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Parceria entre AÇÃO BAHIA e aldeia Tupã leva abastecimento de água à comunidade indígena

A aldeia Tupã deu um importante passo para melhorar a qualidade de vida da comunidade indígena com a implantação de um serviço alternativo de abastecimento de água, realizado por iniciativa da Instituto dos Povos Indígenas da Bahia – AÇÃO BAHIA, em parceria com os moradores da aldeia.

A ação foi construída de forma coletiva. Os equipamentos utilizados no sistema de abastecimento foram adquiridos pela AÇÃO BAHIA, enquanto parte dos materiais e toda a mão de obra foram cedidos pela própria comunidade indígena, demonstrando união e compromisso dos moradores na busca por melhores condições de vida.

O projeto tem como principal objetivo amenizar as dificuldades enfrentadas diariamente pelas famílias da aldeia para conseguir acesso à água potável. Antes da implantação do sistema provisório, os indígenas precisavam percorrer mais de 700 metros transportando recipientes de água na cabeça e em carrinhos de mão para garantir água para beber e realizar atividades domésticas essenciais.

Segundo o presidente da AÇÃO BAHIA, Walney Magno, a situação era extremamente difícil para a comunidade.

“As dificuldades enfrentadas pelos indígenas para ter acesso à água potável eram muito grandes. Muitas pessoas precisavam caminhar mais de 700 metros levando e trazendo vasilhames na cabeça e em carrinhos de mão para conseguir água para beber e para outras necessidades básicas. Essa ação busca garantir mais dignidade e qualidade de vida para a aldeia”, afirmou.

Walney Magno destacou ainda que o sistema implantado atualmente possui caráter provisório, mas já representa um avanço significativo para os moradores da aldeia Tupã. Ele informou que já possui agenda marcada com órgãos competentes do Estado para buscar soluções definitivas e um serviço de abastecimento de água com melhores condições para atender a comunidade indígena.

A iniciativa reforça a importância da parceria entre organizações sociais e comunidades tradicionais na luta pelo acesso a direitos básicos, como água potável, saúde e dignidade para os povos indígenas da Bahia.

BA: Jornalista indígena destaca o fortalecimento do controle social durante reunião do Conselho de Comunicação Social do estado

REUNIÃO DO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO

Foto dos participantes da reunião do conselho de comunicação social baiano.

O jornalista indígena Walney Magno participou, nesta terça-feira (12), da reunião do Conselho de Comunicação Social da Bahia, realizada para a eleição da composição do colegiado responsável por debater políticas públicas voltadas à comunicação no estado.

Representando os povos tradicionais, Walney Magno ressaltou a importância do fortalecimento do controle social e da participação popular nos debates sobre comunicação pública, democrática e inclusiva. Atuando há vários anos no conselho, o jornalista destacou a necessidade de ampliar o diálogo entre diferentes setores da sociedade para garantir avanços na comunicação voltada às comunidades tradicionais e à população baiana em geral. :: LEIA MAIS »

Da Bahia para o mundo: comunidade indígena é destaque em exposição internacional

CASAMENTO INDIGENA

Sob o olhar do fotógrafo Pedro Nunes e curadoria de Uiler Costa, a Exposição Aragwaksã — A Grande Conquista do Território leva a força da cultura baiana ao exterior. O evento de abertura acontece no próximo dia 15 de maio, na Casa da Juventude, em Pazardzhik, Bulgária onde permanecerá em cartaz até o mês de junho de 2026.

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Fiocruz Bahia celebra Abril Indígena com lançamento de livro e apresentação de resultados de pesquisa em territórios baianos

O Núcleo de Estudos em Saúde Indígena (NESI) da Fiocruz Bahia marcou as ações do Abril Indígena com a apresentação dos resultados do estudo multicêntrico de doenças infecciosas em populações indígenas. A cerimônia de encerramento ocorreu no auditório Sônia Andrade, da Fiocruz Bahia, no dia 23/04, com um encontro que celebrou o lançamento do livro “Olhares sobre a Saúde Indígena: Imagens que integram pesquisa e território”. O estudo foi desenvolvido em rede com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e o Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI/BA).

No dia 14/04, o evento realizado no Polo Base de Paulo Afonso, apresentou os dados das atividades realizadas em fevereiro de 2025 sobre agravos como dengue, zika, chikungunya, sífilis e doença de Chagas em diversas populações indígenas do estado. A programação também contou com ações nas localidades de Glória – Aldeia Xucuru-Kariri e Rodelas – Aldeia Tuxá Mãe, realizadas durante os dias 15 e 16/04, respectivamente.

Para o diretor da Fiocruz Bahia, Valdeyer Galvão, a instituição desenvolve um papel abrangente no país, reunindo esforços para estreitar os laços com as comunidades. Ele ressaltou que a Fiocruz atua desde a pesquisa até à produção de medicamentos e assistência, possuindo forte abrangência nacional. “Aqui na Fiocruz Bahia, nós trabalhamos muito fortemente com pesquisa, com a parte de educação, disseminação em saúde e vigilância. Estamos a estruturar esta área no sentido de dar mais contribuições de saúde única”, afirmou o diretor.

Segundo a coordenadora do núcleo e pesquisadora da Fiocruz Bahia, Isadora Siqueira, a programação refletiu o sucesso da parceria com os territórios e a alegria de reunir profissionais da saúde e lideranças para discussões fundamentais sobre a saúde indígena. A pesquisadora também comemorou o lançamento do livro do projeto, fruto da colaboração com o DSEI Bahia e as lideranças indígenas, agradecendo o engajamento de todos os envolvidos.

A entrega destes dados é vista como um compromisso ético fundamental. Ricardo Almeida, da Coordenação Técnica em Saúde do Polo Base Paulo Afonso, pontuou que este retorno é essencial e nem sempre acontece. “Normalmente recebemos projetos que vieram, mas não tivemos esse feedback. Eu acho importantíssimo o retorno, que traz realmente a consagração de um trabalho bem realizado”, explicou Ricardo, ressaltando que a equipe local fez o acompanhamento contínuo dos pacientes ao longo do estudo.

O impacto nas aldeias foi destacado por quem vive o dia-a-dia da comunidade. Almerinda Sátiro, liderança e agente de saúde indígena em Glória (BA), expressou a sua satisfação com a presença dos pesquisadores no território: “Sinto-me muito feliz com a equipe aqui junto com a gente. A gente somando junto é uma aprendizagem para as crianças e também para os adultos”.

A abrangência regional da pesquisa foi reconhecida pela enfermeira do DSEI-BA, Thauara Luz, que explicou a importância das coletas nos municípios contemplados. Segundo ela, o acesso a estas informações é de grande valia para entender o perfil epidemiológico dos territórios indígenas de toda a Bahia.

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BA: UESC concede título de Doutora Honoris Causa à Cacique Jamopoty e reconhece luta do povo Tupinambá

ALEXANDRO ENTREGA A COMENTA A VAL

O Reitor da Universidade entrega a honraria a cacique Jamopoty

A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) concedeu, nesta terça-feira (28), o título de Doutora Honoris Causa à liderança indígena Maria Valdelice Amaral de Jesus, conhecida como Cacique Jamopoty, em reconhecimento à sua trajetória de luta e resistência em defesa do povo Tupinambá. A cerimônia ocorreu durante sessão especial do Conselho Universitário (Consu), em comemoração aos 52 anos do campus Professor Soane Nazaré de Andrade, em Ilhéus, no sul da Bahia. :: LEIA MAIS »

Ação Bahia lança campanha em defesa do meio ambiente com protagonismo da Cacique Valdelice Jamopoty

cacique VALDELICE OLHANDOO

“É hora de unir conhecimento tradicional, ciência e ação política para proteger nossos territórios e o planeta.”Cacique Valdelice Jamopoty- Tupinambá de Olivença. Foto Haroldo Heleno.

CAMPANHA. A ação do Instituto dos Povos Indígenas da Bahia alertará sobre os impactos climáticos e a urgência da preservação da natureza

DA REDAÇÃO
redacaoindigena@gmail.com

O Instituto dos Povos Indígenas da Bahia – Ação Bahia lança, nesta semana, uma campanha de conscientização em defesa do meio ambiente, abordando os principais temas climáticos que afetam a vida no planeta e, especialmente, os territórios tradicionais. A ação tem como protagonista a Cacique Valdelice Jamopoty, liderança do povo Tupinambá de Olivença, reconhecida por sua luta incansável pela preservação da natureza e dos direitos dos povos originários.

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​BA: Itabuna recebe exposição “Território-Corpo-Memória” na Alameda da Juventude

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Mostra realizada pelo Museu Afroindígena Sul Baiano transforma o espaço urbano em galeria de arte a céu aberto até julho

Intervenção urbana e memória

​A cidade de Itabuna, no sul da Bahia, recebe entre os dias 17 de abril e 17 de julho de 2026 a exposição “Território-Corpo-Memória”. Realizada pelo Museu Afroindígena Sul Baiano, a mostra está instalada na Alameda da Juventude, na Beira Rio, utilizando retratos ampliados que ocupam as vias públicas.

A proposta, que conta com a direção artística de Thierry Brito, busca transformar o cotidiano urbano em um lugar de encontro e reflexão, convidando os pedestres a perceberem a cidade sob novas camadas de significado através da arte visual.

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Documentário apoiado pelo Edital Paulo Gustavo Bahia, com foco na cultura indígena, é selecionado para mostra internacional em Madri

INDIGENA PINTADO
Divulgação

O processo de revitalização da língua Patxohã, protagonizado pelo povo Pataxó da região de Porto Seguro, no sul da Bahia, ganhou visibilidade internacional. O documentário baiano Vozes de Pindorama foi selecionado para a Mostra Curta Espanha, que acontece entre os dias 28 e 30 de maio, em Madri. Dirigido pelo cineasta Fernando Freire, o filme foi realizado com apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), via Edital Paulo Gustavo Bahia (PGBA), e destaca a diversidade linguística originária do Brasil a partir de uma narrativa construída no território.

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BA: Cacique indígena usa literatura para exaltar povos originários

JUVENAL E AILTON

de Cocar, Juvenal Payayá, no momento em que prestigiava a posse de Ailton Krenak na academia de Letras.

 literatura para muitos é entretenimento. Para o cacique Juvenal Payayá, escritor, romancista e poeta, ela é uma ferramenta de cura e reconhecimento. No país onde a história oficial por vezes tentou apagar a presença dos povos originários, a obra de uma das principais lideranças indígenas da Bahia surge como um grito de presença. Para ele, a escrita não é apenas estética: é um ato político de resistência, que auxilia os povos indígenas a recuperarem espaços que foram silenciados pela história:

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BA: Cacique Jamopoty Tupinambá receberá Título Honoris Causa

 

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A cacique Jamoty receberá título de Doutora Honoris Causa. Foto: Walney Magno

A líder indígena Maria Valdelice Amaral de Jesus, conhecida como Cacique Valdelice Jamopoty, será homenageada com o título de Doutora Honoris Causa concedido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus-BA. A honraria foi entregue também ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, em cerimônia que destaca personalidades de relevante contribuição para a sociedade baiana. :: LEIA MAIS »



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