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Índios sofrem ataques a tiros após retomada de fazenda em Coronel Sapucaia

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Foto: Cimi

Índios Guarani Kaiowá sofreram ataques a tiros nesta domingo (31) durante tentativa de retomada da sede da fazenda Madama em Coronel Sapucaia – distante 395 quilômetros de Campo Grande.

Segundo informações preliminares, os ataques aconteceram nos três acampamentos que compõem aldeia Kurusu Ambá. Há informações que dão conta de possível desaparecimento de uma adolescente da aldeia, que seria filha de um dos líderes da tribo, e que uma pessoa teria morrido dentro da fazenda, mas ainda não há confirmação oficial.

Conforme informações preliminares, os ataques aconteceram por volta das 10 horas de domingo (31). Os índios retomaram parte da fazenda no sábado (30). E proprietários e funcionários da fazenda teriam disparado tiros depois de estabelecer cordão de isolamento do local.

A equipe de Notícias entrou em contato regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Ponta Porã para conversar com responsável Elder Ribas, mas foi informada que ele está no fora da sede da Funai justamente na tentativa de obter mais informações sobre situação atual da fazenda Ma

Ciência indígena pode ajudar no combate ao Aedes aegypti, defende pesquisador

 

 

Palmas - Fotografia em dupla exposição de Índio da etnia Pataxó e lua no sexto dia de competições (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas – Fotografia em dupla exposição de Índio da etnia Pataxó e lua no sexto dia de competições (Marcelo Camargo/Agência Brasil) 

Tecnologia

Dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Essa lista de doenças graves possui o mosquito Aedes Aegypti como vetor em comum. Medindo menos de 1 centímetro, preto com manchas brancas no corpo e pernas, o seu controle é difícil por ser versátil e depositar ovos extremamente resistentes que sobrevivem vários meses antes do contato com a água.

Ao menos, o combate ao inseto adulto pode ser potencializado com o conhecimento indígena. É o que defende o pós-doutor em Astronomia Germano Afonso, que dedica sua vida acadêmica ao estudo de como a Astronomia Indígena contribuiu e é capaz de contribuir com a Ciência Ocidental. (Por que Astronomia Indígena? :: LEIA MAIS »

A arte da sabedoria indígena

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Salvino dos Santos Braz,

Para a gente ser gente, precisamos estar em equilíbrio e fazer alguma coisa a favor das plantas, das águas e do solo

LUCAS SIMÕES

Um dos maiores expoentes do povo pataxó, é também professor na Escola Indígena Bakumuxá, autor de quatro livros e canções sobre a relação do índio e do homem com a natureza. Ele apresenta show “Cantos para Alfabetizar” no 10º Festival de Verão da UFMG, dia 01 de fevereiro. Ele conversou sobre suas inspirações artísticas, a resistência indígena e a importância de suas obras terem chegado às universidades.  Leia a entrevista completa: :: LEIA MAIS »

Veto presidencial impede a melhoria da educação escolar indígena no Brasil

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A Relatoria de Direitos Humanos e Povos Indígenas da Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil apoia as recentes manifestações de especialistas e organizações indígenas e indigenistas sobre o Projeto de Lei n. 5954/2013 e expressa sua preocupação com relação ao recente veto da Presidenta Dilma Roussef ao referido projeto.
O PL 5954/2013, de iniciativa do Senador Cristovam Buarque (PDT/DF), visa alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para fazer respeitar o direito à educação específica e diferenciada dos povos indígenas no Brasil, inclusive no processo de avaliação. O PL foi aprovado em todas as comissões por que passou no Congresso Nacional e contou com a contribuição de diversos parlamentares engajados no aperfeiçoamento dos dispositivos da LDB. :: LEIA MAIS »

TUPINAMBÁS DENUNCIAM AÇÃO DE “PISTOLEIROS” EM ILHÉUS

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Indígenas recolheram munições no território em disputa.

Blog do Gusmão*

Em vídeos e textos publicados na internet, tupinambás denunciaram a ação de “pistoleiros” numa área conhecida como Areal (por causa da extração de areia), na zona sul de Ilhéus. O local teria sido alvo de uma ordem de reintegração de posse contra os indígenas.
O Povo Tupinambá de Olivença exige que o Ministério da Justiça demarque oficialmente o território de 43 mil hectares reconhecido como indígena por estudo antropológico concluído pela FUNAI em 2009.
Segundo os tupinambás, “pistoleiros” dispararam armas de fogo durante a ação.

Em um dos vídeos, os índios afirmaram que a Polícia Militar escoltou a retirada de areia do local. Além disso, denunciaram que documentos e pertences pessoais foram roubados durante a suposta reintegração de posse. Assista.

Arqueólogos resgatam ossos de indígenas em cemitério antigo no TO

urnas_1 :: LEIA MAIS »

MPF apura reclamações de indígenas de Atalaia do Norte em inquérito civil

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Reunião entre MPF-AM e lideranças indígenas em Atalaia do Norte

MANAUS – Há 11 dias um grupo de mais de 100 indígenas, de várias etnias, ocupam a sede da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Atalaia do Norte (a 1.138 quilômetros da capital), no Amazonas. Eles querem a saída do coordenador da Bruno Pereira, e a eleição de um indígena para o cargo, medidas para coibir conflitos entre etnias recente contato e melhores condições de infraestrutura para a atuação do órgão no Vale do Javari. Além disso, as lideranças também reivindicam transparência na demarcação de terras.

Na última quarta-feira (27), foi realizada uma reunião entre o Ministério Público Federal (MPF), com presença da Polícia Federal, e lideranças indígenas Matis, Marubo, Mayoruna e Kanamary. O encontro aconteceu na Câmara Municipal de Atalaia do Norte.

Durante a reunião, o Procurador da República Ramon Amaral, que atua na unidade de Tabatinga, ressaltou que uma de suas missões é a defesa dos interesses indígenas, e que considera legítima a ocupação dos Matis que buscam uma melhor gestão na Funai.

No entanto, ele deixou claro que não é competência do Ministério Público nomear ou exonerar servidores do órgão. O procurador também garantiu que as reclamações serão apuradas e os documentos entregues pelos indígenas serão analisados por meio de um inquérito civil que será instaurado.

Após a reunião, as lideranças voltaram para o prédio da coordenação regional da Funai no município. De acordo com o correspondente da Agência Brasil na região, Nailson Tenazor, os indígenas permanecem no local até que seja resolvido o impasse sobre a substituição de Bruno Pereira.

Documentos entregues pelos indígenas também serão analisados. Eles ocupam sede da Funai no município do AmaNa última quarta-feira (27), foi realizada uma reunião entre o Ministério Público Federal (MPF), com presença da Polícia Federal, e lideranças indígenas Matis, Marubo, Mayoruna e Kanamary. O encontro aconteceu na Câmara Municipal de Atalaia do Norte.
Durante a reunião, o Procurador da República Ramon Amaral, que atua na unidade deTabatinga, ressaltou que uma de suas missões é a defesa dos interesses indígenas, e que considera legítima a ocupação dos Matis que buscam uma melhor gestão na Funai.  Leia a carta na íntegra :: LEIA MAIS »

Ocupação do prédio da Funai por índios de diversas etnias segue firme em Atalaia do Norte (AM)

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Exoneração de coordenador regional do órgão é exigida pelos ocupantes, que estão no local há mais de uma semana

Mais de uma semana depois da ocupação da Coordenação Regional (CR) da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Atalaia do Norte (a 1.138 quilômetros da capital Manaus), indígenas das etnias Matis, Marubo e Kanamary e outras, resistem em deixar o local. :: LEIA MAIS »

A Funai e a farsa da política dos “índios isolados”

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Antropóloga Barbara Arisi relata o conflito no Vale do Javari (AM) e critica a falta de diálogo entre o governo e os povos indígenas da região

Barbara Arisi é antropóloga, professora de etnologia indígena da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e trabalha há uma década junto aos Matis, povo que vive no Vale do Javari, no Amazonas.
Sua dissertação sobre a relação dos Matis com os indígenas em isolamento voluntário Korubo é referência para se pensar a política pública sobre os “índios isolados” e o respeito aos povos indígenas (pode ser acessada no repositório da UFSC).
No ano passado, os Matis contataram um grupo Korubo classificado como “isolado” pela Funai — uma classificação que, como mostra o trabalho de Arisi, tem um sentido diferente para os Matis.
Essa aproximação diplomática entre os povos que possuem diferentes relações com o Estado brasileiro foi envolta de conflitos e tensões, intensificadas nos últimos anos e resultando em mortes de ambos os lados. :: LEIA MAIS »

Olimpíadas Indígenas do Eware iniciam disputas em seis modalidades

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Os jogos que acontecem na comunidade indígena de Belém do Solimões, no Amazonas. Seis modalidades foram disputadas.
A primeira foi a final de Coquita, cujo vencedor foi Enir Marcos Lourenço, indígena da etnia Ticuna, da comunidade Asacaia, que conseguiu converter 462 vezes a parte oca da fruta da Coquita. Na modalidade feminina, a vencedora foi Silvana da Silva Balbina, índia da mesma etnia, residente da comunidade Santo Domingo II.   A categoria Salto a Distância teve 31 competidores. Fredy, da comunidade de Filadélfia, ficou em primeiro lugar na modalidade masculina. Na segunda colocação ficou Ronaldino, Ticuna da comunidade Santa Clara.   Na modalidade feminina, Tatiana foi a vencedora. A Ticuna de Belém do Solimões saltou 4,20 metros. Em segundo lugar ficou Geovana, moradora da comunidade de Palmares. Na terceira colocação ficou Sandra, indígena da comunidade de Santo Domingo II.   Outra modalidade que já tem seus vencedores definidos é a de Baladeira. O campeão foi Bruno, da etnia Kokama.   Durante o evento aconteceram também os jogos de Handebol. O Futsal masculino e feminino ainda estão na fase classificatória.   No período da noite, a programação foi a premiação dos vencedores da primeira etapa da competição. Teve apresentação do grupo Bünecü, vencedor do Terceiro Festival de Música da Rádio Nacional do Alto Solimões. A festividade se encerrou às 21 horas.   Ainda devem ser realizados as competições de Arco e Flecha masculino, Zarabatana Masculino, 100 metros feminino eliminatória, Queda de Braço masculino, Racha Lenha, Duatlon, Canoagem, Cabo de Guerra e Maratona.

 

 



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