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:: ‘Notícias’

CEPAL critica ‘invisibilidade estatística’ dos povos indígenas na América Latina

Indígenas representam 8,3% da população da América Latina, segundo os dados mais recentes da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). Organismo regional acredita que países devem melhorar qualidade de dados coletados sobre povos indígenas para incluí-los em censos e políticas públicas

Arqu’a, Choc—. Los ind’genas kuna han sufrido por a–os el despojo de sus tierras, agravado por la acci—n de grupos armados ilegales.Em 2010, indígenas representavam 8,3% da população da América Latina. Na imagem, crianças e jovens do povo kuna, na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Em evento paralelo ao Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável sobre os direitos e contribuições dos povos indígenas para a Agenda 2030 da ONU, a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, criticou a falta de dados estatísticos que torna invisíveis esses povos.

Atualmente, o organismo regional presta assistência técnica a seus Estados-membros para apoiar o desenvolvimento de métodos de monitoramento da população que incluam os indígenas, além de atuar junto a organizações dos povos nativos para produzir estudos e bancos de dado especializados.

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16º Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros vai até o dia 30 julho

manifestação cultural

Começou no dia 15 e vai até o dia 30 de julho o 16º Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. O evento acontece na Vila de São José, distrito de Alto Paraíso/GO. O encontro recebe representantes de diferentes povos e comunidades de todo o país.

PROGRAMAÇÃO
A programação cultural contará com a participação das cinco comunidades precursoras do evento, representantes da região da Chapada dos Veadeiros: a Caçada da Rainha de Colinas do Sul, a Comunidade do Sítio Histórico Kalunga, o Congo de Niquelândia e a Folia de Crixás. :: LEIA MAIS »

Licenciatura indígena no Amazonas na corda bamba

leo

Enquanto MEC e UFAM decidem quem paga a conta, alunos e professores da licenciatura indígena convivem com a incerteza sobre continuidade das aulas

Ser aprovado no vestibular de uma grande universidade pública é um prazer experimentado por pouquíssimos brasileiros. É a meta de boa parte dos jovens ao final da adolescência e o drama de muitas famílias que, em caso negativo, nunca terão condições de arcar com os estudos de seus filhos.

Assim, não é difícil de imaginar como Gabriel Gonçalves sentiu-se ao receber a notícia de que, “em razão da crescente crise econômica que passa o país”, seu curso seria cancelado.

Ele foi o primeiro colocado em um vestibular que selecionou 120 estudantes para uma seleta turma de Licenciatura Indígena, Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável, em São Gabriel da Cachoeira. :: LEIA MAIS »

Após acordo, movimento indígena desocupa prédios da Funai no Amapá

desopaçao da funai

Protestos foram motivados por possível mudança de diretoria.
Reunião garantiu que Funai poderá nomear futuro gestor, diz movimento.

nas cidades de Macapá e Oiapoque, a 590 quilômetros da capital, deixou ambos os locais na noite de sábado (16), após um acordo feito durante uma reunião de negociação ocorrida na sexta-feira (15).

Segundo o líder do movimento de Articulação dos Povos Indígenas e Organizações do Amapá (Apoianp), Welisson Iaparrá, o acordo garantiu que a possível indicação de um militar para comandar a instituição em âmbito nacional não vai ocorrer e que a Funai pode nomear o futuro gestor. :: LEIA MAIS »

Artista indígena Jaider Esbell inaugura exposiçao na UFPI

artista indigena

Será aberta nesta terça-feira (19), na Galeria de Artes Liz Medeiros, do Centro de Ciências da Educação – CCE, a mostra ***It Was Amazon – by Jaider Esbell***.                      Contando com apoio da Universidade Federal do Piauí, o projeto ITINERÂNCIA RORAIMA AO BRASIL – Etapa PIAUÍ traz ao estado 16 obras em preto e branco, que retratam o impacto do progresso na vida selvagem da Amazônia.

Artista plástico e escritor, Jaider Esbell é índio Makuxi, povo do extremo norte da Amazônia brasileira. Suas obras são referência na arte indígena contemporrâneo. A mostra It was Amazon recebe visitantes até dia 31 de julho.

Justiça concede reintegração de posse do Museu do Índio no Rio

museu do indio

O local é ocupado desde quarta-feira, quando a Funai fez um chamado para o movimento indígena fazer atos em suas sedes

Rio – A Justiça Federal concedeu hoje (18) à Fundação Nacional do Índio (Funai) mandado de reintegração de posse do Museu do Índio, que fica em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. O local está ocupado desde quarta-feira (13), quando a própria Funai fez um chamado para o movimento indígena nacional fazer atos em suas sedes em todo o Brasil contra cortes na instituição.

O ato convocado pela Funai acabou no mesmo dia mas, segundo a fundação, um grupo resolveu ficar no local. “Foram realizadas tratativas entre os servidores do museu e os ocupantes para que estes deixassem as instalações, o que não ocorreu”. Na tarde de ontem (17), os índios que ocupavam o local, integrantes da Aldeia Maracanã – que por sete anos ocupou o antigo Museu do Índio, ao lado do estádio do Maracanã – fizeram uma manifestação em frente ao museu de Botafogo. :: LEIA MAIS »

Tenda dos Saberes Indígenas terá observação astronômica no segundo ano de FIB

TENDA

Sucesso de público no ano passado, a Tenda dos Saberes Indígenas volta a ser destaque da programação do Festival de Inverno de Bonito (FIB). O local ainda traz uma novidade: o Planetário Céu Guarani. A tenda ficará na Praça da Liberdade, ponto central do evento que acontece entre 28 e 31 de julho em Bonito (MS).

O objetivo é difundir os saberes tradicionais e a cultura indígena de várias etnias que habitam o estado, como o Kadwéu, Guarani, Terena, Ofaié, Atikum, Kinikinau e Guató. “A tenda vem no contraponto da globalização que pulveriza identidades e busca construir o mundo uniformizado”, afirma Ângela Silva, arte educadora da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). :: LEIA MAIS »

Indígena ferido em acidente é transferido para Londrina

HELICOPTERO

O helicóptero Falcão 3 do Batalhão da Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) fez dois resgates de vítimas de acidente para Londrina no domingo (17). Um dos casos é de um indígena ferido em uma colisão entre dois veículos em Tamarana. Valdemar Marcolino, de 42 anos, era passageiro de um dos carros.    Ele foi resgatado pelo helicóptero e encaminhado ao Hospital Universitário entubado, sedado e com politraumatismo.

Pela manhã, o BPMOA foi até Ivaiporã prestar atendimento a uma mulher de 50 anos atropelada por uma motocicleta. Shirley Ferreira, de 50 anos, foi transferida para o Hospital João de Freitas, em Arapongas, com traumatismo craniano. O motorista também ficou gravemente ferido, e foi transportado para o Hospital da Providência em Apucarana.

BA – Governo inaugura o maior centro de operações de segurança da América do Sul

gov inaugura segurança

Governador Rui Costa inaugura o Centro no Centro Administrativa da Bahia

O combate à criminalidade na Bahia ganhou um novo capítulo com a inauguração, realizada nesta segunda-feira (18) pelo governador Rui Costa, do Centro de Operações e Inteligência de Segurança Pública 2 de Julho, em Salvador. Localizada em um prédio de quatro andares, a unidade ocupa uma área de 13 mil metros quadrados no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e funcionará como cérebro operacional para ações de segurança, reunindo em um único espaço as polícias Militar, Civil e Técnica, o Corpo de Bombeiros, além de agregar efetivos federais e municipais. :: LEIA MAIS »

O trauma histórico e a busca pela cura das feridas do espírito

slvar pelo espirito Yandê

A colonização deixou marcas profundas na memória dos povos que passaram e ainda passam por muitas formas de violência física, psíquica e espiritual. As águas ficaram salgadas de lágrimas das diferentes nações indígenas e vermelhas de sangue em todo o continente americano. Contar nossa história é também tocar em nossa ferida e todas lembranças dolorosas do passado.

O trauma histórico é uma realidade que não pode ser ignorada pela população indígena e por todos aqueles que são filhos do massacre. Reparação e reconhecimento é uma forma de encontrar justiça daquilo que jamais vai ser esquecido. Existe uma dor que atravessa gerações e é ela que alguns estão buscando curar pois acreditam que impede uma vida saudável e em harmonia com a terra. :: LEIA MAIS »



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