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:: mar/2016

Arqueiros indígenas vão a torneios no exterior e sonham com Olimpíada

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Na infância, Iagoara aprendeu com os tios a usar pedaços de itaúba, bacabeira, palmeira ou pau-brasil para montar seu brinquedo preferido. “Tira um pedaço, corta, pega uma corda, enverga, e já vai tomando a forma de arco”, explica o ribeirinho de 19 anos, que cresceu em uma comunidade a 60 quilômetros de Manaus, na margem esquerda do Rio Negro. Qualificado para disputar uma das vagas da equipe de tiro com arco que representará o Brasil na Olimpíada, ele treina com mais cinco atletas de origem indígena e vê nas suas raízes o gosto pelo esporte.

“Na comunidade, todo mundo sabe atirar [com arco nativo]. É uma brincadeira que todo mundo gosta e que está no nosso sangue. O arco e flecha vem dos nativos”, lembra o atleta, que atende também pelo nome de Drean Braga da Silva, mas tem orgulho do nome indígena escolhido por seu avô: “Significa cachorro. Foi meu avô que escolheu, porque eu gostava de andar muito sozinho no mato. Tem gente que diz que o nome é inadequado, mas estou pouco ligando para isso”. :: LEIA MAIS »

Ativista indígena de Honduras é assassinada a tiros em sua casa

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O irmão e a mãe de Berta Cáceres, cobraram garantias de segurança do Governo para proteção de testemunhas e familiares, após o assassinato da líder indígena.

A líder indígena, da etnia lenca, já havia recebido inúmeras ameaças de morte por defender as lutas de seu povo, liderar manifestações pelo meio ambiente, contra a construção de hidrelétricas, e, também, por encabeçar os protestos de 2009 contra o golpe de Estado que derrubou o então Presidente Manuel Zelaya. Em 2013, a ativista também ficou mais conhecida por denunciar os planos dos Estados Unidos de instalar em Honduras a maior base militar norte-americana em toda a América Latina. Em suas declarações, ela afirmava que a instalação seria “um projeto de dominação e colonização com o propósito de saquear os recursos dos bens comuns da natureza” naquela nação da América Central. :: LEIA MAIS »

Pesquisa revela nível alto de mercúrio em índios de área Yanomami em RR

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Pesquisa revelou alta concentração de mercúrio em índios Yanomami e Ye’kuana (Foto: Divulgação/Marcos Wesley de Oliveira/ISA)

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre contaminação por mercúrio em índios da Terra Indígena Yanomami, no Norte de Roraima, revela que povos das etnias Yanomami e Ye’kuana têm sido extremamente atingidos, principalmente mulheres e crianças. O nível alto de mercúrio nas pessoas estudadas chega a 92,3%, conforme a pesquisa. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (3) nas comunidades.

A pesquisa usou amostras de cabelos de índios que vivem nas comunidades Papiú, Waikás e Aracaçá, regiões onde há grande exploração de garimpo ilegal de ouro. Os resultados serão apresentados aos órgãos fiscalizadores, ambientais e aos responsáveis pela saúde indígena.

 

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Índios Kaingang de Palmas fazem apelo à Justiça Federal

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Apelam para novo aldeamento de índios, investigação sobre apropriação de bem comum e presença de armas.

Índios Kaingang estão solicitando que a Justiça Federal intervenha para solução do que consideram graves problemas de apropriação de bens comuns e presença de pessoas com armas de fogo no interior da Terra Indígena de Palmas, sul do Paraná. Através de uma correspondência ao RBJ/Rádio Club AM pedem que famílias expulsas nesta semana sejam novamente aldeadas.

A Terra Indígena  está localizada na fronteira PR/SC pelo Rio Lontras, nos municípios de Abelardo Luz, SC, e Palmas, PR a área tem aproximadamente 3 mil hectares, onde vem aproximadamente 700 pessoas.

O manuscrito  descreve o clima tensão vivido pelos moradores após o episódio de expulsão de pelo menos 15 famílias na madrugada da última quarta-feira (02) pelo cacique e liderança da aldeia, após terem sido totalmente queimados três carros e três casas onde habitavam.

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do Cimi volta a debater conflitos entre índios e fazendeiros

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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi, aberta na Assembleia Legislativa de MS para apurar suposta incitação, pelo Conselho Indigenista Missionário, de conflitos por terras no estado entre indígenas e proprietários rurais, realiza nesta quarta-feira (2) mais uma rodada de discussões acerca da problemática.
A reunião ocorre, a partir das 14h, no Plenário Júlio Maia da Assembleia.
No dia 24 de fevereiro, última reunião do colegiado, os membros da CPI decidiram, por unanimidade,  aprovar a quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal do Cimi, além dos membros da entidade e de pessoas citadas nas denúncias. A quebra dos sigilos foi requerida pelo relator da Comissão, deputado Paulo Corrêa (PR)

 

 

Prefeitura de Itaporã assume serviço para escoar água e índios liberam rodovia

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Acabou por volta de 11h30 o bloqueio da MS-156, rodovia que liga Dourados a Itaporã e a Maracaju. Índios da aldeia Jaguapiru mantiveram a rodovia interditada por pelo menos duas horas e meia para protestar contra o alagamento das margens da estrada. Pelo menos dez casas e estabelecimentos comerciais dos moradores da reserva estão alagadas desde a semana passada.

 



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