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Índios Kaingang de Palmas fazem apelo à Justiça Federal

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Apelam para novo aldeamento de índios, investigação sobre apropriação de bem comum e presença de armas.

Índios Kaingang estão solicitando que a Justiça Federal intervenha para solução do que consideram graves problemas de apropriação de bens comuns e presença de pessoas com armas de fogo no interior da Terra Indígena de Palmas, sul do Paraná. Através de uma correspondência ao RBJ/Rádio Club AM pedem que famílias expulsas nesta semana sejam novamente aldeadas.

A Terra Indígena  está localizada na fronteira PR/SC pelo Rio Lontras, nos municípios de Abelardo Luz, SC, e Palmas, PR a área tem aproximadamente 3 mil hectares, onde vem aproximadamente 700 pessoas.

O manuscrito  descreve o clima tensão vivido pelos moradores após o episódio de expulsão de pelo menos 15 famílias na madrugada da última quarta-feira (02) pelo cacique e liderança da aldeia, após terem sido totalmente queimados três carros e três casas onde habitavam.

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do Cimi volta a debater conflitos entre índios e fazendeiros

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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi, aberta na Assembleia Legislativa de MS para apurar suposta incitação, pelo Conselho Indigenista Missionário, de conflitos por terras no estado entre indígenas e proprietários rurais, realiza nesta quarta-feira (2) mais uma rodada de discussões acerca da problemática.
A reunião ocorre, a partir das 14h, no Plenário Júlio Maia da Assembleia.
No dia 24 de fevereiro, última reunião do colegiado, os membros da CPI decidiram, por unanimidade,  aprovar a quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal do Cimi, além dos membros da entidade e de pessoas citadas nas denúncias. A quebra dos sigilos foi requerida pelo relator da Comissão, deputado Paulo Corrêa (PR)

 

 

Prefeitura de Itaporã assume serviço para escoar água e índios liberam rodovia

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Acabou por volta de 11h30 o bloqueio da MS-156, rodovia que liga Dourados a Itaporã e a Maracaju. Índios da aldeia Jaguapiru mantiveram a rodovia interditada por pelo menos duas horas e meia para protestar contra o alagamento das margens da estrada. Pelo menos dez casas e estabelecimentos comerciais dos moradores da reserva estão alagadas desde a semana passada.

 

No PA, MPF recomenda transferência de escola indígena por racismo

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Recomendação foi enviada à Prefeitura de Santarém.

Município tem prazo de 20 dias para apresentar resposta.O Ministério Público Federal (MPF) notificou a Prefeitura de Santarém oeste do Pará, para que  o município faça o desligamento de uma escola indígena que está em uma unidade de ensino, onde  há provas de desrespeito aos direitos dos índios. Segundo o MPF, caso a prefeitura descumprir a notificação no período de seis meses, o caso será encaminhado à justiça.

A recomendação foi enviada à Prefeitura, para ser entregue à Secretaria Municipal de Educação (Semed). A Secretaria terá um prazo de 20 dias para apresentar uma resposta.

A escola municipal Nossa Senhora de Assunção atende indígenas Arapium da aldeia Vila Franca, localizada em uma área ribeirinha, as margens do rio Tapajós. Na área vivem indígenas e não indígenas. Os não indígenas discordam do autorreconhecimento dos Arapium como índios.  Segundo o MPF, a intolerância dos não índios vem gerando conflitos com os indígenas e apesar de a prefeitura reconhecer a existência do conflito e a escola estar registrada como indígena, o município não tem adotado medidas para conter a tensão no ambiente escolar.

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No embalo da rede: hábito de origem indígena é alvo de estudos no Brasil e no exterior

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Dormir na rede pode melhorar dores na coluna e proporcionar um sono melhor? Confira tudo o que você precisa saber sobre um hábito tão amazônico

Qual foi a última vez que você pensou em dar um cochilo na rede? Afinal, amazonense bem sabe como o embalo tranquiliza e ajuda a relaxar, seja no quarto, na varanda ou a bordo de um barco a caminho do interior.

Herança indígena, a rede também pode ser benéfica para quem sofre com dores nas costas depois de anos dormindo em cama – é o que garante um estudo realizado pelo setor de ortopedia Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Segundo a pesquisa, realizada com donas de casa de Belém com idade entre 30 e 60 anos, as pacientes que sentiam dores e sofriam com lombalgia apontaram melhoras significativas quando passaram a dormir em rede.

Porém, a fisioterapeuta Rhanda Amim, especialista em coluna há 13 anos, não acredita que essa seja uma boa recomendação.

Com braço quebrado, indígena de 12 anos espera atendimento há 3 meses

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Garoto quebrou o antebraço direito em novembro de 2015 e até agora não foi levado ao Hospital em Aquidauana (Foto: Direto das Ruas)

om o antebraço direito quebrado, um garoto indígena de 12 anos espera há três meses por atendimento. O menino, da etnia Kadiwéu, vive na Aldeia Alves de Barros, em Bodoquena, a 270 quilômetros de Campo Grande. Ele conseguiu vaga no Hospital de Aquidauana, mas o transporte depende de um departamento especial de saúde indígena. informação que a família recebeu é de que uma equipe foi buscar o garoto, mas ele não estava lá, três dias depois da queda, no dia 16 de novembro. Ocorre que a família afirma não ter saído da comunidade e não ter visto nenhum veículo da Sesai (Secretária Especial de saúde Indígena) por lá, naqueles dias. Com o tempo. o osso do antebraço do garoto está calcificando torto e ele conta apenas com medicação oferecida pelo posto da aldeia.

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MPF quer anular multa de R$ 3 milhões contra índio que vendia artesanato

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  • Adorno para cabeça com penas, um dos exemplares do artesanato típico dos Wai Wai

O Ministério Público Federal no Pará se posicionou a favor da anulação de multa milionária aplicada pelo Ibama a um índio Wai Wai. Em valores atualizados, a multa original, de R$ 1,485 milhão, aplicada em 2009, chega perto de R$ 3 milhões.

Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), a autuação do índio Timoteo Taytasi Wai Wai foi motivada pela apreensão, em 25 de junho de 2009, de 132 peças de artesanato de subprodutos da fauna silvestre (penas de papagaio) destinadas ao comércio, durante a festa do boi de Parintins, no Amazonas.

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Os índios e o céu: as bases da mitologia indígena brasileira

Conhecer o céu, o movimento dos astros, o caminho do sol, a fase da lua, o brilho das estrelas e, especialmente, os desenhos que as estrelas fazem no céu noturno, as constelações – todas as sociedades humanas, em todas as épocas, se socorreram deste conhecimento, a astrologia, e suas interpretações e correlações, para entenderem melhor o mundo em que vivemos. Mas não só!Os nossos ancestrais sempre olharam as estrelas, como em uma busca por orientação superior, mitológica. Seria crença? Não, não era crença apesar de, aos que não conhecem a ciência das correlações, esta parecer ser a verdade. É sim uma forma de identificar fatores cíclicos, como o passar das estações, a posição do barco no oceano, a chegada das grandes chuvas, ou da seca com sua nuvem de poeira, e até as revoadas de gafanhotos que comiam, e ainda comem, em alguns lugares da terra, tudo o que é verde.

A busca por explicações é o que move a ciência, o conhecimento. E, entender aquilo que é inexplicável aos olhos de muitos é o que move a criação de mitos.

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Educação indígena tem espaço garantido no debate na I Jornada Pedagógica Internacional

“Educação indígena: concepções e práticas” foi o tema de debate da mesa redonda que reuniu o professor da Escola Indígena Aramirã, em Pedra Branca do Amapari, Evilázio Pereira, a professora Ivone Nunes Guidão (da Secretaria de Estado da Educação – Seed) e o professor doutor e presidente do Sindicato Municipal de Educação, Waldiney Lopes, na I Jornada Pedagógica Internacional. Eles fizeram uma reflexão sobre a situação atual dos povos indígenas do Amapá e enfocaram a aplicabilidade da Lei 11.645, que determina que no currículo de educação básica de todo o Brasil deve ser veiculado o conhecimento sobre a história e a cultura afro-brasileira e indígena.
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Mestrado em Educação titula primeiro indígena

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Martinho, que pertence à etnia Xavante, desenvolveu o trabalho “Educação Indígena procurando dialogar com a Educação Escolar Indígena: Rob’uiwedze e niha te rob’uiwe”

O trabalho de Martinho Tsawewa foi desenvolvido na Aldeia Sangradouro, no município de General Carneiro (442 km ao leste de Cuiabá), onde ele levantou informações sobre história, educação, prática cultural e diversidade étnica. Ele ainda considerou em seu estudo elementos como observação participante, entrevistas, visitação nas aldeias, histórias de vida, notas de campo e pesquisa bibliográfica.

De acordo com o pesquisador, seu trabalho além de mostrar que o respeito aos valores pedagógicos, sociais, culturais, administrativos e econômicos dos povos indígenas é que formam uma Educação Escolar Indígena autêntica, também mostra que o equilíbrio para a organização social dos indígenas no território nacional está ligado a unificação da Educação não Indígena com a Educação Escolar Indígena. :: LEIA MAIS »



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