WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia




abril 2026
D S T Q Q S S
« mar    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


Indígenas protestam por demarcação de terras e fortalecimento da Funai

1002488-df_24022016-dsc_9892

Indígenas protestam contra a PEC 215 e pelo fortalecimento da Funai na Praça dos Três Poderes

Lideranças dos povos Pataxó e Tupinambá do extremo sul da Bahia fizeram um protesto hoje (24) na Praça dos Três Poderes para chamar a atenção para problemas ligados à demarcação de terras indígenas.

“Estamos aqui reivindicando principalmente questões territoriais da nossa aldeia”, disse a cacique Cátia Tupinambá, uma das cerca de 50 indígenas que participaram da manifestação. Segundo a líder, a questão territorial vem preocupando as populações indígenas. “A paralisação nas demarcações das terras indígenas é uma das nossas principais preocupações.”

No protesto, os indígenas reforçaram posição contrária à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que tira do Poder Executivo a prerrogativa de decidir sobre a demarcação de terras indígenas e remanescentes de quilombos. Pela proposta, caberá ao Congresso Nacional a palavra final nos processos.

 

:: LEIA MAIS »

Mostra de Cinema Indígena e 5ª Edição da ARTEXPO são destaques em Cultura

IMAGEM_NOTICIA_5

O Cine Kurumin, Mostra de Cinema Indígena, que chega à sua 5ª edição este ano, terá parte da programação no Palacete das Artes, em Salvador, de 4 a 6 de março. O evento, que conta com exibição de filmes e realização de oficinas de produção experimental de curtas em aldeias indígenas – este ano nas Kiriri e Tumbalalá -, acontece pela primeira vez na capital baiana. O Palacete das Artes exibirá 17 produções com temática indígena, entre documentários e ficção, além de promover rodas de conversa sobre “Perspectivas do cinema indígena” e “Territórios: a busca da terra sem males” :: LEIA MAIS »

Arqueiro indígena amazonense será condutor da Tocha Olímpica no Brasil

114478_697x437_crop_56ce18f733c6e

O arqueiro indígena Gustavo dos Santos foi selecionado para ser um dos condutores da Tocha Olímpica no Brasil. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pela Coca-Cola Brasil, patrocinadora dos jogos olímpicos, em evento no Rio de Janeiro. O atleta da etnia Karapanã é apoiado pelo Projeto Arquearia Indígena do Amazonas, da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), e conta com patrocínio das Lojas Bemol e Fogás, por Meio da Lei de Incentivo ao Esporte, e do Banco Bradesco.

Ao todo, 2.400 pessoas terão a oportunidade de conduzir o ícone Olímpico a convite da Coca-Cola. Nesta quarta, cinco condutores foram apresentados. Formam o time a ex-ginasta Laís Souza, a jogadora de vôlei e bicampeã Olímpica Fabiana, o jovem arqueiro indígena Gustavo dos Santos, o cantor Di Ferrero e o youtuber Lucas Rangel. Os condutores foram escolhidos através do conceito Isso É Ouro, criado para a campanha nacional de seleção da Coca-Cola, que recebeu mais de 17.000 inscritos em três meses. Segundo a marca, foram selecionados atletas, artistas, jovens e pessoas com histórias inspiradoras.
:: LEIA MAIS »

Índios fazem ato contra mudança em regra de demarcação de terras

indigenas

Indígenas da etnia pataxó protestavam em frente ao Palácio do Planalto.
Proposta que transfere do Executivo para o Congresso demarcarção de áreas.

Índios pataxó iniciaram um protesto na manhã desta quarta-feira (24) em frente ao Palácio do Planalto contra a PEC 215 – que transfere do Executivo para o Congresso o poder de demarcar terras. Os índios reclamam também da falta de investimento em saúde e educação.

Para o cacique Sebastião Ribeiro Madeira, da aldeia Xandó, no extremo sul da Bahia, a PEC ameaça conquistas dos indígenas. “A PEC é um retrocesso. Nós temos nossos direitos desde 1500 e agora os parlamentares querem tirar isso da gente. Nós somos os primeiros brasileiros”, afirma.

Madeira reclama também da falta de segurança e das ameaças que diz ser recorrente contra membros da tribo. “Nosso povo está sendo massacrado. Nós, como liderança, estamos correndo certo risco vindo para cá.” Segundo a Polícia Militar, cerca de 50 pessoas participavam do protesto até as 13h. Não havia tumultos e o trânsito fluía normalmente.

Essa não é a primeira vez que grupos indígenas protestam contra a PEC 215 na Praça dos Três Poderes. Em novembro do ano passado, quilombolas e índios kaiapó do Mato Grosso foram ao Congresso para falar com parlamentares sobre o assunto.

 

Índio é morto à tiros próximo a aldeia no município de Pau Brasil

Aldeia Velha

Um índio foi morto próximo a uma aldeia no município de Pau Brasil, a 553 km de Salvador. De acordo com informações da DT (Delegacia Territorial), Leandro Vieira dos Santos, de 34 anos, estava em um local com mais dois homens que haviam se desentendido, sendo que os dois suspeitos estavam armado.

Conforme a DT, um dos índios de prenome Enoque disparou vários tiros. Um outro conhecido como Leandro Pesão revidou e durante o tiroteio a vítima foi atingida, não resistindo aos ferimentos e morrendo no local.

— Ele (vítima) foi alvejado, mas não tinha nada a ver com a confusão.

O corpo de Leandro foi removido pelo DPT (Departamento de Polícia Técnica) e encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Itabuna. A polícia informou ainda que Leandro pesão é autor de vários homicídios na reserva indígena. O caso está sendo investigado.

Escolas indígenas do Amazonas terão acesso a material pedagógico multilíngue

ecolas-indigenas-divulg

A Seduc promoveu capacitação aos profissionais da educação para a elaboração                                                               futura de material didático específico para escolas indígenas

Com o objetivo de fortalecer a educação escolar indígena em vigor no Amazonas, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), promoveu nesta semana uma formação capacitando profissionais da educação para a elaboração futura de material didático específico para ser disponibilizado para escolas indígenas no Estado.

Realizada no Centro de Formação Profissional Padre José Anchieta (Cepan/Seduc), bairro Japiim 2, Zona Sul, em Manaus, a formação teve por objetivo habilitar profissionais para elaboração de materiais pedagógicos os quais serão formulados respeitando as especificidades das etnias, de modo a atender aos anseios dos povos da região, resguardando as tradições e o modo de ser indígena.

Sob a orientação da doutora em linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marília Lopes da Costa Facó Soares, a formação foi iniciada no último dia 22 e nela foram discutidas metodologias para elaboração de materiais didáticos específicos e abrangeu: relatos de experiências pedagógicas no segmento de educação escolar indígena, realização de oficinas pedagógicas e propostas de elaboração de materiais didático-pedagógicos específicos por componente curricular.

 

:: LEIA MAIS »

Mais de 100 indígenas fazem cursos profissionalizantes no interior do AC

puyanawa2

Cursos são ofertados pelo Ifac em 18 comunidades indígenas do Acre.
Desafio é trabalhar conteúdos respeitando a cultura, diz coordenadora.

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no Acre, atende 140 indígenas de 18 comunidades do Acre. Os cursos oferecidos são de artesão indígena, agricultor agroflorestal, agente de desenvolvimento cooperativista, agricultor familiar, orgânico e piscicultura.

O indígena Jackson Marubo, de 28 anos, faz o curso de agente de desenvolvimento cooperativista em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, e conta que já fez as disciplinas de informática, cooperativismo e empreendedorismo.

“Estou gostando do curso. É bom que a gente aprende mais algumas informações. Moro na cidade há um ano e pretendo concluir o ensino médio para depois levar os conhecimentos para minha comunidade, que fica no Rio Ituí, no Amazonas”, diz Jackson.

De acordo com a coordenadora geral do Pronatec, Alcilene Oliveira Alves, o maior desafio é trabalhar os conteúdos propostos nas disciplinas respeitando os aspectos culturais. “Manter um diálogo com os povos indígenas, traduzindo o conhecimento de uma forma não autoritária. É uma educação intercultural”, afirma

:: LEIA MAIS »

Saúde – Governo mobiliza comunidades indígenas contra o Aedes aegypti

befed9f1-84e2-4ade-b6ee-5129e544f4ce

Combate ao mosquito é prioridade do governo

O povo Kayapó, na bacia do rio Xingu, Pará, com mais de 15 mil indígenas, foi orientado no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças. A ação de conscientização foi promovida pelo Ministério de Minas e Energia com apoio de entidades e empresas do setor energético-mineral. Funcionários da Eletrobras distribuíram material informativo do Ministério da Saúde para conscientizar os indígenas sobre a importância do combate ao mosquito.

A visita incentivou o Instituto Kabu, que representa os Kayapó do Oeste, a divulgar nas aldeias um vídeo em mebengokre (a língua kayapó) sobre o combate ao mosquito. A mobilização contra o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika está mais adiantada nas localidades visitadas pelos servidores da estatal. :: LEIA MAIS »

Distrito Sanitário Indígena tem nova gestora empossada em Cacoal, RO

dsc_0044

Índios fizeram manifestação reivindicando saúde e saneamento básico.
Novas manifestações podem acontecer se pedidos não forem atendidos

Após a manifestação de índios de pelo menos cinco etnias invadindo o prédio do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, na manhã de terça-feira (23) uma nova gestora tomou posse do Dsei. Solange Pereira Vieira Tavares assumiu o cargo oficialmente durante uma reunião extraordinária do Conselho Distrital de Vilhena.

Durante a manifestação em dezembro de 2015, os indígenas reivindicavam melhorias na saúde, saneamento básico nas aldeias e a troca da direção do órgão. O manifesto dentro do prédio da Dsei durou 10 dias. Mais de 60 dias depois houve a mudança da direção, porém, as demais reivindicações continuam. :: LEIA MAIS »

Índios e campesinos são as principais vítimas de violações de direitos no Brasil

990476-16122015capa-dsc_6155-

Indígenas e defensores de direitos humanos nas regiões rurais foram os grupos que mais sofreram violações de direitos humanos no Brasil em 2015, segundo o diretor executivo da Anistia Internacional, Atila Roque. A entidade divulgou hoje (23) seu relatório O Estado dos Direitos Humanos no Mundo – 2015.

“Eles são extremamente invisibilizados neste país. Vivemos uma situação de enorme conflito no campo brasileiro, de grande patamar de violência, inclusive letal, contra defensores de direitos humanos, lideranças indígenas, camponeses, quilombolas, que confrontam interesses de toda ordem, desde grandes proprietários a grandes empresas mineradoras ou do agronegócio, que acabam fazendo uso da violência para impor seus interesses e isso passa praticamente desapercebido pela sociedade”. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia