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Um adeus à protagonista e símbolo de luta indígena em Mato Grosso do Sul

cacique terena

Símbolo de luta, Enir Terena aos 61 anos de idade segue para outro plano, pois, a morte para o Terena culturalmente inexiste. O Terena não morre, ele muda de lugar, assim nos é repassado. Autora de várias lutas e conquistas, Enir tornou-sea primeira mulher cacique da etnia Terena no estado de Mato Grosso do Sul, que culminou em dois mandatos consecutivos e legitimado pela sua comunidade, a aldeia urbana Marçal de Souza, localizada na Capital do Estado.

Oriunda da aldeia Limão Verde, situada no município de Aquidauana, Enir Bezerra ainda em sua adolescência, por decisão de seus familiares, migrou para cidade de Campo Grande em busca do trabalho remunerado. Já em sua fase adulta, sua luta foi de muitos anos até culminar com a fundação da aldeia… :: LEIA MAIS »

Política – ONU denuncia ataques contra os índios Guarani Kaiowá no Brasil

BABAU E EMBAXADORA DA ONU
A relatora das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz,
condenou nesta quarta-feira os recentes ataques à comunidade Guarani-Kaiowá no Brasil.

O especialista pediu às autoridades brasileiras que adotem medidas urgentes para prevenir mais assassinatos e investiguem profusamente o ocorrido para poder processar os responsáveis.

Em 14 de junho, jagunços supostamente contratados por um grupo de fazendeiros mataram o agente de saúde pública Clodiodi de Souza, membro da etnia guarani-kaiowá, de 23 anos, que foi assassinado a tiros cabeça.

Outros seis indígenas ficaram feridos, entre eles uma criança de 12 anos.

Os agressores proferiram insultos racistas e queimaram os pertences de um grupo de guaranis que tinha ocupado uma fazenda em Caarapó, no estado do Mato Grosso do Sul.

A fazenda se encontra em terras ancestrais que foram…………. :: LEIA MAIS »

Amzônia – Em terra de índio, a mineração bate à porta

Órgãos federais têm posição oposta sobre a validade de registrar processos minerários em território indígena

*Caco Bressane

terra indigena mineral                                                                                                                                                                                                                      Yanomami chegam a ter 92% das pessoas contaminadas por mercúrio / Marcos Wesley/ISA

Atualmente, mesmo antes de qualquer regulamentação que trate especificamente da mineração em terras indígenas, um quarto delas registra processos minerários no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), autarquia ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME), responsável pelas atividades mineradoras do país.

Levantamento da Pública com base em dados do Instituto Socioambiental (ISA) e do DNPM mostra que a mineração, uma atividade que sobrevive do proveito da terra, sobretudo a inexplorada, está cada vez mais atraída pelos territórios indígenas do Brasil. Na Amazônia Legal, por exemplo, região que engloba nove estados, um terço das áreas indígenas tem processos desse tipo, que vão do desejo de explorar ouro, diamante e…… :: LEIA MAIS »

A Funai pede socorro

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Hoje, 116 terras indígenas estão em fase de identificação; 34 foram identificadas; 72, declaradas e 478, homologadas, segundo dados do Instituto Socioambiental (ISA). Entre demarcadas e em fase de identificação, essas áreas representam atualmente 13% do território nacional (quatro vezes o tamanho da Itália). É nesse grande pedaço de chão que vivem mais de 800 mil índios, de 246 etnias, que falam centenas de línguas.

Como as constantes manifestações dos índios não deixam esquecer, o prazo de cinco anos estipulado pela Constituição de 1988 para a demarcação de todas as terras do país não foi cumprido, e um dos principais entraves para a regularização é o fato de a terra ser uma fonte de poder econômico, político e social. É nesse contexto que atua a Fundação Nacional do Índio (Funai), o órgão federal criado em 1967 para coordenar a política indigenista do Estado brasileiro.

De todas as etapas até a demarcação definitiva das terras indígenas, a delimitação e a identificação são as fases sob maior responsabilidade do….. :: LEIA MAIS »

Tragédia anunciada: ONU ‘previu’ mortes indígenas em MS há três meses

BABAU E EMBAXADORA DA ONU

Relatora especial da ONU  Victoria Tauli-Corpuz com o Cacique Babau do sul da Bahia em março

Após reuniões com mais de 50 povos indígenas brasileiros, em março deste ano, a relatora especial das Nações Unidas sobre direitos das populações indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, alertou o governo sobre um “risco potencial de efeitos etnocidas (sobre indígenas) que não pode ser desconsiderado nem subestimado”.

“Considero extremamente alarmante que uma série desses ataques, que envolveram tiroteios e feriram populações indígenas em comunidades do Mato Grosso do Sul, tenham ocorrido após minhas visitas a essas áreas”, disse a especialista após a viagem de 11 dias pelo país.

Na época, ela convocou o “governo a pôr um fim a essas violações de direitos humanos, bem como investigar e submeter os mandantes e autores desses atos à Justiça”.

Na última semana, quase três meses depois da visita oficial da relatora, um ataque violento a comunidades indígenas na….. :: LEIA MAIS »

Para observadora da ONU, conflito com índios em MS revela ódio étnico

bandeira do brasil                                                   Bandeira do Brasil manchada de tinta vermelha foi içada em velório. (Foto: Hélio de Feitas)

O cenário de conflito por terra entre índios e fazendeiros em Mato Grosso do Sul, cujo episódio mais recente é a “Guerra de Caarapó”, tem o ódio étnico como um dos protagonistas. A análise é da advogada Sâmia Roges Jordy Barbiere, observadora da ONU (Organizações das Nações Unidas) para questões indígenas há 10 anos.

“Esse ódio étnico é absurdo. Vergonha da nossa própria face. E é muito forte isso aqui para a gente. As pessoas têm uma discriminação absurda. Como se não gostasse da sua própria face. O ódio étnico se dá quando odiamos o que não conhecemos e simplesmente excluímos. Isso vem desde a colonização, que não reconheceu o direito consuetudinário, ou costumeiro dos habitantes que viviam originariamente no Brasil: os índios”, afirma.

De acordo com Sâmia, que presidiu por seis anos comissão da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) sobre a questão indígena…

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Índios Munduruku interditam acesso à área Sawré Muybu, no Pará

Munduruku Indian warriors prepare themselves as they approach a wildcat gold mine during a search for illegal mines and miners in their territory near the Das Tropas river, a major tributary of the Tapajos and Amazon rivers in western Para state January 17, 2014. The Munduruku tribe has seen their land encroached on by wildcat miners in search of gold, and the tribe's leaders travelled to the capital Brasilia last year to demand the federal government remove non-indigenous miners from their territory. Rather than wait for a court decision to start the process - which could take years - the Munduruku decided to take matters into their own hands and expel the wildcat miners. Picture taken January 17, 2014. REUTERS/Lunae Parracho (BRAZIL - Tags: ENVIRONMENT POLITICS) ATTENTION EDITORS: PICTURE 24 OF 26 FOR PACKAGE 'MAN HUNT FOR WILDCAT GOLD MINERS' TO FIND ALL IMAGES SEARCH 'MUNDURUKU' - RTX18Z1F

Índios Munduruku resolveram, por conta própria, sinalizar os limites da Terra Indígena Sawré Muybu, no município de Itaituba, no Pará. O uso da área pelos Munduruku foi reconhecida pela Funai no último dia 19 de abril. A previsão é que nas próximas duas semanas, o grupo percorra a região para encerrar a instalação de cerca de 50 placas. A sinalização informa que a área é protegida e o acesso interditado a pessoas estranhas.                                                                                                                                                         Ativistas ambientais auxiliam os índios nesse trabalho. Tika Minami, do Greenpeace, defende a autodemarcação. A usina de São Luiz do Tapajós tem um reservatório planejado de 729 quilômetros quadrados. Os índios afirmam que se construído esse reservatório vai inundar pelo menos 400 quilômetros quadrados de floresta, invadindo a área Sawré Muybu. Questionada sobre a legalidade da instalação destas placas, a Funai respondeu apenas que o procedimento de demarcação está em fase de contraditório administrativo, ou seja, está dentro do período de 90 dias em que os interessados podem contestar os estudos da fundação. Depois dessa fase, o processo é encaminhado para o procedimento de declaração de limites, a cargo do Ministro da Justiça; e demarcação física, por conta da Funai.

Indígena ferido em conflito faz nova cirurgia; 4 seguem internados em MS

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Comunidade indígena em Boa Vista celebra a passagem da tocha Olímpica Rio 2016

tocha atrad

Quando o paraquedista Luigi Cani pousou com a tocha Olímpica na Comunidade Indígena Campo Alegre, zona rural de Boa Vista, Roraima, na tarde deste sábado (18), foi recepcionado por guerreiros e arqueiros, como manda a tradição em momentos de festa. Ele passou a chama Olímpica para a líder local Lourdes dos Santos Sampaio, que vestida de seus trajes típicos, era cercada por outros índios que faziam a parixara, dança da celebração das colheitas e das caças. de, se destaca pela força do seu trabalho na área da agricultura comunitária e culinária indígena. “Aqui, trabalhamos em parceria com os parentes na roça, fazemos nossa própria farinha e preparamos nossos pratos típicos há várias gerações. Tudo para manter nossa cultura”, ensina.

Contra o preconceito, pelos indígenas: arqueiro conduz tocha no Amazonas

tocha contrao preconceito

A tocha olímpica chega ao Amazonas na manhã deste domingo, e cerca de 200 condutores foram escalados para o revezamento, que passa por Manaus (19), Iranduba e Presidente Figueiredo (20) nos próximos dias. Para a missão de carregar a chama, atletas, ex-atletas e grandes personagens locais foram escolhidos. Um deles é Gustavo Santos, jovem de origem indígena que se tornou um dos grandes talentos do tiro com arco na região Norte. Nascido e criado no Amazonas, ele é da tribo Karanpãna e foi batizado com o nome indígena YwYtu, que significa vento. Com 19 anos, o amazonense se dedica há dois anos exclusivamente ao tiro com arco. Hoje, consagrado na modalidade, faz história – ao lado de outros atletas locais – ao manter o nome do estado entre os melhores do cenário nacional. Com o histórico recente de conquistas, foi convidado para conduzir a tocha durante a passagem pelo Teatro Amazonas – uma das paradas mais importantes no circuito pela capital amazonense. :: LEIA MAIS »



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