta, na saudação tradicional. Ainda não oficializados pela União, os 1.780 km² da Sawré Muybu –quase 20% maior que o município de São Paulo– são habitados por 132 indígenas. :: LEIA MAIS »

retrocesso – Indígenas repudiam indicação de general à presidência da Funai

Em nota, associação diz que a cogitação do general do Exército Roberto Sebastião Pertinelli para assumir a fundação “gera revolta e indignação aos povos indígenas”

protesto de indios

São Paulo – A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em nota, mostra repúdio e indignação pela indicação do general Roberto Sebastião Pertinelli ao cargo de presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai). O militar, que foi candidato a deputado federal pelo PSC de São Paulo, mesmo partido de nomes como Jair Bolsonaro e o Pastor Marco Feliciano, é claramente favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que propõe tirar do Executivo e passar para o Legislativo as decisões sobre demarcações de terras indígenas.

“Certamente ele virá, se efetivamente nomeado, a militarizar a política indigenista, com todas suas imprevisíveis consequências, fortalecendo a perspectiva do Estado policial que está sendo instalado no país, com a criminalização dos movimentos sociais”, alerta a nota.

A eminente nomeação do militar para a fundação representa perigo real e imediato para as comunidades indígenas do país. “A perspectiva, não tem outro nome, é nada mais do que a de uma política etnocida e genocida, que quer o fim dos povos indígenas, hoje mais do que nunca considerados pela elite de plantão empecilhos ao chamado desenvolvimento e progresso, o vil capital.”

A entidade, que congrega organizações indígenas das distintas regiões do país, diz que a cogitação do nome do general para assumir a Funai “gera revolta e indignação aos povos indígenas” e reitera que os povos e organizações indígenas brasileiras estão “em estado de alerta e dispostos a não admitir retrocessos de nenhum tipo”.

Leia a nota completa: :: LEIA MAIS »

Protesto de índios na Transamazônica chega ao fim após três dias

Caciques liberaram rodovia com a garantia de uma reunião com empresa.
Eles reclamam do atraso nas obras de melhorias prometidas para as aldeias.

indios

Chegou ao fim na quinta-feira (1°) a ocupação dos índios na rodovia Transamazônica, no sudoeste do Pará. O protesto contra a empresa construtora da usina hidrelétrica de Belo Monte durou três dias.

Os caciques só aceitaram liberar a rodovia com a garantia de uma reunião, marcada para a próxima quarta-feira (6). “Os indígenas terão a possibilidade de sentar com a Norte Energia, na presença da Funai, para juntos encontrar uma solução para toda essa problemática”, afirmou o cacique Gilson Curuaia.

Os caciques reclamaram da longa espera por uma resposta, mas concordaram em discutir a pauta com a empresa para tratar sobre atraso nas chamadas condicionantes, obras de melhorias prometidas para as aldeias.

Assim que os indígenas deixaram o local do protesto, os ônibus que estavam no meio da pista foram retirados e o fluxo de veículos no trecho foi normalizado.



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