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Indígena ferido em conflito faz nova cirurgia; 4 seguem internados em MS

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Comunidade indígena em Boa Vista celebra a passagem da tocha Olímpica Rio 2016

tocha atrad

Quando o paraquedista Luigi Cani pousou com a tocha Olímpica na Comunidade Indígena Campo Alegre, zona rural de Boa Vista, Roraima, na tarde deste sábado (18), foi recepcionado por guerreiros e arqueiros, como manda a tradição em momentos de festa. Ele passou a chama Olímpica para a líder local Lourdes dos Santos Sampaio, que vestida de seus trajes típicos, era cercada por outros índios que faziam a parixara, dança da celebração das colheitas e das caças. de, se destaca pela força do seu trabalho na área da agricultura comunitária e culinária indígena. “Aqui, trabalhamos em parceria com os parentes na roça, fazemos nossa própria farinha e preparamos nossos pratos típicos há várias gerações. Tudo para manter nossa cultura”, ensina.

Contra o preconceito, pelos indígenas: arqueiro conduz tocha no Amazonas

tocha contrao preconceito

A tocha olímpica chega ao Amazonas na manhã deste domingo, e cerca de 200 condutores foram escalados para o revezamento, que passa por Manaus (19), Iranduba e Presidente Figueiredo (20) nos próximos dias. Para a missão de carregar a chama, atletas, ex-atletas e grandes personagens locais foram escolhidos. Um deles é Gustavo Santos, jovem de origem indígena que se tornou um dos grandes talentos do tiro com arco na região Norte. Nascido e criado no Amazonas, ele é da tribo Karanpãna e foi batizado com o nome indígena YwYtu, que significa vento. Com 19 anos, o amazonense se dedica há dois anos exclusivamente ao tiro com arco. Hoje, consagrado na modalidade, faz história – ao lado de outros atletas locais – ao manter o nome do estado entre os melhores do cenário nacional. Com o histórico recente de conquistas, foi convidado para conduzir a tocha durante a passagem pelo Teatro Amazonas – uma das paradas mais importantes no circuito pela capital amazonense. :: LEIA MAIS »

Crime ambiental – Tupinambá Exigem o Fechamento do Areal Bela Vista

AREAL TUCUM                              *Blog do Gusmão

Vídeo publicado quinta-feira (16) no site Racismo Ambiental registra depoimentos dos tupinambás que exigem o fechamento imediato do Areal Bela Vista, perto de Olivença, na zona sul de Ilhéus. A empresa funciona com a autorização da prefeitura.

O documentário mostra imagens aéreas do território desmatado para a extração da areia. De acordo com os índios, que reivindicam a demarcação da área reconhecida como indígena pela Funai, as nascentes dos rios Ipanema e Sirihiba são afetadas pelo desmatamento na região. Segundo eles, comunidades já sofrem com a escassez e a poluição da água. Também lamentam os prejuízos para a coleta da piaçaba e a fuga de animais silvestres.

Cimi – Juventude tupinambá se mobiliza pelo direito à terra

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Entre os dias 3 e 5 de junho último, cerca de cem jovens realizaram na aldeia Serra do Padeiro (Terra Indígena Tupinambá de Olivença) o Pré-Encontro Geral da Frente da Juventude Tupinambá. Oriundos das comunidades do Acuípe de Baixo, Itapoã, Mamão, Olhos D’água, Olivença, Parque de Olivença, Serra do Padeiro, Tetama, Tamandaré, Tupã e Tucum, os indígenas reuniram-se para debater estratégias de mobilização e fortalecimento da atuação política da juventude, considerando em especial a necessidade de aprofundar seu envolvimento na luta pela terra. A realização do Encontro Geral da Frente da Juventude Tupinambá está prevista para novembro próximo.  No pré-encontro, os jovens tupinambá debateram graves questões que afetam seus povos (como a criminalização de lideranças), acordaram ações conjuntas e aprovaram um documento final em que….. :: LEIA MAIS »

CIMI – MPF denuncia 12 por milícia privada contra indígenas no Mato Grosso do Sul

Enterro do agente de saúde indígena Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 23 anos, Reserva Te'ykue, Caarapó, MS
Enterro do agente de saúde indígena Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 23 anos, Reserva Te’ykue, Caarapó, MS –

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, nesta sexta (17), duas denúncias contra doze envolvidos em crimes contra os povos Guarani Kaiowá e Ñandeva em Mato Grosso do Sul. Eles são acusados de formação de milícia privada, constrangimento ilegal, incêndio, sequestro e disparo de arma de fogo.

Os ataques foram cometidos contra indígenas do cone sul do estado, na região de fronteira com o Paraguai. Conforme apurou o MPF, jagunços teriam sido contratados e financiados por proprietários rurais para violentar e ameaçar as comunidades. Oitivas, diligências, fotos, vídeos, buscas e apreensões comprovam a atuação dos milicianos, mas o MPF não divulgou a íntegra das denúncias porque os processos correm sob sigilo. :: LEIA MAIS »

Sem presença da Funai, índios assumem proteção das terras

Cimi-Imagens-Luis-Carlos-Guajajara                                                                                      Guajajara assassinados (Foto: Luis Carlos Guajajara/Cimi)

por , | 17 de junho de 2016

Cansados de esperar por fiscalizações mais frequentes da Funai, do Ibama e da Polícia Federal, o povo Guajajara da terra indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, resolveu reagir. “A gente resolveu formar uma comissão de lideranças e caciques. Essa comissão achou melhor que a gente tivesse os nossos próprios guardiões da terra, pra gente mesmo defender o nosso território”, conta Suluene Guajajara, uma das lideranças do povo. Esses guardiões Guajajara receberam das lideranças uma missão: percorrer todos os 413 mil hectares do território em busca dos invasores atraídos pelas riquezas naturais, sobretudo a madeira.

Ao protegerem a própria área, os indígenas buscam garantir seu direito de.. :: LEIA MAIS »

Renegociação da dívida pode ajudar na demarcação de terras indígena, diz Reinaldo

placa da funai

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) acredita que se a questão da dívida de Mato Grosso do Sul avançar e ocorrer recontratualização o Estado pode auxiliar a União a tirar do papel a demarcação das áreas indígenas.

“Se acontecer a recontratualização da dívida e da forma que vier, pode aumentar o fluxo financeiro até para o Estado poder ajudar nessa questão das demarcações. O governo Federal aporta uma parte e a gente aporta outra e tenta distensionar este conflito das regiões em Mato Grosso do Sul”, disse durante agenda pública na tarde desta sexta-feira (17).

Os governadores de todos os estados do Brasil devem se reunir na casa do chefe do Executivo de Brasília na próxima segunda-feira (21), justamente para levar um única proposta à…. :: LEIA MAIS »

BR-262 é liberada, mas índios afirmam que outros protestos podem acontecer

estrada interditada

O km 528 da BR-262 foi liberada às 12h após o interdição total do trecho durante todo o período da manhã.O protesto aconteceu devido à morte do índio Clodioudo Aguile Rodrigues dos Santos, de 26 anos.

De acordo com Elvis Terena, uma das lideranças indígenas, a vinda de um representante da ONU (Organizações das Naçoes Unidas) para Caarapó foi o que motivou a liberação da pista, porém não foi descartado outras manifestações. “Não temos como definir uma hora, data ou dia, tudo depende do que possa aocntecer com o nosso povo”.

De acordo com Elvis, há aproximadamente 600 indígenas de Miranda e Aquidauana solidários à situação. “ Estamos cansados da morosidade do governo e da omissão do estado sobre a questão da violência sobre os nosso povo”, diz.

 

Comunidade indígena de BH protesta em apoio aos índios no MS

Indignados com o massacre indígena que acontece nos últimos dias no Mato Grosso do Sul (MS), a comunidade indígena de Belo Horizonte organizou um protesto nesta sexta-feira (17) às 18h na praça Sete para demonstrar o repúdio às investidas de fazendeiros contra índios das etnias Guarani-kaiowá e Ñandeva naquela região.

Na última terça-feira (14), um grupo de dezenas de pistoleiros matou o indígena Clodioude Aguile Rodrigues dos Santos e deixou pelo menos seis índios gravemente feridos no Mato Grosso do Sul. Mas há relatos de mais mortes e feridos na região, inclusive uma criança, além do impedimento do Ministério Público Federal (MPF) de adentrar o território onde acontece os ataques.

O evento denominado “Vamos parar o Yakã-Ruguy (Rio de Sangue) Guarani-Kaiowá” foi organizado pelo Facebook e tem o apoio do Comitê Mineiro de Apoio à Causa Indígena, que também assina um documento de repúdio ao genocídio indígena no Brasil. Veja alguns trechos da carta: :: LEIA MAIS »



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