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:: ‘Notícias’

Renegociação da dívida pode ajudar na demarcação de terras indígena, diz Reinaldo

placa da funai

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) acredita que se a questão da dívida de Mato Grosso do Sul avançar e ocorrer recontratualização o Estado pode auxiliar a União a tirar do papel a demarcação das áreas indígenas.

“Se acontecer a recontratualização da dívida e da forma que vier, pode aumentar o fluxo financeiro até para o Estado poder ajudar nessa questão das demarcações. O governo Federal aporta uma parte e a gente aporta outra e tenta distensionar este conflito das regiões em Mato Grosso do Sul”, disse durante agenda pública na tarde desta sexta-feira (17).

Os governadores de todos os estados do Brasil devem se reunir na casa do chefe do Executivo de Brasília na próxima segunda-feira (21), justamente para levar um única proposta à…. :: LEIA MAIS »

BR-262 é liberada, mas índios afirmam que outros protestos podem acontecer

estrada interditada

O km 528 da BR-262 foi liberada às 12h após o interdição total do trecho durante todo o período da manhã.O protesto aconteceu devido à morte do índio Clodioudo Aguile Rodrigues dos Santos, de 26 anos.

De acordo com Elvis Terena, uma das lideranças indígenas, a vinda de um representante da ONU (Organizações das Naçoes Unidas) para Caarapó foi o que motivou a liberação da pista, porém não foi descartado outras manifestações. “Não temos como definir uma hora, data ou dia, tudo depende do que possa aocntecer com o nosso povo”.

De acordo com Elvis, há aproximadamente 600 indígenas de Miranda e Aquidauana solidários à situação. “ Estamos cansados da morosidade do governo e da omissão do estado sobre a questão da violência sobre os nosso povo”, diz.

 

Comunidade indígena de BH protesta em apoio aos índios no MS

Indignados com o massacre indígena que acontece nos últimos dias no Mato Grosso do Sul (MS), a comunidade indígena de Belo Horizonte organizou um protesto nesta sexta-feira (17) às 18h na praça Sete para demonstrar o repúdio às investidas de fazendeiros contra índios das etnias Guarani-kaiowá e Ñandeva naquela região.

Na última terça-feira (14), um grupo de dezenas de pistoleiros matou o indígena Clodioude Aguile Rodrigues dos Santos e deixou pelo menos seis índios gravemente feridos no Mato Grosso do Sul. Mas há relatos de mais mortes e feridos na região, inclusive uma criança, além do impedimento do Ministério Público Federal (MPF) de adentrar o território onde acontece os ataques.

O evento denominado “Vamos parar o Yakã-Ruguy (Rio de Sangue) Guarani-Kaiowá” foi organizado pelo Facebook e tem o apoio do Comitê Mineiro de Apoio à Causa Indígena, que também assina um documento de repúdio ao genocídio indígena no Brasil. Veja alguns trechos da carta: :: LEIA MAIS »

povos-indigenas-de-mato-grosso-criam-federacao-para-melhorar-articulacao

sede_administrativa_620_235

A reunião aconteceu na aldeia indígena umutina em Mato Grosso.

Com o objetivo de melhorar a articulação política de diálogo com o poder executivo e com organizações privadas e não governamentais, um grupo de 43 povos indígenas mato-grossenses criaram, este mês, durante a II Assembleia dos Povos Indígenas do Mato Grosso, a Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT). O evento de lançamento aconteceu na Aldeia Umutina, na região de Barra do Bugres, Mato Grosso. Bemoro, do povo Kayapó, foi escolhido como presidente da Federação e…… :: LEIA MAIS »

Funai poderá opinar sobre projetos de créditos de carbono em terras indígenas

AREA INDIGENA VERDE

A Fundação Nacional do Índio (Funai) poderá ser obrigada a emitir parecer técnico sobre projetos para geração de crédito de carbono em terras indígenas, observando aspectos como consentimento da comunidade, equidade na repartição dos benefícios e respeito ao conhecimento tradicional dos povos indígenas, entre outros.

É o que estabelece o substitutivo de Jorge Viana (PT-AC) ao,PLC 203/2015 apresentado pelo ex-senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). A proposta está na pauta da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e pode ser votada na… :: LEIA MAIS »

Lideranças indígenas entregam reivindicações à Defensoria da União

FORÇA NACIONAL NA

DPU vai analisar documento para tomar medidas judiciais

Lideranças indígenas Guarani-Kaiowá entregaram à Defensoria Pública da União (DPU) lista de reivindicações por conta o impasse na demarcação de terras em Mato Grosso do Sul. Nesta semana, conflito entre fazendeiros e índios no município de Caraapó resultou na morte do agente de saúde Clodiodes Aguileu Rodrigues de Souza e deixou seis pessoas feridas.

O apoio da DPU na situação também foi solicitado para tentar intermediar a crise. O mesmo documento protocolado na defensoria ontem (16) foi levado ao Ministério Público Federal e à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

O conflito foi motivado, principalmente, porque decreto assinado pela diretoria da Fundação Nacional do Índio (Funai) demarcou área de 55.590 hectares, hoje denominada de Amambaipeguá I. O documento foi….. :: LEIA MAIS »

Representante indígena será condutora da Tocha Olímpica em Rio Branco

india e toucha

Representar os povos indígenas e a juventude acreana durante a passagem da Tocha Olímpica em Rio Branco, no Acre. Esse será o desafio de Alana Manchineri, da terra Mamoadate, em Assis Brasil, distante 330 quilômetros da capital. Com atuação direta nos movimentos em prol da comunidade indígena, a estudante de Biologia da Universidade Federal do Acre (Ufac) conta que aprendeu desde criança como lutar por seus direitos. “Minha atuação vem desde pequena, pois meu pai foi liderança e minha mãe, militante na causa escolar indígena”, diz.

Alana conta que sua primeira participação na causa foi durante a Rio +20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. “Foi lá que comecei a perceber que poderia ajudar meu povo e meu estado. Ainda participei do Seminário da Juventude Indígena e de outros movimentos aqui no Acre”, ressalta.

Sobre a participação no revezamento da Chama Olímpica, Alana destaca: “Quando recebi o convite, pensei que essa será uma oportunidade de apresentar os indígenas de forma contemporânea, já que é um evento no qual o mundo todo está de olho. Mostrarei que os índios também podem ser condutores”.

A Tocha Olímpica passará em Rio Branco no dia 21 deste mês, e percorrerá 24 quilômetros da cidade. Ao todo, serão 120 pessoas que revezarão o símbolo dos Jogos Olímpicos Rio 2016. O trajeto se inicia no Mercado Rui Lino e termina na Gameleira, onde a Pira Olímpica será acesa.

Agência

 

Líder indígena pede inclusão de índios nos cursos da Unir em Rondônia

elinton_gaviao
Helinton Gavião diz que seu povo precisa de profissionais graduados.
Reitor falou sobre realizar um processo seletivo exclusivo para indígenas.

Em reunião com o Reitor Pro Tempore da Universidade Federal de Rondônia (Unir), professor Ari Miguel Teixeira Ott, o coordenador dos Povos Indígenas de Rondônia, Helinton Gavião, cobrou na última quarta-feira (15) a possibilidade de indígenas poder frequentar os cursos superiores oferecidos pela universidade, além da Educação Intercultural, que já recebe indígenas.

Helinton Gavião justificou o pedido dizendo que seu povo precisa de profissionais graduados, que possam atender a área da saúde e de gestão territorial, por exemplo. Em resposta, segundo nota da Unir, o Reitor falou sobre a possibilidade de realizar um processo seletivo exclusivo para selecionar estudantes indígenas, utilizando por bases a Lei Federal nº 12.711, de 29/08/2012 – conhecida como Lei de Cotas.

Como encaminhamento, ficou decidido que a Reitoria da Unir vai agendar reunião com representantes de organizações governamentais e não governamentais para o dia 6 de julho, com a finalidade de discutir a criação de políticas de inclusão e permanência dos povos indígenas das diversas etnias do estado de Rondônia na universidade.

Termina protesto de índios Tembé em aldeia de Paragominas

Indios tembé
ndígenas entraram em acordo com a Celpa por melhorias na rede elétrica.
Servidores da Secretaria Municipal de Educação foram liberados de aldeia.

Foi encerrada a manifestação de índios Tembé por melhorias no fornecimento de energia elétrica para a área da comunidade Caip, a cerca de 100 km da área urbana de Parauapebas, no sudeste do Pará. Os quatro servidores da Secretaria Municipal de Educação que estavam impedidos de deixar a aldeia foram liberados.

Representantes dos indígenas e da Celpa chegaram a um acordo durante reunião realizada na quinta-feira (16). A concessionária de energia elétrica informou que já tem equipes atuando na área para fazer a manutenção da rede e melhorar a qualidade do fornecimento da energia na região.

Segundo os indígenas, ainda não há prazo definido para a conclusão do serviço. Durante o protesto, que durou dois dias, uma equipe da Secretaria de Educação de Parauapebas havia sido impedida de deixar a aldeia. Os manifestantes ainda secaram os pneus dos carros da empresa de energia e ameaçaram incendiar os veículos.

Indígenas protestam em frente à prefeitura de Avaí por moradia

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Na prefeitura, nenhum responsável foi encontrado para falar sobre o assunto.

Dezenas de índios de aldeias de Avaí (SP) protestaram em frente à prefeitura na tarde desta quinta-feira (16). Eles reclamam do atraso da entrega de moradias que seriam construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano em parceria com a prefeitura.

Eles ficaram em frente ao prédio até um grupo ser recebido dentro da prefeitura. De acordo com a CDHU, a companhia tem em construção 15 moradias nas aldeias de Tereguá e Nimuendaju. Ainda segundo a companhia, as unidades são executadas pela prefeitura, que ficou responsável pela contratação e administração das obras.

Conforme convênio, a CDHU repassava mensalmente os recursos financeiros ao município de acordo com o andamento dos serviços. Entretanto segundo a CDHU, a prefeitura apresenta dificuldades para administrar obra, por isso a companhia está propondo rescindir o convênio e assumir as obras, abrindo novo processo de licitação para concluir as moradias.



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