:: jul/2016
Professores indígenas participam de Curso de Graduação Intercultural em Atalaia
O Curso de Graduação em Pedagogia Intercultural promovido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) iniciaram as aulas no dia 23 e será realizado até o ano de 2020. O primeiro período termina dia 29 de julho de 2016.
A formação dos professores indígenas está sendo realizada na cidade de Atalaia do Norte, no Amazonas. Segundo a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), na cidade habita diferentes povos indígenas, entre eles: os Marubos, Matsés, Matis, Kanamari, Kulina e pelo menos quatro grupos isolados vivem nesta localidade.
O conhecimento vai ser abordado para 35 professores das etnias Marubo, Kulina, Kanamari, Matis, Mayuruna. A finalidade é aplicar no primeiro segmento do Ensino Fundamental, com ênfase em alfabetização na língua própria e o reconhecimento da sua importância pelas instituições indigenistas, pelos professores, lideranças e comunidades indígenas.
O curso acontece em parceria com a Gerência de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a Secretaria Municipal de Educação de Atalaia do Norte e a FUNAI.
Natureza histórica e cultural indígena é retratada em exposição
A mostra “Índios: Os Primerios Brasileiros” fica em cartaz até dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia
foto: Bruno Pacheco de Oliveira
índias Tupinambá da Aldeia de Serra do Padeiro no Sul da Bahia
Após temporada no Recife, em Fortaleza, no Rio de Janeiro, em Natal e na Argentina, a exposição “Índios: Os Primeiros Brasileiros” chega a Salvador com a proposta de levar o visitante a um passeio pela história do Brasil, mas com o viés cultural indígena. A mostra fica em cartaz de 2 de julho a 29 de dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia, com ingressos a R$ 10 e visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h.
A exposição foi focalizada, em especial, na região Nordeste e está integrada por quatro espaços distintos: o primeiro encontro, o mundo colonial (a história que se pode ler nos livros e documentos); o mundo indígena (uma outra narrativa); e o Brasil contemporâneo (com suas lutas e desafios).
Genocídio Indígena – Papa recebe denúncias de violências contra povos indígenas
Carta entregue pelo presidente do Cimi dom Roque Paloschi, critica construção de hidroelétricas e avanço do agronegócio
“Vivemos no Brasil uma situação desesperadora diante do sofrimento dos nossos primeiros habitantes”, afirma dom Roque em sua carta / Serviço Fotográfico do Vaticano
O presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e arcebispo de Porto Velho, dom Roque Paloschi entregou ao Papa Francisco o Relatório de Violência contra os Povos Indígenas de 2014, nesta quarta-feira (29), no Vaticano. Ele também entregou uma carta ao pontífice com críticas a construção de hidroelétricas e o avanço do agronegócio e da mineração no país.
“Vivemos no Brasil uma situação desesperadora diante do sofrimento dos nossos primeiros habitantes”, afirma dom Roque em sua carta, que lembrou como as grandes obras de construção de hidroelétricas e o avanço do agronegócio e da mineração são nocivos aos povos indígenas.
O presidente do Cimi também enfatizou o caso dos……













