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BA: Construção de postos de saúde em aldeias indígenas é adiada por falta de empresas interessadas; entenda

Ação Saúde Indigena em Mutirão3

O Instituto Indígena Ação Bahia realizou mutirões de saúde em parceria com a Sesai nas comunidades Tupinambá de Olivença

A construção de cinco novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) no interior da Bahia sofreu um revés. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) declarou ainda na última quarta-feira (06) como “deserta” a Licitação Pública Nacional (LPN) nº 004/2026, após nenhuma empresa manifestar interesse em assumir as obras.
O projeto, gerido pelo Programa de Fortalecimento do SUS (PROSUS II), previa a execução de obras de infraestrutura de saúde nas aldeias de Mirandela, Pau-Ferro, Marcação, Várzea e Tuxá. Estas comunidades estão distribuídas pelos municípios de Euclides da Cunha e Banzaê.

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BA: Sema e Inema recebem lideranças indígenas para discutir demandas socioambientais

indigena na Sema

O secretário ouve atentamente as lideranças indígenas da Bahia Foto: Ascom/Sema

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) receberam nesta  quarta (13) e quinta-feira (14), uma delegação de caciques, cacicas e lideranças da Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (FINPAT), em uma agenda voltada ao fortalecimento do diálogo institucional e à construção conjunta de políticas socioambientais para os territórios indígenas da Bahia.

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Parceria entre Ação Bahia e aldeia Tupã, leva abastecimento de água à comunidade indígena Tupinambá

CAIXA DAGUA DA ALDEIA TUPÃ

A Caixa dágua que abastece a comunidade da Tupã com água potável e de boa qualidade, de forma alternativa, feita em parceria com o Ação Bahia

A aldeia Tupã dos Tupinambá de Olivença de Ilhéus na Bahia, deu um importante passo para melhorar a qualidade de vida da comunidade indígena com a implantação de um serviço alternativo de abastecimento de água, realizado por iniciativa da Instituto dos Povos Indígenas da Bahia – (AÇÃO BAHIA), em parceria com os moradores da aldeia.

A ação foi construída de forma coletiva. Os equipamentos utilizados no sistema de abastecimento foram adquiridos pelo Ação Bahia, enquanto parte dos materiais e toda a mão de obra foram cedidos pela própria comunidade indígena, demonstrando união e compromisso dos moradores na busca por melhores condições de vida. :: LEIA MAIS »

BA: Jornalista indígena destaca o fortalecimento do controle social durante reunião do Conselho de Comunicação Social do estado

REUNIÃO DO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO

Foto dos participantes da reunião do conselho de comunicação social baiano.

O jornalista indígena Walney Magno participou, nesta terça-feira (12), da reunião do Conselho de Comunicação Social da Bahia, realizada para a eleição da composição do colegiado responsável por debater políticas públicas voltadas à comunicação no estado.

Representando os povos tradicionais, Walney Magno ressaltou a importância do fortalecimento do controle social e da participação popular nos debates sobre comunicação pública, democrática e inclusiva. Atuando há vários anos no conselho, o jornalista destacou a necessidade de ampliar o diálogo entre diferentes setores da sociedade para garantir avanços na comunicação voltada às comunidades tradicionais e à população baiana em geral. :: LEIA MAIS »

Da Bahia para o mundo: comunidade indígena é destaque em exposição internacional

CASAMENTO INDIGENA

Sob o olhar do fotógrafo Pedro Nunes e curadoria de Uiler Costa, a Exposição Aragwaksã — A Grande Conquista do Território leva a força da cultura baiana ao exterior. O evento de abertura acontece no próximo dia 15 de maio, na Casa da Juventude, em Pazardzhik, Bulgária onde permanecerá em cartaz até o mês de junho de 2026.

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Fiocruz Bahia celebra Abril Indígena com lançamento de livro e apresentação de resultados de pesquisa em territórios baianos

O Núcleo de Estudos em Saúde Indígena (NESI) da Fiocruz Bahia marcou as ações do Abril Indígena com a apresentação dos resultados do estudo multicêntrico de doenças infecciosas em populações indígenas. A cerimônia de encerramento ocorreu no auditório Sônia Andrade, da Fiocruz Bahia, no dia 23/04, com um encontro que celebrou o lançamento do livro “Olhares sobre a Saúde Indígena: Imagens que integram pesquisa e território”. O estudo foi desenvolvido em rede com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e o Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI/BA).

No dia 14/04, o evento realizado no Polo Base de Paulo Afonso, apresentou os dados das atividades realizadas em fevereiro de 2025 sobre agravos como dengue, zika, chikungunya, sífilis e doença de Chagas em diversas populações indígenas do estado. A programação também contou com ações nas localidades de Glória – Aldeia Xucuru-Kariri e Rodelas – Aldeia Tuxá Mãe, realizadas durante os dias 15 e 16/04, respectivamente.

Para o diretor da Fiocruz Bahia, Valdeyer Galvão, a instituição desenvolve um papel abrangente no país, reunindo esforços para estreitar os laços com as comunidades. Ele ressaltou que a Fiocruz atua desde a pesquisa até à produção de medicamentos e assistência, possuindo forte abrangência nacional. “Aqui na Fiocruz Bahia, nós trabalhamos muito fortemente com pesquisa, com a parte de educação, disseminação em saúde e vigilância. Estamos a estruturar esta área no sentido de dar mais contribuições de saúde única”, afirmou o diretor.

Segundo a coordenadora do núcleo e pesquisadora da Fiocruz Bahia, Isadora Siqueira, a programação refletiu o sucesso da parceria com os territórios e a alegria de reunir profissionais da saúde e lideranças para discussões fundamentais sobre a saúde indígena. A pesquisadora também comemorou o lançamento do livro do projeto, fruto da colaboração com o DSEI Bahia e as lideranças indígenas, agradecendo o engajamento de todos os envolvidos.

A entrega destes dados é vista como um compromisso ético fundamental. Ricardo Almeida, da Coordenação Técnica em Saúde do Polo Base Paulo Afonso, pontuou que este retorno é essencial e nem sempre acontece. “Normalmente recebemos projetos que vieram, mas não tivemos esse feedback. Eu acho importantíssimo o retorno, que traz realmente a consagração de um trabalho bem realizado”, explicou Ricardo, ressaltando que a equipe local fez o acompanhamento contínuo dos pacientes ao longo do estudo.

O impacto nas aldeias foi destacado por quem vive o dia-a-dia da comunidade. Almerinda Sátiro, liderança e agente de saúde indígena em Glória (BA), expressou a sua satisfação com a presença dos pesquisadores no território: “Sinto-me muito feliz com a equipe aqui junto com a gente. A gente somando junto é uma aprendizagem para as crianças e também para os adultos”.

A abrangência regional da pesquisa foi reconhecida pela enfermeira do DSEI-BA, Thauara Luz, que explicou a importância das coletas nos municípios contemplados. Segundo ela, o acesso a estas informações é de grande valia para entender o perfil epidemiológico dos territórios indígenas de toda a Bahia.

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BA: UESC concede título de Doutora Honoris Causa à Cacique Jamopoty e reconhece luta do povo Tupinambá

ALEXANDRO ENTREGA A COMENTA A VAL

O Reitor da Universidade entrega a honraria a cacique Jamopoty

A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) concedeu, nesta terça-feira (28), o título de Doutora Honoris Causa à liderança indígena Maria Valdelice Amaral de Jesus, conhecida como Cacique Jamopoty, em reconhecimento à sua trajetória de luta e resistência em defesa do povo Tupinambá. A cerimônia ocorreu durante sessão especial do Conselho Universitário (Consu), em comemoração aos 52 anos do campus Professor Soane Nazaré de Andrade, em Ilhéus, no sul da Bahia. :: LEIA MAIS »

Ação Bahia lança campanha em defesa do meio ambiente com protagonismo da Cacique Valdelice Jamopoty

cacique VALDELICE OLHANDOO

“É hora de unir conhecimento tradicional, ciência e ação política para proteger nossos territórios e o planeta.”Cacique Valdelice Jamopoty- Tupinambá de Olivença. Foto Haroldo Heleno.

CAMPANHA. A ação do Instituto dos Povos Indígenas da Bahia alertará sobre os impactos climáticos e a urgência da preservação da natureza

DA REDAÇÃO
redacaoindigena@gmail.com

O Instituto dos Povos Indígenas da Bahia – Ação Bahia lança, nesta semana, uma campanha de conscientização em defesa do meio ambiente, abordando os principais temas climáticos que afetam a vida no planeta e, especialmente, os territórios tradicionais. A ação tem como protagonista a Cacique Valdelice Jamopoty, liderança do povo Tupinambá de Olivença, reconhecida por sua luta incansável pela preservação da natureza e dos direitos dos povos originários.

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​BA: Itabuna recebe exposição “Território-Corpo-Memória” na Alameda da Juventude

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Mostra realizada pelo Museu Afroindígena Sul Baiano transforma o espaço urbano em galeria de arte a céu aberto até julho

Intervenção urbana e memória

​A cidade de Itabuna, no sul da Bahia, recebe entre os dias 17 de abril e 17 de julho de 2026 a exposição “Território-Corpo-Memória”. Realizada pelo Museu Afroindígena Sul Baiano, a mostra está instalada na Alameda da Juventude, na Beira Rio, utilizando retratos ampliados que ocupam as vias públicas.

A proposta, que conta com a direção artística de Thierry Brito, busca transformar o cotidiano urbano em um lugar de encontro e reflexão, convidando os pedestres a perceberem a cidade sob novas camadas de significado através da arte visual.

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Documentário apoiado pelo Edital Paulo Gustavo Bahia, com foco na cultura indígena, é selecionado para mostra internacional em Madri

INDIGENA PINTADO
Divulgação

O processo de revitalização da língua Patxohã, protagonizado pelo povo Pataxó da região de Porto Seguro, no sul da Bahia, ganhou visibilidade internacional. O documentário baiano Vozes de Pindorama foi selecionado para a Mostra Curta Espanha, que acontece entre os dias 28 e 30 de maio, em Madri. Dirigido pelo cineasta Fernando Freire, o filme foi realizado com apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), via Edital Paulo Gustavo Bahia (PGBA), e destaca a diversidade linguística originária do Brasil a partir de uma narrativa construída no território.

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