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Presidente do regional NE 5 denuncia situação de indígenas

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São Luis (RV) – O arcebispo de São Luís (MA) e Presidente do regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom José Belisário da Silva, emitiu uma nota a respeito do povo indígena Gamela, no município de Viana (MA). Segundo o texto, a população enfrenta, há décadas, uma situação de “luta contra a invasão de seu território e, por isso, tem sofrido constantes ameaças, inclusive de mortes”.  Eu ouvi o clamor do meu povo (cf. Ex 3, 9) :: LEIA MAIS »

Indígenas fazem manifestação e firmam acordo com a Sepror para produção agrícola

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A comissão de lideranças indígenas foi recebida na Seduc – foto: Michelle Freitas

Ao menos 300 indígenas, juntamente com uma comissão,  firmaram um acordo com a Secretaria de Produção Rural (Sepror), após muita pressão, para criar uma política especifica para a produção de alimentos para indígenas.  Os índios foram à secretaria em caminhada, na manhã dessa quinta-feira (18), em manifestação no segundo dia do Fórum de Educação Escolar Indígena do Amazonas (Foreeia), que ocorre em Manaus. O grupo ocupou também a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), mas não obtiveram resposta às reivindicações, que dominam a pauta do Fórum. :: LEIA MAIS »

Após ato, Seduc atende reivindicações de grupo de indígenas em Manaus

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Secretário Rossieli Soares se reuniu com indígenas nesta tarde, em Manaus (Foto: Divulgação/ Seduc)

Após o ato de ocupação da sede da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc-AM) nesta quinta-feira (18), em Manaus, reivindicações de um grupo de indígenas foram atendidas pelo secretário Rossieli Soares. O grupo visitou instituições e pediu por melhorias na educação escolar. De acordo com a Seduc, uma reunião foi realizada com aproximadamente 200 lideranças indígenas de mais de 20 municípios do Amazonas.

Entre as reivindicações dos indígenas atendidas pela Seduc, estão: a nomeação de um gerente de educação escolar indígena para a Seduc a partir da indicação que será providenciada por lideranças; a elaboração de material didático diferenciado, intercultural e bilíngue para uso de estudantes e professores indígenas e a realização de uma campanha de sensibilização de forma a abranger a sociedade para a importância dos povos indígenas, suas tradições e cultura, dentre outras providências. :: LEIA MAIS »

Acre serve de laboratório para implantação do Pronatec Indígena

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Os povos indígenas Puyanawa e Katuquina receberam na terça-feira, 16, a visita de um grupo de profissionais do Instituto Federal do Acre (Ifac) de Cruzeiro do Sul, ligados à execução de cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

O motivo foi avaliar os resultados e preparar um documentário sobre os cursos que ora vêm sendo realizados nas aldeias, na modalidade de Pronatec Indígena, uma novidade dentro do programa, em que o Acre está servindo de laboratório para expandir a experiência para outras unidades da Federação.

Criado em 2011 pelo governo federal, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) já chegou a mais de 70 mil pessoas no Acre com cursos de formação profissional e tecnológica em várias áreas, tendo como principais executores o Ifac e o Centro de Formação e Tecnologias do Juruá (Ceflora), que é ligado ao Instituto Dom Moacyr. :: LEIA MAIS »

Há 20 anos, visita a índios e choque cultural criavam clássico do Sepultura

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Índios fazem acordo com governo de MT e liberam maquinário de obras

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Índios de aldeia na região do Xingu se apossaram de maquinário na MT-322.
Eles cobravam retomada de obras e ameaçaram incendiar máquinas.

O maquinário da Secretaria estadual de Infraestrutura (Sinfra) que estava em posse dos índios da aldeia Piaraçu, na região do Parque Indígena do Xingu (norte de Mato Grosso) foi devolvido nesta quarta-feira (17), segundo divulgou a secretaria. Os índios, da etnia Kaiapó, haviam tomado as máquinas e levado-as para a aldeia, ameaçando incendiá-las, caso não fossem retomadas as obras de manutenção da rodovia estadual MT-322. :: LEIA MAIS »

Índio que já javia sido punido por sua tribo recebe absolvição

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O caso trata de homicídio praticado por índio contra outro da mesma tribo, dentro da terra Manoá-Pium, na reserva Raposa Serra da Lua, em Roraima.

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve, no Tribunal de Justiça de Roraima, decisão inédita e confirmou a tese de que o Estado não pode aplicar pena prevista no Código Penal a indígena quando o acusado já sofreu sanção aplicada pela própria comunidade.

O caso trata de homicídio praticado por índio contra outro da mesma tribo, dentro da terra Manoá-Pium, na reserva Raposa Serra da Lua, em Roraima. O Ministério Público de Roraima ofereceu denúncia com base no artigo 121 do Código, aceita pela comarca da cidade de Bonfim. :: LEIA MAIS »

Projeto visa alterar lei de eleições de diretores em escolas indígenas

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Foi apresentado nesta terça-feira (16) um projeto de lei que visa alterar a Lei Estadual 3.479/2007

Projeto visa alterar lei de eleições de diretores em escolas indígenas – A Crítica de Campo Grande

Foi apresentado nesta terça-feira (16) um projeto de lei que visa alterar a Lei Estadual 3.479/2007, que dispõe sobre as eleições para diretores e diretores-adjuntos nas escolas estaduais de Mato Grosso do Sul. O intuito é dispensar eleições nas escolas indígenas.

Segundo o autor da proposta, deputado Pedro Kemp (PT), o projeto foi apresentado após lideranças indígenas procurarem o Parlamento para pedir que não haja mais eleições nessas escolas, pois estaria causando transtorno dentro das comunidades, pelo fato do Governo do Estado ainda não ter realizado concurso público para professores especializados em educação indígena.

“A atual lei somente permite que professores efetivos concorram a eleição para diretores e as escolas indígenas só possuem professores convocados [contratação temporária]. Com isso, não há professores com formação indígena aptos a concorrerem”, justificou Kemp.

Um em cada quatro indígenas latino-americanos vive na pobreza, diz Banco Mundial

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Das pessoas em situação de pobreza extrema na América Latina, os indígenas são nada menos que 17% – embora representem apenas 8% da população total

Um em cada quatro indígenas latino-americanos ainda vive na pobreza, apesar dos enormes progressos na região na última década em matéria de desenvolvimento e combate à pobreza, segundo estudo do Banco Mundial.

No relatório América Latina Indígena no século XXI, a entidade ressaltou que os indígenas representam cerca de 8% da população total, mas são 14% dos cidadãos que vivem na pobreza. Das pessoas em situação de pobreza extrema, os indígenas são nada menos que 17%.

“Pela primeira vez na história da América Latina, há mais pessoas vivendo na classe média do que na pobreza”, mas “os povos indígenas não se beneficiaram na mesma proporção que o resto da população. Essa situação é inaceitável”, disse Jorge Familiar, vice-presidente do Banco Mundial para a região.

Ailton Krenak, professor Honoris Causa em sabedoria indígena

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Na próxima quarta-feira, Ailton Krenak receberá o título de professor Honoris Causa, pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ailton Krenak, que é jornalista, ambientalista e escritor para além de ser considerado uma das mais importantes lideranças indígenas da atualidade. Vem trabalhando em parceria com a UFJF desde 2014 no Curso de Especialização “Cultura e História dos Povos Indígenas”, na disciplina de “Artes e ofícios dos saberes tradicionais” e agora receberá este merecido reconhecimento oficial.

No blog Ailton Krenak pode-se lembrar alguns dos mais importantes trechos da trajetória deste personagem da moderna história do nosso país. Lutador aguerrido da causa dos direitos indígenas e da defesa do meio ambiente: “Ailton Krenak é um dos mais destacados intelectuais do Brasil, principalmente no que se refere ao sentido pós-colonial das formas de pensar o mundo. Foi a liderança central na luta indígena dos anos 1980 que culminou com a garantia de direitos fundamentais estabelecidos na Constituição Federal de 1988 – momento em que pronunciou um discurso histórico na tribuna do Congresso Nacional e pintou seu rosto com tintura de jenipapo simbolizando a força de lutar do povo indígena”.



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