Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro é morto na Bahia
Miliciano Adriano Nóbrega morre em confronto com policiais na Bahia
Contra ele, havia um mandado de prisão expedido em janeiro de 2019. Suspeito estava escondido na cidade de Esplanada.
Apontado como o chefe do Escritório do Crime, o miliciano Adriano Magalhães de Nóbrega morreu após um confronto com policiais militares, na manhã deste domingo (9), na zona rural da cidade de Esplanada. Contra ele, havia um mandado de prisão expedido em janeiro de 2019.
O Escritório do Crime é o grupo de matadores de aluguel atuante no estado do Rio de Janeiro suspeito de ter ligação com o assassinato de Marielle Franco. :: LEIA MAIS »
Medicamento cubano é produzido na China para enfrentar surto de coronavírus
O antiviral IFNrec é apontado como um dos medicamentos capazes de curar a nova mutação do vírus
Medicamento é produzido na fábrica binacional Chang Heber, uma iniciativa de intercâmbio biotecnológico entre o país asiático e Cuba – Unsplash
Em sua batalha contra o surto de coronavírus, a China passou a produzir um medicamento antiviral de origem cubana, o Interferón alfa 2B (IFNrec). Um dos principais produtos biotecnológicos do país caribenho, ele é considerado um dos possíveis medicamentos capaz de curar o novo agente do coronavírus (nCoV-2019), como informou o embaixador cubano Carlos Miguel Pereira. :: LEIA MAIS »
Conselho indígena irá à Justiça contra posse de coordenador da Funai
Conselho do Povo Terena considerou discurso do capitão reformado José Magalhães “racista”, “retrógrado” e “anticonstitucional”
Racista, retrógrado, preconceituoso e anticonstitucional são alguns dos termos usados por indígenas de Mato Grosso do Sul sobre o discurso adotado pelo novo coordenador regional da Funai (Fundação Nacional do Índio) de Campo Grande. O capitão reformado do Exército, José Magalhães Filho, diz que é preciso “socializar o índio” e sugere, inclusive, casamento de meninas com brancos. O Conselho do Povo Terena irá protocolar ação na Justiça Federal pedindo a impugnação dele do cargo. :: LEIA MAIS »
MT: BiblioÓca deve ser construída com objetivo de preservar os valores indígenas
Na foto mostra a “Biblioteca Itinerante Oca Cultural”, que é uma iniciativa dos índios Tupinambá de Olivença na Bahia.
Com o objetivo de preservar e valorizar a memória do povo indígena, a Secretaria Estadual de Cultura (Secel) anunciou, na quarta-feira (5), a construção da primeira biblioteca indígena do estado. A BiblioÓca será instalada na comunidade de Rikbaktsa, localizada às margens do rio Juruena, na divisa dos municípios de Brasnorte e Juína, a 580 km e 737 km de Cuiabá, respectivamente.
De acordo com o projeto que deve ser desenvolvido pelos indígenas que cursam arquitetura na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o espaço cultural será construído pelo povo Rikbaktsa, respeitando a arquitetura e o modo de vida local.
BA: Governador entrega certificados a monitores do Mais Estudo em Jussari
CDH recebe comitiva indígena: votação de projetos é adiada para quarta Fonte

Senadores Leila Barros, Zenaide Maia, Paulo Paim e Fabiano Contarato posam para foto ao lado de lideranças indígenas ao fim da reunião da comissão.
Uma comitiva indígena da comunidade Caiapó foi recebida pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), nesta quinta-feira (6). Eles vieram ao Senado pedir apoio contra um projeto de lei do Executivo que pretende regulamentar a exploração de atividades econômicas em terras indígenas, como mineração, garimpo e agropecuária.
O relações públicas do Instituto Kabu, Doto Takakire, criticou a medida anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na quarta-feira (5). Doto entregou ao senador Paim um exemplar do livro A Mulher Kayapó e seu Trabalho. E pediu apoio aos parlamentares também para o agendamento de uma reunião junto ao presidente da Funai, Marcelo Xavier. :: LEIA MAIS »
DPU manifesta preocupação com mudanças na proteção dos índios
A Defensoria Pública da União (DPU) manifestou à Fundação Nacional do Índio (Funai) preocupação com as movimentações que podem indicar mudanças nas políticas públicas de proteção aos Povos Indígenas Isolados e de Recente.
No ofício (Nº 3448205/2020), ao qual a imprensa teve acesso, a DPU alerta que uma nomeação que não atenda a critérios técnicos é a “morte em massa de indígenas”, decorrente de doenças a partir do contato irresponsável ou dos conflitos flagrantes com missões religiosas, madeireiros, garimpeiros, caçadores e pescadores ilegais. :: LEIA MAIS »
Cultura: Expo de Claudia Andujar sobre povo indígena yanomami é sucesso em Paris
Fotógrafa suíça naturalizada no Brasil, já indicada ao Prêmio CLAUDIA, tem obra voltada a expor a luta dos povo yanomami.
Claudia Andujar, fotógrafa suíça naturalizada no Brasil, está fazendo um enorme sucesso com sua exposição “A Luta yanomami“, na Foundation Cartier, em Paris, França. Anteriormente exposta no Instituto Moreira Salles, em São Paulo, o trabalho da ativista de 88 anos registra a vida do povo indígena yanomami nas profundezas da selva amazônica, em Roraima, e busca enfatizar as novas ameaças enfrentadas pelo grupo no governo atual. :: LEIA MAIS »
Ilhas artificias, criadas por indígenas, são encontradas na Amazônia
A descoberta das estruturas reforça a teoria de que a Amazônia era bem povoada, com sociedades complexas e organizadas, antes da chegada dos europeus
Depois de uma intensa pesquisa sobre histórias antigas de ribeirinhos, somadas a longas viagens de barco na floresta amazônica, o arqueólogo brasileiro Márcio Amaral, pesquisador do Instituto Mamirauá, do Amazonas, descobriu 13 ilhas criadas artificialmente por tribos indígenas. Segundo o estudo divulgado na segunda-feira, 20, todas as estruturas estão localizadas na região por onde corre o rio Içá, no Alto Solimões, na Amazônia. :: LEIA MAIS »
Em decisão inédita, indígenas vítimas de ‘chuva de agrotóxico’ recebem R$ 150 mil de indenização
Após vários casos de contaminação em que foram derrotados, indígenas do Mato Grosso do Sul vencem pela primeira vez ação por uso indevido de pesticida; fazendeiro, empresa de aviação e piloto foram condenados por pulverização
Uma decisão inédita da Justiça Federal do Mato Grosso do Sul condenou um fazendeiro, um piloto agrícola e uma empresa a pagarem conjuntamente R$ 150 mil à comunidade indígena Tey Jusu, da etnia guarani kaiowá, localizada em Caarapó (MS), a 270 km ao sul de Campo Grande. Em 11 de abril de 2015, os indígenas receberam uma chuva de agrotóxico aplicada por um avião que pulverizava fungicida em uma plantação de milho. Crianças e adultos foram intoxicados, sofreram dores de cabeça e de garganta, diarreia e febre.




















