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Artista indígena Jaider Esbell inaugura exposiçao na UFPI

artista indigena

Será aberta nesta terça-feira (19), na Galeria de Artes Liz Medeiros, do Centro de Ciências da Educação – CCE, a mostra ***It Was Amazon – by Jaider Esbell***.                      Contando com apoio da Universidade Federal do Piauí, o projeto ITINERÂNCIA RORAIMA AO BRASIL – Etapa PIAUÍ traz ao estado 16 obras em preto e branco, que retratam o impacto do progresso na vida selvagem da Amazônia.

Artista plástico e escritor, Jaider Esbell é índio Makuxi, povo do extremo norte da Amazônia brasileira. Suas obras são referência na arte indígena contemporrâneo. A mostra It was Amazon recebe visitantes até dia 31 de julho.

Justiça concede reintegração de posse do Museu do Índio no Rio

museu do indio

O local é ocupado desde quarta-feira, quando a Funai fez um chamado para o movimento indígena fazer atos em suas sedes

Rio – A Justiça Federal concedeu hoje (18) à Fundação Nacional do Índio (Funai) mandado de reintegração de posse do Museu do Índio, que fica em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. O local está ocupado desde quarta-feira (13), quando a própria Funai fez um chamado para o movimento indígena nacional fazer atos em suas sedes em todo o Brasil contra cortes na instituição.

O ato convocado pela Funai acabou no mesmo dia mas, segundo a fundação, um grupo resolveu ficar no local. “Foram realizadas tratativas entre os servidores do museu e os ocupantes para que estes deixassem as instalações, o que não ocorreu”. Na tarde de ontem (17), os índios que ocupavam o local, integrantes da Aldeia Maracanã – que por sete anos ocupou o antigo Museu do Índio, ao lado do estádio do Maracanã – fizeram uma manifestação em frente ao museu de Botafogo. :: LEIA MAIS »

Tenda dos Saberes Indígenas terá observação astronômica no segundo ano de FIB

TENDA

Sucesso de público no ano passado, a Tenda dos Saberes Indígenas volta a ser destaque da programação do Festival de Inverno de Bonito (FIB). O local ainda traz uma novidade: o Planetário Céu Guarani. A tenda ficará na Praça da Liberdade, ponto central do evento que acontece entre 28 e 31 de julho em Bonito (MS).

O objetivo é difundir os saberes tradicionais e a cultura indígena de várias etnias que habitam o estado, como o Kadwéu, Guarani, Terena, Ofaié, Atikum, Kinikinau e Guató. “A tenda vem no contraponto da globalização que pulveriza identidades e busca construir o mundo uniformizado”, afirma Ângela Silva, arte educadora da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). :: LEIA MAIS »

Indígena ferido em acidente é transferido para Londrina

HELICOPTERO

O helicóptero Falcão 3 do Batalhão da Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) fez dois resgates de vítimas de acidente para Londrina no domingo (17). Um dos casos é de um indígena ferido em uma colisão entre dois veículos em Tamarana. Valdemar Marcolino, de 42 anos, era passageiro de um dos carros.    Ele foi resgatado pelo helicóptero e encaminhado ao Hospital Universitário entubado, sedado e com politraumatismo.

Pela manhã, o BPMOA foi até Ivaiporã prestar atendimento a uma mulher de 50 anos atropelada por uma motocicleta. Shirley Ferreira, de 50 anos, foi transferida para o Hospital João de Freitas, em Arapongas, com traumatismo craniano. O motorista também ficou gravemente ferido, e foi transportado para o Hospital da Providência em Apucarana.

BA – Governo inaugura o maior centro de operações de segurança da América do Sul

gov inaugura segurança

Governador Rui Costa inaugura o Centro no Centro Administrativa da Bahia

O combate à criminalidade na Bahia ganhou um novo capítulo com a inauguração, realizada nesta segunda-feira (18) pelo governador Rui Costa, do Centro de Operações e Inteligência de Segurança Pública 2 de Julho, em Salvador. Localizada em um prédio de quatro andares, a unidade ocupa uma área de 13 mil metros quadrados no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e funcionará como cérebro operacional para ações de segurança, reunindo em um único espaço as polícias Militar, Civil e Técnica, o Corpo de Bombeiros, além de agregar efetivos federais e municipais. :: LEIA MAIS »

O trauma histórico e a busca pela cura das feridas do espírito

slvar pelo espirito Yandê

A colonização deixou marcas profundas na memória dos povos que passaram e ainda passam por muitas formas de violência física, psíquica e espiritual. As águas ficaram salgadas de lágrimas das diferentes nações indígenas e vermelhas de sangue em todo o continente americano. Contar nossa história é também tocar em nossa ferida e todas lembranças dolorosas do passado.

O trauma histórico é uma realidade que não pode ser ignorada pela população indígena e por todos aqueles que são filhos do massacre. Reparação e reconhecimento é uma forma de encontrar justiça daquilo que jamais vai ser esquecido. Existe uma dor que atravessa gerações e é ela que alguns estão buscando curar pois acreditam que impede uma vida saudável e em harmonia com a terra. :: LEIA MAIS »

Índios travam “guerra moderna” contra hidrelétricas no Tapajós

tapajós  Por Nadia Pontes

Conhecidos como guerreiros que cortavam a cabeça dos inimigos, índios da etnia munduruku resistem a projetos de hidrelétrica e hidrovia no Tapajós.

O cacique Geraldo Krixi Munduruku perde noites de sono com frequência. Aos 58 anos, ele revive o temor que conheceu em 1989, quando ouviu falar pela primeira vez sobre a construção de uma hidrelétrica no rio Tapajós, no Pará. Naquele ano, ele ajudou a afugentar das terras indígenas um pesquisador que coletava dados para o projeto.

A relativa calmaria nas aldeias munduruku no médio Tapajós, cercadas pela densa Floresta Amazônica, acabou quando o governo voltou a planejar as obras da Usina Hidrelétrica São Luíz do Tapajós, com início previsto ainda para 2016. Desde então, Krixi e sua aldeia Daje Kapap Eipi fazem parte da resistência organizada para evitar o barramento do rio. :: LEIA MAIS »

Organizações divulgam manifesto em defesa dos direitos dos povos indígenas do Amazonas

orng

Mobilização Nacional Indígena no Amazonas, que promoveu protestos durante essa semana no estado referente ao chamado da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), divulgou um manifesto em defesa dos direitos dos povos indígenas do Amazonas. No texto, se posicionam contra os retrocessos na política indigenista do governo do interino Michel Temer.

Os atos foram organizados pelas organizações indígenas do estado e a desidratação dos organismos estatais voltados às políticas públicas para indígenas recebeu destaque especial, bem como a postura dos parlamentares do Amazonas em contribuir com posturas anti-indígenas do Congresso nacional – capitaneadas pela bancara ruralista. :: LEIA MAIS »

PP Lança Cacá pré-candidato a prefeito de Ilhéus

caca

Deputados, lideranças políticas e comunitárias, vereadores, dirigentes políticos da região, o vice-governador da Bahia, João Leão, e a comunidade em geral participaram, na manhã deste sábado, dia 16, do lançamento do nome do vice-prefeito Cacá na disputa ao cargo de prefeito de Ilhéus nas eleições deste ano. O evento atraiu grande público à Associação Desportiva 19 de Março, no bairro da Conquista. Dez partidos, além do Progressista (PP), legenda do prefeiturável, foram representados no evento – PCdoB, PR, PRB, PROS, PTN, PV, PSDB, PEN e Solidariedade. :: LEIA MAIS »

O Estado contra os índios

A.

*Artionka Capiberibe

O Estado é um antagonista de peso, haja vista as políticas de desenvolvimento em curso, não importe o impacto que causem às populações indígenas

Uma ideia antiga, de séculos, vigora em relação aos povos indígenas, a de que seriam sujeitos em transição e que, por isso, não lhes custaria renunciar a seus modos de vida em favor do modo de vida do “branco”. Mas, no que isso interessaria aos indígenas? O que ganhariam? E, que lugar na sociedade brasileira estaria reservado a eles?

A proposta é simples: vocês abrem mão de viver em (e de) suas terras, deixam de ser indígenas e podem “livremente” tornar-se pobres na sociedade brasileira. Uma troca bem explicada pelo xamã yanomami Davi Kopenawa: “[…] Sei apenas que a terra é mais sólida do que nossa vida e que não morre. Sei também que ela nos faz comer e viver. Não é o ouro, nem as mercadorias, que faz crescer as plantas que nos alimentam e que engordam as presas que caçamos! Por isso digo que o valor de nossa floresta é muito alto e muito pesado. Todas as mercadorias dos brancos jamais serão suficientes em troca de todas as suas árvores, frutos, animais e peixes”. :: LEIA MAIS »



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