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Alexandre Frota após acordo, pede desculpas a Índios na Justiça Federal

O ex-ator pornô ao lado de Bolsonaro em uma conversa íntima, antes de ser processado

Alvo de processo, o ex-ator pornô e deputado Alexandre Frota, do PSL de São Paulo, entrou em acordo com índios e pediu desculpas em uma audiência na Justiça Federal em Brasília. Ele havia fotografado índio com adesivo de Bolsonaro.

Alvo de processo, o ex-ator pornô, entrou em acordo com índios e pediu desculpas em uma audiência na Justiça Federal em Brasília.
Frota foi processado depois que publicou uma fotografia com um índio no ano passado, na reserva Pataxó da Jaqueira, em Porto Seguro.
O indígena segurava o adesivo “Bolsonaro 2018”, e integrantes da aldeia alegaram que ele havia sido enganado.

Por videoconferência, Frota pediu desculpas públicas à comunidade indígena, e se comprometeu a divulgar a gravação com a fala por um mês. Segundo informações de lideranças indígenas da bahia, esse compromisso será cobrado para que todos tenham conhecimento da retratação.

Após mobilização, MEC garante 4 mil Bolsas Permanência a estudantes indígenas e quilombolas

Mobilização em defesa de políticas de permanência para indígenas e quilombolas no ensino superior, em frente ao MEC, em Brasília. Foto: Tiago Miotto/Cimi

Cerca de 1200 estudantes não serão contemplados pelo Programa Bolsa Permanência devido aos cortes de recursos. MEC comprometeu-se a incluí-los em outro programa
Durante semana de mobilização em Brasília, o Ministério da Educação (MEC) garantiu a abertura de quatro mil novas Bolsas Permanência para estudantes indígenas e quilombolas até o dia 29 de junho. O compromisso foi assumido em reunião realizada após uma marcha de estudantes e lideranças até o MEC, na quarta-feira (5). :: LEIA MAIS »

Começa amanhã assinatura de adesão ao Vale Universidade Indígena

Programa permite ao acadêmico indígena da Uems receber auxílio-financeiro com um estágio Acadêmicos da Uems que serão contemplados (Foto: Divulgação)

Começa amanhã (10) a assinatura dos termos dos selecionados no programa Vale Universidade Indígena, que teve o resultado final divulgado na última quarta-feira (05), pelo governo estadual. Este benefício permite pagamento de bolsa aos acadêmicos da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul).
Esta é a última etapa da seleção do programa que é coordenado pela Superintendência de Projetos Especiais da Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho). Aos selecionados o aviso para observar as datas, horas e endereço indicado. :: LEIA MAIS »

RO: Alunos de instituto indígena fazem pesquisa sobre qualidade das nascentes

Trabalho foi defendido pelos alunos no último dia 6 de junho na II Semana do Meio Ambiente. — Foto: Uiles Oliveira/Arquivo pessoa

Projeto foi desenvolvido pelas disciplinas de química e biologia, em Pimenta Bueno. Foram avaliados volume, pH, temperatura, oxigenação da água e composição florestal da APP. Estudantes indígenas de mais de cinco etnias e não indígenas do curso técnico em agroecologia do Centro Técnico (Centec) de Educação Rural Abaitará, de Pimenta Bueno (RO), município a 518 quilômetros de Porto Velho, desenvolveram um projeto para avaliar as características físicas e químicas das três nascentes existentes dentro do campus. :: LEIA MAIS »

língua indígena na grade curricular obrigatória: Bertópolis celebra diversidade cultural

Projeto leva ensinamento da língua indígena da tribo Maxakali para as escolas — Foto: Prefeitura de Bertópolis/Divulgação

Município do Vale do Mucuri implantou projeto para acabar com preconceito e aproximar população da tribo Maxakalis; educadores da cidade e moradores já comemoram os resultados.
Os estudantes e a comunidade do município de Bertópolis, no Vale do Mucuri, estão se adaptando a uma nova realidade, que tem contribuído para a convivência dos índios com a população da cidade. Desde abril, a língua indígena da tribo Maxakali faz parte do currículo escolar das escolas municipais de Bertópolis, que é a primeira cidade do Brasil a adotar uma língua indígena como conteúdo obrigatório nas escolas. :: LEIA MAIS »

Estudantes indígenas de três estados buscam apoio na CDHM contra cortes de bolsas para estudantes

Os estudantes indígenas e Quilombolas relatam que há atrasos no pagamento do benefício e a redução do número de ofertas no Programa Bolsa Permanência.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) recebeu, nesta terça-feira (4), indígenas e Quilombolas estudantes universitários dos estados da Bahia, Paraíba e Pará. Eles pedem apoio da CDHM para reverter, junto ao Ministério da Educação, a redução do número de ofertas no Programa Bolsa Permanência. :: LEIA MAIS »

BA: Governo do Estado lança edital voltado para conservação e uso sustentável da biodiversidade

JOSIAS E RUI
Conservação e uso sustentável da biodiversidade é o objetivo do edital lançado pelo Governo do Estado, nesta quarta-feira (05), no Salão de Atos da Governadoria, em Salvador, com a presença do governador Rui Costa, de secretários de Estado, técnicos e dirigentes de órgãos públicos e de organizações da sociedade civil. A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), executada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), no âmbito do projeto Bahia Produtiva. Durante o evento foram assinados nove documentos, entre decretos, acordos de cooperação e contratos. O conjunto de ações faz parte das atividades da Semana do Meio Ambiente, organizada pelo Governo do Estado. :: LEIA MAIS »

Governo Bolsonaro abandona atendimento médico a indígenas. Mortes de bebês acedem alerta

ATENDIMENTO A SAUDE INDIGENA

Dos 372 médicos que trabalhavam em terras indígenas, 301 eram cubanos do programa Mais Médicos que foram embora quando Bolsonaro anunciou o fim da parceria

“Confusão dos brancos” é a expressão usada por Mairawê Kaiabi, liderança indígena no Xingu, para retratar as políticas públicas para saúde indígena no Brasil. Decisões da gestão do presidente Jair Bolsonaro como a saída dos cubanos do programa Mais Médicos, em novembro do ano passado, e o corte de verbas da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) agravaram a já precária assistência nos territórios indígenas.As mortes de três bebês kaiabis no intervalo de 11 dias em abril revelam um alerta no cuidado da saúde de crianças indígenas. :: LEIA MAIS »

Decreto de Bolsonaro com mudanças na saúde indígena dispara alerta no movimento indigenista

Mobilização dos povos Pataxó, Tupinambá e Pataxó Hã-Hã-Hãe contra a municipalização da saúde indígena, em Brasília. Foto: Tiago Muito/Cimi

Governo mantém Sesai, mas sinaliza mudanças administrativas com a extinção de cargos e departamentos que preocupam lideranças. Ministério da Saúde promete continuidade das ações na área Mudanças recentes no modelo de gestão de políticas para a saúde indígena feitas pelo presidente Jair Bolsonaro acionaram um alerta no movimento indigenista brasileiro. Embora o Governo tenha recuado da decisão de extinguir a Secretaria Nacional de Saúde Indígena (Sesai), como planejava :: LEIA MAIS »

Piauí: MPF entra com ação para União instalar Distrito Sanitário Indígena

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O Ministério Público Federal (MPF) no Piauí ajuizou ação civil pública com pedido de liminar, contra a União, para a instalação do Distrito Sanitário Especial Indígena no Estado do Piauí (DSEI/PI). O objetivo é proporcionar um melhor atendimento as populações indígenas presentes no estado.

A ação, de autoria do procurador da República Kelston Pinheiro Lages, tem como base o Inquérito Civil nº 1.27.000.000936/2016-15, que tramitou no MPF/PI, instaurado para acompanhar a implantação do DSEI/PI, além de outras medidas cabíveis no sentido de que seja assegurada a assistência à saúde aos grupos indígenas, inclusive àqueles que se encontram desaldeados, com ações de baixa, média e alta complexidade. :: LEIA MAIS »



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